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Cáceres e Região

Unemat abre vestibular com notas do Enem dos últimos cinco anos

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Assessoria

A Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) divulgou hoje (21) o edital do Processo Seletivo 2021/2, para ingresso no segundo semestre deste ano. Esta edição oferta 2.570 vagas em 62 cursos, distribuídos em 12 municípios do Estado. As inscrições são gratuitas e deverão ser feitas de 26 de julho a 8 de agosto.

O edital pode ser acessado clicando aqui.

ENEM ANTERIORES

Poderão participar deste Seletivo todos os interessados que tenham realizado o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) nas edições 2016, 2017, 2018, 2019 ou 2020, e que tenham obtido nota mínima de 200 pontos na Redação da edição apresentada pelo candidato.

No ato da inscrição, o candidato deverá marcar qual opção do curso, câmpus e categoria de cotas ao qual pretende concorrer, além de anexar fotografia e o boletim de desempenho no Enem.

O boletim poderá ser obtido clicando aqui.

Basta informar o número do Cadastro de Pessoa Física (CPF) e a senha do candidato. O processo seletivo terá duas fases: a primeira será o desempenho no Enem, e a segunda será a análise da documentação e o procedimento de verificação.

CURSOS E CÂMPUS

Esta edição apresenta três turmas únicas de oferta especial em Cuiabá: uma turma de bacharelado em Engenharia de Produção Agroindustrial, uma turma de Tecnologia em Gestão Pública e uma turma de Tecnologia em Gestão de Negócios e Inovação.

O curso de Engenharia terá aulas no período noturno de segunda a sexta-feira e no período diurno aos sábados. Já os cursos de Tecnologia serão no período noturno.

Também será ofertado o curso de bacharelado em Agronomia no município de Querência. O curso é em período integral.

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Além dos cursos em Cuiabá e Querência, esta edição também oferta cursos em Alta Floresta, Barra do Bugres, Cáceres, Diamantino, Juara, Nova Mutum, Nova Xavantina, Pontes e Lacerda, Rondonópolis, Sinop e Tangará da Serra.

COTAS

Além das cotas para alunos oriundos de escolas públicas, dentro das quais estão inseridas cotas para indígenas e para estudantes pretos ou pardos, a Unemat também passou a incluir reserva de vagas para pessoas com deficiência (PCD) a partir do ano passado.

RESULTADO

As inscrições deferidas serão publicadas no dia 9 de agosto, com a divulgação do desempenho preliminar da primeira fase no dia 12 e a divulgação do resultado preliminar da segunda fase no dia 27.

O resultado final será publicado no dia 1º de setembro, com matrículas de 2 a 9 de setembro.

Todas as informações sobre as etapas do Vestibular e seus editais podem ser acessadas em: www.unemat.br/vestibular.

CONFIRA QUAIS SÃO OS NOSSOS CURSOS

– Administração: Diamantino, Juara, Nova Mutum, Sinop e Tangará da Serra
– Agronomia: Alta Floresta, Cáceres, Nova Mutum, Nova Xavantina, Querência e Tangará da Serra
– Arquitetura e Urbanismo: Barra do Bugres
– Ciência da Computação: Barra do Bugres e Cáceres
– Ciências Biológicas: Alta Floresta, Cáceres, Nova Xavantina e Tangará da Serra
– Ciências Contábeis: Cáceres, Nova Mutum, Sinop e Tangará da Serra
– Ciências Econômicas: Sinop
– Direito: Alta Floresta, Barra do Bugres, Cáceres, Diamantino e Pontes e Lacerda
– Educação Física: Cáceres e Diamantino
– Enfermagem: Cáceres, Diamantino e Tangará da Serra
– Engenharia Civil: Nova Xavantina, Sinop e Tangará da Serra
– Engenharia de Alimentos: Barra do Bugres
– Engenharia de Produção Agroindustrial: Barra do Bugres e Cuiabá
– Engenharia Elétrica: Sinop
– Engenharia Florestal: Alta Floresta
– Geografia: Cáceres e Sinop
– História: Cáceres
– Jornalismo: Tangará da Serra
– Letras: Cáceres, Pontes e Lacerda, Sinop e Tangará da Serra
– Matemática: Barra do Bugres, Cáceres e Sinop
– Medicina: Cáceres
– Pedagogia: Cáceres, Juara e Sinop
– Sistemas de Informação: Sinop
– Tecnologia em Gestão Pública: Cuiabá
– Tecnologia em Gestão de Negócios e Inovação: Cuiabá
– Turismo: Nova Xavantina
– Zootecnia: Pontes e Lacerda

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CONFIRA ONDE ESTÃO NOSSOS CURSOS

– Alta Floresta: Agronomia, Ciências Biológicas, Direito e Engenharia Florestal
– Barra do Bugres: Arquitetura e Urbanismo, Ciência da Computação, Direito, Engenharia de Produção Agroindustrial, Engenharia de Alimentos e Matemática
– Cáceres: Agronomia, Ciência da Computação, Ciências Biológicas, Ciências Contábeis, Direito, Enfermagem, Educação Física, Geografia, História, Letras, Matemática, Medicina e Pedagogia
– Cuiabá: Engenharia de Produção Agroindustrial, Tecnologia em Gestão Pública e Tecnologia em Gestão de Negócios e Inovação
– Diamantino: Administração, Direito, Educação Física e Enfermagem
– Juara: Administração e Pedagogia
– Nova Mutum: Administração, Agronomia e Ciências Contábeis
– Nova Xavantina: Agronomia, Ciências Biológicas, Engenharia Civil e Turismo
– Pontes e Lacerda: Direito, Letras e Zootecnia
– Querência: Agronomia
– Sinop: Administração, Ciências Contábeis, Ciências Econômicas, Engenharia Civil, Engenharia Elétrica, Sistemas de Informação, Geografia, Letras, Matemática e Pedagogia
– Tangará da Serra: Administração, Agronomia, Ciências Contábeis, Ciências Biológicas, Enfermagem, Engenharia Civil, Jornalismo e Letras

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Após 19 meses de pandemia no Brasil, curados ainda sofrem com danos neurológicos

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Assessoria

O novo coronavírus (Sars-Cov-2), causa da síndrome respiratória aguda grave que há mais de um ano e meio afeta países por todo o mundo, apresentou ao longo desse período uma grande evolução em seu quadro de sintomas e efeitos sobre o organismo. Muito além de comprometer apenas a capacidade pulmonar, sabe-se que o vírus também provoca acometimentos renais, cardíacos, hepáticos e, sobretudo, neurológicos.

Casos conhecidos agora como “covid longa”, “covid-19 pós-aguda” ou “síndrome pós-covid”, têm provado que a doença pós-viral é mais prevalente do que se imaginava inicialmente. Além dos sintomas neurológicos presentes na fase inicial da doença, pacientes que não apresentaram complicações primárias ou comorbidades durante a infecção passaram a experimentar, meses depois, sequelas neurológicas críticas.

Um trabalho realizado pela Unicamp e Universidade de São Paulo (USP), junto ao Laboratório Nacional de Biociências (LNBio), Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (Idor) e Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), descobriu alterações tardias na estrutura do córtex cerebral, mesmo em pessoas com sintomas leves de covid-19. Tal região está ligada a funções fundamentais, como consciência, memória, linguagem, cognição e atenção.

A pesquisa também mostrou que o vírus é capaz de infectar e se replicar nos astrócitos – células de suporte e as mais numerosas do sistema nervoso central – prejudicando o funcionamento dos neurônios.

Outros dados preliminares de um recente estudo conduzido na Unicamp sugerem que, mesmo nos casos brandos, a Covid-19 pode alterar o padrão de conectividade funcional do cérebro, provocando uma espécie de “curto-circuito”.

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No cérebro normal, enquanto determinadas áreas estão sincronizadas durante uma atividade, outras permanecem em repouso. Nos indivíduos que tiveram covid-19, notou-se uma perda severa da especificidade das redes cerebrais. Para compensar a falha no sinal, o cérebro ativa todas as redes simultaneamente, gastando mais energia e trabalhando de forma menos eficiente, o que pode indicar uma tentativa do cérebro de restabelecer a comunicação nas áreas afetadas.

Entenda o impacto da covid-19 no cérebro

Estimativas sinalizam que cerca de 50% dos pacientes diagnosticados com Sars-CoV-2 apresentaram problemas neurológicos, como encefalite (inflamação no cérebro), anosmia (perda de olfato), acroparestesia (sensação de formigamento), aneurisma, acidente vascular cerebral (AVC) ou encefálico (AVE), síndrome de Guillain-Barré e outras diversas doenças.

“Nesse espectro de síndromes tardias associadas à Covid-19, os mais comuns atualmente incluem fadiga, névoa cerebral, dores musculares e nas articulações, distúrbios do sono, enxaquecas, dor no peito, erupções cutâneas, nova sensibilidade a cheiros e sabores, além da disautonomia, uma condição normalmente rara que causa um aumento rápido e desconfortável dos batimentos cardíacos quando a pessoa tenta realizar qualquer atividade”, explica o Dr. Feres Chaddad, Professor de Neurocirurgia da UNIFESP, especialista em danos neurológicos e Malformação Artério-Venosa.

A prevalência dos sintomas neurológicos é explicada pela forma como o vírus pode adentrar o cérebro. O Artigo “Lifting the mask on neurological manifestations of COVID-19”, publicado na revista Nature, avaliou que o novo coronavírus pode entrar no Sistema  Nervoso Central (SNC) por duas vias distintas: disseminação hematogênica e disseminação neuronal retrógrada. Na disseminação hematogênica, o vírus se espalha por todo o corpo através da corrente sanguínea e, em seguida, entra no cérebro cruzando a barreira hematoencefálica, enquanto a disseminação viral retrógrada ocorre quando um vírus infecta neurônios na periferia e usa a maquinaria de transporte dentro dessas células para obter acesso ao SNC.

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Necessidade e urgência do acompanhamento neurológico prolongado

“A implementação de centros de triagem neurológica é urgente. O acompanhamento longitudinal pós-infecção precisa ser indicado o quanto antes para pacientes recuperados e devem incluir avaliação neurológica, de imagem, laboratorial e neuropsicológica cuidadosa para examinar vários domínios cognitivos. Determinar em que medida a interação entre a infecção central e sistêmica leva a danos no SNC e alterações neurológicas, de maneira precoce, pode reduzir a incidência de danos graves e diminuir riscos futuros”, reforça o Dr. Chaddad.

O maior desafio nesse cenário é o monitoramento dos danos colaterais para o grupo de assintomáticos e não diagnosticados. A desatenção a sintomas neurológicos leves e intermediários, especialmente desses grupos ou com sintomas leves que não acessam o sistema de saúde, esconde a verdadeira taxa de danos presentes nos pacientes pós-covid.

Para endereçar o desafio, os sistemas médicos precisam incluir em seus protocolos de acolhimento a anamnese correlacionando uma possível ligação entre danos neurológicos e a covid-19, além de desenvolver estruturas de acompanhamento longitudinal para pacientes ambulatoriais de rotina. O investimento em políticas públicas também deve ser avaliado com maior atenção, visto que o contexto pode implicar impactos para todos os setores.

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Governador recebe deputado Túlio Fontes

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Esta semana o governador Mauro Mendes (DEM), recebeu em seu gabinete o deputado da região sudoeste, Túlio Fontes (PV). A pauta foi uma série de demandas para Cáceres e região.

‘Expliquei e reivindiquei importantes ações e projetos pra Cáceres. No período em que eu estiver na Assembleia Legislativa, manterei o ritmo de trabalho intenso por Cáceres, região e Mato Grosso.

Nesta semana, Túlio Fontes (PV), provou o seu prestigio. Já na segunda sessão como titular, foi convidado a ocupar a segunda secretaria e fazer a leitura da sessão anterior.

Em seguida, com saída do deputado Eduardo Botelho (DEM), do plenário, ele foi convidado a assumir a primeira secretaria.

Como o presidente Max Russi PSB), teve se ausentar da sessão, regimentalmente Túlio acabou assumindo a presidência da sessão que aprovou matérias importantes, inclusive indicações do próprio Túlio.

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