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Unemat tem corte de bolsas e suspensão de Projetos de Segurança, Tecnologia e viagens

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O reitor diz que a universidade recebe o mesmo valor para custeio e manutenção há seis anos.

O reitor da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat), Rodrigo Bruno Zanin, foi entrevistado nesta quarta-feira (5) no quadro Papo das seis, do Bom dia Mato Grosso. Ele falou sobre os problemas enfrentados para se manter os serviços das instituições.

A Unemat tem 13 campus, 36 cursos de pós-graduação e 60 cursos de graduação, com mais de 22 mil estudantes.

Há seis anos a Unemat recebe o mesmo valor de repasse do governo estadual – de manutenção e custeio – na ordem de R$ 2,7 milhões a R$ 3,2 milhões. Para o reitor, o valor representa um deficit de R$ 1 milhão daquilo que realmente seria preciso para manter a instituição.

Isso reflete diretamente em investimentos, como projetos de melhoria em segurança, informatização e até viagens a trabalho dos servidores.

A Capes anunciou na terça-feira (4) o corte de mais 2,7 mil bolsas de mestrado, doutorado e pós-doutorado no país. Todos os cortes se aplicam em cursos com conceito nota 3 e valem para bolsas que ainda seriam futuramente concedidas. O congelamento não afeta quem atualmente recebe o benefício.

“Tem uma implicação direta que vamos enfrentar, a médio prazo de provavelmente todo investimento e planejamento que a universidade vem desenvolvendo quanto ao ensino superior quanto. Quando você tira o aluno da pesquisa, provavelmente terá frustrações”, alertou.

O reitor também falou sobre o contingenciamento financeiro enfrentado pelo governo de Mato Grosso.

“Há um decreto que está longe do valor que a Unemat precisa, do ponto de vista financeiro. O repasse é feito pelo grupo prioritário de despesa de pessoal. Isso o estado cumpre e os salários são pagos em dia. Já o repasse para manutenção e custeio, a Unemat precisaria trabalhar com aproximadamente R$ 4,2 milhões por mês para fazer a máquina girar. Hoje recebemos entre R$ 2,7 a R$ 3,2 milhões. É um deficit de mais de R$ 1 milhão.

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O reitor diz que a universidade recebe o mesmo valor para custeio e manutenção há seis anos.

Por G1 MT

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Prefeito distribui cloroquina nas unidades de saúde, em Cáceres, para tratamento do Covid-19

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Editoria – Sinézio Alcântara

Vários pacientes com casos confirmados e suspeitos de contaminação pelo novo coronavirus, em Cáceres, já podem ser tratados com Cloroquina. A prefeitura, através da Secretaria de Saúde, está distribuindo o medicamento nas unidades de saúde do município. A informação foi dada pelo prefeito Francis Maris Cruz.

“A Cloroquina já está disponível nas unidades de saúde da rede municipal. Porém, só é fornecida ao paciente do SUS que estiver prescrição médica para o medicamento” garantiu o prefeito. Atualmente, em Cáceres, conforme a SES, existem 21 casos confirmados e, dezenas de outros suspeitos de contaminação pelo Covid-19. Seis pessoas já morreram.

O prefeito revelou que, em razão de vários pedidos, principalmente, de familiares de pessoas com suspeita de contaminação pela doença, a administração teve que emprestar o medicamento de um hospital local. “Diante da demora do nosso pedido, resolvemos tomar emprestado. Tínhamos que atender as famílias que nos recomendam”.

Polêmica

O uso da cloroquina para tratamento do Covid-19 é bastante polêmico. Um grupo de profissionais da saúde assegura que não há eficácia, para a doença. E, que são grandes os efeitos colaterais. Por outro lado, a maioria da população defende o tratamento com a droga. Acredita que, a questão é política, levando em conta que, o presidente Jair Bolsonaro é um defensor do uso da cloroquina.

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Francis é um dos prefeitos do Estado a incentivar o tratamento do novo coronavirus com o medicamento. No entanto, antes de fornecer as unidades de saúde, ele se reuniu com a equipe médica do município para avaliar em que circunstâncias os pacientes poderão fazer uso do medicamento, levando em conta que,  alguns defendem o uso da droga no início da doença, outros somente, em casos mais graves.

Um dos principais defensores do medicamento, o presidente Jair Bolsonaro, divulgou neste mês orientações para médicos que tratam pacientes com a covid-19, reconhecendo a possibilidade de riscos colaterais graves e admitindo que não possui respaldo técnico sobre a utilidade da cloroquina. O documento assinado pelo Ministério da Saúde, afirma que a droga pode ser receitada até no caso de sintomas leves da doença.

Para isso, entretanto, o paciente precisa assinar um termo de consentimento em que afirma expressamente que ele sabe que não há estudos conclusivos de que a cloroquina melhoraria seu quadro de saúde e conhece os inúmeros efeitos colaterais que o medicamento pode causar, como problemas cardíacos, disfunção do fígado e problemas de visão. Logo, só terão acesso as medicações somente quem obtiver a prescrição médica.

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Pontes e Lacerda: PF realiza operação contra garimpo ilegal em terra indígena

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A Polícia Federal (PF) realiza nesta quinta-feira (28) a operação Alfeu em Mato Grosso, para o combate ao desmatamento e garimpo ilegal na região de Pontes e Lacerda (448 km a oeste da Capital), em uma terra indígena. São cumpridos 6 mandados de prisão e 7 de busca e apreensão.

A operação tem o objetivo de apurar associação criminosa voltada ao desmatamento e garimpo ilegal no Rio Sararé. A área está localizada na Terra Indígena Sararé, onde as investigações apontam a ocorrência de graves danos ambientais ao rio e à vegetação ciliar.

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Os levantamentos indicam que as degradações aumentaram intensamente durante a pandemia da covid-19, com a crença dos criminosos de que os agentes públicos não atuariam para combater o crime na região.

A Operação Alfeu faz parte da ação nacional Verde Brasil 2 e conta com a participação de 200 agentes públicos federais, entre eles, policiais federais, militares, agentes da Fundação Nacional do Índio (Funai) e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). O nome da operação é uma referência ao deus do rio na mitologia grega. (Com informações da assessoria)

GD

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