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Economia

Sindenergia oferta minicursos gratuitos durante o VII Seminário de Energia

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O Sindicato da Construção, Geração, Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica e Gás no Estado de Mato Grosso (Sindenergia) promoveu minicursos aos participantes do VII Seminário de Energia. As capacitações integraram a programação do último dia do evento que, ao longo de três dias, debateu na sede da Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Fiemt), em Cuiabá, as principais matrizes energéticas do Estado.

O consultor da Comerc Energia, Ricard Alves, ministrou o curso ‘Gestão de Geradores/Consumidores nos Ambientes de Contratação Livre e Regulado’. Os participantes conheceram as vantagens de migrar do mercado regulado para o mercado livre de energia e a importância de uma gestão eficiente para que esses benefícios se perpetuem.

“Os estados do Sul e do Sudeste se anteciparam nessa migração. Mas o preço da energia e falta de previsibilidade no mercado regular acabou por acender a necessidade dos Estados mais longes do sul e sudeste e, em especial, dos consumidores a olharem essa alternativa com bastante carinho. Então, vejo muito promissora a possibilidade de maior inserção de Mato Grosso nesse mercado”, disse Alves.

Aos investidores mato-grossenses, o consultor da Comerc aconselha: “Olhem as faturas de energia, analise o quanto de percentual isso representa para os seus custos e façam consultas para avaliar de forma responsável a migração para o mercado livre”. A consultora da Comerc Energia, Josiane Mayara Palomino, também participou do minicurso e auxiliou os participantes que lotaram o auditório da Fiemt.

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O segundo minicurso foi ‘Setor elétrico para não engenheiros’, conduzido pelo coordenador do Núcleo Interdisciplinar de Estudos em Planejamento Energético (Niep) da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Ivo Leandro Dorileo. Ele apresentou o panorama do setor elétrico no âmbito estadual, nacional e mundial, além da situação da produção e da demanda por energia elétrica nessas regiões, como se dão as fontes energéticas no mundo, de que forma esses recursos são operados pelas instituições no Brasil e como é a estrutura do sistema elétrico no país.

“Seminários como estes têm que ser constantes, são absolutamente imprescindíveis para reunir universidade, empresa e sociedade. Estamos passando por inúmeros problemas no Brasil, o setor elétrico é extremamente vulnerável pelas questões social e ambiental, pela tecnologia empreendida nesses sistemas e pela questão econômica que envolve os sistemas energéticos. Há uma pilha de problemas a ser resolvidos, o Ministério de Minas e Energia tem uma grande responsabilidade em avançar neste tema e fazer com que a energia do Brasil seja assegurada, de qualidade e sempre contínua para que não falte nunca”, afirmou Dorileo.

Para o presidente do Sindenergia, José Mesquita, o VII Seminário ultrapassou as expectativas. “O seminário teve um resultado excelente, voltado para uma questão de desenvolvimento vendo o quanto Mato Grosso pode contribuir para fornecer energia barata e renovável para o Estado brasileiro. Temos a hídrica, estamos situados entre as duas maiores bacias hidrográficas do Brasil, somos divisores de água. Portanto, temos água para gerar energia barata, temos sol, biomassa e temos também o privilégio de ter o ramal do gás. Todas essas matrizes têm condições de colaborar com o Brasil para gerar energia renovável”, avaliou.

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Segundo Mesquita, é necessário que o governo estabeleça uma política para o setor porque o Brasil consome 82% de energia renovável e está entre os países que gera energia e contribui para a não emissão de CO². “Este seminário foi para provocar isso e cobrar do governo uma política e investimentos para o setor. E também estamos cobrando do governo a questão do gás, porque como o nosso gás vem da Bolívia passa por tratativas internacionais. Essas respostas o governo ficou de elucidar nos próximos dias, só isso já é um resultado fantástico”, finalizou.

O VII Seminário de Energia ocorreu entre os dias 23 e 25 de maio e contou com uma extensa programação que debateu a vocação energética de Mato Grosso. Ao final, foi realizada ainda uma visita técnica a PCH São Tadeu, localizada na Serra de São Vicente, região há 70 quilômetros de Cuiabá.

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Gasolina no Centro-Oeste está 4,54% mais cara em relação a janeiro

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Assessoria GD

De acordo com o Índice de Preços Ticket Log (IPTL), o litro da gasolina encontrado na Região Centro-Oeste nos primeiros dias de fevereiro é o mais caro do País. Comercializado a R$ 5,090, o preço médio do combustível cresceu 4,54% em comparação ao fechamento de janeiro. Em contrapartida, o etanol, vendido a R$ 3,604 na região, é o mais barato quando comparado às outras regiões, mesmo tendo registrado alta de 1,95% em relação ao fim do mês anterior.

O litro dos principais combustíveis foram encontrados pelo menor preço no Mato Grosso. A gasolina apresentou média de R$ 4,989, sendo 3,96% mais cara em comparação ao fechamento de janeiro. Já o litro do etanol foi encontrado a R$ 3,406 nos postos do Estado – um aumento de 1,19%.

No Mato Grosso do Sul, a gasolina foi comercializada a R$ 5,205 e se apresentou como a mais cara da Região. Já no Distrito Federal, o destaque negativo foi para o etanol, que registrou o maior preço nas bombas – de R$ 3,832.

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Em Goiás, os preços médios do diesel comum e do diesel S-10 foram os mais baratos do Centro-Oeste na primeira quinzena do mês. O litro dos combustíveis foi encontrado a, respectivamente, R$ 3,942 e R$ 3,993 – altas de 1,94% e 1,86% em relação ao fechamento de janeiro. Já nas bombas mato-grossenses, ambos os combustíveis foram comercializados com a maior média de preços da região, a R$ 4,176 o diesel, e R$ 4,297 o diesel S-10.

“Todos os combustíveis seguem mantendo cenário de alta na Região. Nos estados de Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, o etanol compensou mais no bolso do consumidor, se considerada a relação de vantagem 70/30 com a gasolina. Já o motorista que abastece no Distrito Federal, pode optar pela gasolina que, mesmo tendo registrado alta de 6,04%, segue sendo a mais vantajosa”, afirma Douglas Pina, Head de Mercado Urbano da Edenred Brasil.

O IPTL é um índice de preços de combustíveis levantado com base nos abastecimentos realizados nos 18 mil postos credenciados da Ticket Log, que tem grande confiabilidade, por causa da quantidade de veículos administrados pela marca: 1 milhão ao todo, com uma média de oito transações por segundo. A Ticket Log, marca de gestão de frotas e soluções de mobilidade da Edenred Brasil, conta com mais de 25 anos de experiência e se adapta às necessidades dos clientes, oferecendo soluções modernas e inovadoras, a fim de simplificar os processos diários.

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Destaque

Governo paga servidores estaduais nesta sexta-feira (26)

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Sefaz – MT

Pelo sexto mês consecutivo, os servidores estaduais receberão seus salários dentro do mês trabalhado. Nesta sexta-feira (26.02), os salários dos servidores públicos estaduais ativos, inativos e pensionistas, relativos ao mês de fevereiro, estarão disponíveis em suas contas bancárias. O pagamento cumpre o anunciado em janeiro pelo governador Mauro Mendes.

De acordo com a Secretaria Adjunta do Tesouro Estadual, da Secretaria de Fazenda, a folha liquida do mês de fevereiro chega a R$ 471.531.582,96, sendo R$ 296.442.460,24 para ativos e R$ 175.089.122.72 para inativos e pensionistas.

Receberão salários e proventos 107.819 pessoas. Desse total 67.422 são servidores ativos das administrações direta e indireta; 36.023 inativos e mais 4.354 pensionistas. O dinheiro estará liberado tanto para quem tem contas no BB, como para aqueles que fizeram portabilidade para outros bancos.

A secretária adjunta do Tesouro Estadual, Luciana Rosa, informa que o fechamento da folha de pagamento e a transmissão ao Banco do Brasil foi concluído na manhã desta quinta-feira (25). Os documentos impressos foram enviados para o banco também nesta manhã e até o meio dia desta sexta-feira todos os depósitos já terão sido processados pelo Banco do Brasil

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