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Taques visita Gefron e convida ministros para que conheçam realidade da fronteira

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O secretário Rogers Jarbas descreveu a visita como um “momento histórico” para todos os profissionais que atuam na fronteira.
O governador Pedro Taques quer trazer a Mato Grosso os ministros da Defesa, da Justiça e das Relações Exteriores para que conheçam de perto a realidade dos profissionais de segurança que atuam da região da fronteira com a Bolívia.
A meta foi apresentada nesta quinta-feira (14.07), durante visita do governador à base do Grupamento Especial de Fronteira (Gefron), no município de Porto Esperidião (350 km de Cuiabá).
“O trabalho do Gefron salva vidas em São Paulo, protege um pai de família no Rio de Janeiro. Isso mostra que Mato Grosso está ajudando o Brasil não apenas na produção da soja. Então, o Brasil precisa ajudar mais o nosso Estado neste trabalho”, afirmou.
O governador chegou à base no final da manhã, acompanhado pelo secretário de Segurança Pública, Rogers Jarbas, o comandante geral da PM, Gley Alves e o comandante da 13º Brigada de Infantaria Motorizada, Luiz Fernando Baganha, além de representantes das polícias civil e federal.
“Para nós é uma honra ter o governador conosco”, avaliou o tenente-coronel Jonildo José de Assis, comandante da unidade, que fez uma apresentação do trabalho dos policiais que atuam na fronteira, bem como do contexto socioeconômico de uma região que é rota do tráfico de drogas.

O secretário Rogers Jarbas, que já exerceu as funções de delegado do Gefron e de coordenador do Cisc-Cáceres, descreveu a visita como um “momento histórico” para todos os profissionais que atuam na fronteira.
“Eu vivo a fronteira até hoje. Vibro com cada apreensão de armas, cada apreensão de drogas. Hoje viemos prestigiar o maior patrimônio que nós temos na segurança pública na fronteira, que são os nossos profissionais”, afirmou.
O secretário elogiou os resultados obtidos nos últimos anos, com sucessivos recordes de apreensões de drogas e recuperação de veículos roubados. O segredo, segundo ele, está nas ações integradas, envolvendo forças estaduais e federais.
“Nós acompanhamos muito orgulhosos e admirados o trabalho integrado que vem sendo realizado pelo Gefron, em conjunto com a polícias Federal, Rodoviária Federal, Civil e Militar”, avaliou.

Defesa
Em sua fala aos policiais do Gefron, o governador lembrou que a defesa da região de fronteiras é uma preocupação que remonta ao período colonial. “Estamos aqui a proteger a nossa terra, a nossa pátria, mas, mais do que isso, protegemos pessoas, defendemos o nosso povo. Daí a importância deste grupamento e da ação integrada de todas as forças.”
Taques disse que convidou o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, a visitar o grupamento ainda este ano. E que pretende que, nesta oportunidade, estejam presentes os ministros José Serra (Itamaraty) e Raul Jungmann (Defesa).
“Nós estamos preparando a vinda destes ministros para mostrar a realidade. Mostrar que o Brasil não é só Brasília e a Avenida Paulista”, afirmou.
Integrante da comitiva, o general Luiz Fernando Baganha destacou a atuação do grupamento. “São 14 anos de história, de aumento da efetividade do trabalho, e de garantia da segurança do nosso Estado e do Brasil. É um trabalho muito bem feito.”
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Cáceres e Região

Sem nenhum, óbito Hospital Regional de Cáceres é requisitado por familiares de pacientes de Covid-19

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Sinézio Alcântara – Expressão Notícias

A estrutura e o tratamento humanizado, principalmente, de pacientes contaminados pelo Covid-19 fazem do Hospital Regional “Antônio Fontes” em Cáceres, um dos mais seguros e requisitados da região Oeste do Estado. Embora, o protocolo da Secretaria de Estado de Saúde (SES/MT) oriente para que os infectados sejam encaminhados, a princípio, para o Hospital São Luiz, muitos fazem questão de que sejam levados para o Regional.

“A gente sabe que no Hospital Regional, as chances de cura são maiores. O hospital está muito bem estruturado e com médicos experientes e capacitados” disse a esposa de um caminhoneiro, diagnosticado com o novo coronavírus, vindo de Pontes e Lacerda, na semana passada.

Um ex-vereador de São José dos IV Marcos que está com uma irmã contaminada também luta para que ela seja tratada no Regional. “Estamos acompanhando os casos dos outros hospitais. A família está vendo a possibilidade de que nossa irmã seja levada para o Hospital Regional de Cáceres. As informações são de que lá, o tratamento é mais seguro e com corpo de profissionais capacitado”.

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Até mesmo uma médica de Cáceres, que trabalha na linha de frente no combate a doença, em conversa com um grupo de amigos, sugeriu que “caso eu seja contaminada me levem para Cuiabá, ou para o Hospital Regional”.

A direção do hospital, no entanto, evita comentar sobre a sugestão dos familiares dos pacientes.

Em contato, via-telefone, o diretor administrativo, Onair Nogueira, disse ser “gratificante” saber que o trabalho desempenhado pela equipe está sendo reconhecido. “Isso é gratificante. Mas, estamos apenas fazendo o nosso trabalho nada mais que isso. É certo também que contamos com o selo de qualidade Gilberto Figueiredo e Carolina Dobes” afirma numa referência ao secretário de Estado de Saúde e a secretária adjunta de Gestão Hospitalar.

Ressalta que, o reconhecimento e a credibilidade dos serviços desempenhados pelo Hospital Regional é o resultado de um projeto do atual governo. E, acrescenta que, além do tratamento, foram abertos no mês de junho, 10 novos leitos clínicos exclusivos para pacientes em tratamento de Covid-19. E, o que é mais, importante, conforme o diretor, o hospital não teve nenhuma perda de vida, desde o início da pandemia.

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Os novos leitos para a unidade hospitalar, anunciados no mês de maio pelo governador Mauro Mendes, começa a ser entregues. Dos 30, os 10 primeiros leitos clínicos foram entregues no mês de junho. Os 20 restantes, entre eles, 10 UTIs para atender pacientes com o Covid-19 deverão estar concluídos nos próximos dias.

Ao contrário de a maioria das ampliações hospitalares, em várias partes do país, a ampliação não é hospital de campanha, mas uma estrutura definitiva para a população. E a atual UTI adulta será ampliada, passando de 6 para 10 leitos.

Para melhorar ainda mais o atendimento, o hospital passou a contar com profissionais médicos especialistas em neurofisiologia, neurologia e neurocirurgia. Este último, já tem se destacado pelas cirurgias de alta complexidade realizada no hospital. Inclusive, na última terça-feira foi realizada, com sucesso, uma artrodese de coluna cervical. Procedimento que antes era regulado para capital e que, na maioria das vezes, o paciente ficando tempos internado aguardando vagas.

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Cáceres e Região

O Mormaço Severino lança single e videoclipe feitos no celular

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Assessoria

Banda aclamada na cena autoral de Cáceres, O Mormaço Severino segue ativa superando as barreiras técnicas que se aprofundam em tempos de pandemia. Além das participações em festivais online – à frente, inclusive, do Ixpia O Festival – os mato-grossenses lançaram nas redes sociais e no Youtube uma nova música que ganhou o primeiro videoclipe com produção.

A inédita canção ‘Minha Pólvora. Um coração vazio’ foi feita em apenas três horas de uma madrugada por Rauni Vilasboas, que é compositor e guitarrista da banda. Os instrumentais foram feitos digitalmente por emulação, em um aplicativo de celular.

“Fiz a música inteira no GarageBand através de instrumentos virtuais, simuladores que oferecem a mesma sonoridade quando eu toco a melodia. Construí ela brincando e depois escrevi a letra”, conta o músico. O vocal inconfundível de Jheine Lima foi captado pelo microfone de um fone de ouvido.

A música foi lançada sem alarde no programa Ixpia na Rádio, da Capital FM, comandado por Raul Fortes no domingo (28).

O clipe, com performance e atuação da vocalista Jheine, que pensou figurino e maquiagem para compor o cenário, foi filmado no quintal de Rauni, que também aparece no vídeo. A maioria das imagens são dele e algumas de Leonardo Oliveira e do percursionista Wellington Fernandes. A edição é de Rauni, que também montou o clipe inteiro com editores de celular.

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Conforme o músico, ‘Minha Pólvora. Um coração vazio’ é uma alegoria de seus vícios em álcool e nicotina, representados de forma fantasiosa e que ganham forma física através de sua aparição no videoclipe. Uma declaração ao seu “amor bandido” e uma confissão da falta dele, sentimentos interpretados por Jheine com suas expressivas caras e bocas.

“Tentei levar para o clipe um pouco da angústia e agonia dessa luta constante, mesmo nunca tendo vivido ela. É uma música muito forte e eu tentei dar o meu melhor, usar das minhas próprias dores para interpretar as dele, porque dor a gente canaliza. Fora que é um clipe muito especial por seu o nosso primeiro clipe”, destaca Jheine.

“A música fala sobre o desafio de me manter sóbrio nesses dias de quarentena, em que tento produzir mais, criar mais. Qualquer coisa que mantenha a mente ativa e me ajude a esquivar das tentações”, conta Rauni, que marcou 100 dias sem beber e fumar na data de criação da música.

Os vícios, o cotidiano da cidade e a marginalidade marcam a poética mundana d’O Mormaço Severino, que eterniza Cáceres e suas personagens em canções como ‘Epopéia de Infortúnio Cacerense’ e Eu quero ver o pôr-do-sol da sete de setembro’. A produção caseira e sem recursos também já é característica da banda.

“Velha conhecida de todo artista independente, que tem que se virar na falta de recursos, se reinventar e se adaptar todos os dias”, conta Rauni, que, no ano passado, também lançou um EP solo feito inteiramente no celular. Na nova produção, o formato lo-fi ainda preserva ao máximo o distanciamento social entre os integrantes.

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O Mormaço Severino

Com pegada rock’n roll e influencias do blues, baião e regionalismos, O Mormaço Severino se destaca pela inventividade. A mistura que resulta no som da banda também é feita com instrumentos de percussão com materiais reutilizados.

Voltada para músicas autorais e experimentações sonoras, a banda foi idealizada por Ronaldo Gonçalves e Rauni Vilasboas no ano de 2009, em Cáceres/MT. O nome carrega conceitos que descrevem a agonia e o marasmo de poesias escritas e cantadas em uma cidade quente e pesada.

“Um grito de dor nas margens de nossa princesinha do Pantanal. Uma (re)leitura de nossa cidade ribeirinha”, descrevem os músicos.

O Mormaço esteve presente em festivais como Fipe, Cerrado Fuzz Festival, Mato Rock, Cáceres Rock Festival, Ixpia O Festival, Sarau da Figueira, Sarau das artes Free.

A banda é composta por 6 integrantes: Jheine Lima no vocal, Rauni Vilasboas na guitarra e voz, Ronaldo Gonçalves no baixo, Diego Vicente no teclado, Luis Guilherme bateria e voz, e Welington Fernandes (Mc Fernandes) na percussão e voz.

Instagram:https://instagram.com/omormacoseverino

Facebook:https://www.facebook.com/omormacoseverino/

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