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Mato Grosso

Professores recebem certificado pela conclusão do curso de Mediação de Conflitos Escolar

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Os 22 professores da rede estadual de ensino de Mato Grosso, que participaram do curso de Mediação de Conflitos Escolar, receberam os certificados de conclusão nesta terça-feira (07.07), durante solenidade realizada via videoconferência. O Mediação Escolar é um projeto promovido pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), em parceria com a Secretaria de Estado de Educação (Seduc) e o Poder Judiciário.

O foco principal do curso é oferecer aos profissionais da educação formação em práticas de resolução pacífica de conflitos, a fim de fomentar a adoção dessas habilidades pela comunidade escolar. Com isso, espera-se formar uma importante estratégia para mitigar os casos de violência nas escolas e possibilitar a construção de uma cultura de paz nesses ambientes.

Participaram do curso professores do Núcleo de Mediação Escolar da Seduc e coordenadores pedagógicos e diretores das Escolas Estadual Pascoal Ramos, Francisco Alexandre Ferreira Mendes, Leovegildo de Melo, Tancredo de Almeida Neves e André Avelino Ribeiro, de Cuiabá, e da Escola Deputado Emanuel Pinheiro, de Várzea Grande.

Esses profissionais já estão aptos a usar técnicas de mediação para solucionar conflitos como indisciplina, violência e intolerância nas unidades de ensino.

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O Curso, realizado em 2019, teve carga horária de 100 horas, sendo 40 de formação teórica e 60 de prática. Esta foi a segunda turma de professores, coordenadores e diretores capacitados em Cuiabá e Várzea Grande.

Conforme destacou a secretária de Estado de Educação, Marioneide Kliemaschewsk, essa é uma importante parceria com o MPE e o Tribunal de Justiça que proporciona a formação dos profissionais da educação para trabalhar práticas de resolução de conflitos nas escolas.

“Com ações educativas e preventivas é possível evitar conflitos e violência envolvendo professores, alunos e pais. Esse projeto vai muito além da cultura da paz dentro da escola, pois essas ações, realizadas na escola, vão refletir em toda a comunidade escolar, inclusive dentro de casa também”.

A líder da equipe de Mediação Escolar da Seduc, Lúcia Couto, destacou que a formação foi repleta de conhecimentos, ensinos e descobertas e que proporcionou a ela novos olhares enquanto pessoa e profissional. “Que possamos continuar com este trabalho promissor, com desafios, expectativas, erros e acertos. Que busquemos cada dia mais ajudar na transformação dos conflitos”.

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Segundo o coordenador do projeto de Mediação Escolar, promotor de Justiça Miguel Slhessarenko Júnior, a intenção é ampliar o projeto para outros municípios do Estado e envolver muito mais escolas nessa ação. Ele destacou ainda, que essa é uma ação importante a qual os mediadores escolares terão que colocar em prática assim que as aulas presenciais retornarem na rede estadual.

Também participaram da solenidade o presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso, desembargador Carlos Alberto Alves da Rocha, o procurador-geral de Justiça do Estado de Mato Grosso, José Antônio Borges Pereira, o procurador-geral do Estado, Francisco de Assis da Silva, a instrutora de mediação escolar Maria Helena Bezerra, a presidente do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos, desembargadora Clarice Claudino da Silva.

Os certificados foram encaminhados por e-mail aos professores, coordenadores e diretores das escolas.

Fonte: GOV MT
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Procon-MT alerta sobre medidas de proteção durante compras para o Dia do Pais

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Preocupado com o avanço do coronavírus, o Procon Estadual orienta os consumidores sobre cuidados que se deve ter ao realizar compras neste final de semana, por ocasião do Dia dos Pais, comemorado no próximo domingo, 09 de agosto.//

De acordo com o órgão, com o atual cenário de pandemia, a principal orientação é a manutenção das práticas de segurança para evitar disseminação do vírus, e com isso, garantir que a data seja comemorada sem riscos para a saúde.//

Com a proximidade do Dia dos Pais, é comum o aumento de fluxo no comércio de rua e também centros comerciais e shoppings centers, por isso, as medidas básicas de proteção não podem ser esquecidas./ O distanciamento social, uso de máscara, higienização constante das mãos e limpeza correta de utensílios e outros equipamentos, são fundamentais para se proteger contra o vírus.//

O Procon alerta também em relação as cuidados com as compras pela internet./ Um detalhe importante para evitar golpes e prejuízos é verificar se constam no site do vender  número do CNPJ – Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica, endereço físico e canais de troca de mercadoria e atendimento.//

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Ao efetuar a compra, imprima ou salve em seu computador a página do site com os dados e, antes de enviar informações pessoais e do cartão de crédito, observe se a conexão é segura./ Para saber mais e ver outras informações, acesse: www.procon.mt.gov.br .//

Por Jota Passarinho / Beatriz dos Passos

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Estadual

Mato Grosso é apontado como exemplo para o país no mapeamento e combate ao desmatamento ilegal

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“A tolerância é zero com o desmatamento ilegal”, disse Mauren Lazzaretti, secretária de Meio Ambiente de Mato Grosso, ao Valor Econômico, em reportagem publicada nesta quarta-feira (05.08). A publicação destaca que o Estado é um dos pioneiros no mapeamento e combate ao desmatamento ilegal, apontando a redução de 20% da área de desmate irregular em junho deste ano, em relação ao mesmo mês de 2019.

“Mato Grosso também largou na frente na análise e na validação dos CAR, outro diferencial no combate ao desmatamento ilegal. Cerca de 30% dos 91 mil registros no sistema estadual, que filtrou e solucionou milhares de sobreposições de áreas, já foram analisados”, escreveu o jornalista Rafael Walendorff.

O pioneirismo de Mato Grosso para garantir que produtores legalizem a situação ambiental das propriedades também foi apontado na matéria “Produtor pede sistema ágil para mapear desmate ilegal”, uma vez que no início do próximo ano será implementado módulo de Compensação de Reserva Legal dentro do Programa de Regularização Ambiental (PRA).

De acordo com a reportagem, os agropecuaristas e exportadores pedem métodos que comprovem que produtos, como soja, milho e carne bovina, não saem de áreas de desmatamentos ilegais.

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Operação Amazônia Arco Norte na região de Aripuanã – Desmatamento
Créditos: Mayke Toscano/Secom-MT

Para isso, o Estado investiu R$ 6 milhões, em 2019, na plataforma de monitoramento em tempo real do desmatamento, o Satélite Planet, que emite alertas visuais diários e envia relatórios semanais por email de supressão da vegetação a partir de 1 hectare, que são cruzados com dados do Governo.

O sistema é capaz de checar quem é o proprietário da área e se há aval para desmate, acelerando uma eventual autuação, até de forma remota. Dois mil alertas foram atendidos só em 2020. “Vou direto ao local, economizo dinheiro e sou mais eficiente”, destacou a secretária.

O Valor Econômico trouxe ainda que “só este ano, 255 mil hectares foram embargados em Mato Grosso. São mais de 2,2 mil autuações e R$ 2,1 bilhões em multas aplicadas pela Secretaria de Meio Ambiente, Ministério Público, Ibama, Exército, Polícia Militar e Corpo de Bombeiros. O ‘maior rigor’ já inibiu a ação ilegal. Um dos motivos é a apreensão de mais 600 equipamentos usados por quem desmata ilegalmente – de motosserras e armas de fogo até um helicóptero utilizado na dessecagem aérea da mata que seria derrubada. A ideia é institucionalizar o modelo para replicar o que deu certo nos outros Estados da região”.

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Operação Amazônia Arco Norte na região de Aripuanã – Desmatamento
Créditos: Mayke Toscano/Secom-MT

A reportagem analisou que mesmo com avanços, a área desmatada ainda cresce, porém em um ritmo muito menor que em outros Estados da Amazônia Legal. “Enquanto no Pará houve avanço de 84% entre as safras 2018/19 e 2019/20, o aumento em Mato Grosso foi de 10% – menor índice da Amazônia Legal, que na média foi de 43%. ‘Ainda não é o esperado’, relata a secretária Mauren Lazzaretti com base em dados do Imazon. Foram 873 km² de floresta derrubados no Estado entre agosto do ano passado e junho deste ano, dos quais 14% de maneira legal e autorizada”, destacou a publicação.

Confira a íntegra da reportagem em anexo.

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  • Reportagem Valor Econômico

Carol Sanford | Secom-MT

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