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Vereador apresenta projeto para conscientizar alunos sobre importância da Lei Maria da Penha

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Alunos de escolas municipais, das séries finais e ensino médio, terão a oportunidade de se conscientizar e até debater sobre a Lei Maria da Penha, principal instrumento de combate à violência doméstica e familiar contra mulher. O vereador Cláudio Henrique Donatoni (PSDB) apresentou na sessão plenária de quinta-feira (7/3) projeto de lei que “Institui a Semana Municipal de Ações Voltadas a Lei Maria da Penha” em Cáceres.

De acordo com o projeto, deverão ser desenvolvidas ações, anualmente, preferencialmente, na primeira semana do mês de março, voltadas a Lei Maria da Penha, para que os alunos tenham conhecimento e importância da referida lei. A proposta, conforme o vereador Cláudio Henrique, autor do projeto, será “conscientizar as crianças/alunos sobre a prevenção, combate e punição contra atos de violência sofridos pela mulher”.

Entre as ações do projeto estão a “viabilização da prática de boas ações relacionadas à paz, não violência, igualdade de condições de vida, plena cidadania, conquista de direitos, dignidade e respeito, além de outras práticas voltadas ao bem estar da mulher”. No artigo VI, o projeto sugere “reforço do conceito sobre igualdade de condições de vida entre homem e mulher”.

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Enfatiza que as escolas poderão optar pela prática das seguintes ações em sala de aula ou fora da dela: palestras, estudos, debates e trabalhos. Para o cumprimento da lei, as escolas também poderão firmar parcerias com o Conselho Municipal dos Direitos da Mulher; Escritório de Defesa dos Direitos da Mulher; Centro Especializado de Assistência Social; Delegacia Especializada no Atendimento da Mulher; pessoas físicas ou jurídica ocupadas com o tema.

E, que a Semana Municipal de Ações Voltadas à Lei Maria da Penha nas escolas passará a fazer parte do Calendário de Eventos do Município. Embora tenha sido apresentado no dia 7, o projeto ainda não foi votado e aprovado. Contudo, de acordo com o vereador Cláudio Henrique, ele conta com apoio da maioria dos parlamentares e deverá ser votado nos próximos dias. “A avaliação dos demais vereadores é que o projeto é importante. Creio que não haverá objeção para aprovação”.

Editoria – Sinézio Alcântara

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Cáceres e Região

Sem nenhum, óbito Hospital Regional de Cáceres é requisitado por familiares de pacientes de Covid-19

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Sinézio Alcântara – Expressão Notícias

A estrutura e o tratamento humanizado, principalmente, de pacientes contaminados pelo Covid-19 fazem do Hospital Regional “Antônio Fontes” em Cáceres, um dos mais seguros e requisitados da região Oeste do Estado. Embora, o protocolo da Secretaria de Estado de Saúde (SES/MT) oriente para que os infectados sejam encaminhados, a princípio, para o Hospital São Luiz, muitos fazem questão de que sejam levados para o Regional.

“A gente sabe que no Hospital Regional, as chances de cura são maiores. O hospital está muito bem estruturado e com médicos experientes e capacitados” disse a esposa de um caminhoneiro, diagnosticado com o novo coronavírus, vindo de Pontes e Lacerda, na semana passada.

Um ex-vereador de São José dos IV Marcos que está com uma irmã contaminada também luta para que ela seja tratada no Regional. “Estamos acompanhando os casos dos outros hospitais. A família está vendo a possibilidade de que nossa irmã seja levada para o Hospital Regional de Cáceres. As informações são de que lá, o tratamento é mais seguro e com corpo de profissionais capacitado”.

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Até mesmo uma médica de Cáceres, que trabalha na linha de frente no combate a doença, em conversa com um grupo de amigos, sugeriu que “caso eu seja contaminada me levem para Cuiabá, ou para o Hospital Regional”.

A direção do hospital, no entanto, evita comentar sobre a sugestão dos familiares dos pacientes.

Em contato, via-telefone, o diretor administrativo, Onair Nogueira, disse ser “gratificante” saber que o trabalho desempenhado pela equipe está sendo reconhecido. “Isso é gratificante. Mas, estamos apenas fazendo o nosso trabalho nada mais que isso. É certo também que contamos com o selo de qualidade Gilberto Figueiredo e Carolina Dobes” afirma numa referência ao secretário de Estado de Saúde e a secretária adjunta de Gestão Hospitalar.

Ressalta que, o reconhecimento e a credibilidade dos serviços desempenhados pelo Hospital Regional é o resultado de um projeto do atual governo. E, acrescenta que, além do tratamento, foram abertos no mês de junho, 10 novos leitos clínicos exclusivos para pacientes em tratamento de Covid-19. E, o que é mais, importante, conforme o diretor, o hospital não teve nenhuma perda de vida, desde o início da pandemia.

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Os novos leitos para a unidade hospitalar, anunciados no mês de maio pelo governador Mauro Mendes, começa a ser entregues. Dos 30, os 10 primeiros leitos clínicos foram entregues no mês de junho. Os 20 restantes, entre eles, 10 UTIs para atender pacientes com o Covid-19 deverão estar concluídos nos próximos dias.

Ao contrário de a maioria das ampliações hospitalares, em várias partes do país, a ampliação não é hospital de campanha, mas uma estrutura definitiva para a população. E a atual UTI adulta será ampliada, passando de 6 para 10 leitos.

Para melhorar ainda mais o atendimento, o hospital passou a contar com profissionais médicos especialistas em neurofisiologia, neurologia e neurocirurgia. Este último, já tem se destacado pelas cirurgias de alta complexidade realizada no hospital. Inclusive, na última terça-feira foi realizada, com sucesso, uma artrodese de coluna cervical. Procedimento que antes era regulado para capital e que, na maioria das vezes, o paciente ficando tempos internado aguardando vagas.

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Cáceres e Região

O Mormaço Severino lança single e videoclipe feitos no celular

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Assessoria

Banda aclamada na cena autoral de Cáceres, O Mormaço Severino segue ativa superando as barreiras técnicas que se aprofundam em tempos de pandemia. Além das participações em festivais online – à frente, inclusive, do Ixpia O Festival – os mato-grossenses lançaram nas redes sociais e no Youtube uma nova música que ganhou o primeiro videoclipe com produção.

A inédita canção ‘Minha Pólvora. Um coração vazio’ foi feita em apenas três horas de uma madrugada por Rauni Vilasboas, que é compositor e guitarrista da banda. Os instrumentais foram feitos digitalmente por emulação, em um aplicativo de celular.

“Fiz a música inteira no GarageBand através de instrumentos virtuais, simuladores que oferecem a mesma sonoridade quando eu toco a melodia. Construí ela brincando e depois escrevi a letra”, conta o músico. O vocal inconfundível de Jheine Lima foi captado pelo microfone de um fone de ouvido.

A música foi lançada sem alarde no programa Ixpia na Rádio, da Capital FM, comandado por Raul Fortes no domingo (28).

O clipe, com performance e atuação da vocalista Jheine, que pensou figurino e maquiagem para compor o cenário, foi filmado no quintal de Rauni, que também aparece no vídeo. A maioria das imagens são dele e algumas de Leonardo Oliveira e do percursionista Wellington Fernandes. A edição é de Rauni, que também montou o clipe inteiro com editores de celular.

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Conforme o músico, ‘Minha Pólvora. Um coração vazio’ é uma alegoria de seus vícios em álcool e nicotina, representados de forma fantasiosa e que ganham forma física através de sua aparição no videoclipe. Uma declaração ao seu “amor bandido” e uma confissão da falta dele, sentimentos interpretados por Jheine com suas expressivas caras e bocas.

“Tentei levar para o clipe um pouco da angústia e agonia dessa luta constante, mesmo nunca tendo vivido ela. É uma música muito forte e eu tentei dar o meu melhor, usar das minhas próprias dores para interpretar as dele, porque dor a gente canaliza. Fora que é um clipe muito especial por seu o nosso primeiro clipe”, destaca Jheine.

“A música fala sobre o desafio de me manter sóbrio nesses dias de quarentena, em que tento produzir mais, criar mais. Qualquer coisa que mantenha a mente ativa e me ajude a esquivar das tentações”, conta Rauni, que marcou 100 dias sem beber e fumar na data de criação da música.

Os vícios, o cotidiano da cidade e a marginalidade marcam a poética mundana d’O Mormaço Severino, que eterniza Cáceres e suas personagens em canções como ‘Epopéia de Infortúnio Cacerense’ e Eu quero ver o pôr-do-sol da sete de setembro’. A produção caseira e sem recursos também já é característica da banda.

“Velha conhecida de todo artista independente, que tem que se virar na falta de recursos, se reinventar e se adaptar todos os dias”, conta Rauni, que, no ano passado, também lançou um EP solo feito inteiramente no celular. Na nova produção, o formato lo-fi ainda preserva ao máximo o distanciamento social entre os integrantes.

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O Mormaço Severino

Com pegada rock’n roll e influencias do blues, baião e regionalismos, O Mormaço Severino se destaca pela inventividade. A mistura que resulta no som da banda também é feita com instrumentos de percussão com materiais reutilizados.

Voltada para músicas autorais e experimentações sonoras, a banda foi idealizada por Ronaldo Gonçalves e Rauni Vilasboas no ano de 2009, em Cáceres/MT. O nome carrega conceitos que descrevem a agonia e o marasmo de poesias escritas e cantadas em uma cidade quente e pesada.

“Um grito de dor nas margens de nossa princesinha do Pantanal. Uma (re)leitura de nossa cidade ribeirinha”, descrevem os músicos.

O Mormaço esteve presente em festivais como Fipe, Cerrado Fuzz Festival, Mato Rock, Cáceres Rock Festival, Ixpia O Festival, Sarau da Figueira, Sarau das artes Free.

A banda é composta por 6 integrantes: Jheine Lima no vocal, Rauni Vilasboas na guitarra e voz, Ronaldo Gonçalves no baixo, Diego Vicente no teclado, Luis Guilherme bateria e voz, e Welington Fernandes (Mc Fernandes) na percussão e voz.

Instagram:https://instagram.com/omormacoseverino

Facebook:https://www.facebook.com/omormacoseverino/

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