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Geral

Situação da pandemia é grave em cidades do campo do RS

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Por Globo Rural

    As internações de agricultores com Covid-19 pelo Brasil aumentam. As contaminações no campo estão em alta e, em muitos lugares, também faltam leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

     “No começo da pandemia, no meio urbano aconteceu antes do que no meio rural. No segundo semestre, está acontecendo ao mesmo tempo”, diz Leonardo Bastos, estatístico da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). “É o que está acontecendo agora.”

      No campo do Rio Grande do Sul, a situação é grave. Do início da pandemia ao começo de março de 2021, 5,3% dos internados com Covid eram moradores da zona ruralNa região de Celeiro, que fica no noroeste do estado, esse percentual chega a 27,5%

     Dois municípios, Tenente Portela e Redentora, concentram mais da metade (58,5%) de todos os moradores da área rural internados com Covid na região.

     Segundo autoridades dos dois municípios, uma boa parte deles vive na maior reserva indígena do RS, que abriga mais de 7 mil pessoas.

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Cáceres e Região

Mato Grosso registra redução de 18,1% no número de internações de pacientes com Covid-19

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Secom-MT

Nos últimos 20 dias, Mato Grosso vem registrando queda no número de pacientes que necessitam de internação hospitalar para tratamento da Covid-19. No dia 27 de março, 2.430 pessoas estavam internadas por conta da doença, já o Boletim Epidemiológico da Secretaria de Estado de Saúde (SES) desta quinta-feira (15.04) aponta 1.989 hospitalizados. Uma redução de 18,1% das internações.

Os dados são acompanhados pelos técnicos do Governo e demonstram tendência de queda, desde março, no número de hospitalizados em todo o Estado. Outro dado estatístico é relacionado à taxa de ocupação, específica para leitos de enfermaria pactuadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Em março, a taxa estava em 63%, e ontem registrou 57%, com 459 pessoas internadas.

Nos principais hospitais públicos de Cuiabá e Várzea Grande, há vagas nos leitos de enfermaria. Nos principais hospitais públicos de Cuiabá e Várzea Grande, há vagas nos leitos de enfermaria. No Hospital Metropolitano de Várzea Grande, que é gerido pelo Estado, a taxa de ocupação está em 66% e no Hospital Estadual Santa Casa, a porcentagem é de 59%.

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Em Várzea Grande, o Pronto-Socorro, gerido pelo município, tem taxa de 0% de ocupação, ou seja, não tem nenhum paciente internado em leito de enfermaria contaminado com Covid-19.

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Cáceres e Região

Nova lei de trânsito traz mudanças no transporte de crianças em veículos; entenda

Publicado

 

Assessoria

As mudanças no Código de Trânsito Brasileiro (CTB) promovidas pela Lei Federal nº 14.071/2020 trazem alterações no transporte de crianças em veículos e motocicletas. Antes, o transporte de crianças estava regulamentado apenas por resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), não constando no Código de Trânsito Brasileiro, e regulamentava o uso do dispositivo de retenção adequado apenas pela idade das crianças.

Com a alteração trazida pela lei, a regra para o transporte de crianças passou a fazer parte do Código de Trânsito Brasileiro incluindo as adequações para cada tipo de equipamento de retenção também pelo peso e altura das crianças, além da sua idade.

Equipamentos de retenção

O bebê conforto deve ser usado para crianças de até um ano e até 13 quilos. A cadeirinha para crianças de 01 a 04 anos e que tenham entre 9 e 18 quilos. Já o assento de elevação é indicado para crianças com idade entre 4 e 7 anos e meio, que não tenham atingido 1,45m de altura e com peso entre 15 e 36 quilos.

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Para as crianças com mais de 7 anos e meio até 10 anos de idade e que ainda não tenham atingido 1,45 m de altura o transporte deve ser realizado no banco traseiro utilizando o cinto de segurança.

Segundo a gerente de Ações Educativas do Detran-MT, Rosane Pölzl, o cinto de segurança dos veículos foi projetado para garantir a segurança de pessoas com estatura média de 1,45m, sendo assim, é imprescindível o uso de equipamento de retenção adequado às características da criança para evitar lesões em uma situação de frenagem mais brusca ou acidentes.

Transporte em motos

A nova lei também aumenta a idade mínima para o transporte de crianças em motocicletas. Até então, era proibido transportar criança menor de 7 anos ou sem condições de cuidar da própria segurança. Agora será proibido transportar criança menor de 10 anos ou sem condições de cuidar da própria segurança.

Vale lembrar que o deslocamento feito por motocicleta exige o uso do capacete de segurança de tamanho adequado, com viseira ou óculos protetores para piloto e passageiro, conforme artigo 54 do Código de Trânsito Brasileiro.

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“No caso das motocicletas, considerando que as crianças menores de 10 anos em geral ainda não têm estrutura física e psíquica para se equilibrarem e acompanhar com segurança os movimentos do condutor da motocicleta, foi realizada esta alteração da idade para seu transporte com maior segurança, na intenção de reduzir ou mesmo evitar acidentes”, observou Rosane.

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