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O Corinthians de Cristóvão Borges troca mais passes,
finaliza mais, levanta mais bolas na área. Mas tem encontrado dificuldades para
fazer gols. Depois do empate por 1 a 1 com o Figueirense, sábado, em Itaquera,
o Timão mostrou mais uma vez que, aos poucos, vai perdendo aquela organização
típica dos tempos de Tite
. Principalmente na defesa.

VEJA A TABELA DO BRASILEIRÃO

Volume de jogo não falta. Contra o Figueira, o Corinthians
teve 67% da posse de bola, 17 finalizações, oito chances reais de gol, 23 bolas
levantadas na área
. O goleiro Thiago Rodrigues foi o principal nome em campo,
com defesas difíceis que salvaram o Figueirense.

LEIA MAIS: Corinthians admite conversa de Pato com o Villarreal e aguarda proposta

Até aí, tudo certo. O problema maior tem sido na defesa. Ela ainda é a melhor do Brasileirão, com 12 gols sofridos,
mas vem falhando mais do que o normal. Ora na individualidade, ora na
recomposição defensiva. O time correu muitos riscos em sua arena.

Danilo Corinthians Figueirense (Foto: Marcos Ribolli)Danilo faz gol salvador para o Corinthians; jogo poderia nem ter chegado a esse ponto (Foto: Marcos Ribolli)

O empate levou o Corinthians aos 30 pontos na tabela do
Campeonato Brasileiro, com possibilidade de ficar mais distante do líder Palmeiras. Se
os erros não forem corrigidos rapidamente, título e G-4 serão tarefas mais complicadas
.

O Corinthians volta a campo no próximo domingo, contra o
Internacional, no Beira-Rio.

O jogo

André vira titular do Corinthians, mas sai da área para buscar jogo (Foto: GloboEsporte.com)André vira titular do Corinthians, mas sai da área para buscar jogo. Laterais vão bem no ataque

Principal preocupação de Cristóvão Borges, a posse de bola
tem sido maior a cada jogo. O Corinthians terminou o primeiro tempo com
impressionantes 71% de posse
, contra 29% do rival, e oito finalizações. Faltou
o ajuste fino na hora de concluir as jogadas. Um problema que
perturba a equipe e irrita a torcida.

Com André, o Corinthians vai precisar de tempo para se
adaptar a uma referência
no setor ofensivo. Em vez de um atacante mais móvel e
que sai da área, casos de Luciano e até de Danilo, o novo titular alvinegro
joga fixo
. Quando volta, é para fazer a ?parede?, de costas para o gol, receber
a bola e tocá-la de volta.

André tentou cumprir à risca essa função, mas ficou longe
demais do gol e reduziu o volume ofensivo
do Corinthians. Quando o Timão
conseguiu se infiltrar, o tempo de inatividade pesou ? Uendel cruzou para ele,
sem goleiro, cabecear em cima de Pará. O centroavante não deu a direção certa à bola. Veja:

 

O Corinthians, então, passou a usar mais seus laterais. Até
mesmo o estreante Léo Príncipe, que não sentiu o peso do jogo e se lançou à
linha de fundo
em mais de uma oportunidade ? as triangulações com Romero e
Giovanni Augusto funcionaram bem.

Do outro lado, Uendel tem sido soberano. Marquinhos Gabriel,
porém, poderia render melhor pela direita, onde brilhou pelo Santos. Coisas que
Cristóvão ficou de repensar.

Acertos e falhas

O segundo tempo começou justamente com a troca de posição de Marquinhos Gabriel, ponto chave para ser notado se o técnico quiser sucesso no ataque. Mais acostumado àquela faixa do campo, ele participou das ações ofensivas e deixou os companheiros na cara do gol. Um passe de calcanhar para Léo Príncipe, por exemplo, quebrou a zaga do Figueira e deixou o lateral livre para encontrar Romero na área. O paraguaio perdeu a chance.

 

Pouco depois, pelo lado esquerdo, outra triangulação envolvendo Romero, Rodriguinho e Giovanni Augusto. Thiago Rodrigues salvou o Figueirense. O Corinthians, porém, não consegue sustentar o padrão por muitos minutos, que dirá por um jogo inteiro. Assim, aos poucos, o time se espaçou, passou a agredir menos e foi castigado.

 

<b>Um dos conceitos pregados por Tite</b> em sua passagem<b> foi o do “perde e pressiona”</b>. Aqueles primeiros segundos sem a bola, no qual o jogador que a perdeu tenta um combate inicial. Pois, aos 13 minutos, <b>Dodô desarmou Marquinhos Gabriel e avançou por 20, 30 metros, sem marcação alguma</b>.
Já perto da área, Bruno Henrique, no desespero, tentou um combate e
escorregou. Caminho livre para um golaço do jogador do Figueira.

Dodô rouba a bola com a defesa do Corinthians desarrumada; faltou pressão (Foto: Reprodução)Dodô rouba a bola, e Marquinhos Gabriel fica para trás; espaço livre para o Figueira fazer o gol (Foto: Reprodução)

A falta de padrão se escancarou após o gol. Cristóvão fez substituições questionáveis, tirando Rodriguinho e Giovanni Augusto para as entradas de Elias e Danilo. Este último, aos 37 anos, não rende mais como armador principal da equipe. Foram 20 minutos de um Timão sem qualquer esboço de reação.

Só aos 37 minutos é que Guilherme, talvez o jogador mais técnico do elenco, saiu do banco. Segundos depois, quando ele ainda se adaptava ao gramado, Danilo foi à área e, de cabeça, empatou ? repetimos, na área, onde ele deveria ter entrado desde o início, no lugar de André.

 

O resultado não é bom e já levanta questões sobre o trabalho de Cristóvão. O técnico tem sofrido com oscilações do time em campo, mas está apenas em seu sétimo jogo. Conservar o legado de Tite é difícil. Colocar ideias em prática, mais ainda. Paciência, a torcida não tem.

A polêmica

O jogo poderia nem ter chegado ao ponto de o Corinthians buscar o empate. Aos 32 minutos do segundo tempo, Dodô avançou sozinho em direção ao gol corintiano e foi derrubado por Cássio na entrada da área, quando tentou um drible da vaca no goleiro. O árbitro Marielson Alves Silva, da Bahia, marcou a falta, mas deu apenas cartão amarelo para o corintiano.

O Figueirense pedia a expulsão e protestou muito. A justificativa do árbitro: a bola tocada por Dodô não ia em direção ao gol, mas sim da lateral. Mesmo assim, a violência do lance já justificaria a expulsão. Minutos depois, o Corinthians empataria o jogo.

 
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Entretenimento

Eclipse lunar traz ‘Lua de sangue’ no domingo (15); saiba mais

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No próximo domingo (15), acontecerá o primeiro eclipse lunar de 2022. Será um eclipse do tipo total, que ocorre quando a Lua cheia se move para a chamada sombra umbral profunda da Terra (parte mais interna e escura). Isso ocorre porque nosso planeta passa em frente à luz solar enviada para o nosso satélite natural.

De acordo com o astrofísico americano Fred Espenak, conhecido por prever eclipses, como a Lua cheia do dia 15 de maio é a chamada superlua, por estar no perigeu, o ponto mais próximo da Terra, esse eclipse será considerado uma superlua de sangue. O fenômeno, que poderá ser visto em todo o Brasil, ocorre quando a luz do sol passa pela atmosfera terrestre, mas desvia pelos comprimentos de onda para refletir de forma avermelhada na Lua.

Diagrama da sombra do eclipse lunar do dia 15 de maio. (Fonte: NASA/Divulgação.)Fonte:  NASA 

Quando acontecerá o eclipse total da Lua no domingo?

Conforme o perfil Astronomiaum no Twitter, nas cidades com fuso horário de Brasília, o eclipse lunar de domingo terá início às 22h32, e terá o seu ápice na madrugada de segunda-feira (16) à 1h11, com o término ocorrendo às 3h51. Além do Brasil, a Lua de sangue poderá ser vista também nos EUA e Canadá, além de partes da África e Europa.

Diferentemente do eclipse solar, que só é observável em uma área relativamente pequena do mundo, os eclipses lunares podem ser vistos em qualquer lugar no lado noturno da Terra. A sua visualização também é mais segura, pois esses fenômenos não necessitam de nenhum tipo de proteção para os olhos, pois são mais escuros do que a própria lua cheia em si.

Para quem mora em grandes cidades, e não pretende viajar para locais com baixa poluição visual para assistir ao eclipse total da Lua no domingo, será possível visualizá-lo através do canal oficial da NASA do YouTube. O telescópio da agência aeroespacial norte-americana irá iniciar a transmissão das imagens do fenômeno a partir da zero hora do dia 16 de maio, no horário de Brasília.

Para assistir, basta clicar no link acima para definir o lembrete e, na hora marcada, acompanhar os detalhes em alta resolução.

Fonte: https://www.tecmundo.com.br/ciencia/238420-eclipse-lunar-traz-lua-sangue-domingo-15-saiba.htm

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Brasileirão Série A

Em Minas, Cuiabá perde para o líder Atlético-MG e cai invencibilidade

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A Gazeta

Após 12 jogos sem derrotas fora de casa pelo Campeonato Brasileiro, o Cuiabá perdeu a longa invencibilidade que acumulava na série A para o líder Atlético-MG neste domingo (24), em Belo Horizonte, pela 28ª rodada do Brasileirão. O galo venceu por 2 a 1 e pôs fim a longa série do auriverde sem derrotas longe de casa.

O Dourado continua com 35 pontos, em décimo lugar na tabela de classificação. O Galo, por sua vez, chegou aos 59 tentos e é mais líder do que nunca.

A mil por hora, assim começou o início do jogo entre Cuiabá e Atlético-MG no Mineirão. Logo aos 2 minutos, Nathan Silva, contra, inaugurou o marcador em recuo infeliz para Everton, que viu a bola entrar lentamente no gol. Aos 4, Hulk, dentro da pequena área, deixou tudo igual após jogada ensaiada de escanteio.

O time mineiro conseguiu a virada com Jair, que completou de cabeça para as redes após assistência de Guilherme Arana.

No início da etapa final, Hulk marcou o terceiro para o Atlético, mas o gol foi anulado após a arbitragem pegar um toque de mão do atacante. Daí em diante o Atlético continuou pressionando, mas sempre parando nas defesas seguras do goleiro Walter.

À medida que o relógio foi passando, o Atlético deixou o Cuiabá mais a vontade para trabalhar com a bola e passou a contar com os contra-ataques. O Dourado martelou, porém não conseguiu criar chances claras de gol.

O próximo compromisso do Cuiabá no campeonato brasileiro é contra o Red Bull Bragantino no dia 1º de novembro, na Arena Pantanal, às 19h30 (de MT.

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