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Banda cacerense lança álbum ao vivo em todas as plataformas digitais
Por Diário de Cáceres

Foto: divulgação

22 de Julho será o lançamento do primeiro álbum da banda Junção Cósmica em todas as plataformas digitais. Gravado ao vivo em parceria com a Demo Ex Machina Produções.

Em Dezembro de 2016, a banda Junção Cósmica se apresentou em Cuiabá e aproveitaram para conhecer as instalações do Estúdio Demo Ex Machina.

E foi assim: sem aviso, sem ensaios anteriores e tampouco sessões de gravação de instrumento por instrumento, a gravação é fruto de uma apresentação ao vivo da banda naquele dia. É essa naturalidade que dá o tom ao disco, onde o grupo cacerense Junção Cósmica traz o melhor do rock alternativo psicodélico em uma sinergia autêntica e intensa.

Este disco é uma produção independente do Estúdio Demo Ex Machina com a banda Junção Cósmica.

Ficha Técnica Álbum:
Integrantes:
Reginaldo Simoncelio – Vocalista e percussionista
Andres Bernardi – Guitarrista, Baixista e Vocalista
Fra do Blues – Guitarrista, Baixista e Vocalista
Gustavo Luperini – Baterista e percussionista
Produtores: João Paulo Paes e José Manoel Espiridião
Design da Capa: Virtualização Mkt Digital
Obra de arte da capa (Ex Machina): Eduardo Ferreira
Fotos da capa: estúdio – João Paulo Paes, Fipe – Joe Bengala
foto Rio Paraguai – Andres Bernardi

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Conheça mais sobre a Banda Junção Cósmica:

A banda Junção Cósmica começou em 2016 com a formação sendo composta pelo Reginaldo Simoncélio (vocal), Andres Bernardi (guitarra e baixo), Flávio (guitarra e baixo), Luis Guilherme (bateria) e Arthur Souza (Teclado, guitarra e baixo). Sua gênese foi a partir do união entre as bandas Vrép! e O Bando do Mato. Ambas compunham o cenário da música alternativa de Cáceres-MT.

Suas apresentações eram realizadas no Sarau da Figueira Cultural e no Bugrestock ambos eventos realizados em Cáceres. Em 2016, participou do Festival Internacional de Pesca de Cáceres e também, da Feira do Vinil em Cuiabá. Integrando o cenário mato-grossense da época que contava com bandas como Cinema de Pedra (Cuiabá), O Mormaço Severino (Cáceres), Macacos do Brejo (Cáceres), Augusto Krebs (Cuiabá) entre outros.

No ano de 2017 houve troca de integrantes com a saída do Luis Guilherme entra Giovanni Gottardi (músico influente no cenário local da música alternativa de Cáceres), logo após Gustavo Luperini entrou em seu lugar por ter mais disponibilidade de tempo para ensaios. Nesse período Arthur Souza se desliga da banda. Agora em formato quarteto, a banda realiza apresentações com mais distorções e peso nos riff`s, mantendo a pegada de soul e jazz fusion que Gustavo Luperini possuía na sua criação na bateria.

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A Junção Cósmica entrou em hiato de 2018 a 2021 para projetos pessoais dos integrantes e, no retorno, sua formação hoje conta com os integrantes:
Reginaldo Simoncélio (vocalista e percussionista), Andres Bernardi (guitarrista, baixista e vocalista), Flávio Assis (guitarrista, baixista e vocais) e Luis Guilherme (baterista e vocais).

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Cultura

Após 22 anos da morte de Chico Gil, músicas fazem sucesso na Baixada Cuiabana

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Policarpo da Silva

Chico Gil

 

Há exatos 22 anos, Mato Grosso perdia um grande ícone que vinha ser eternizado como ‘Rei do Lambadão’. No dia 30 de julho de 2000, em um trágico acidente de carro, na rodovia que liga Cuiabá ao município de Jangada, Chico Gil – nome artístico de Francisco da Guia Souza –  morria, deixando um grande legado para à cultura mato-grossense. Grandes sucessos, como: ‘Ei, amigo’‘rala rala’‘amor de lambadão’‘não vou em bola dividida’‘corta cabelo’, entre outras grandes canções, ainda fazem muito sucesso em Mato Grosso e na Baixada Cuiabana.

 

Para a jornalista e mestra em Cultura Contemporânea, Lidiane Barros, o que explica o sucesso das músicas de Chico Gil, mesmo após 22 anos de sua morte, é o lambadão ser um ritmo frenético, divertido e alegre e que ninguém consegue ouvir e ficar parado. “Os artistas do início do lambadão focavam na produção autoral. Aquelas músicas eram muito tocadas em festas de santo, na periferia da Baixada Cuiabana e muitas gerações foram crescendo ouvindo aquelas músicas”.

 

Ao longo da sua carreira, Chico Gil lançou 3 CDs oficialmente. Músicas e melodias contagiantes marcam todos os trabalhos do artista. Além de cantor, ele também era compositor. Várias de suas músicas eram criadas ao vivo, em cima dos palcos. Nesses improvisos, foram feitas  canções memoráveis, como ‘melô do sapatão’. Mas, muitas se perderam por não serem gravadas e nem lembradas pelo cantor e músicos nos dias seguintes.

 

Chico Gil não foi o criador do lambadão. Nunca estudou música e nem técnicas vocais. Mas, pode-se dizer que ele contribuiu fortemente para a popularização do ritmo. Nasceu com o talento para se tornar um grande protagonista na difusão do estilo musical que conforme estudiosos, surgiu nas regiões periféricas da Baixada Cuiabana.

 

‘Ei amigo, toque uma lambada que eu tô querendo me esquentar’

Que atire a primeira pedra um conhecedor dos trabalhos de Chico Gil e que nunca cantou esse trecho da música! A canção ficou eternizada no coração de muitos amantes do seu trabalho.

Policarpo da Silva

Chico Gil

Alcemar Matos, era o produtor musical de Chico Gil da época, e trabalhou na produção dos discos do artista. A canção ‘Ei, amigo’ faz parte do segundo CD do cantor.  No livro Sua Majestade Chico Gil, Alcemar Matos relembra que criou a introdução lenta da música do zero, do jeito que Chico Gil havia proposto. E que foi um dos arranjos mais importantes de sua vida.

 

Conforme o filho mais velho de Chico Gil, Cledeley Roberto de Souza, popularmente conhecido como Catinha, ele escrevia as suas músicas do nada, no quintal de casa. E só comunicava de suas composições quando estavam prontas. Cavinha, relembra outra composição de grande sucesso do pai, a música “corta cabelo”. “A turma ficava falando pra ele cortar o cabelo. Essa foi mais fácil pra ele escrever”. Chico Gil, tinha cabelos longos e encaracolados. Era um de seus charmes. Vale destacar que a música “corta cabelo” foi lançada primeiro que “ei, amigo”.

 

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O acidente que matou Chico Gil e sua equipe

O último show de Chico Gil ocorreu em Poconé, na praça da Matriz, em 26 de maio de 2000. Cantou sem parar a noite toda. Algumas bailarinas chegaram a passar mal por não aguentarem dançar por tanto tempo.

 

No dia do trágico acidente, domingo dia 30 de julho de 2000, Chico Gil iria participar de uma sequência de shows que começaria no município de Jangada, depois em Rosário Oeste e encerraria em Nobres. A dançarina do cantor, Daiana Emília, não viajou com ele. Segundo ela, Chico Gil tinha se atrasado naquele dia, coisa que não era comum de acontecer. Havia marcado para sair em viagem às 16H e só chegou para buscá-la às 20H. “Quando ele chegou já era para estarmos subindo ao palco do segundo show”. Aquela viagem seria a única que Daiana não acompanharia Chico Gil.

 

A mãe da dançarina não a deixou ir. Insistente, ela até entrou no carro, mas sua mãe a retirou. “Eu já tinha desobedecido minha mãe algumas vezes, mas alguma coisa fez com que eu desistisse”, lembra a ex-bailarina do cantor. Viajaram apenas a bailarina Vivian e os parceiros, Nildo e Nando. Um pouco mais tarde, Daiana recebeu a notícia que o carro com Chico Gil e sua equipe havia se envolvido em um acidente.

Acervo pessoal

Túmulo de Chico Gil

Irmãs visitam túmulo de Chico Gil

Semanas antes da sua morte, Chico Gil havia recebido uma proposta de sair em turnê pelo Paraná. Na época, suas músicas estavam fazendo muito sucesso no estado do Sul do Brasil.

 

Tributos ao Rei do Lambadão

A história de Chico Gil e do lambadão, agora, poderá ser lida por inúmeras pessoas. Por meio do edital Movimentar da Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer de Mato Grosso (Secel-MT) o escritor, poeta e idealizador e fundador da Academia Lítero-Cultural Pantaneira, Walney de Souza, irá lançar no dia 11 de agosto o livro: ‘Ei amigo! A história de Chico Gil e o lambadão de Poconé’, que conta a história do Rei do Lambadão e a origem do ritmo na cidade pantaneira que é considerada o berço do gênero.

 

Walney de Souza, era proprietário da Revista 4º Poder que circulava em Poconé e atualmente está disponível em formato digital. Em 2010, ano que completou uma década da morte de Chico Gil, foi produzido um material em homenagem ao cantor pela revista. Este material, passou por aprimorações e Walney de Souza buscou ir atrás da história do lambadão de Poconé. “Todo esse processo de confecção e produção do lambadão que vai desde as famílias produtoras, esse conteúdo eu não tinha”, contou para a reportagem.

 

“Sua Majestade, Chico Gil” é um projeto que tem o objetivo de registrar a vida e obra do artista. Consistiu em lançamento de livro que recebe o nome do projeto, live show e um documentário que foi lançado nesta semana no Cine Teatro Cuiabá. Toda a discografia do cantor também foi disponibilizada nas plataformas digitais Spotify e YouTube.O projeto foi aprovado no edital Mestres da Cultura da Lei Aldir Blanc, da Secel-MT. Todo conteúdo está disponibilizado no site  www.chicogil.com.br que também foi criado e lançado com o projeto.

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O estilo mais amado pelos moradores da Baixada Cuiabana foi elevado como Patrimônio Cultural Imaterial, em 2018. Uma cópia da lei que vigora no município de Poconé, de autoria de Walney de Souza. A lei também instituiu o dia 10 de setembro, data de aniversário de Chico Gil, como ‘Dia do Lambadão de Cuiabá’.

 

O lambadão em Mato Grosso

O gênero nasceu em Poconé, através da mistura do rasqueado – ritmo que já era predominante no Estado – lambada e do carimbó paraense. Acredita-se que mineradores e peregrinos traziam dos garimpos do Pará a influência do carimbó. O ritmo se popularizou nas regiões periféricas da Baixada Cuiabana, quebrou fronteiras e conquistou o estado mato-grossense.

 

Sobre a difusão do gênero, Walney de Souza destaca que “o poder público tem feito muito pelo lambadão de Mato Grosso. Porém, ainda é pouco. Somos um estado que vive arte, uma região com artistas por vezes autodidatas, e esses músicos, compositores e intérpretes deveriam ter a garantia de aporte econômico, para continuar produzindo as nossas músicas, rasqueado, lambadão e até mesmo novas composições de siriri”, destacou.

 

O lambadão não surgiu já como lambadão. Segundo o jornalista Protásio de Morais, o gênero passou a ser conhecido por esse nome, após José Moraes compor uma canção cuja letra dizia: ‘vamos dançar, dançar, dançar o lambadão’.

 

Francisco da Guia Souza, o Chico Gil

Nascido em 1957, em Poconé, Chico Gil começou na música cantando sertanejo em um evento que acontecia na praça da matriz, localizado na região central da cidade. Na sua primeira apresentação, ele foi vaiado pelo público presente. Teimoso, não desistiu do sonho. De família humilde, ele foi garimpeiro, pedreiro, carpinteiro e até se candidatou a vereador. Em outros momentos, Chico Gil também destinava seu tempo com o time de futebol composto por seus familiares.

 

Os músicos Zé Moraes e Junior Magrão foram os responsáveis por apresentar o estilo musical para Chico Gil. O apelido de Rei do Lambadão foi dado após sua morte. Mas desde seus tempos de vida, em algumas apresentações, Chico Gil já era anunciado como Rei do Lambadão. Cledeley, filho mais velho do cantor, acredita que esse apelido se deu por razão do pai  criar muitas de suas músicas e ser original nas composições.

Acervo pessoal

Família de Chico Gil

Família de Chico Gil

Criador ou não do lambadão, Chico Gil merece todo reconhecimento pela sua contribuição à cultura mato-grossense. Deixou saudades no coração de muitos familiares, amigos e fãs. O seu legado nunca será esquecido! Mesmo com muitas saudades, ao serem ouvidas, as músicas de Chico Gil, transparecem alegria, felicidade e simplicidade. E dessa forma sempre lembraremos do eterno Rei do Lambadão.

 

Por: Jolismar Bruno – Especial para o GD

redacao@gazetadigital.com.br

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Cultura

Dupla sertaneja sofre acidente de ônibus em rodovia

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Dupla sertaneja sofre acidente de ônibus em rodovia e tranquiliza fãs: ‘Tivemos um grande livramento’

Em nota, a equipe dos artistas disse que o veículo colidiu com um carro de passeio que diminuiu a velocidade no meio da pista

Por: FAMOSOS E TV | Do R7

Bruno e Barreto estão bem e em casa
REPRODUÇÃO/INSTAGRAM

 

A dupla sertaneja Bruno e Barreto levou um susto na noite deste domingo (31) após se envolver em um acidente de trânsito. Os artistas estavam na rodovia Santos Dumont, na região de Campinas e iam em destino a Maringá, no Paraná.

“O ônibus colidiu com um carro de passeio que diminuiu drasticamente a velocidade no meio da pista. Apesar do susto, ninguém se feriu. Após a liberação da Polícia Rodoviária, o ônibus da equipe Bruno e Barreto seguiu viagem com destino a Maringá, no Paraná”, diz a nota publicada no perfil da dupla.

Os cantores acreditam que passaram por um livramento. “Ontem tivemos um grande livramento. Agradecemos o carinho e as orações de todos vocês. Foi um grande susto, mas já estamos bem e em casa.”

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Veja a nota:

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