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Estadual

Professores criticam proposta, mas decidem na 2ª se mantém greve em MT

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Sintep afirma que documento não apresenta nada de concreto para encerrar a paralisação

O Sindicato dos Profissionais do Ensino Público de Mato Grosso (Sintep/MT) encaminhou nesta quarta-feira (05.06) o documento enviado pelo governo Mauro Mendes, com as propostas às reivindicações da categoria, para a base. O conteúdo será analisado nas Assembleias locais e o resultado trazido pelos delegados para o Conselho de Representantes, dias 8 e 9 de junho. A deliberação final será feita na Assembleia Geral, dia 10, a partir das 14h, na Escola Estadual Presidente Médici, em Cuiabá.

Na avaliação geral, o documento apresentado traz uma justificativa ampliada dos argumentos apresentados pelo governo, em três reuniões anteriores. A proposta não trouxe nada de novo, conforme esclareceu o secretário de finanças do SIntep/MT, Orlando Francisco. “O governo apenas reafirma a impossibilidade de cumprir o direito dos servidores devido o limite prudencial, e a Lei de Responsabilidade Fiscal”, disse.

Conforme o dirigente, o governo se esforça por apontar as despesas do estado, com o limite de gastos com pessoal, mas não traz incrementos de receitas ou esclarecimentos sobre o por que não cumpre o artigo 245 da Constituição Estadual, que ampliaria a arrecadação possibilitando margem para cumprir a Lei 510/2013, esclarece o dirigente.

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Enquanto se avalia o documento, a greve continua. A Assembleia da próxima segunda-feira (10.06) dará o norte ao movimento. A categoria fará o debate coletivo e apresentará o posicionamento.

Folha Max

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Estadual

Lideranças municipalistas pressionam pela votação de projetos no Congresso Nacional

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O presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios-AMM, Neurilan Fraga, participou em Brasília nesta segunda-feira (17) de uma mobilização na Câmara Federal, junto com outras lideranças de entidades estaduais e o presidente da Confederação Nacional de Municípios, Glademir Aroldi.  O movimento busca apoio para aprovação das Propostas de Emenda à Constituição que tramitam na Câmara, como a  PEC 391/2017, que prevê 1% do Fundo de Participação dos Municípios-FPM para setembro; a PEC 376/2009, da unificação de mandato e a PEC 06/2019, que trata dos municípios na Nova Previdência.

As lideranças estiveram na Comissão de Constituição e Justiça e Cidadania-CCJC da Câmara para apresentar o documento com as assinaturas sobre a unificação de mandato. “Eram necessárias 22 assinaturas, mas conseguimos 28 para que o relatório do deputado Valtenir Pereira seja colocado em pauta para a aprovação pela comissão. Será necessário novamente mobilizar os parlamentares para que as assinaturas sejam suficientes para pautar a matéria. Deveremos alcançar até 35 assinaturas”, assinalou Fraga.

Com relação à matéria, ainda há resistência de alguns parlamentares e do presidente da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC), Felipe Francischini (PSL-PR), em pautar o projeto sobre a unificação das eleições.

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Nesta terça está prevista também a leitura e se possível a votação do relatório pela comissão especial da PEC que prevê o acréscimo de 1% do Fundo de Participação dos Municípios de  setembro.  O acréscimo de 1% no principal repasse da União aos municípios tem como relator o deputado Júlio César (PSD-PI), e como presidente da comissão especial, o deputado Pedro Westphalen (PP-RS).

Quanto à votação da Reforma da Previdência, o movimento municipalistas busca apoio para a inclusão dos municípios. O relatório da PEC 06/2019, apresentado pelo deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), não contempla os estados e os municípios na reforma previdenciária. Em acordo dos líderes, os parlamentares optaram por deixar de fora, com a possibilidade de fazer a incorporação por emenda. ”Vamos lutar para que os Regimes Próprios de Previdência Social (RPPS) não sejam penalizados”, alertou Neurilan.

Assessoria

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Carreta tomba, atinge caminhão na pista contrária e 4 pessoas morrem na BR-174

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Um acidente matou quatro pessoas na BR-174, município de Porto Esperidião, a 358 km de Cuiabá. De acordo com a Polícia Civil, uma carreta tombou e atingiu um caminhão na pista contrária. O acidente ocorreu nessa sexta-feira (14).

Morreram no acidente as seguintes pessoas: Jose Nelson Barbaresco, de 57 Anos, Silvani Barbaresco dos Santos, de 52, Aparecido de Paula Chaga, de 44, e Rafael Isaías Durante, de 27.

O acidente ocorreu no km 212 da rodovia.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou que a pista ficou totalmente interditada pela manhã de sexta-feira e seguiu no sistema ‘pare e siga’ até a madrugada deste sábado (15).

Segundo a Polícia Civil, o acidente vitimou as quatro pessoas, sendo um casal na carreta e dois homens no caminhão. Aparentemente antes da colisão houve um tombamento da carreta que invadiu a pista contrária batendo no caminhão.

As vítimas morreram no local e não tiveram chances de serem socorridas pelo Corpo de Bombeiros.

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O veículo deles atingiu um caminhão de frente. Nesse segundo veículo estavam Aparecido e Rafael.

Equipes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e Perícia Oficial de Identificação Técnica (Politec) estiveram no local do acidente. Os bombeiros retiraram os corpos das ferragens e as vítimas foram levadas para exame de necrópsia em Pontes e Lacerda.

Segundo os levantamentos da equipe PRF que atendeu o acidente, a carreta seguia sentido Cáceres, tombou na curva e seguiu arrastando no asfalto, batendo de frente com o caminhão que transitava na pista contrária.

Por: G1-MT

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