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Quatro emendas do deputado estadual, Dr. Leonardo (PSD) foram liberadas pelo governo do Estado. Voltadas à área de saúde, as emendas visam à estruturação, através de reformas e compra de novos equipamentos, às unidades. As cidades contempladas foram Reserva do Cabaçal, Salto do Céu, Glória D’Oeste e Jauru.  A solenidade de liberação das emendas ocorreu nesta terça-feira (21), no Palácio Paiaguás e contou com a presença dos prefeitos.

Para Salto do Céu, Dr. Leonardo destinou R$ 150 mil ao Hospital José Tomaz Correia. Já, Reserva do Cabaçal recebeu R$ 100 mil. Glória D’Oeste e Jauru receberam R$ 50 mil cada.

Essa é mais uma das ações do deputado. Vale ressaltar que no ano passado, ele destinou R$ 250 mil ao Hospital Regional de Cáceres, que atende os 22 municípios da região. Graças ao empenho dele, o governo do Estado aumentou as metas da unidade. Para cirurgia geral, os atendimentos passaram de 130 para 230, ortopedia de 250 para 350, quimioterapia de 100 foi para 150, cirurgia oncológica de 51 aumentou para 70 e as consultas ambulatoriais de oncologia serão 650 atendimentos.

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Dr. Leonardo, médico por profissão, trabalhou por seis anos no Programa Saúde da Família (PSF) e conhece de perto a realidade da saúde pública e tem feito um trabalho muito atuante nessa área.

Sabendo da importância que o Hospital São Luiz, em Cáceres, representa à região, ele articulou e conseguiu evitar o fechamento da unidade saúde. A falta de recursos foi o principal motivo para que a Associação Congregação de Santa Catarina (ACSC), que administra e mantém a unidade, tomasse a decisão de encerrar os atendimentos.

Também é um trabalho de Dr. Leonardo que o laboratório de análises clínicas São Matheus, localizado nas dependências do Hospital São Luiz começou a fazer atendimentos aos usuários do MT Saúde. Os servidores não conseguiam acessar o plano no município, por falta de médicos e unidades conveniados. Ele vem lutando pelos direitos dos usuários do MT Saúde de Cáceres e região.

Uma articulação de Dr. Leonardo garantiu a liberação de quase R$ 800 mil, ao Consórcio Vale do Guaporé, da região de Pontes e Lacerda.

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“A luta não para e a saúde não espera, pois a cada minuto perdemos vidas, por falta de atendimento, falta de estrutura das nossas unidades de saúde. Continuaremos nessa incansável missão de levar recursos para melhorias na saúde pública de Mato Grosso, principalmente da nossa região, tão carente e sofrida”, destacou.

O prefeito de Reserva do Cabaçal, Tarcísio Ferrari agradeceu a emenda do deputado. “Ele é um grande defensor das causas da saúde e grande parceiro da nossa cidade. Dr. Leonardo tem nos atendido em tudo que lhe é possível. O município atravessa um momento muito difícil e essa emenda vai nos ajudar a estruturar o nosso posto de saúde”, disse.

Lis Ramalho

Assessoria de Imprensa
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Cáceres e Região

MT registra mais dois casos suspeitos de varíola dos macacos; 17 estão em investigações

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Assessoria

Mato Grosso registra mais dois casos suspeito da varíola dos macacos. Desta vez, trata-se de dois homens com 30 e 50 anos, moradores de Várzea Grande. De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) o estado já contabiliza 17 casos suspeitos.

Segundo informações, ambos pacientes chegaram de uma viagem fora do país, apresentando sintomas leves da doença. Agora, até esta sexta-feira (12), Mato Grosso registra o total de 4 casos confirmados de varíola dos macacos, sendo os outros dois residentes de Cuiabá, com idade entre 25 e 40 anos, que também apresentam sintomas leves.

A enfermidade apresenta entre os principais sintomas febre súbita, forte e intensa, dor de cabeça (cefaleia), náusea, exaustão, cansaço, aparecimento de inchaços na região do pescoço, axilas, e também na região perigenital, além de feridas ou lesões pelo corpo.

Outros casos

Ainda há a investigação de outros 17 casos suspeitos no Estado, sendo 5 em Rondonópolis, 4 em Cuiabá, dois em Várzea Grande, dois em Sorriso, um em Livramento, um em Barra do Garças, um em Comodoro e um em Nova Xavantina.

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As amostras para a confirmação dos casos são encaminhadas para o Laboratório Central de Saúde Pública de Mato Grosso (Lacen-MT) e direcionadas para o laboratório da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), unidade de referência nacional para a análise do material.

O que é a Monkeypox

A varíola dos macacos foi diagnosticada e identificada pela primeira vez no século passado, na década de 60, e leva o nome de Monkeypox porque foi identificada pela primeira vez na espécie, dessa forma ficou conhecida no mundo científico como “varíola dos macacos”.

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Cáceres e Região

Apontada como chefe da extração ilegal de ouro em terra indígena “Rainha do Sararé” está presa em Cáceres

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Por G1/MT
      A empresária Marlene Araújo, de 47 anos, conhecida como “Rainha do Sararé”, é apontada como chefe da organização criminosa responsável pela extração ilegal de ouro da Terra Indígena Sararé, em Pontes e Lacerda, a 483 km de Cuiabá.
     Marlene foi presa na última terça-feira (9) durante a Operação “Rainha Sararé”, por associação criminosa e usurpação de patrimônio da União.
      O crime de usurpação, segundo a Constituição Federal, é quando a pessoa produz bens ou explora matéria-prima pertencentes à União, sem autorização legal ou em desacordo com as obrigações impostas pelo título autorizativo. Nesse caso, tudo que está no subsolo da Terra Indígena é patrimônio público.
A investigada está na Cadeia Feminina de Cáceres, a 250 km da capital. De acordo com a Polícia Federal, Marlene é dona de uma empresa de terraplanagem em Jaru (RO), a cerca de 680 km da terra indígena, que serve como fachada para financiar o garimpo ilegal e receber o ouro extraído e comercializado ilegalmente.
     A empresa, que também tinha endereço em Pontes e Lacerda(MT) e em Campo Novo de Rondônia (RO), anunciava serviço de aluguel de pá carregadeira e recrutava pessoas. O g1 não conseguiu localizar a defesa de Marlene.
     Conforme informações da PF, a família da ‘rainha’ é de Rondônia e se deslocava a Mato Grosso para realizar o garimpo na terra indígena.
     Na casa de Marlene, em operação realizada terça-feira (9), foram apreendidos diamantes ilegalmente extraídos, além de joias e objetos de ouro. Também foram localizadas peças de motor e equipamentos incinerados em outras operações na Sararé.
Operação ‘Rainha de Sararé’

    A operação cumpriu três mandados de prisão preventiva, um deles contra Marlene, e uma pessoa está foragida até o momento. Também foram cumpridos quatro ordens de busca e apreensão.

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A ação da Polícia Federal teve como objetivo a preservação ambiental com o combate do desmatamento das áreas de preservação e contaminação dos rios e solos.

Terra Indígena Sararé
     A Terra Indígena Sararé fica no sudoeste de Mato Grosso, em três municípios: Pontes e Lacerda, Nova Lacerda e Conquista d’Oeste. São 67 mil hectares de área que fazem parte da Amazônia Legal.Segundo o Instituto Socioambiental (ISA), a terra é habitada pelo povo Nambikwara. São 188 indígenas na região. A Terra Indígena Sararé fica a cerca de 680 km de Jaru, em Rondônia.
     A terra sofre riscos de exploração de recursos por madeireiro e garimpeiros e riscos fundiários por fazendeiros e grileiros, segundo dados do ISA.
     A área é gerida pela Fundação Nacional do Índio (Funai) e pela Coordenação Regional (CR) de Cuiabá; e pela Secretaria Especial de Saúde Indígena e Distrito Sanitário Indígena de Vilhena (RO). Vilhena fica a cerca de 260 km de distância da Sararé.
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