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Transição capilar: Se livrar da química e assumir os cachos pode ser libertador, porém demorado

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Especialista dá 6 dicas preciosas para acelerar o processo de crescimento dos fios durante a transição

Não é novidade que nesta quarentena muitas pessoas estão aproveitando o confinamento para mudar alguns hábitos. Assumir os cachos, aderir à transição capilar, se livrando de tratamentos de alisamento como progressiva/relaxamento e uso de chapinha é um deles.  Entre as adeptas da prática, destacam-se celebridades como a apresentadora Maísa, que não escondeu sua felicidade nas redes sociais. “Aconteceu! Meu primeiro grande corte para eu arrasar no meu programa! Vocês sabem o quanto eu esperei por esse momento e o quanto ele significa para mim e para minha transição capilar”, escreveu a adolescente em seu Instagram. Assim como ela, fazem parte da lista a ex BBB Paula Amorim, além das atrizes, Juliana Paes e Bruna Marquezine.

Adotar o cabelo natural pode ser uma experiência libertadora, mas também muito demorada, afinal é preciso cortar as madeixas para que os fios se livrem de toda química. É comum que o processo de transição do cabelo relaxado para o crespo natural ou cacheado deixe muitas mulheres impacientes e ansiosas, por isso, o angiologista e especialista a em LEDterapia Capilar, Dr. Álvaro Pereira, separou 6 dicas preciosas para aquelas que pretendem acelerar o processo de crescimento dos fios durante a transição. Confira abaixo!

  1. Investir em LEDterapia 

Investir neste tipo de terapia é muito indicado no mundo inteiro para o combate da queda de cabelo e crescimento acelerado dos fios. Essa tecnologia de luz não invasiva estimula os folículos capilares e induz cientificamente o crescimento de cabelos mais grossos, cheios e vistosos. O tratamento vem no formato de capacetes e bonés de LED  Capellux certificados pela ANVISA e com ótimos resultados aos pacientes. Na prática, com apenas 12 minutos diários de uso do boné, ou 7 minutos diários de uso do capacete, o folículo piloso converte a luz vermelha em energia que estimula a circulação sanguínea do couro cabeludo, aumenta a ingestão e otimização de nutrientes no cabelo, resultando no crescimento rápido de fios mais bonitos, vistosos, encorpados, além de reparar danos, combatendo o ressecamento e a queda capilar.

2 – Ficar longe de fontes diretas de calor 

Evitar secadores de cabelo e chapinhas neste período de transição é essencial O calor direto torna o cabelo em transição suscetível a quadras. Quase todo cabelo relaxado apresenta algum nível de dano pelo calor e a exposição ao mesmo de forma prolongada torna o problema pior. Optar pela secagem natural.

3 –  Tomar vitaminas 

Para acelerar a transição capilar,  investir em vitaminas essenciais como biotina e vitamina A; substâncias que aumentam  significativamente o crescimento dos fios.

4- Massagear o couro cabeludo! 

Isto mesmo, pode parecer estranho, mas durante o banho o ato de massagear o couro cabeludo aumenta o fluxo sanguíneo da região, acelerando o crescimento do cabelo.

5- Hidratar o cabelo 

Hidratar o cabelo com mais frequência do que apenas uma ou duas vezes por semana. Durante a transição capilar, o condicionador é o mais novo melhor amigo de toda mulher, isto porque ele funciona como um desembaraçador, algo crucial para  um cabelo saudável em transição.

6 – Aparar o cabelo regularmente 

Reparar regularmente o  cabelo remove as pontas duplas, contribuindo para que os fios cresçam de forma acelerada e saudável; o que os aproxima mais rápido do aspecto natural.

Dr. Álvaro Pereira – Angiologista formado pela FMUSP em 1978, com residência em Cirurgia Vascular no HCFMUSP, Especialista em oferecer tratamentos capilares com LEDterapia, Doutorado em Cirurgia Vascular na Divisão de Bioengenharia do INCOR – HCFMUSP, pós-doutorado no B&H Hospital – Harvard.

 

Cosmedical  

Empresa especializada em oferecer tratamentos seguros e inovadores aos seus clientes, desde terapia capilar à recuperação de musculatura pós esforço físico com o intuito de promover qualidade de vida, sem dor e sem esforço, tudo ao toque de um botão. Atuando com a alta tecnologia e a eficácia da fotobiomodulação por meio de LEDs, a empresa se tornou referência em equipamentos home device. A COSMEDICAL fabrica, comercializa e importa equipamentos para a saúde, desde 2008.

 

https://cosmedical.com.br/

 

https://capellux.com.br/

Abraços, 

Caroline Carpi

Equipe Agência Contato Comunicação

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Da matemática à medicina vários caminhos levam mulheres ao Universo

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Por Jornal do Oeste

Como é possível ir da Terra à Lua?

Para uma a menina prodígio nascida nos Estados Unidos, em 1918, que cresceu contando os números, uma pergunta que teve respostas além da matemática e da física, e reflexos no empoderamento feminino e na superação das discriminações. As respostas foram dadas por ela mesma: a americana Katherine Johnson.

A cientista fez ”diferença”, segundo a Nasa, nos programas espaciais da agência ao calcular trajetórias para que Jon Glen fosse o primeiro americano a entrar na órbita do planeta Terra, em 1962.

Mais adiante os cálculos de Katherine foram imprescindíveis para uma missão tripulada até a Lua, em 1969, quando a Apollo 11 fez entrar para a história os astronautas Neil Armstrong e Buzz Aldrin.

Katherine Johnson teve que enfrentar um mundo que abria portas para uma corrida espacial, mas com trincas fechadas para pôr fim à segregação racial. E foi com a fórmula matemática que ela conseguiu ser aceita em um ambiente preponderantemente de homens brancos.

Ela era chamada de computador humano, junto a outras cientistas negras que calculavam e auxiliavam engenheiros, na década de 1950, da então, Naca, agência governamental que mais tarde viria a ser conhecida como NASA.

E com os seus ”por quês?” e ”porquês” entrou para a equipe, se destacando em diversas missões e se consagrando como uma das cientistas espaciais mais influentes dos Estados Unidos e do mundo. Katherine se aposentou em 1986 e faleceu em fevereiro de 2020, aos 101 anos.

O universo das mulheres que amam as estrelas vai do gosto pelos números da matemática Katherine, ao encanto pelo espaço ”fantasticamente imenso”, da médica Thaís Russomano.

A brasileira, que remonta o sonho de desbravar o espaço na infância, aos quatro anos, com proporções maiores ao ganhar a primeira luneta aos sete anos, diz que chegou à realização com a medicina aeroespacial.

”Queria ser astronauta e viajar pelo Universo”, diz ela, que chegou a avaliar a candidatura, em 1998, para uma vaga como representante civil do Brasil em missões espaciais.

Mas, foi na fisiologia e nas respostas que o corpo dos astronautas dá à microgravidade que Thaís Russomano uniu a medicina ao sonho de criança.

“Eu tive a oportunidade de participar de duas campanhas de voos parabólicos (quando é possível experimentar a gravidade zero sem viajar ao espaço) da Agência Espacial Europeia em 2000 e 2006 e me lembro da primeira vez que eu flutuei. Eu pensei: ‘então é isso que é estar em microgravidade, é isso que é trabalhar no espaço’. Naquela fração de segundo me senti uma astronauta.”, diz.

A médica brasileira, que hoje mora em Londres, onde atua em universidades europeias e no ramo empresarial, explica que esta trajetória começou em Porto Alegre, seguiu com especializações nos Estados Unidos e Inglaterra e com experiências em outros países.

Thaís Russomano diz que este recorte da medicina, que cuida da saúde dos astronautas, é um nicho restrito e teve que enfrentar desafios pelo fato de ser mulher, latina, mas que apostou nos estudos e considera esta uma luta válida.

”Tive a oportunidade de participar da Agência Espacial Alemã, em Colônia. Depois, de volta ao Brasil, na PUC-RS estabelecemos um centro de pesquisa na área espacial, um centro interdisciplinar de microgravidade, com pesquisas em diversas áreas.”. Ela destaca que o Centro MicroG, do qual ficou à frente por 18 anos, se expandiu com parcerias internacionais.

Na expectativa pelos próximos passos da corrida espacial, Thaís destaca as missões tripuladas para Marte e para a Lua, em especial, a Artemis, que deve levar a primeira mulher ao satélite.

“Isso é fundamental para pensarmos em colonização de outros mundos. Nós precisamos mesmo da condição do homem e da mulher, da reprodução, de seres nascidos e criados em outros corpos celestes. Além de mostrar que as mulheres estão à frente também da exploração espacial.”, diz a Russomano.

A cientista lamenta a demora para o retorno à Lua, com a última missão em 1972, já que, segundo ela, as experiências no satélite poderiam contribuir para ultrapassarmos hoje o que considera fronteira maior: Marte.

Thaís Russomano destaca ainda o turismo espacial, ”que vai ser uma forma muito interessante de popularizar a exploração do espaço. O cidadão comum poder viajar na órbita terrestre. Isso ainda está restrito, por ter um custo muito alto. Hoje se fala em US$ 250 mil uma viagem de poucos minutos, é muito caro, mas já está mais barato do que já foi”, destaca.

Hoje desenvolve também um projeto que aproxima as crianças das missões espaciais e retoma a importância que teve o incentivo da mãe ao levá-la a um planetário.

“Com quatro, cinco anos ela me levou a um planetário no Rio de Janeiro por que eu já estava muito fixada nessa coisa de espaço. Depois, com minha luneta, observava a Lua, os anéis de Saturno. Criei um grupo para crianças sobre astronomia e cheguei a escrever um livro na infância. Uma paixão que foi indo, indo.”, relembra.

Da Agência Brasil

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Câmara aprova indicação que busca universalizar o acesso a absorventes e derrubar tabus sobre a menstruação

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Assessoria

Foi aprovada por todos os vereadores na Sessão Ordinária de segunda-feira (8), na Câmara Municipal de Cáceres, uma indicação sugerindo a criação da Política Pública “Menstruação Sem Tabu”, visando conscientizar sobre a menstruação e universalizar o acesso a absorventes higiênicos no âmbito do município.

De autoria da vereadora Mazéh Silva, a proposição endereçada ao Executivo Municipal ressalta a grande quantidade de pessoas que não têm acesso a saneamento básico e a protetores menstruais, como os absorventes descartáveis. Isso leva mulheres e homens trans a recorrerem a métodos inseguros para coleta da menstruação, como papel higiênico, folhas de jornal, folhas de árvore ou até miolos de pão.

No caso de adolescentes, a falta de acesso a estes itens de saúde faz com que corram riscos, parem de ir à escola e tenham suas possibilidades de desenvolvimento limitadas. Muitos abandonam as escolas ou faltam a semana toda quando é chegado seu período menstrual.

Para viabilizar o programa ‘Menstruação sem Tabu’, a vereadora indica que o absorvente higiênico deve ser classificado como um “bem essencial”, e, junto a sabonete, creme dental e álcool em gel, passe a ser incluído como “componente obrigatório” das cestas básicas no Município.

Em sua indicação, Mazéh sugere que o programa ‘Menstruação sem Tabu’ aborde:

– o desenvolvimento de programas, ações e articulação entre órgãos públicos, sociedade civil e iniciativa privada que visem ao desenvolvimento do pensamento livre de preconceito em torno da menstruação;

– o incentivo a palestras, cursos, distribuição de cartilhas e folhetos explicativo em todas as escolas a partir do 5º ano do ensino fundamental, abordando a menstruação como um processo natural do corpo, combatendo o preconceito em torno do assunto;

– realização de pesquisas para aferição dos lares nos quais as pessoas não têm acesso a absorventes higiênicos, e também mulheres em situação de rua, visando direcionar e aperfeiçoar ações governamentais;

– o incentivo e fomento à criação de cooperativas, microempreendedores individuais e pequenas empresas que fabriquem absorventes higiênicos de baixo custo, preferencialmente não poluentes;

– a disponibilização e distribuição gratuita de absorventes e produtos de higiene pessoal, pelo Poder Executivo (por meio de aquisição por compra, doação ou outras formas, mediante parcerias com a iniciativa privada ou organizações não governamentais) para famílias em situação de extrema pobreza, pessoas em situação de rua, pessoas em situação vulnerável acolhidas em unidades e abrigos do município, e estudantes a partir do 5º ano do ensino fundamental da rede pública.

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