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Cáceres e Região

Sem fechamento de comércio: Se não produzir não vendemos, não arrecadamos, não pagamos e faltará alimentos, diz Francis

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Editoria – Sinézio Alcântara

O prefeito Francis Maris Cruz (PSDB) reafirmou, na manhã de hoje, seu posicionamento contrário ao fechamento do comércio, em decorrência da pandemia do coronavirus. Disse que se todos agirem com “responsabilidade” se evitará a disseminação do virus e salvará a economia.

“Não vejo necessidade de fechar o comércio se agirmos com responsabilidade, tomando as precauções necessárias, evitando aglomerações, mantendo o distanciamento de 1,5 metros entre as pessoas e usarmos os equipamentos de segurança necessários, como a máscara e a luva”.

O prefeito adverte que se houver o fechamento do comércio, como é defendido pela maioria, não tardará para a economia do país entrar em colapso e, não haverá sequer alimento para a população.

“Se não produzir, não vende; se não vender, não arrecada impostos; se não arrecadar impostos, não terá repasse do duodécimo; se não pagar duodécimo, não terá pagamento dos salários a funcionários públicos; se não pagar funcionários públicos, não farão compra de alimentos e se não se alimentar, vamos morrer todos” explicou.

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Prefeito quer proibir venda de passagem para idosos; veja vídeo

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O prefeito de Cáceres, Francis Maris, quer que empresas de transporte intermunicipal não emitam bilhetes para idosos. Em vídeo publicado em rede social, o gestor apela aos deputados e senadores para que seja feito um decreto que suspenda a venda de passagem ao grupo de risco de contaminação pelo Covid-19.

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“Pessoas acima de 60 anos, que são grupo de risco, têm viajado muito. Principalmente de ônibus. Ficando um dia, dois dias, dentro de um ônibus” pontua na filmagem.

A aglomeração de pessoas facilita o contágio, por conta da proximidade entre os indivíduos em ambiente fechado. O vírus é carregado pelo ar e no contato com uma pessoa contaminada, tornando o ambiente propício para disseminação da doença. Os idosos são as “vítimas” mais afetadas, por conta da saúde debilitada, na maioria dos casos.

“Faço um apelo aos nossos deputados e senadores para que seja editado um decreto proibindo a venda de passagens para pessoas que tenham mais de 60 anos. Eles têm que ficar em casa. Estamos todos conscientes disso”, é o requerimento do prefeito.

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Conforme decreto municipal, os estabelecimentos comerciais podem funcionar desde que cumpram as medidas de higiene recomendadas para evitar a disseminação do novo coronavírus. Eventos com aglomeração de pessoas também estão suspensos.

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GD
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Coronavírus: Prefeitura de Cáceres cria canal para denunciar quem descumprir decreto e realizar aglomerações

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A população pode denunciar, de forma anônima, estabelecimentos que permanecerem gerando aglomerações, descumprindo os decretos da Prefeitura de Cáceres, e populares que estejam descumprindo as normas.

A população pode denunciar, de forma anônima, estabelecimentos que permanecerem gerando aglomerações, descumprindo os decretos da Prefeitura de Cáceres, e populares que estejam descumprindo as normas.

A orientação é para que as denúncias sejam feitas via o WhatsApp 98426-1540.

O objetivo é conter o aumento do contágio do coronavírus em Cáceres, a prefeitura determinou medidas mais rígidas nos últimos decretos.

Nesta segunda-feira (6), a Secretaria Municipal de Saúde confirmou os dois primeiros casos de Covid-19. Um casal de idosos de 82 anos e de 79 anos, os dois recentemente estiveram no estado de São Paulo, chegaram em Cáceres apresentando os sintomas do COVID-19.

Bares, restaurantes e lanchonetes não devem abrir as portas para atender o público no local, mas estão liberados a funcionar no esquema de delivery – para entregar o pedido do cliente na porta do estabelecimento (sem consumo local) ou em casa.

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A suspensão não se aplica a supermercados, farmácias, laboratórios, clínicas, hospitais e demais serviços de saúde – até mesmo aqueles que funcionam em shoppings, galerias e centros de comércio -, desde que sejam adotadas as medidas de segurança estabelecidas pelas autoridades de saúde.

Por: Joner Campos

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