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Produção cogitou eliminação sem público no “BBB 18”, mas voltou atrás

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Não é segredo para ninguém que o “BBB19” perdeu não emplacou. Em comparação ao ano anterior, a nova edição do reality não empolga, com falta de elementos cruciais para uma boa participação dos confinados.

Leia também: Oito razões que levaram “BBB 19” a abrir mão da soberania do público no paredão


Participantes do
Reprodução/Globo

Participantes do “BBB 19”


Um grande exemplo da perda do poder do público no ” BBB19″ é o paredão desta semana, que será decidido pelos próprios personagens, ou seja, os participantes. A berlinda será formada pela indicação do líder, a do Big Fone, e pelos votos no confessionário.

A audiência salvará dois participantes e, dos dois que sobrarem, um será cortado do confinamento pelos protagonistas do programa. No entanto, essa atitude não agradou o público, que perdeu o poder de eliminação.

No ano anterior, entretanto, acatando ao ditado de que “A voz do povo é a voz de Deus”, o Big Brother voltou atrás na decisão de um confronto específico. Na ocasião, Tiago Leifert havia explicado que o público eliminaria duas pessoas, em um paredão triplo. E aí, o que os brothers não saberiam, é que os dois “eliminados” ficariam escondidos e, durante uma prova de eliminação entre eles, um voltaria à casa mais vigiada do Brasil. O outro, claro, seria eliminado.

Leia também: Quais participantes despontam como favoritos do “BBB19”?

No entanto, essa escolha não agradou e o apresentador acabou anunciando a nova decisão: paredão triplo, o menos votado seria “eliminado”, ficando escondido durante alguns dias. Depois, retornaria ao reality imune e com o poder de indicar alguém à berlinda.

Dito e feito, na disputa entre Paula, Mahmoud e Gleici, esta última voltou e indicou Patricia, que acabou eliminada. Gleici ainda venceu o programa, levando R$ 1,5 milhão para casa.

Leia também: Cinco vezes em que o “BBB19” flertou com a treta

Até então, o público não se animou com o ” BBB19″ . Nas redes sociais, a edição é considerada morna e sem muitos momentos marcantes. A grande queixa, principalmente no Twitter,  é de que até agora nenhum romance foi emplacado. A falta de conflitos realmente significativos e a ausência de competição entre os próprios confinados também desanimou.

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‘Quando parei de alisar o cabelo, entendi meu lugar como cidadã negra no Brasil’, diz a cantora Lellê

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Prestes a participar de um filme da Netflix e de série do GNT, ex-integrante do Dream Team do Passinho lança o primeiro single de sua carreira solo RIO — O black power da menina, que até os 14 anos teve o cabelo alisado pela mãe, foi crescendo junto com seu orgulho negro — à medida que entendia quem era e a importância de valorizar suas raízes, a juba aumentava. Agora, sete anos depois, ela aparece mais armada do que nunca no clipe “Mexe a raba”, primeiro single da carreira solo de Lellê, ex-Lellêzinha do Dream Team do Passinho, que será lançado nesta quinta-feira na internet, pelo selo Blacktape, de Preta Gil.

Dirigido por Lellê (em parceria com Jeff), que assina também o roteiro, o vídeo tem um elenco 100% negro, dançando como se não houvesse amanhã. Antes, ela já havia lançado a música  “Nega braba” para o filme “Correndo atrás”, de Jeferson De. Era ela essa nega braba?

— A letra é o resumo da minha vida: sou favelada, quero dançar funk e tenho orgulho das minhas raízes. Coloquei minha história ali porque as nossas histórias ( da mulher negra no B rasil) são parecidas mesmo. A partir da música, ganhei o apelido. A nega braba é foda, não aceita certas coisas. Sou a nega braba, sim, pela minha história, meu caráter.

Voltando ao cabelo, hoje cada vez mais black, Lellê diz que ele teve papel fundamental na construção da sua autoestima como mulher negra.

— Eu não conhecia meu cabelo. Quando eu era criança, o cabelo natural do negro, o volume, não era considerados legal, aceito. Sempre senti que faltava algo em mim, não me encontrava porque me anulava. — recorda. — A partir do meu cabelo, brincando com ele, comecei a entender o meu lugar como cidadã negra no Brasil. Ao abandonar a química, passei a me olhar e aquilo me deu horizonte. Nunca tinha tido aquela sensação,bom que foi bem cedo.

ascida na Praça Seca, criada pela mãe manicure (o pai morreu quando ela tinha sete anos), Alessandra Aires Landin, a Lellê, de 21 anos, aprendeu a dançar lá pelos 6, graças ao irmão de criação, que aprendia os passos nos bailes funks e os ensinava a ela. Foi descoberta numa batalha de passinho e escolhida para integrar o grupo de dança que a projetou.

Com o primeiro salário, comprou uma geladeira para a mãe e outra para a avó. Ganhou papel em “Malhação”, fez comercial com o cantor colombiano Maluma e cantou com Alicia Keys no Rock in Rio 2017. Agora, ela fará seu próprio show no Palco Sunset (é a atração de abertura). “Vou cantar ‘Proud Mary”, de Tina Turner, e homenagear artistas negros que influenciaram a minha carreira e a minha vida”, conta.

Ela também vai atuar no filme da Netflix “Ricos de amor”, de Bruno Garotti (o mesmo de “Cinderela pop”) e, em agosto, estará em “Autênticas”, série do GNT sobre os bastidores da vida de vários artistas.

Nesta entrevista, ela fala também sobre a mudança de nome e mais sobre.

Maria Fortuna/ Globo

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Bruna Marquezine celebra Dia dos Namorados em jantar dos solteiros

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A atriz reuniu amigos solteiros para um jantar nesta noite do Dia dos Namorados em São Paulo

Depois de passar o dia fotografando para uma campanha em São Paulo, Bruna Marquezine reuniu amigos para um jantar dos solteiros. A atriz e seus amigos escolheram fondue para a noite do Dia dos Namorados

Entre os integrantes do grupo está João Figueiredo, que viajou com a atriz para a África em março. “Nunca mais chamo esses solteiros pra comemorar o Dia dos Namorados”, brincou a atriz ao mostrar um vídeo do grupo cantando no restaurante. “Que vergonha”, divertiu-se (veja vídeos abaixo).

Bruna está solteira desde o fim de seu namoro com Neymar, em outubro de 2018.

Redação Marie Claire

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