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Unemat e Governo do Estado vão desenvolver Trilha da Inovação de Cáceres

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A Universidade do Estado de Mato Grosso vai ser a instituição responsável por conduzir o Planejamento do Ecossistema e Trilha da Inovação de Cáceres, em parceria com Governo do Estado, Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado e Mato Grosso (Fapemat) e Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec). O projeto foi apresentado pela Fapemat ao Governador Mauro Mendes, nessa segunda-feira (08/07), no Centro Político Administrativo, em Cuiabá.

A Trilha de Inovação tem por objetivo levantar informações sobre Ecossistemas de Inovação, considerando os atores locais, a vocação do município (setores já instalados), potencial (áreas portadoras de futuro), tendências de políticas e tecnologias. Ao final do projeto, será traçado um plano de desenvolvimento de Cáceres, tendo por base a Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I).

O Governador Mauro Mendes afirmou que a perspectiva é que o projeto contribua para delinear um novo modelo de desenvolvimento sustentável que promova o crescimento e, principalmente, geração de renda. “Nós apesentamos não só um desafio à Unemat e Fapemat e outros atores do Governo do Estado, de criarmos um programa focado em resultado para que, nos próximos meses e anos, possamos implementar ações que promovam verdadeiramente o desenvolvimento da grande Região Oeste do Estado de Mato Grosso”, declarou.

A vice-reitora da Unemat, Nilce Maria, frisou que a universidade já desenvolve pesquisas aplicadas em diversas áreas do conhecimento. “Precisamos pensar, juntamente com o Estado, em diretrizes e ações conjuntas para que aquilo que a Unemat produz, em termos de ciência e tecnologia, possa contribuir diretamente para resolver ou minimizar questões do Estado”.

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A previsão é que o projeto piloto, em Cáceres, seja realizado em seis meses, com início na segunda quinzena de agosto. Inicialmente, os professores da Unemat vão desenvolver um wokshop, juntamente com a Fapemat, para levantar demandas e tecnologias necessárias. “É uma ação conjunta de várias diretrizes para que a região tenha melhores condições de desenvolver econômica e socialmente”, disse Nilce Maria.

Etapas da Trilha da Inovação:

A primeira etapa consiste no mapeamento inicial de mecanismos e atores do ecossistema local, a vocação econômica, potencial, tendências de políticas e tecnologia. Nesta etapa será possível identificar o grau de maturidade e o nível de interação entre eles. Em seguida, será utilizada a ferramenta do radar de inovação par a definição das estratégias mais eficazes para o fortalecimento do Ecossistema de Inovação instalado. E, posteriormente, será realizada uma validação do estágio atual de cada vertente e a posição futura desejada para o ecossistema de inovação para os próximos 10 anos.

Em cada fase da trilha serão analisados os mecanismos e programas já existentes no ecossistema local, os atores envolvidos e mecanismos que integram a trilha. “Buscamos uma metodologia nova, que chamamos de Ecossistema, que consiste em trazer todos os atores do desenvolvimento, fazer um diagnóstico deles, a maturidade do desenvolvimento para, depois, apresentar um projeto de viabilidade”, explicou o presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado e Mato Grosso (Fapemat), Adriano Silva.

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O plano de ações será construído de forma participativa, com todos os atores locais, e resultará na apresentação de um documento consolidado com a visão estratégica do ecossistema, diretrizes, macro ações, programas, projetos estruturantes para o ecossistema de inovação de Cáceres.

“Com esse projeto, o Governo vai ter uma assertiva de como fazer investimento, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, para fomentar a economia e, consequentemente, melhorar a vida dos mato-grossenses”, disse Adriano Silva.

Participaram da reunião, além dos citados, os pró-reitores de Ensino de Graduação (Proeg), Alexandre Porto, de Pesquisa e Pós-Graduação (PRPPG), Anderson Miranda, de Extensão e Cultura (Proec), Leonarda Grillo Neves e de Administração (Prad), Tony Hirota, o Assessor de Assuntos Internos, Dionei Jose da Silva, e de Assuntos Externos, Francisco Lledo.

Realização: Governo de Mato Grosso, Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec), Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado e Mato Grosso (Fapemat) e Universidade doestado de Mato Grosso.

por Danielle Tavares

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Cáceres e Região

Unemat capacita servidores da Prefeitura de Cáceres para atuarem com a Regularização Fundiária

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A capacitação dos servidores teve início nesta terça-feira (4) e segue até a amanhã (6).

A Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) está realizando nesta semana (04 a 06) de agosto a capacitação de servidores da Prefietura Municipal de Cáceres para atuarem com o Programa de Regularização Fundiária Urbana (Reurb). O treinamento é uma das etapas previstas no convênio firmado entre as instituições.

O professor Robson Melo, um dos coordenadores do projeto explica que o convênio firmado entre a Universidade do Estado de Mato Grosso e a Prefeitura para a realização o do Programa de Regularização Fundiária Urbana (Reurb) prevê além do desenvolvimento das ações administrativas, jurídicas, urbanísticas e de desenvolvimento de tecnologia para que fosse possível a emissão de escrituras dos imóveis, a transferência dessa tecnologia para que o poder público municipal possa desenvolver de forma contínua essa ação.

“Nós enquanto universidade temos o compromisso de fazer a transferência de toda a tecnologia e metodologia utilizada no desenvolvimento do Programa para que o município possa fazer com os seus servidores essa ação de forma continua, sem depender de outras instituições. Nesse momento, estamos capacitando as equipes administrativa, jurídica, urbanística e o setor de tecnologia da informação para que ao encerrarmos o trabalho por parte da universidade o projeto não se encerre e os servidores públicos possam continuar operando o sistema e entendendo todos os procedimentos metodológicos”, explica Robson.

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A capacitação dos servidores teve início nesta terça-feira (4) e segue até a amanhã (6).

Serviço: As pessoas que ainda não ingressaram com o requerimento para a regularização dos imóveis podem procurar o setor de atendimento na Prefeitura Municipal. A ideia é atender todos os bairros de Cáceres.

Lembramos que o atendimento está sendo organizado de modo a garantir a distância necessária para evitar a contaminação pelo Coronavírus.

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Destaque

Levantamento aponta aumento da demanda por gás natural pelas indústrias do interior

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Apenas quatro empresas pesquisadas utilizariam um volume de gás natural de 40,5 milhões de m³ de gás ao mês para substituir o consumo atual de outras fontes de energia

Um estudo de demanda de gás natural em Mato Grosso revelou que apenas quatro empresas utilizariam um volume de gás natural de pouco mais de 40,5 milhões de metros cúbicos (m³) do combustível ao mês, para substituir o consumo atual de outras fontes de energia. O levantamento foi realizado pela Companhia Mato-grossense de Gás (MT Gás) em parceria com o Senai-MT, por meio de visitas técnicas aos empreendimentos.

Conforme o presidente da MT Gás, Rafael Reis, as empresas buscam uma matriz energética mais barata em comparação com outras fontes, como a energia elétrica. “Com base no grande interesse pelo de gás natural, estamos negociando um aumento da quantidade do combustível fornecida pela Bolívia, para poder atender a demanda interna, e fomentar o desenvolvimento de Mato Grosso”, afirma.

O levantamento aponta que a demanda ultrapassa os 1,5 milhão de m³ ao mês, previstos no contrato atual entre a estatal mato-grossense e a boliviana Yacimientos Petroliferos Fiscales Bolivianos (YPFB). A quantidade de gás pactuada atende hoje as indústrias, e o gás natural veicular (GNV), principalmente da Capital.

Estudo de viabilidade

O levantamento preliminar aponta que, as empresas pesquisadas optem por utilizar o gás natural, e façam a conversão com a instalação de equipamentos específicos para uso do gás ao invés de biomassa, ou energia elétrica, o consumo seria de cerca de 40,58 milhões de m³ ao mês.

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As empresas que receberam as equipes para visitas técnicas e levantamento de informações são: Caramuru e Safras, em Sorriso; Inpasa em Sinop; e Excelência em Nova Mutum. Conforme o consultor do Instituto Senai de Tecnologia (IST), o engenheuiro mecânico Everton Medeiros Tarouco, que participou diretamente do levantamento, foram escolhidas para o estudo algumas empresas de grande porte, que possuem um alto consumo.

Ele afirma que um dos fatores que torna o gás natural mais atrativo é a possibilidade de maior eficiência no uso industrial, mas análise sobre a implantação, ou não, é uma avaliação de cada empresa.

“Observamos que com o uso do gás natural há uma produção homogênea e controlada de calor, o que aumenta a produtividade. Se compararmos com a biomassa, por exemplo, e em determinado momento do processo produtivo for necessária uma certa quantidade de energia, a lenha tem uma resposta mais demorada até chegar ao ponto que eu preciso”, explica.

Comparado com outros combustíveis fósseis, como a gasolina, e o diesel, também utilizados para a mesma finalidade, o gás é mais vantajoso ambientalmente, e possui uma queima mais eficiente, avalia o especialista.

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Outro benefício apontado pelo consultor é com relação a economia com área de estoque, segurança pois promove um fluxo de caminhões muito menor, e pelo controle do próprio combustível. “A madeira picada, por exemplo, que pode ser utilizada para a queima, às vezes pode conter impurezas que prejudicam o poder calorífico”.

“As empresas precisam de uma alternativa eficiente de matriz energética. A ideia não é substituir totalmente, de início, mas garantir a alternativa de abastecimento. O próprio transporte de biomassa tem uma burocracia muito maior, uma certificação exigida, e sobre o gás não há essa exigência”.

O Intituto Senai de Tecnologia está concluindo um estudo sobre qual será a melhor maneira de fornecer o gás para as indústrias do interior, da forma mais vantajosa e eficiente. A modelagem do negócio e a logística fazem parte da avaliação em conjunto com a MT Gás.

Outros empreendimentos que também podem se beneficiar do consumo de gás como substituto da biomassa são frigoríficos, indústrias de alimentos em geral, cervejarias, laticínios, e até hospitais e hotéis. “Há empresas que podem avaliar um gerador de energia elétrica a gá, apenas nos horários de maior consumo, de ponta”, conta.

Da Assessoria

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