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O status de melhor jogador do mundo pertence hoje a Lionel Messi, mas Cristiano Ronaldo pode se vangloriar de ter sido o mais bem pago no ano passado. Um estudo da revista Forbes colocou o craque do Real Madrid no topo de uma lista com grandes estrelas do futebol – incluindo o brasileiro Neymar.

Cristiano Ronaldo fatura US$ 82 milhões (R$ 285 milhões na cotação atual), sendo US$ 53 milhões em salários e bônus – o restante, portanto, vindo de publicidades. O português tem patrocínios por conta de seu cabelo, chuteira, relógio, abdômen e até possui uma marca de roupas íntimas. É o atleta mais bem pago de esportes coletivos.

O camisa 7 merengue ganhou US$ 5 milhões a mais que o astro do Barcelona, segundo da lista com US$ 77 milhões (R$ 268 milhões). Os dois estão um abismo à frente do terceiro: o sueco Zlatan Ibrahimovic, do Paris Saint-Germain, que ganhou US$ 37 milhões (R$ 129 milhões). Ele, somado a Neymar, quarto, com US$ 36 milhões (R$ 125 milhões), não chegam ao total de Messi.

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Um fato curioso sobre o brasileiro: ele é o único a ganhar mais fora de campo do que dentro, já que são US$ 14 milhões (R$ 49 milhões) de salários e bônus e US$ 22 milhões (R$ 76 milhões) em publicidades. Completam o top-10: Gareth Bale, do Real Madrid, Wayne Rooney, do Manchester United, Sergio Agüero, do Manchester City, Luis Suárez, do Barcelona, Eden Hazard e Cesc Fábregas, do Chelsea (veja os valores na tabela abaixo).
Tabela jogadores mais bem pagos do mundo (Foto: GloboEsporte.com / Forbes)
Tabela com os dez jogadores mais bem pagos do mundo (Foto: GloboEsporte.com / Forbes)

Fonte: GE

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Mundo

Restos mortais de duas crianças são encontrados em malas leiloadas na Nova Zelândia

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AFP

Polícia trabalha para identificar as vítimas através da análise de DNA; responsáveis pelo crime ainda são desconhecidos

R7 – INTERNACIONAL | por AFP 18/08/2022 – 08H33 (ATUALIZADO EM 18/08/2022 – 12H04)

REPRODUÇÃO/PORTAL STUFF

A polícia da Nova Zelândia anunciou nesta quinta-feira (18) a descoberta dos corpos de duas crianças em idade escolar em malas leiloadas em um depósito de Auckland, maior cidade do país.

A polícia abriu uma investigação por homicídio após ter encontrado os restos mortais humanos em duas malas de tamanhos parecidos e, nesta quinta, confirmou que correspondiam a duas crianças de entre cinco e dez anos.

O inspetor Tofilau Faamanuia Vaaelua afirmou que os corpos provavelmente estavam guardados ali há vários anos.

“A natureza desta descoberta apresenta algumas complexidades para a investigação, especialmente devido ao tempo que passou entre o momento da morte e o momento da descoberta”, disse Vaaelua.

Os restos mortais foram encontrados quando uma família levou para casa um trailer cheio de itens vendidos em um leilão de armazém. A polícia disse que a família compradora não estava ligada ao assassinato, mas estava “compreensivelmente angustiada com a descoberta” e pediu privacidade. Os objetos pessoais encontrados junto com as malas ajudam a encontrar pistas para identificar as vítimas.

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Tanto o depósito quanto a casa de onde as malas foram retiradas estão sendo examinados por peritos forenses.

Vaaelua destacou que a polícia da Nova Zelândia está trabalhando com a agência internacional Interpol.

A polícia suspeita que os familiares das vítimas estejam na Nova Zelândia. O inspetor mostrou compaixão a eles porque talvez não soubessem que as crianças haviam morrido.

“Estamos fazendo o nosso melhor para identificar as vítimas… o que posso dizer é que estamos fazendo um progresso muito bom com a investigação do DNA”, disse ele. “A equipe de investigação está trabalhando muito para responsabilizar a pessoa ou pessoas responsáveis pela morte dessas crianças”, acrescentou.

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Mato Grosso

Pacote Anticrime: tráfico e uso de drogas em Portugal é tema de segundo painel

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A experiência portuguesa sobre o tráfico e uso de drogas foi o tema central do segundo painel do evento jurídico Pacote Anticrime. Na manhã dessa quinta-feira (4 de agosto), o diretor da Unidade Nacional de Combate ao Tráfico de Entorpecentes da Polícia Judiciária de Portugal, Artur Vaz, apresentou a realidade do país aos participantes do encontro, realizado de maneira híbrida (presencial e on-line). O desembargador Mário Kono (TJMT) presidiu o painel, que contou com a juíza Edna Ederli Coutinho como mediadora.
 
Em Portugal, a Polícia Judiciária investiga a criminalidade grave, complexa e organizada. Segundo Artur Vaz, tal como existe hoje, a estrutura foi criada em 1945 e é responsável pelo combate ao tráfico ilícito dos chamados ‘estupefacientes’. O diretor assinalou que o tráfico, que espalha violência, corrupção e promove fluxos financeiros ilegais, atrai cada vez mais organizações criminosas em razão dos proventos gerados. No país, as drogas mais consumidas são a maconha e o haxixe. Apenas em anos recentes foi registrado aumento no consumo da cocaína, heroína e novas drogas sintéticas.
 
Na palestra, Vaz explicou que Portugal tem sido usado como porta de entrada de significativas quantidades de cocaína da América do Sul e de haxixe proveniente do Marrocos. Ali funciona como um ponto de passagem para os demais países da União Europeia. No país, a única droga produzida é a maconha.
 
Em relação à legislação, o diretor assinalou que está em vigor, há quase 30 anos, a apelidada ‘Lei da Droga’, que nas últimas décadas foi alvo de diversas alterações. A pena prevista para o crime de tráfico varia de quatro a 12 anos de prisão. Há ainda um artigo específico para as organizações criminosas e, no caso dos líderes desses grupos, a pena vai até 25 anos de prisão.
 
O palestrante enfatizou ainda as linhas orientadoras de atuação da Polícia Judiciária, como a forte articulação e cooperação internacional; a forte cooperação com as autoridades de outros países e com organizações internacionais; a existência de equipes especializadas de investigação, tratamento e análise de informação; a capacidade tecnológica do país, entre outros.
 
Em relação à recuperação dos ativos gerados pelo tráfico, Artur Vaz salientou que no Brasil essa ação já está mais consolidada do que em Portugal. Segundo ele, a iniciativa é importante para, além de responsabilizar os traficantes, identificar e recuperar os ativos que foram gerados por essas atividades ilícitas, que muitas vez “doem mais do que ir para a cadeia”, pontuou.
 
Outro ponto positivo destacado pelo diretor foi a cooperação bilateral e multilateral com diversos países no combate ao tráfico, com a criação, inclusive, de um centro em parceria com outros países europeus para o compartilhamento de informações sobre o tráfico de drogas por meio marítimo. “Temos outra agência europeia, cuja missão fundamental é fazer o monitoramento das drogas em toda a União Europeia”, observou.
 
No país, apenas 26% das pessoas presas estão encarceradas em razão de crimes relativos a drogas. Resultado da política pública integrada e coordenada que tem como pilares a prevenção, o tratamento, a dissuasão, a redução de danos, a reinserção e a redução da oferta de drogas.
 
Questionado pela juíza Edna Coutinho sobre como funcionam as facções em Portugal, se lá existe a guerra entre facções como no Brasil, que registra crescente número de mortes violentas, o diretor explicou que no país não existe essa realidade de violência. Há ramificações de organizações criminosas, a presença crescente de brasileiros envolvidos com o tráfico de cocaína nos últimos anos, mas um cenário de guerra entre facções, não. “Não temos essa realidade. As organizações pretendem não chamar a atenção e evitam atos de violência.”
 
Para ele, Portugal é um país seguro e, segundo destacou, há relatórios internacionais que classificam o país como o quarto mais seguro do mundo. “A polícia portuguesa vai a todos os lugares. Pode-se andar tranquilo à noite em qualquer cidade de Portugal. Mas é um trabalho de todos, que temos que desenvolver todos os dias.”
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Imagem 1: fotografia colorida do palestrante Artur Vaz. Ele é um homem branco, com cabelos grisalhos. Está sentado, ao microfone. Veste um terno azul escuro, camisa branca e gravata cinza. Na imagem aparece uma taça de água, ao lado de uma garrafa. Ao fundo, bandeiras desfocadas.
 
Lígia Saito
Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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