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Pró-Saúde completa um mês de gestão própria do Hospital São Luiz

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O Hospital São Luiz, em Cáceres (MT), concluiu seu primeiro mês sob gestão da Pró-Saúde Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar tendo realizado 17,5 mil atendimentos.

“A quantidade de pacientes atendidos reforça a importância que o Hospital São Luiz tem para a população de Cáceres e região. Estamos cumprindo a meta inicial de mantermos o padrão de qualidade, garantindo atendimento aos pacientes”, afirmou o diretor Hospitalar Bruno Ferreira Resende.

Ele observou que esta é uma fase de análise de todos os processos internos para a identificação de pontos de melhoria. “Vamos atuar de maneira planejada, aproveitando o engajamento e a dedicação dos colaboradores neste trabalho contínuo de aprimoramento, tendo como foco principal a assistência aos pacientes”, afirmou.

Nos primeiros 30 dias de gestão da Pró-Saúde, o HSL realizou 13,9 mil exames, 2,3 mil consultas ambulatoriais, 193 partos e 286 cirurgias.

Referência para 22 municípios da região Oeste do Estado e da vizinha Bolívia, o Hospital São Luiz possui 156 leitos — destes, 72% são destinados ao atendimento gratuito (SUS).

Com 503 colaboradores diretos, o Hospital oferece atendimento nas especialidades de Clínica Médica, Cirúrgica, Ginecologia, Obstetrícia, Pediatria, UTI Neonatal e UTI Adulto, Pronto Atendimento e Centro Cirúrgico com seis salas.

A Unidade atende partos de alto risco e gestantes encaminhadas pelo município. Possui um parque tecnológico moderno, com equipamentos e serviços de diagnóstico e de procedimentos médicos, como ressonância magnética, tomógrafo, densitometria, ultrassom, ecocardiograma, cardiotocógrafo, laboratório de análises clínicas entre outros.

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Para o 1º vice-presidente da Pró-Saúde, padre Robson Antônio Gonçalves, gerenciar o Hospital São Luiz representa uma importante conquista institucional e uma oportunidade para compartilhar o modelo de gestão exitoso da Pró-Saúde para mais uma região.

“Tive a oportunidade de conhecer a Unidade e de conversar com os colaboradores. Ficou evidente o carinho e a dedicação de todos com o Hospital e os pacientes. Vamos seguir reforçando nossos princípios de atendimento humanizado e de qualidade, compartilhando experiências de sucesso que alcançamos ao longo desses mais de 50 anos em que a Pró-Saúde atua no País”, comentou.

Sobre o Hospital São Luiz

Fundado em 1938, quando Cáceres ainda era um povoado, o Hospital São Luiz nasceu quando o Frei Ambrósio Dayde, da Missão da Ordem Terceira Regular de São Francisco do Brasil, adquiriu uma casa com terreno para abrigar os enfermos, formando um “dispensário”, onde estava sempre a irmã Antônia Rodrigues, freira pertencente à Congregação do Instituto Imaculada Conceição.

No mesmo ano, ocorreu a efetivação de convênio com o Estado de Mato Grosso. Em 1940, o dispensário foi transformado em hospital e, a partir da organização dos padres franciscanos, passou a chamar-se Hospital São Luiz. Em 1993, a Sociedade Educadora Beneficente Providência Azul, então proprietária da instituição, passou o Hospital São Luiz à Associação Congregação de Santa Catarina (ASCS). Em dezembro de 2018, após uma reestruturação, a ASCS transferiu a gestão da unidade para a Pró-Saúde.

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Sobre a Pró-Saúde

A Pró-Saúde é uma das maiores entidades de gestão de serviços de saúde e administração hospitalar do País. Fundada em 1967, como Associação Monlevade de Serviços Sociais, em João Monlevade (MG), a Pró-Saúde é uma instituição filantrópica sem fins lucrativos. Tem sob sua responsabilidade 2.068 leitos e o trabalho de cerca de 16 mil profissionais, sendo 2,9 mil médicos, além de reunir um dos maiores quadros de administradores hospitalares do Brasil, contribuindo para a humanização do atendimento hospitalar, em especial do Sistema Único de Saúde (SUS).

Com excelência técnica e credibilidade nacional, é uma entidade qualificada como Organização Social de Saúde (OSS) que oferece uma gama de serviços em benefício da vida. A atuação na área de administração hospitalar tornou a entidade amplamente reconhecida no setor, permitindo que a Pró-Saúde ofereça a mesma qualidade em assessoria e consultoria, planejamento estratégico, capacitação profissional, diagnósticos hospitalares e de saúde pública, gestão de serviços de ensino e muitos outros. A entidade faz a gestão de quatro Centros de Educação Infantil, em São Paulo, cidade em que também fica localizada a sua Sede Administrativa.

Da Assessoria

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EDUCAÇÃO EM PAUTA: Grevistas bloqueiam trecho da BR-364 em ato contra governo

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Membros do Sindicato dos Trabalhadores do Ensino Público de Mato Grosso (Sintep) fechou trecho da BR-364, na saída de Cuiabá, em protesto contra o governo do Estado. A via foi bloqueada por volta das 8h20 da manhã desta terça-feira (25) e só foi liberada por às 10h30.

De acordo com a Rota do Oeste, o bloqueio da pista foi feito por 100 pessoas, que passaram a coordenar do tráfego por meio do ‘pare e siga’.

Antes disso, o trânsito ficou totalmente bloqueado por cerca de 40 minutos.

Henrique Lopes, membro do Sintep, disse que a paralisação teve caráter de advertência. “É o que pode acontecer em outras rodovias caso o governo não negocie e mantenha a decisão de cortar o ponto dos profissionais”.

Segundo ele, a escolha pelo bloqueio das rodovias se deve ao fato de ser a princiapl forma de transportar a produção de Mato Grosso.

“É por onde passa tudo que é produzido no Estado e que deveria ser taxado, aí não teriamos problemas na saúde, educação e segurança como temos. Não há impostos”.

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O caminhoneiro Adriano Goes, que está vindo do Acre, contou que está há 2 horas parado no trânsito. Segundo ele, o bloquei da pista não vai ajudar na situação dos profissionais.

“Me falaram que são professores, não sei se aqui eles vão conseguir resolver alguma coisa. Só vai dar prejuízo para nós. Imagina quem tem uma carga viva? Tem que ir combrar no lugar certo. Todo mundo aqui está com vontade de ir embora, na Serra essa quantidade de carreta vai ser um problema”, disse.

Adriano está parado cerca de 2,5 km do local bloqueado pelo Sintep, que foi libernaod tráfego por 15 minutos e, em seguida, retoma o bloqueio.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou que, por volta das 10h30, os profissionais decidiram encerrar a manifestação.

O sindicato vai se reunir na tarde desta terça com o governo.

 

Greve mantida

Em assembleia realizada na segunda-feira (24), profissionais da educação decidiram manter o movimento por tempo indeterminado.

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Foi apresentada ainda uma agenda de mobilizações, que começa nesta terça e segue até a próxima segunda-feira (01), quando uma nova assembleia será realizada.

Em carta aberta aos profissionais, o governo de Mato Grosso fez um apelo, pedindo que seja reconhecida a crise financeira que o estado enfrenta.

No documento, 3 itens foram pontuados como já atendidos pelo Poder Executivo, alertando que as leis que garantem a Revisão Geral Anual (RGA) e do aumento salarial, específicas da categoria, não foram revogadas.

Yuri Ramires e Viviane Saggin / GD

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Mais de 53,5 milhões de pessoas já se vacinaram contra a gripe

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Os dados mostram que 18 estados e o DF atingiram a meta de 90%

Mais de 53,5 milhões de pessoas dos grupos prioritários, entre eles, professores, gestantes, profissionais das forças de segurança de salvamento, crianças e idosos, procuraram os postos de saúde, onde se vacinaram contra a gripe, até essa segunda-feira (24). Também foram vacinadas 5,6 milhões de pessoas que não integram os grupos prioritários.

De acordo com o Ministério da Saúde, os dados mostram ainda que 18 estados e o Distrito Federal conseguiram vacinar 90% do público-alvo. No total, foram distribuídas 59,5 milhões de doses para todo o país. Os grupos prioritários tiveram entre os dias 10 de abril e 31 de maio para se vacinar com exclusividade.

 Dia D de vacinação contra a gripe no Leme, na zona sul do Rio de Janeiro.
Campnanha de vacinação contra a gripe – Tomaz Silva/Agência Brasil

“Apesar de atingir a meta nacional, nem todos os grupos conseguiram alcançar os 90% de cobertura: crianças (82,8%), gestantes (81,8%), pessoas com comorbidades (86,3%), profissionais das forças de segurança e salvamento (48,5%) e população privada de liberdade (74,8%) ficaram com a vacinação abaixo do ideal. Isso significa que mais de 2,6 milhões de crianças e 3,8 milhões de gestantes deixaram de se vacinar”, informou o ministério.

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Atingiram a meta de vacinação os trabalhadores de saúde (90%), puérperas (103,4%), indígenas (95,2%), idosos (98,2%), professores (104,4%) e funcionários do sistema prisional (124,2%).

Quanto à cobertura vacinal nos estados, oito não alcançaram a meta de 90%: Acre (86,7%), Bahia (86%), Rio de Janeiro (86,9%), São Paulo (84,7%), Paraná (86,9%), Santa Catarina (86,8%), Rio Grande do Sul (86,5%) e Mato Grosso do Sul (89,8%).

Edição: Aécio Amado
Por Agência Brasil
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