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Economia

Saúde de MT deve receber investimentos de quase R$ 170 milhões da bancada federal

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Parte do recurso deve ser destinada aos Hospitais regionais, segundo o governador eleito, Mauro Mendes (DEM).

Mato Grosso deve receber um recurso de R$ 169 milhões por meio da emenda impositiva definida pela bancada do estado em Brasília, juntamente com o governador eleito Mauro Mendes (DEM), em uma reunião realizada, nesta terça-feira (30), no Congresso Nacional.

O recurso oriundo do orçamento do governo federal terá, segundo Mendes, uma contrapartida estadual no valor de R$ 88 milhões.

A emenda impositiva é obrigatória. Portanto, a indicação feita pelos deputados federais em comum acordo com o governo do estado faz com que o recurso chegue diretamente à área destinada.

Segundo Mauro Mendes, parte do recurso também será destinada aos Hospitais Regionais.

“Precisamos melhorar a saúde no interior e assim, melhoraremos a saúda na capital, pois a população terá condições de ser atendida nos polos”, disse.

Segundo o deputado Adilton Sachetti (PRB), outros R$ 7,5 milhões devem ser destinados à saúde de Mato Grosso, por indicação dele.

“É necessário investir na saúde do estado “, afirmou.

Por Lidiane Moraes, G1 MT

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Destaque

Receita recebe 2,8 milhões de declarações do IR em uma semana

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Fisco espera 30,5 milhões de formulários neste ano
Em uma semana de entrega, o número de declarações do Imposto de Renda Pessoa Física enviadas aproxima-se de 3 milhões. Até as 17h de hoje (14), a Federal recebeu 2.815.663 declarações, equivalente a 9,2% do esperado para este ano.

O prazo para envio da declaração começou no último dia 7 e vai até as 23h59min59s de 30 de abril. A expectativa da Receita Federal é receber 30,5 milhões de declarações.

A declaração pode ser feita de três formas: pelo computador, por celular ou tablet ou por meio do Centro Virtual de Atendimento (e-CAC). Pelo computador, será utilizado o Programa Gerador da Declaração – PGD IRPF2019, disponível no site da Receita Federal.

Também é possível fazer a declaração com o uso de dispositivos móveis, como tablets e smartphones, por meio do aplicativo “Meu Imposto de Renda”. O serviço também está disponível no e-CAC no site da Receita, com o uso de certificado digital, e pode ser feito pelo contribuinte ou seu representante com procuração.

O contribuinte que tiver apresentado a declaração referente ao exercício de 2018, ano-calendário 2017, poderá acessar a Declaração Pré-Preenchida no e-CAC, por meio de certificado digital. Para isso, é preciso que no momento da importação do arquivo, a fonte pagadora ou pessoas jurídicas tenham enviado para a Receita informações relativas ao contribuinte referentes ao exercício de 2019, ano-calendário de 2018, por meio da Declaração do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte (Dirf), Declaração de Serviços Médicos e de Saúde (Dmed), ou a da Declaração de Informações sobre Atividades Imobiliárias (Dimob).

Segundo a Receita, o contribuinte que fez doações, inclusive em favor de partidos políticos e candidatos a cargos eletivos, também poderá utilizar, além do Programa Gerador da Declaração (PGD) IRPF2019, o serviço “Meu Imposto de Renda”.

Para a transmissão da Declaração pelo PGD não é necessário instalar o programa de transmissão Receitanet, uma vez que essa funcionalidade está integrada ao IRPF 2019. Entretanto, continua sendo possível a utilização do Receitanet para a transmissão da declaração.

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O serviço Meu Imposto de Renda não pode ser usado em tablets ou smartphones para quem tenha recebido rendimentos superiores a R$ 5 milhões.
Obrigatoriedade

Está obrigado a apresentar a declaração anual o contribuinte que, no ano-calendário de 2018, recebeu rendimentos tributáveis, sujeitos ao ajuste na declaração, cuja soma foi superior a R$ 28.559,70. No caso da atividade rural, quem obteve receita bruta em valor superior a R$ 142.798,50.

Também estão obrigadas a apresentar a declaração pessoas físicas residentes no Brasil que no ano-calendário de 2018;

– Receberam rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma foi superior a R$ 40 mil;

– Obtiveram, em qualquer mês, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizaram operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas;

– Pretendam compensar, no ano-calendário de 2018 ou posteriores, prejuízos com a atividade rural de anos-calendário anteriores ou do próprio ano-calendário de 2018;

– Tiveram, em 31 de dezembro, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 300 mil;

– Passaram à condição de residentes no Brasil em qualquer mês e nessa condição encontravam-se em 31 de dezembro; ou

– Optaram pela isenção do Imposto sobre a Renda incidente sobre o ganho de capital auferido na venda de imóveis residenciais, cujo produto da venda seja aplicado na aquisição de imóveis residenciais localizados no país, no prazo de 180 dias contados da celebração do contrato.
CPF de dependentes

Neste ano, é obrigatório o preenchimento do número do CPF de dependentes e alimentados residentes no país. A Receita vinha incluindo essa informação gradualmente na declaração. No ano passado, era obrigatório informar CPF para dependentes a partir de 8 anos.
Dados sobre imóveis e carros

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Em 2019, não será obrigatório o preenchimento de informações complementares em Bens e Direitos relacionadas a carros e casas. A previsão inicial da Receita era que essas informações passassem a ser obrigatória neste ano, mas devido à dificuldade de contribuintes de encontrar os dados, o preenchimento complementar não precisa ser feito.
Desconto simplificado

A pessoa física pode optar pelo desconto simplificado, correspondente à dedução de 20% do valor dos rendimentos tributáveis, limitado a R$ 16.754,34.
Deduções

O limite de dedução por contribuição patronal ficou em R$ 1.200,32, devido ao reajuste do salário mínimo. No ano passado, o limite era R$ 1.171,84. Se não houver nova lei, este é o último ano em que há a possibilidade de dedução das contribuições pagas ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) por patrões de empregados domésticos com carteira assinada. Essa medida começou a valer em 2006 para incentivar a formalização dos empregados domésticos.

A dedução por dependente é de, no máximo, R$ 2.075,08 e, para instrução, de R$ 3.561,50.

Os contribuintes também podem deduzir valores gastos com saúde, sem limites, como internação, exames, consultas, aparelhos e próteses, e planos de saúde. Nesse caso é preciso ter recibos, notas fiscais e declaração do plano de saúde e informar CPF ou CNPJ de quem recebeu os pagamentos.

As chamadas doações incentivadas têm o limite de 6% do Imposto de Renda devido. As doações podem ser feitas, por exemplo, aos fundos municipais, estaduais, distrital e nacional da criança e do adolescente, que se enquadram no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Segundo a Receita, neste ano o formulário sobre as doações ao ECA vai ficar mais visível.

Aqueles que contribuem para um plano de previdência complementar – Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) e Fundo de Aposentadoria Programada Individual (Fapi) – podem deduzir até o limite de 12% da renda tributável.

Por Wellton Máximo* – Repórter da Agência Brasil

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Destaque

Renda domiciliar per capita em MT foi de R$ 1.386 em 2018, mostra IBGE

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Segundo o órgão, a média ficou acima na nacional que foi de R$ 1.373 no mesmo período. Como nos anos anteriores, o Distrito Federal apresentou o maior rendimento per capita em 2018.

O rendimento domiciliar per capita (por pessoa) em Mato Grosso foi de R$ 1.386 em 2018, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo o órgão, a média ficou acima na nacional que foi de R$ 1.373 no mesmo período.

Segundo o IBGE, o rendimento domiciliar per capita é o resultado da soma da renda recebida por cada morador, dividido pelo total de moradores do domicílio. O cálculo inclui pensionistas, domésticos e seus familiares.

Como nos anos anteriores, o Distrito Federal apresentou o maior rendimento per capita em 2018, no Brasil e, consequentemente, no Centro-Oeste. No ano passado, a média foi de R$ 2.460. Este valor representa quase o dobro da média do país.

Os outros estados da região registraram renda per capita de R$ 1.439 (Mato Grosso do Sul) e R$ 1.323 (Goiás).

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Já o menor rendimento por pessoa foi observado no Maranhão, de R$ 605 por morador, o que representa menos da metade da média nacional.

Evolução do rendimento domiciliar per capita em MT, em R$
Estado 2018 2017 2016 2015 2014
Mato Grosso 1386 1247 1139 1053 1032
Fonte: IBGE

Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – Contínua (Pnad Contínua). Essas estimativas servem para o rateio do Fundo de Participação dos Estados (FPE), conforme definido pela Lei Complementar nº 143, de julho de 2013.
Por G1 MT

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