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Rio Paraguai em Cáceres tem a 2ª maior seca dos últimos 40 anos

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Um longo período de estiagem castiga o Rio Paraguai, que banha o pantanal mato-grossense, em Cáceres.  Na sexta-feira (20), o rio atingiu apenas 85 centímetros de profundidade, em frente à agência Fluvial, local onde está instalada a régua de medição. A baixa profundidade possibilita que os banhistas atravessem, de um lado para outro do rio, à pé. É a segunda maior seca dos últimos 43 anos.

O rio atingiu o nível mais baixo dos últimos 43 anos, no mês de setembro de 1976 quando, de acordo do a Agência Fluvial, a profundidade registrada pela Agência Fluvial foi de 73 centímetros. A segunda maior seca foi em 20 de setembro de 2012, há 7 anos, quando mediu 80 centímetros de profundidade.

A situação é semelhante no Rio Cuiabá. Na quinta-feira (19), o rio apresentou o menor nível dos últimos 19 anos. Medição realizada pela Agência Nacional de Águas (ANA) apontou que são apenas 19 centímetros de água, quando o mínimo esperado para o tempo de seca é de 50 centímetros. O índice hidrológico é 83% menor que o registrado no dia 11 de maio deste ano, último dia em que choveu na capital mato-grossense e a régua apontava para 1,12 metro.

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O baixo nível de água é resultado de falta de chuva na região. Há mais de 70 dias não chove na região. Um chuvisco, na área central da cidade, aconteceu no mês de agosto, mas foi insuficiente para aumentar o nível do rio. No dia 20 de setembro do ano passado, a altura do rio Paraguai era de 93 centímetros, oito a mais do que neste ano.

A direção da Marinha do Brasil, em Cáceres, recomenda muita cautela aos navegantes. “É necessário que os condutores das embarcações naveguem com muita cautela. Nesse período, são muitos os bancos de areia, ao longo do rio, que podem causar acidentes a quem não tem maior conhecimento da área” afirmou um agente acrescentando que “se a pessoa não tiver conhecimento do rio o melhor que faça é contratar quem conhece”.

A preocupação com a segurança da navegação leva a Administração da Hidrovia do Paraguai (AHIPAR) a realizar dragagens em vários pontos do rio. O trabalho começou no início de setembro, nas proximidades do Barranco Vermelho. Serão dragados, principalmente, o canal e os trechos sinuosos, do rio visando a melhoria das condições de tráfego e a segurança das embarcações.

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São cerca de 20 pontos críticos, conforme levantamento topobatimétrico. A atividade é desenvolvida pelo órgão do Ministério dos Transportes desde a década de 70, compreendendo pequenos trechos com maior concentração de sedimentos, entre a Passagem Velha (km 2.166) e Bracinho (km 2.042)

Apesar do baixo nível de água, estudos técnicos mostram que de Cáceres até a Lagoa Gaíva, próximo à divisa de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, o trecho estreito e sinuoso do rio é o mais crítico. E, as dificuldades de navegação não são de agora. Comandantes de grandes embarcações, como os barcos-hotéis de turismo, as restrições aumentam a cada ano. E que é preciso experiência para navegar em um canal raso, que muda constantemente.

Editoria – Sinzio Alcântara

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Primeiro exame para covid-19 em Adriano Silva dá negativo

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Assessoria

O primeiro resultado do exame para covid-19 feito nas amostras de Adriano Silva deu negativo. O presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso faleceu na noite desta quarta-feira (3), em Cuiabá, após uma série de paradas cardiorrespiratórias. Adriano apresentava sintomas da covid-19 desde o domingo (1).

Ao GD, um familiar de Adriano informou que esse é apenas o primeiro laudo e que uma contraprova é aguardada. Para este primeiro exame, requisitado pelo Hospital São Luiz, em Cáceres, onde Adriano estava inicialmente internado, as amostras biológicas de Adriano foram coletadas na segunda (2).

O exame foi realizado pelo Laboratório Central de Saúde Pública do Estado (Lacen) pelo método RT-PCR em tempo real, considerado o teste padrão-ouro para o diagnóstico de infecção por coronavírus, sendo o método de referência no Brasil para confirmar covid-19.

Adriano foi transferido de Cáceres, onde estava internado, para a clínica Femina na capital. Professor do curso de Direito da Unemat e ex-reitor da instituição, ele contou em uma rede social no dia 1º que passou mal e procurou um médico que o recomendou a internação. Na quarta, Adriano teve complicações pulmonares, foi entubado e transferido para Cuiabá.

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Por volta das 20h47, o governo de Mato Grosso confirmou a morte do presidente da Fapemat.

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Vacinação contra a febre aftosa segue até quarta-feira (10) em Mato Grosso

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Sedec-MT

Os pecuaristas mato-grossenses têm até a próxima quarta-feira (10.06) para vacinar o rebanho  estadual de quase 30 milhões de cabeças de gado contra a febre aftosa. De acordo com o Instituto de Defesa Agropecuária do Estado (Indea-MT), até o momento foi comunicada a imunização de 67,21% do gado em 66,93% das propriedades rurais com bovinos. Os pecuaristas devem comunicar a vacinação até 20 de junho, por e-mail ou presencialmente.

Devido à pandemia do novo coronavírus, houve adequação dos procedimentos previamente à realização desta etapa de vacinação, por meio de videoconferência entre serviço público e iniciativa privada. Também houve a descentralização dos atendimentos de forma itinerante nos assentamentos rurais e barreiras sanitárias da fronteira com a Bolívia sem prejuízo ao atendimento aos produtores rurais na unidades locais do Instituto nos municípios.

“Os dados de venda de vacinas e comunicação ao Indea-MT são avaliados diariamente e comparados ao mesmo período dos anos anteriores para entendermos o panorama e direcionar o planejamento das ações. Por exemplo, se em determinado local verificamos que produtores ainda não adquiriram vacina eles são contactados e alertados pelos servidores do Instituto”, explica Renan Tomazele, diretor técnico do Indea-MT.

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Apesar de quase 90% das doses de vacina já estarem vendidas, o número ainda é baixo se comparado às comunicações feitas ao órgão estadual. Por isso, Tomazele reforça a necessidade de o pecuarista vacinar e comunicar imediatamente à unidade local. Para fazer isto, pode se dirigir pessoalmente, com todas as medidas de segurança, ou enviar um e-mail para a unidade local (clique aqui), anexando a nota fiscal de compra da vacina.

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