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Coordenador diz que pesquisa da Versamune poderia estar adiantada se financiamento fosse mais ágil

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Por G1 Ribeirão Preto e Franca e Jornal Nacional

     O pesquisador da USP de Ribeirão Preto (SP), Célio Lopes Silva, disse nesta sexta-feira (26), que o estudo da vacina contra a Covid-19 Versamune®-CoV-2FC poderia estar adiantado se o financiamento do Governo Federal fosse mais ágil.

     “Nós demoramos um pouco para começar o desenvolvimento dela devido a falta de financiamento. Depois, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações entrou e financiou a vacina (…) Poderia ter adiantado pelo menos uns 3 meses, porque nós começamos o desenvolvimento do nosso projeto no fim de agosto, começo de setembro. Então, se a gente comparar com o desenvolvimento das outras vacinas, nós estamos chegando mais ou menos junto com as grandes empresas internacionais, dos grandes conglomerados farmacêuticos. Estamos só depende da liberação desse recurso pra começar o estudo clínico, mas já tem uma garantia que o ministério vai realmente liberar esse recurso”, afirmou o coordenador dos estudos da vacina.

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     Em entrevista ao G1, Helena Faccioli, CEO da Farmacore, empresa brasileira que vai produzir a vacina em parceria com norte-americana PDS Biotechnology, afirmou que a fase pré-clínica teve um custo de R$ 3,8 milhões.

     Nas fases 1 e 2, que tiveram o pedido de autorização protocolado na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a estimativa de custo é de R$ 30 milhões e para a fase 3, mais abrangente, R$ 300 milhões.

     “Para a fase 1, a condicionante [para solicitar financiamento no edital] era que o projeto fosse submetido a Anvisa e tivesse condições para partir para fase clínica. Então, o recurso já estava todo articulado pelo MCTI, e agora nós vamos passar pra fase de contratação”, explicou.

     Helena Faccioli, CEO da Farmacore, que desenvolve vacina contra a Covid-19 em Ribeirão Preto (SP) — Foto: Chico Escolano/EPTV

Vacinas brasileiras

 

     O anúncio da Versamune foi feito na tarde desta sexta-feira em Brasília pelo ministro de Ciência, Tecnologia e Inovações, Marcos Pontes, horas depois de o governador de São Paulo divulgar que pediria à Anvisa a permissão para o início dos testes clínicos da Butanvac, vacina criada pelo Instituto Butantan.

     O pedido do centro de estudos paulista foi feito nesta noite.

     As iniciativas do Butantan e do grupo citado pelo ministro da Ciência já eram monitoradas e estavam acompanhadas ainda de pesquisas da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e da Universidade Federal do Paraná (UFPR).

Proteína recombinante

A Versamune utiliza a tecnologia da “proteína recombinante”, a mesma utilizada, por exemplo, na vacina Novavax.

     Nesta técnica, pesquisadores cultivam em laboratório réplicas inofensivas da proteína que o novo coronavírus usa para entrar nas células do corpo.

     Depois de extraída e purificada, a proteína é embalada em nanopartículas do tamanho do vírus. No caso da Versamune, a nanopartícula foi desenvolvida pela PDS Biotech.

     “Pode controlar perfeitamente a transmissão da doença, que impede o vírus de entrar dentro da célula e mata as células que estão infectadas. Então, as pessoas que tem a infecção vão estar com todas as células destruídas e o vírus não vai se propagar”, explicou o Célio Lopes Silva.

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Cáceres e Região

Mais de 14 mil estão na fila para fazer perícia no INSS

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A Gazeta

Fila de segurados da Previdência Social que aguardam perícia médica em Mato Grosso é formada por 14.171 mil. Deste total, a maioria -81,1% ou 11,5 mil – estão à espera do atendimento por um médico perito do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) há mais de 45 dias, conforme o último Boletim Estatístico da Previdência Social (BEPS), referente a abril de 2021.

De acordo com o INSS, das 724 agências da Previdência Social que possuem serviço de perícia médica, 619 estão funcionando e 2,5 mil peritos médicos estão fazendo atendimentos. O tempo médio entre o agendamento e a perícia está em 39 dias, segundo o Instituto.

A informação repassada, porém, à requerente de benefício previdenciário Maria Aparecida Souza, 56 – ao ligar na central de atendimento 135 – é que teria que aguardar o agendamento da perícia, a ser confirmada em contato futuro do INSS. Na ligação também informaram que os pagamentos mensais do benefício seriam retroativos à data oficial do pedido, após concessão.

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“Dei entrada no requerimento em abril, somente neste mês responderam pedindo para aguardar agendamento de perícia médica”, explica.

Em todo o país, 170 mil segurados que recebem benefícios por incapacidade temporária – o antigo auxílio-doença terão que agendar nova perícia médica, lembra o INSS. Os prazos para o agendamento começam a expirar em agosto. Quem não tomar a providência corre o risco de ter o pagamento suspenso.

Desde o início de julho, o órgão previdenciário começou a enviar cartas para segurados que não realizam perícia médica há mais de 6 meses. Quem recebe a convocação tem 30 dias, a contar do recebimento da notificação, para agendar o procedimento.

O INSS poderá também convocar as revisões por meio da rede bancária, considerando o órgão pagador do benefício, quando esse tipo de notificação for disponível. Estão previstas ainda as convocações por meio eletrônico ou edital em Diário Oficial. A revisão em benefícios por incapacidade temporária segue até dezembro deste ano, quando todas as convocações terão sido expedidas.

Em outra frente, o INSS realiza também as revisões administrativas de benefícios, que são feitas com regularidade. Na atual etapa, a previsão é que 1,7 milhão de segurados recebam a convocação para regularizar alguma pendência de documentação identificada pelo INSS. Desde setembro de 2020, foram enviadas 732,5 mil cartas para revisão administrativa de benefícios com pendências documentais identificadas pelo INSS.

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Cáceres e Região

Cáceres deve receber nesta quinta-feira mais 3120 doses de vacinas

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Assessoria

     A Comissão Intergestores Bipartite de Mato Grosso (CIB-MT) aprovou a Resolução Nº 76, que estabelece a distribuição, o armazenamento e a aplicação das 181.130 doses de vacina contra a Covid-19 enviadas nesta terça (27.07) e quarta-feira (28.07) pelo Ministério da Saúde, sendo 89.700 doses da Astrazeneca, 57.500 doses da Coronavac e 33.930 da Pfizer.
     Conforme a Resolução Nº 76, tanto a Astrazeneca como a Pfizer devem ser aplicadas como segunda dose em pessoas com comorbidades e pessoas com deficiência permanente grave. Os imunizantes Pfizer também contemplarão com a primeira dose pessoas de 45 a 49 anos e com a segunda dose gestantes e puérperas sem e com comorbidades, desde que apresentem recomendação médica.

As pessoas de 45 a 49 anos ainda poderão ser vacinadas com a primeira e segunda dose do imunizante Coronavac. Para a vacina AstraZeneca, o prazo de aplicação da segunda dose é de até 90 dias. Já o prazo da segunda dose da Coronavac varia entre 14 e 28 dias. A administração da segunda dose da Pfizer deve ser feita em até 12 semanas.

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O colegiado pontuou na Resolução que os municípios que já completaram a vacinação das pessoas de 45 a 49 anos devem seguir para a próxima faixa etária (ano a ano) em ordem decrescente de prioridade. Ainda foi acordado a distribuição de um remanescente de 615 doses da Astrazeneca e 260 doses da Coronavac que estavam armazenadas na Rede de Frio Estadual como estoque estratégico.

Caso os municípios alcancem a completa vacinação dos públicos-alvo estabelecidos para a imunização, a CIB orienta a continuidade da imunização dos demais públicos elencados pelo Ministério da Saúde.

Após a distribuição dos imunizantes aos municípios, as vacinas deverão ser armazenadas conforme as condições estabelecidas pela fabricante e Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e com o apoio da segurança pública.
A aplicação das doses deve ser obrigatoriamente registrada pelos municípios no Sistema Nacional do Programa de Imunização (SI-PNI), do Ministério da Saúde. Até o momento, Mato Grosso já recebeu 2.619.470 doses de imunizantes contra a Covid-19.

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