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Política Nacional

Sintep/MT realiza Assembleia Geral com indicativo de greve nesta segunda (20)

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Assessoria de Comunicação

O Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep-MT) convoca os profissionais da educação da rede estadual para a Assembleia Geral da categoria nesta segunda-feira (20.05), a partir das 14horas, na Escola Estadual Presidente Médici, em Cuiabá (Av. Mato Grosso, Araés), que terá como pauta o indicativo de greve por tempo indeterminado.

O encaminhamento do Conselho de Representantes (18 e 19.05) foi pelo enfrentamento ao governo Mauro Mendes, que demonstra total fala de interesse em avançar nas negociações com a categoria. As respostas oficiais foram consideradas evasivas tendo como foco a falta de respeito com os profissionais da educação.

Com apoio de 105 municípios o indicativo será levado para discussão aberta e, caso aprovado, a greve terá início na próxima segunda (27), com a paralisação de toda a rede estadual. O presidente do Sintep/MT, Valdeir Pereira, esclarece que foram inúmeras as tentativas de negociações, mas o governo se mantém irredutível e faz o debate apenas sobre a Lei de Responsabilidade Fiscal, e o orçamento do estado”, esclarece.

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 “Enquanto a Educação não for prioridade faremos à resistência”, destaca o presidente. Para além da exigência do cumprimento da Lei da Dobra do Poder Compra (510/2013), que equipara o salário dos profissionais da Educação às demais carreiras do executivo estadual, de mesmo nível, cobram condições de trabalho, infraestrutura das escolas e equipamentos pedagógicos.

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Política

AVALIAÇÃO Dr. Leonardo lidera ranking nacional dos melhores políticos

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O deputado federal Dr. Leonardo (Solidariedade-MT) começa o segundo ano de mandato na Câmara Federal liderando a lista dos melhores parlamentares do Brasil, feita pelo Ranking dos Políticos. Nesta semana, o site que compara o desempenho de deputados e senadores divulgou a avaliação que inclui quesitos como presença nas sessões, qualidade legislativa, combate à corrupção, aos privilégios e ao desperdício de recursos públicos.

No ranking nacional, ele divide a liderança com políticos como Tabata Amaral (PDT-SP), Marcelo Calero (Cidadania-RJ), Felipe Francischini (PSL-PR) e Caroline De Toni (PSL-SC). Também na primeira colocação da bancada federal de Mato Grosso, Dr. Leonardo soma hoje 78 pontos dos quesitos avaliados. O destaque está na qualidade legislativa (30 pontos), levando em conta os posicionamentos nas votações, projetos e relatórios apresentados até o momento.

O parlamentar foi bem avaliado por votar pela aprovação da MP do Agro. Nesta semana, a Câmara aprovou o texto-base da Medida Provisória 897 que prevê mudanças relacionadas ao sistema de crédito rural, como aval solidário e o chamado patrimônio de afetação, que interfere na concessão de garantias para a obtenção dos financiamentos.

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Outro ponto destacado foi Dr. Leonardo ter votado pelo afastamento do deputado Wilson Santiago (PTB-PB) determinado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Celso de Mello. O parlamentar foi contra a orientação do partido e observou que é autor do projeto que transforma corrupção na saúde em crime hediondo (PL 379/2019).

O deputado de Mato Grosso também pontuou porque abriu mão da aposentadoria especial – Plano de Seguridade Social dos Congressistas (PSSC). Essa foi uma das bandeiras de campanha de Dr. Leonardo que, no primeiro dia de mandato, encaminhou ofício ao presidente da Câmara dos Deputados oficializando a recusa do benefício.

São avaliadas ainda a ficha de processos judiciais dos políticos. Para cada processo o político perde 10 pontos. Cada acusação grave (formação de quadrilha, corrupção, crime violento, etc) perde mais 10 pontos. Processos com condenação pesam em triplo. Dr. Leonardo é ficha-limpa, não possui nenhum processo contra si. Dessa forma não perdeu pontos.

AVALIAÇÃO – O Ranking dos Políticos reúne eletronicamente centenas de milhares de fatos sobre todos os políticos e os resume de forma simples de escolher. O levantamento compara políticos de todo o Brasil classificando os senadores e deputados federais do melhor para o pior. “Nossa meta é oferecer informação para ajudar de forma objetiva as pessoas a votarem melhor, levando em consideração principalmente o combate à corrupção, privilégios e desperdício da máquina pública”, consta da descrição do site https://www.politicos.org.br/ranking

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Política Nacional

Wellington pede a general Mourão fim do desperdício de recursos para a Amazônia

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Durante reunião da FPA, senador ressaltou importância da integração de esforços entre ministérios otimizar recursos 

“A Amazônia tem recursos abundantes, mas o retrabalho, o desperdício e a falta de comando nessas ações, fazem parecer que esses recursos não existem”. A afirmação foi feita nesta terça-feira, 4, pelo senador Wellington Fagundes (PL-MT), líder do Bloco Parlamentar Vanguarda, durante reunião na Frente Parlamentar de Agricultura (FPA), da qual participou o vice-presidente Hamilton Mourão e a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina.

O encontro serviu para debater a criação do Conselho da Amazônia e de uma Força Nacional Ambiental, que atuará na proteção do meio ambiente da região. A criação do Conselho da Amazônia é uma resposta do Governo brasileiro às duras críticas que o país recebeu por sua atuação ambiental. O Conselho da Amazônia será coordenado por Mourão.

Wellington foi relator, no final do ano passado, do Projeto de Lei 40/2019, que abriu crédito suplementar de mais de R$ 1 bilhão para os Ministérios da Agricultura, Defesa e Meio Ambiente. Os recursos são referentes a valores da Petrobras que foram repatriados após operações anticorrupção, em acordo com autoridades norte-americanas. Parte desses valores serão aplicados na prevenção, fiscalização e o combate ao desmatamento, incêndios florestais e ilícitos ambientais na região da Amazônia Legal, inclusive nas faixas de fronteira.

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“Quero transmitir o meu entusiasmo e apoio para que o general Mourão possa liderar esse trabalho, com ações conjuntas e falando a mesma língua. Queremos mostrar para o mundo que é possível desenvolver sem destruir” – disse o senador, que defendeu ações coordenadas entre os ministérios. “Com o descontrole, cada um aplicando o recurso de um jeito, certamente, a impressão que se dá é que não existe o recurso” – frisou.

As ações previstas no PLN relatado por Fagundes para a área de Agricultura no preveem a regularização fundiária, a assistência técnica e a extensão rural na Amazônia Legal e sua região fronteiriça, principalmente com a execução de atividades de supervisão ocupacional, o georreferenciamento, a agilização de documentação de propriedade, bem como ações específicas de assistência técnica e extensão rural, além de todo trabalho de apoio tecnológico e administrativo.

No âmbito do Ministério do Meio Ambiente deverão ser operacionalizadas ações de prevenção, fiscalização, combate e controle do desmatamento, aos incêndios florestais e demais ilícitos ambientais no âmbito da Amazônia Legal e sua região fronteiriça. Para tanto, serão executadas despesas com aquisição de equipamentos, veículos e embarcações, contratação de brigadistas, serviços de apoio, entre outros.

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Já no Ministério da Defesa devem ser desenvolvidas ações emergenciais com uso das Forças Armadas no apoio logístico e de pessoal, para minimizar a grave situação de vulnerabilidade para o Estado brasileiro, decorrente dos ilícitos e incêndios que vêm ocorrendo em grandes escalas na região da Amazônia Legal, assim como a atuação contra delitos transfronteiriços e ambientais na faixa de fronteira terrestre e águas interiores.

O fato de Mourão ter morado por dois anos na Amazônia também foi enaltecido pelo senador do PL de Mato Grosso como fator positivo. Segundo ele, esse fato “lhe dá condições de falar com conhecimento de causa”. Para Fagundes, um dos grandes problemas que o Brasil enfrenta é que “todos querem falar pela Amazônia sem conhecer sua realidade” e, de acordo com o senador, “a complexidade é muito grande” e o país precisa “realmente de alguém com muita influência para começar a falar as verdades que precisam ser feitas”.

Da Assessoria

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