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Projeto Bichos do Pantanal promove atividades para comemorar dias mundiais da Água e das Florestas

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Programação será realizada nos dias 20, 21 e 22, em Cáceres, e prevê três dias de palestras, dinâmicas, contação de histórias, trilhas, observação de vida silvestre e flutuação em dolina

O Projeto Bichos do Pantanal, patrocinado pela Petrobras, dedicará três dias para comemorar a importância das florestas e da água como recurso natural, celebrados, respectivamente, nos dias 21 e 22 deste mês. Para isso, a equipe do Programa de Educação Ambiental preparou uma programação de atividades que serão realizadas a partir da próxima quarta-feira (20.03) com alunos da rede pública de Cáceres e Porto Estrela, onde o projeto é desenvolvido. A expectativa é de que mais de 400 estudantes participem das comemorações.

As primeiras atividades serão desenvolvidas com alunos da Escola Municipal Dom Máximo Bienes. Na tarde do dia 20 haverá uma aula dinâmica com contos e histórias e uma palestra sobre os ciclos da água e a importância de sua conservação e, também, das diversas fontes de água acessíveis às populações. No fim do dia cada aluno vai ganhar uma muda de planta nativa como símbolo da conservação das florestas e também receberá dicas de como plantá-la.

A programação para quinta-feira (21), Dia Mundial das Florestas, será destinada a cerca de 80 estudantes das séries iniciais da Escola Municipal Tancredo Neves e do Centro de Atenção Integral à Criança (CAIC), além de 40 alunos da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat). De manhã os monitores do Projeto Bichos do Pantanal trabalharão com as crianças a importância de cuidar da natureza, por meio do plantio de mudas e espécies nativas do Cerrado. Já os universitários terão, à tarde, aula a campo para explorar a importância da formação florestal para a dinâmica climática e regime de chuvas e, ainda, como esses fatores atuam sobre a fauna.

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No terceiro e último dia de celebração, quando se comemora o Dia Mundial da Água, a aula será na Dolina Água Milagrosa, uma cavidade circular de grande dimensão e profundidade,  característica de magníficos relevos cársticos, tomada de água azul cristalina, e um dos cartões-postais de Mato Grosso. A dolina está localizada a cerca de 20 km quilômetros de Cáceres, em uma propriedade particular. Dessa vez, a ideia é levar estudantes das redes municipais de ensino de Cáceres e Porto Estrela para vivenciarem a conexão com a natureza com visita a um local de beleza única.

A atividade, além de envolver caminhada, trilhas, observação de vida silvestre com  binóculos e lunetas e flutuação na dolina, marcará o início do projeto Conhecendo a Dolina Água Milagrosa – A observação e Conexão com a Natureza como estratégia de Educação Ambiental e fomento ao turismo de natureza, em parceria com as secretarias municipais de Educação de Cáceres e de Porto Estrela.

“Queremos possibilitar às crianças a aproximação e a vivência com a natureza, estimulando o desenvolvimento de processos empáticos, que possibilitem a construção de uma postura de integração, admiração e respeito ao meio natural. Pequenas ações, como plantio de uma árvore ou a visita um lugar como a Dolina, são ferramentas transformadoras que podem impactar o futuro dessas crianças e gerar resultados positivos para o mundo”, explica o professor Mahal Massavi, coordenador do programa de Educação Ambiental do Projeto Bichos do Pantanal. Professores também participarão das atividades e haverá trilha para explorar todos os aspectos naturais da região.

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A diretora do Projeto Bichos do Pantanal, Jussara Utsch, lembra que o bioma é uma das maiores áreas úmidas do planeta e de extrema importância para o ecossistema global. “Vamos comemorar essas datas com atividades especiais do nosso programa de educação ambiental Conexão com a Natureza do Projeto Bichos do Pantanal, e contaremos com parcerias e participação cooperativa numa soma de esforços comprometidos com um mundo melhor, mais consciente e com a missão de cuidar deste imenso reservatório de água doce, tão importante para o suprimento de água e equilíbrio ecológico”.

O projeto

Em sua segunda edição, o Projeto Bichos do Pantanal é gerido pelo Instituto Sustentar de Responsabilidade Socioambiental e conta com o patrocínio da Petrobras por meio do Programa Petrobras Socioambiental. Entre 2013 e 2015 a iniciativa conquistou prêmios e diversos resultados positivos, especialmente com as ações de educação ambiental, que envolveram 44 mil crianças e jovens do Alto Pantanal. Ao todo, 350 mil pessoas foram mobilizadas com as atividades.

A área de atuação do Bichos do Pantanal abrange o município de Cáceres, o rio Paraguai, a Estação Ecológica Taiamã até Pacu Gordo, e também o município de Porto Estrela, região do entorno da Estação Ecológica da Serra das Araras.

Para mais informações:
Assessoria de Imprensa Bichos do Pantanal Camila Cecílio (11) 99922-2105

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Cáceres e Região

Estudantes do IFMT em Cáceres debatem soluções para dilemas cotidianos em roda de conversa promovida pelo MP

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Como jovens e adolescentes podem entender e enfrentar as dificuldades de interação social? A utilização de recursos tecnológicos pode ser nociva? Como superar problemas relacionados à depressão, ansiedade, autoestima, solidão, vícios, bullying?  Esses foram alguns dos questionamentos que envolveram estudantes de cursos do ensino médio, técnico e superior do Instituto Federal de Mato Grosso, IFMT Campus Cáceres – Prof. Olegário Baldo durante roda de conversa realizada essa semana (23.04) no campus. A atividade intitulada “a solução de nossos problemas” integra agenda de sensibilização e orientação desenvolvida pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) por meio da Promotoria de Justiça da Infância e da Adolescência de Cáceres, em unidades escolares do município.

De acordo com a coordenadora do projeto, promotora Taiana Castrillon Dionello, o objetivo é despertar os jovens para aptidões da inteligência emocional como autoconhecimento, controle emocional, automotivação, além da empatia e interação social, reveladas na capacidade de ouvir e se colocar no lugar da outra pessoa e de saber lidar com os relacionamentos, em exercício diário de respeito e de perdão.

“A demanda que tem chegado pra nós é de muitos problemas de relacionamento interpessoal entre os jovens e a família e, na maioria das vezes, o espaço de revelação é a escola. Então, a gente observa que há necessidade de se trabalhar essas questões das aptidões emocionais. São ferramentas muito úteis que os jovens precisam ter para lidar com os dilemas, com os problemas diários e mostrar para eles que tudo tem uma solução na vida, têm caminhos”, destaca Taiana.

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O trabalho realizado com alunas e alunos do IFMT contou com as contribuições de equipe formada pela assistente social do MPMT Frankielle Corrêa, a psicóloga Rayanne Moreno Pereira e o professor da área de Ciência da Computação da Universidade do Estado de Mato Grosso, Unemat, Tiago Luís de Andrade.

Entre os propósitos da ação, está a difusão de informações para a comunidade estudantil sobre como buscar ajuda para problemas como depressão, vício, ansiedade, automutilação, assédio. Nesse sentido, a escola é uma das portas de entrada para a Rede de Proteção de adolescentes e jovens no contato com a direção e coordenação pedagógica bem como o Ministério Público que pode acionar a rede de atendimento psicossocial do município.

A diretora do Departamento de Desenvolvimento Educacional do Campus Cáceres, Juçara Tinasi reforçou o papel da escola e compromisso do IFMT em fortalecer o elo dessa rede de atendimento no trabalho cotidiano desenvolvido no campus por toda equipe pedagógica e multiprofissional de atendimento aos estudantes. Tinasi parabenizou à promotoria e toda a equipe do projeto pelo trabalho realizado e agradeceu pela disponibilidade para agenda no IFMT.

Utilização de Recursos Tecnológicos: responsabilidades e consequências

No que tange à utilização de recursos tecnológicos, o professor Tiago provocou entre os estudantes à reflexão sobre problemas causados pelo uso desmedido e sem limites dos recursos, a exemplo do vício e do isolamento de quem busca interação exclusiva no universo virtual. Entre outros aspectos, o docente alertou para as consequências, incluindo responsabilização criminal, do uso inadequado dos recursos e enfatizou a existência de regras e leis que regulam a sua utilização, a exemplo da Lei n. 12.965/14, chamada “Marco Civil da Internet”- que trata de direitos, deveres e garantias do fornecimento da internet como recurso tecnológico no Brasil – e da Lei 12.737/2012 que ficou conhecida como “Lei Carolina Dieckmann” com a tipificação criminal de delitos informáticos.

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 “Nós temos várias possibilidades de utilização de forma positiva como fonte de pesquisa, comunicação, entretenimento e informação. Acontece que estamos vivenciando uma triste realidade que as pessoas estão utilizando os recursos tecnológicos também para o lado negativo, isso tem chamado mais atenção, porque o recurso tecnológico está sendo distorcido de sua objetivação”, afirma Tiago.

O docente deu exemplo de situações criminosas em que os responsáveis foram identificados por meio do rastreamento de dispositivos eletrônicos a exemplo do caso de assassinato da vereadora do Rio de Janeiro Mariele Franco em que o suspeito pela execução do crime que hoje está preso foi identificado a partir de investigação dos dados de navegação de celulares. No outro exemplo, do massacre na Escola de Suzano em São Paulo, a polícia chegou ao suspeito de quem planejou a ação e de quem forneceu arma, ao investigar a utilização de recursos tecnológicos.

 “Saibam que todas as vezes que utilizamos qualquer dispositivo eletrônico nós podemos ser rastreados e monitorados, com ou sem internet. Nos dados de navegação, por exemplo, quando utilizamos os recursos enviamos metadados como dados de localização, hora, local, dispositivo, característica do aparelho, entre outros”, explica o professor.

Edna Pedro  DRT RJ 5056/2001
Assessoria de Comunicação
IFMT/Campus Cáceres – Prof. Olegário Baldo
(65) 3221-2631
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Levantamento – Mato Grosso é o 7º estado em índice de educação do Ipea

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Mato Grosso ficou em 7º lugar no ranking de educação que consta no Radar IDHM, índice divulgado na última semana pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) que analisa renda, educação e longevidade no Brasil com o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM). Mato Grosso também está entre os 11 estados brasileiros com renda alta da população, item que fica em 9º colocado no ranking.

A última edição do Radar IDHM analisou os dados de 2012 a 2017 dos 26 estados e do Distrito Federal. Mato Grosso evolui na nota da maioria dos itens que compõem o índice como na longevidade, na qual fica em 11ª colocação entre os estados.

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Outra questão analisada pelo levantamento são as desigualdades de gênero e raça. Segundo o documento, “pensar sobre desigualdades sociais no Brasil e no mundo passa, obrigatoriamente, pelo reconhecimento das reflexões produzidas no campo dos estudos sobre raça e gênero. Por esse caminho, compreende-se que a diversidade dos grupos sociais no Brasil perpassa, também, pela diferença na condição de vida desses indivíduos”.

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No índice geral, que compara renda, longevidade e educação, Mato Grosso é o 13º com a maior diferença entre brancos e negros. No entanto, é o 4º com o melhor índice de educação para negros e o 7º em renda da população negra.

Quando a comparação é feita entre homens e mulheres, o índice deles é maior, 0,773 contra 0,761 delas, mas ainda é a menor diferença no Centro-Oeste. As mulheres tem melhores índices em educação e longevidade, mas quando o assunto é renda os homens tiveram nota 0,819 e as mulheres mato-grossenses 0,630.

Thalyta Amaral / GD

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