Secretaria de Segurança se compromete a colaborar com CPI

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Foto: Marcos Lopes

O deputado estadual Wilson Santos (PSDB), presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito da Sonegação e Renúncia Fiscal (CPI), se reuniu, na tarde desta quarta-feira (12), com o secretário de Segurança Pública de Mato Grosso (Sesp), Alexandre Bustamante.

Bustamante colocou-se à disposição da CPI, criada nesta terça-feira (11), na Assembleia Legislativa, a Sesp para colaborar com informações e documentos que possam subsidiar a Comissão de Investigação do Poder Legislativo.

O secretário disse ao deputado Wilson Santos que a instalação da CPI é “imprescindível”para desvendar o crime de sonegação em Mato Grosso.

Durante a audiência, o presidente da CPI comentou sobre o assassinato do empresário Wagner Florêncio Pimentel, de 47 anos, morto a tiros no último fim de semana, no bairro Jardim das Américas, em Cuiabá.

Pimentel era investigado pela Delegacia Fazendária em um suposto esquema de sonegação de R$ 140 milhões no Estado, desbaratado na “Operação Crédito Podre”.

De acordo com Bustamante, a Sesp deve colaborar com informações que possam ajudar a CPI no caso da morte de Pimentel, devendo ter o respaldo do Poder Judiciário.

CPI – A Comissão Parlamentar de Inquérito deve ser composta por 10 parlamentares. Além de Wilson Santos, os outros nove membros, sendo quatro titulares e cinco suplentes, que devem ser indicados na próxima semana, após a formação dos blocos na ALMT.

Assinaram a criação da Comissão Parlamentar de Inquérito os seguintes deputados: Elizeu Nascimento (DC), Valdir Barranco (PT), Lúdio Cabral (PT), Janaina Riva (MDB), Dr. João (MDB), Thiago Silva (MDB), Delegado Claudinei (PSL), João Batista (Pros) e o próprio Wilson Santos. A Comissão Parlamentar de Inquérito deve durar cerca de 180 dias.

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