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Jogadores são indicados à categoria mais nobre do prêmio Futsal Awards, o qual tem o português Ricardinho como um dos concorrentes. Confira as demais indicações

Os atletas da seleção brasileira Rodrigo, Simi e Gadeia foram indicados ao prêmio Agla Futsal Awards de melhor jogador do mundo em 2015. A eleição anual é promovida pelo site especializado Futsal Planet, que indica os candidatos através de um colegiado formado por jornalistas e personalidades da área. Os vencedores serão conhecidos no final de abril após votação aberta pela internet. Ao todo, dez atletas disputam a categoria de melhor jogador do ano.

Rodrigo, Simi e Gadeia terão dois brasileiros naturalizados como concorrentes. São eles: o italiano Babalu e o cazaque Léo, que atua no Kairat Almaty. Os demais indicados são o iraniano Hassanzadeh, o argentino Max Rescia, e os renomados Miguelin, da Espanha, e Ricardinho, de Portugal.

Conhecido como o Torpedo Humano por conta do seu forte chute de longa distância, Rodrigo vem de uma boa temporada pelo Sorocaba, tendo sido eleito o melhor jogador da Liga Nacional, além de melhor fixo e artilheiro da Liga Paulista. Em entrevista ao site oficial da CBFS, o defensor demonstrou muita satisfação em ser um dos indicados ao prêmio de melhor jogador de 2015.

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– Estou muito feliz por ser indicado pelo terceiro ano seguido. Ser lembrado em um prêmio como esse é motivo de muito orgulho e eu só tenho que agradecer meus familiares, companheiros de time e de seleção. É uma grande honra estar ao lado de nomes tão importantes para o esporte – celebrou Rodrigo.

Simi Futsal Brasil x Argentina  (Foto: Andre Borges / GDF)O pivô Simi também aparece na lista (Foto: Andre Borges / GDF)

O veterano Simi também festejou ao ver seu nome entre os indicados. Campeão da Liga Paulista 2015 pelo Corinthians, ele está atualmente no Sorocaba, que estreia na LNF na próxima segunda-feira, contra o Marechal Rondon, fora de casa.

– Poder fazer parte dessa lista final me deixa honrado, por ser um prêmio tão respeitado no futsal. É o reconhecimento de muito trabalho e dedicação, dentro e fora das quadras – afirmou Simi.

O ala Gadeia também comemorou a indicação. Para o jogador do Orlândia, a indicação é fruto do seu trabalho nos últimos anos.

– Estou muito feliz em receber pela segunda vez essa indicação e principalmente por representar o Brasil. Isso tudo é consequência de toda dedicação nesses últimos anos. Parabéns a todos os atletas indicados – destacou.

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Gadeia Brasil Portugal futsal (Foto: Zerosa Filho/CBFS)Gadeia é mais um jogador da seleção indicado ao prêmio (Foto: Zerosa Filho/CBFS)

O Agla Futsal Awards tem ainda outras sete categorias de premiação. Na eleição de melhor atleta jovem, o pivô Dener, do Carlos Barbosa, concorre com Pedro Rei, ex-Umuarama, Arthur, do Corinthians, Matteus, do El Pozo Murcia, da Espanha, e mais seis jogadores estrangeiros.

Na categoria melhor técnico de seleções, o treinador da seleção brasileira Serginho Schiochet concorre com outros nove profissionais, dentre eles o técnico da seleção feminina, Wilson Saboia, e o brasileiro Cacau, que dirige o Cazaquistão. Marquinhos Xavier, do Carlos Barbosa, disputa o prêmio de melhor técnico de clubes.

O Carlos Barbosa, por sinal, foi indicado à categoria melhor equipe de 2015, assim como os selecionados do Brasil (masculino e feminino) concorrem ao prêmio de melhor seleção do ano. Na disputa de goleiro do ano, os brasileiros Gian, Gustavo (naturalizado russo) e Léo Higuita (naturalizado cazaque) aparecem na lista de indicados. Gean Coelho Teles disputa o prêmio de melhor árbitro do mundo em 2015.

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Cultura

Sexto episódio do “Palco pra 2” traz novos nomes da cena musical de MT

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Foto: DIVULGAÇÃO / ASSESSORIA

O projeto “Palco pra 2” chega ao sexto episódio divulgando artistas autorais de Mato Grosso. Originalidade e encontros musicais marcam as participações de representantes da música popular brasileira produzida em Mato Grosso. Na edição que vai ao ar neste sábado (2), os convidados são Bia Trindade e Heitor Mattos. O programa é exibido às 12h30 e 18h30, com reprises nos seguintes dias: domingo (11h30 / 21h), terça (12h30 / 22h), sexta (12h30 / 22h).

Beatriz Vitória Trindade Alves ou simplesmente Bia Trindade tem 20 anos de idade, mas já acumula experiência e vivências musicais que a colocam em destaque na cena musical de MT. Bia participou, em 2021, do ‘The Voice Brasil’ (TV Globo) e, em fevereiro deste ano, a artista lançou seu primeiro extended play (EP) intitulado “Sempre quero mais”.

Com músicas que vão desde o pop à bossa nova, a cantora afirma que leva para os palcos muitas verdades por meio das suas composições e a própria busca por sua identidade artística. “Viver da arte e ser identificada por meio dela é meu maior desejo”, afirma.

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Para marcar esse momento, ela conta, durante a gravação, que trouxe para o palco do programa uma composição nova. “Quis aproveitar essa oportunidade para divulgar uma música nova que estou acrescentando ao repertório e que pretendo lançar em breve”, adiantou animada.

O músico cuiabano Heitor Mattos, de 21 anos, é outro nome que desponta como referência por sua sonoridade e composições. “Gosto de experimentar muitas coisas diferentes, timbres e ritmos. A banda que me acompanha me ajuda a criar com autenticidade e ir colocando uma identidade às composições”, revela.

Suas produções autorais já ocuparam diversos palcos da capital e consolidou seu trabalho musical. “Estar no palco é dos momentos mais importantes e precisa ter muita sintonia com a banda para entregar ao público a arte que fazemos”, avalia.

Sobre a participação no projeto, Heitor considera importante a oportunidade e as parcerias que ele proporciona. “É um privilégio poder subir nesse palco e dividir o meu som, que é único, com a arte de outra artista autoral e que admiro muito”, afirma.

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Fonte: ALMT

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Mato Grosso

Deputados vão propor suspensão da tramitação de projeto que altera legislação sobre o Pantanal

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Foto: Ronaldo Mazza

Após audiência pública realizada na manhã de quinta-feira (30), o deputado Lúdio Cabral (PT) vai recomendar a suspensão da tramitação do Projeto de Lei 561/2022, que altera dispositivos da Lei 8.830/2008 para que possam apresentar emendas para conter o que ele chamou de “verdadeiras ameaças” ao Pantanal e aos povos tradicionais. Durante toda a manhã, representantes de diferentes segmentos da sociedade, como quilombolas, indígenas, pesquisadores, pecuaristas e políticos apresentaram posicionamentos e a grande parte dos presentes afirmou não ter participado da construção da proposta apresentada na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT).

O PL 561/2022, aprovada em primeira votação no plenário, propõe uma série de adequações na Lei 8.830/2008 com intuito de viabilizara pecuária extensiva, como a permissão manejo de vegetação nativa, uso do fogo, introdução de pastagem exótica e a construção de empreendimentos de infraestrutura e abastecimento. O deputado Lúdio Cabral aponta que é justamente neste ponto que a legislação abre brechas para que sejam construídas.

“A pecuária extensiva está sendo utilizada como bode expiatório. O problema concreto e bastante objetivo é a hidrovia no rio Paraguai. Se esse projeto for adiante da forma como está, e ontem o Consema debateu sobre o licenciamento de um porto no Pantanal, esse tipo de empreendimento passa a ser permitido. Nós temos que fazer ao contrário, proibir hidrovia no rio Paraguai, proibir a construção de PCH (Pequena Central Hidrelétrica), não apenas na planície alagável, mas em toda a bacia do Alto Paraguai”.

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Foto: Marcos Lopes

Fora isso, um problema bastante citado ao longo da audiência pública foi à ausência dos povos tradicionais no processo de elaboração do texto. Ribeirinhos, indígenas, quilombolas e pesquisadores de outras entidades de pesquisas reclamaram que não estão contemplados e nem foram ouvidos. “Os ribeirinhos são os mais importantes, quem vivem todos os dias no Pantanal e ninguém foi lá nos ouvir. Não tem mais peixes nos rios e a culpa é da usina de Manso”, desabafou.

A líder indígena Eliane Xunakalo destacou que povos indígenas vivem no Pantanal e que isso não pode ser ignorado. “Existe um protocolo de consulta que não foi cumprido. Não é apenas vir em audiência pública, precisamos ser consultados da maneira correta”.

Representando os pecuaristas, Ricardo Arruda Figueiredo, destacou a importância da atualização legislativa para viabilizar a atividade pecuária na região. Arruda lembrou que grande parte das fazendas produtoras do Pantanal foram esvaziadas e que o rebanho bovino, que já foi de 1,2 milhão, hoje está estimado em 420 mil cabeças. “É preciso garantir a conservação do meio ambiente, mas também a sustentabilidade econômica das pessoas que vivem lá”.

Com relação à urgência na aprovação do projeto, o produtor rural destacou que eles estão no tempo limite para fazer a limpeza da vegetação combustível, visto que o período de estiagem se aproxima e há riscos de incêndios florestais. Lúdio Cabral, entretanto, destacou que um decreto de 2021 já regulamentou o manejo da vegetação e que cabe à Secretaria de Meio Ambiente (Sema) viabilizar o licenciamento para que os produtores limpem os campos.

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Além de barrar a construção de empreendimentos no Pantanal, o deputado Lúdio Cabral destacou que o texto apresentado, com base no estudo feito pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), não traz dados importantes que estão na nota técnica da Embrapa, como limite do uso de pastagem exótica, de uso das reservas legais e do uso do fogo.

A secretária de Estado de Meio Ambiente, Maurren Lazzaretti, participou de forma virtual da reunião e afirmou que é possível inserir as sugestões no texto da lei ou por meio de decreto, até porque algumas situações podem mudar ao longo do ano, como o tipo de vegetação que pode ser manejada.

O deputado Wilson Santos (PSD) também participou da audiência e destacou a necessidade de interromper o rito da tramitação do projeto para que mais atores envolvidos sejam ouvidos. “Precisamos prolongar a discussão, falar mais com as comunidades indígenas, ouvir os apicultores ouvir os pescadores, ouvir os ribeirinhos, ouvir todos que frequentam e vivem do Pantanal. Se isso não for feito, corre o risco de todo esse trabalho aqui na Assembleia ser anulado”.

O presidente da Comissão de Meio Ambiente, deputado Carlos Avalone (PSDB), participou do começo da audiência mas saiu antes de se posicionar sobre as manifestações apresentadas.

Fonte: ALMT

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