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Yellow lança bicicletas elétricas no Brasil; veja como funciona e preço

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Equipamentos já estão disponíveis e podem ser retirados em pontos parceiros

A Yellow estreou seu sistema de bicicletas elétricas compartilhadas nesta segunda-feira (11). A empresa é pioneira no sistema dockless (sem estação para retirada e devolução) para esse tipo de veículo. Disponível para celulares Android e iPhone (iOS), o serviço custa a taxa fixa de R$ 5 para o desbloqueio da bike, mais R$ 0,40 centavos a cada minuto de uso. Os interessados podem se locomover das 8h às 21h, período de funcionamento do transporte. Para isso, precisam escanear o QR Code na parte traseira do equipamento e dar início à corrida. Inicialmente, novidade está disponível apenas na cidade de São Paulo e tem o funcionamento parecido com a Uber.

A retirada das bikes pode ser feita em pontos privados parceiros da companhia. Para entregar o equipamento após o transporte, o usuário pode optar pelos locais parceiros ou em qualquer local da área de atendimento da Yellow, 21 quilômetro quadrados – assim como as patinetes da marca brasileira. A velocidade máxima das bicicletas é de 25 km/h e o uso de capacete é obrigatório nesse tipo de veículo. O pagamento pode ser feito com cartão de crédito ou dinheiro. Os créditos podem ser comprados em estabelecimentos parceiros na cidade e transferidos na hora para o aplicativo do usuário.

Como usar a Yellow Bike no app para alugar bicicletas pelo celular
Yellow investe em bicicleta elétrica para enfrentar o tráfego de São Paulo — Foto: Yellow/Divulgação Yellow investe em bicicleta elétrica para enfrentar o tráfego de São Paulo — Foto: Yellow/Divulgação

Yellow investe em bicicleta elétrica para enfrentar o tráfego de São Paulo — Foto: Yellow/Divulgação

Ao fim do dia, as bicicletas são recolhidas para recarga, manutenção e limpeza. Na manhã seguinte estarão distribuídas nos estabelecimentos parceiros, prontas para serem utilizadas. Os equipamentos da Yellow não têm acelerador, mas oferecem pedal assistido, um sensor responsável por ativar o auxílio do motor conforme detecta as pedaladas. A promessa é que o dispositivo entregue maior leveza durante as pedaladas e facilidade para atingir a velocidade desejada. Além disso, as bikes recebem campainha, sinalização noturna dianteira, traseira e lateral e espelhos retrovisores, conforme resolução do Contran.

Vale lembrar que a empresa de mobilidade urbana individual já atua com outros serviços de transportes no país. Ela dispõe de bicicletas comuns e patinetes elétricas. Estas chegaram no Brasil em novembro de 2018, também na capital paulista, e um mês depois foram para a cidade do Rio de Janeiro. As opções de transporte servem como alternativa para fugir do trânsito nas grandes metrópoles.

Por Juliana Gálico, para o TechTudo

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‘Quando parei de alisar o cabelo, entendi meu lugar como cidadã negra no Brasil’, diz a cantora Lellê

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Prestes a participar de um filme da Netflix e de série do GNT, ex-integrante do Dream Team do Passinho lança o primeiro single de sua carreira solo RIO — O black power da menina, que até os 14 anos teve o cabelo alisado pela mãe, foi crescendo junto com seu orgulho negro — à medida que entendia quem era e a importância de valorizar suas raízes, a juba aumentava. Agora, sete anos depois, ela aparece mais armada do que nunca no clipe “Mexe a raba”, primeiro single da carreira solo de Lellê, ex-Lellêzinha do Dream Team do Passinho, que será lançado nesta quinta-feira na internet, pelo selo Blacktape, de Preta Gil.

Dirigido por Lellê (em parceria com Jeff), que assina também o roteiro, o vídeo tem um elenco 100% negro, dançando como se não houvesse amanhã. Antes, ela já havia lançado a música  “Nega braba” para o filme “Correndo atrás”, de Jeferson De. Era ela essa nega braba?

— A letra é o resumo da minha vida: sou favelada, quero dançar funk e tenho orgulho das minhas raízes. Coloquei minha história ali porque as nossas histórias ( da mulher negra no B rasil) são parecidas mesmo. A partir da música, ganhei o apelido. A nega braba é foda, não aceita certas coisas. Sou a nega braba, sim, pela minha história, meu caráter.

Voltando ao cabelo, hoje cada vez mais black, Lellê diz que ele teve papel fundamental na construção da sua autoestima como mulher negra.

— Eu não conhecia meu cabelo. Quando eu era criança, o cabelo natural do negro, o volume, não era considerados legal, aceito. Sempre senti que faltava algo em mim, não me encontrava porque me anulava. — recorda. — A partir do meu cabelo, brincando com ele, comecei a entender o meu lugar como cidadã negra no Brasil. Ao abandonar a química, passei a me olhar e aquilo me deu horizonte. Nunca tinha tido aquela sensação,bom que foi bem cedo.

ascida na Praça Seca, criada pela mãe manicure (o pai morreu quando ela tinha sete anos), Alessandra Aires Landin, a Lellê, de 21 anos, aprendeu a dançar lá pelos 6, graças ao irmão de criação, que aprendia os passos nos bailes funks e os ensinava a ela. Foi descoberta numa batalha de passinho e escolhida para integrar o grupo de dança que a projetou.

Com o primeiro salário, comprou uma geladeira para a mãe e outra para a avó. Ganhou papel em “Malhação”, fez comercial com o cantor colombiano Maluma e cantou com Alicia Keys no Rock in Rio 2017. Agora, ela fará seu próprio show no Palco Sunset (é a atração de abertura). “Vou cantar ‘Proud Mary”, de Tina Turner, e homenagear artistas negros que influenciaram a minha carreira e a minha vida”, conta.

Ela também vai atuar no filme da Netflix “Ricos de amor”, de Bruno Garotti (o mesmo de “Cinderela pop”) e, em agosto, estará em “Autênticas”, série do GNT sobre os bastidores da vida de vários artistas.

Nesta entrevista, ela fala também sobre a mudança de nome e mais sobre.

Maria Fortuna/ Globo

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Bruna Marquezine celebra Dia dos Namorados em jantar dos solteiros

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A atriz reuniu amigos solteiros para um jantar nesta noite do Dia dos Namorados em São Paulo

Depois de passar o dia fotografando para uma campanha em São Paulo, Bruna Marquezine reuniu amigos para um jantar dos solteiros. A atriz e seus amigos escolheram fondue para a noite do Dia dos Namorados

Entre os integrantes do grupo está João Figueiredo, que viajou com a atriz para a África em março. “Nunca mais chamo esses solteiros pra comemorar o Dia dos Namorados”, brincou a atriz ao mostrar um vídeo do grupo cantando no restaurante. “Que vergonha”, divertiu-se (veja vídeos abaixo).

Bruna está solteira desde o fim de seu namoro com Neymar, em outubro de 2018.

Redação Marie Claire

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