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Mato Grosso

Servidores da MTI participam de palestra motivacional

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A Empresa Mato-grossense de Tecnologia da Informação (MTI) iniciou, nesta quinta-feira (23.05), um ciclo de palestras motivacionais voltado para os seus colaboradores, com o objetivo de aumentar a autoestima de cada profissional e melhorar o ambiente de trabalho. Intitulado “Motivação e Produtividade com foco Pessoal e Profissional”, o ciclo de palestra é realizado em parceria com o Instituto Educacional Global Fenix e se encerra nessa sexta-feira (24).

De acordo com a gerente de Desenvolvimento e Desempenho da MTI, Gabriela Kessler, a intenção é motivar os colaboradores, especialmente neste momento em que a empresa passa por uma reestruturação com vistas a alcançar a sua viabilidade econômica e financeira.

“Sabemos que essa é uma situação que causa certa apreensão nos empregados. Mas a empresa possui inúmeros profissionais qualificados  e precisamos lembrá-los de quem eles são, e da importância do trabalho que desempenham. Profissional motivado significa um melhor ambiente de trabalho e resultados mais satisfatórios”, disse. 

A palestra foi conduzida pela psicopedagoga Fátima Guedes, que explicou o que é motivação e a importância do autoconhecimento por parte de cada pessoa, que, a partir daí, decide o que a afeta e aprende a lidar com as diversas situações no ambiente de trabalho. Com isso, melhora o relacionamento interpessoal.

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“Não faça a motivação vir do seu celular, do seu emprego ou de alguém. Essa motivação precisa vir de dentro de você. Não se pode ficar à mercê de pessoas, coisas ou situações, pois um dia elas podem mudar e você como fica? Não adianta ter conhecimento, sem habilidade e habilidade sem atitude”, afirmou.

Fátima Guedes explicou também como é possível construir um ambiente de trabalho mais saudável, que vai desde a melhora no tratamento entre os colaboradores, o desenvolvimento de uma comunicação mais eficaz e a necessidade de manter o equilíbrio para que problemas externos não atrapalhem o clima organizacional e, por consequência, a efetividade do trabalho. 

 “Muitas pessoas querem que o ambiente de trabalho seja melhor, que a empresa seja melhor, mas não são capazes de dar um ‘bom dia’ para o colega, de atender o telefone com educação, de respeitar o próximo e valorizar o trabalho do outro. Temos que pensar que não é o que falamos, mas a forma como falamos. Se passarmos a nos colocar no lugar do outro, com certeza teremos um ambiente de trabalho melhor e mais saudável”, disse.

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Para demonstrar como a comunicação é a chave para solucionar vários problemas, tanto pessoais quanto profissionais, a palestrante realizou duas dinâmicas com os participantes, que evidenciaram a dificuldade que existe em ouvir e como o medo de se expor pode atrapalhar o potencial de cada um. Além disso, os participantes receberam uma atividade para que eles apontassem soluções que acreditam serem necessárias para lidar com as frustrações no ambiente de trabalho, estimular a proatividade e ampliar a comunicação entre os setores.

A palestra se encerra na sexta-feira (24), momento em que todas as atividades serão avaliadas e discutidas entre os participantes que, ao final, receberão certificados de participação.

Fonte: GOV MT
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Motoristas de aplicativo vão participar de projeto para prevenção de crimes

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A Polícia Militar de Mato Grosso realizou, na manhã desta terça-feira (18.06), o 1º Workshop de Segurança para Motoristas por Aplicativos. O evento, promovido pela Coordenadoria de Comunicação Social e Marketing Institucional (CCSMI), foi realizado na sede do Comando Geral da PM, em Cuiabá.

O workshop é resultado de uma parceria entre a PM e a Associação dos Motoristas Por Aplicativo de Mato Grosso (AMA-MT). Mais de 120 motoristas de aplicativos de seis empresas receberam orientações preventivas de segurança, puderam conhecer alguns procedimentos de segurança que podem garantir a segurança de motoristas e passageiros e um pouco mais sobre o atendimento da PM.

O comandante-geral da PM, coronel Jonildo José de Assis, que participou da abertura do encontro, disse que o workshop atende a necessidade da instituição de acompanhar o desenvolvimento social e as atividades socioeconômicas, a fim de enxergar os elementos que afetam a segurança da comunidade.

“As empresas que oferecem esse novo serviço de transporte que facilita a vida das pessoas, ficam vulneráveis, isso nos exige uma preocupação frente à facilidade do cometimento de crimes contra os motoristas por aplicativo. A PM é uma instituição que se preocupa com a segurança e a vida de cada um desses trabalhadores”, explicou coronel Assis.

Diretor de expansão da empresa de motorista por aplicativo Agilid, Cícero Guimarães, participou do encontro e disse que o workshop foi uma oportunidade de melhorar ainda mais o atendimento e garantir segurança aos passageiros e os trabalhadores da nova empresa. “Foi muito interessante esse evento. Todos os aplicativos se preocupam com a segurança dos passageiros e nenhuma se preocupa com a segurança do motorista. Eu achei interessante aprender sobre a função da PM e das outras policias para quando a gente precisar saber quem procurar e aonde procurar”, disse Cícero. 

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No workshop, a PM apresentou também uma nova ferramenta de segurança para auxiliar os motoristas de aplicativos: o Projeto Sentinela. A ferramenta já é utilizada em vários bairros de Cuiabá. Em um grupo de aplicativo de mensagens, os motoristas participantes do projeto vão poder compartilhar informações sobre situações de risco, fazer denúncias – o que não excluí a necessidade de informar a ocorrência primeiramente via 190, do Centro Integrado de Operações da Segurança Pública (Ciosp).

O capitão PM Luiz Cláudio Nunes, do 3º Batalhão de Polícia Militar, idealizador do projeto Sentinela, explicou que inicialmente o grupo incluirá mil motoristas por aplicativos. Os participantes passarão a ser colaboradores da segurança pública. “A PM vai atender os motoristas interessados em participar deste projeto-piloto na 2ª Companhia de Polícia Militar do Pedregal a partir da próxima segunda-feira (24.06). Todos eles serão cadastrados no grupo do aplicativo, nós vamos orientá-los com dicas preventivas. Se ocorrer algum delito nós vamos poder agir com maior rapidez. Esses motoristas serão nossos olhos na prevenção à criminalidade”, explicou o capitão.

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O presidente da AMA-MT, Cleber Cardoso disse que o evento é um momento ímpar para a categoria. “Esse projeto Sentinela é mais uma segurança que mostra que nós não estamos mais sozinhos. Vamos colaborar no trabalho dos policiais para garantir a nossa segurança e dos passageiros”, explicou.

Os motoristas que quiserem participar do projeto Sentinela devem procurar a base da PM no bairro Pedregal, em Cuiabá. Com os documentos pessoais, os motoristas serão cadastrados neste primeiro grupo de mensagem com mil vagas. Uma capacitação será dada para aprimorar a participação dos motoristas de aplicativo no grupo.

Participaram do workshop os comandantes do 1º Comando Regional de Cuiabá, coronel Wankley Rodrigues;  do 2º Comando Regional de Várzea Grande, coronel Marcos Sovinski; o diretor de Ensino da PM, coronel Ronelson Barros; o coordenador de Comunicação Social e Marketing Institucional( CCSMI), tenente- coronel Luis Fernando Dias;  o coordenador de Segurança Pública da Assembleia Legislativa, coronel Henrique Correia e o secretário adjunto de integração operacional da Secretária de Estado de Segurança Pública ( SESP), coronel Victor Paulo Fortes.

Fonte: GOV MT
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Resultado de perícia audiovisual sobre atropelamento na Isaac Póvoas é concluído

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A análise de conteúdo dos vídeos que registraram o atropelamento de três jovens em frente à Boate Valley Pub, na Avenida Isaac Póvoas, em 23 de dezembro de 2018, foi concluída pela Gerência de Perícias de Áudio e Vídeo da Politec. O laudo pericial foi requisitado pelo delegado Cristhian Cabral, com o objetivo de analisar especificamente as imagens da ocorrência.

O exame constatou que a velocidade média do veículo conduzido pela bióloga Rafaela Screnci da Costa Ribeiro era de 57 km/h com margem de erro de 6km/h, para mais ou para menos. Para as análises foram empregados conceitos de Física e de Processamento Digital de Imagens.

O cálculo de velocidade consiste na determinação da distância percorrida pelo veículo em um determinado intervalo temporal. O resultado foi obtido com a utilização das gravações originais do incidente em conjunto com as filmagens obtidas pelos peritos com a mesma câmera de segurança que registrou o fato, para a medição do deslocamento do veículo até o momento da colisão.

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Os dados do deslocamento foram obtidos por meio de uma régua graduada, desenvolvida com um tubo de PVC posicionado perpendicularmente, ora a cada um metro, ora a cada dois metros da pista, durante um intervalo não superior a um minuto, sendo possível a elaboração de um “gabarito de referência”, que foi sobreposto aos quadros do vídeo original do incidente.

Outros resultados

A Perícia de Trânsito, realizada no local no acidente, logo após a ocorrência do fato levou em consideração os vestígios encontrados na ocasião. Como, as medições da posição do local do atropelamento e a posição de repouso das pessoas atingidas, as trajetórias dos corpos pós-colisão, e a projeção das vítimas com o impacto do veículo.

O resultado obtido, através do cálculo de velocidade com base nesses elementos, foi que o veículo estava a 54 km/h, com margem de erro de 4 km/h para mais ou para menos, no momento em que atingiu as vítimas.

O laudo pericial evidenciou que o fator humano, relacionado aos comportamentos do condutor do veículo atropelador e das pessoas atropeladas, contribuiu para o acidente. 

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O diretor metropolitano de Criminalística, Emivan Batista de Oliveira, avalia que os resultados das perícias demonstram a autonomia entre as gerências de perícias de trânsito e de áudio e vídeo, que trabalham com base em diferentes vestígios e tecnologias. “O objetivo da perícia criminal é buscar a materialidade de um crime utilizando-se, para isso, do conhecimento científico, por meio de metodologias e técnicas adequadas para a análise de cada vestígio. No caso da perícia de trânsito, o cálculo de velocidade é realizado a partir de medições no local da ocorrência, já a perícia de áudio e vídeo, neste caso, buscou elementos e variáveis a partir de imagens, que são trabalhadas em equipamentos e softwares específicos que convergiram para o resultado final”, explicou.

Os laudos periciais foram anexados ao inquérito policial, dando seguimento às investigações.  

Fonte: GOV MT
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