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Cáceres e Região

Previ-Cáceres aguarda desocupação da rodoviária para realizar investimentos

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O Instituto Previdenciário de Cáceres (Previ-Cáceres) dispõe de propostas para projetos de viabilidade econômica – a serem deliberados pelo Conselho de Gestão – para serem implantados no antigo terminal rodoviário da Avenida Sete de Setembro, a conhecida “Rodoviária Velha”. A direção da “Previ” aguarda apenas a desocupação para decidir que destino dará ao imóvel. A informação é da diretora do instituto Luana Ortega Piovesan. A reintegração de posse, em favor do município, foi determinada pelo juiz Ricardo Alexandre Riccielli Sobrinho, no dia 1 de março.  O comando da PM diz que está fazendo um estudo para preparar a lojista da operação.

O imóvel foi transferido à Previ-Cáceres em 2012 no final da gestão do então prefeito Tulio Fontes, como pagamento de contribuição previdenciária dos servidores referente aos exercícios de 2011 e 2012, no valor de cerca de um milhão e duzentos mil reais. Contudo, após conclusão de auditoria realizada por fiscais da Previdência Social, na primeira gestão do prefeito Francis Maris Cruz, recomendou-se que a quitação da dívida não poderia ser feita por meio de transferência de bens, direitos e ativos, ou seja, imóvel. A recomendação é no sentido de que os recursos previdenciários mensais não devem restar imobilizados.

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Se isso fosse permitido, o caixa da previdência não teria fluxo de recursos para cumprir o pagamento de pensões e benefícios a seus filiados. Essa foi a conclusão de auditoria sobre a forma da administração anterior que não havia repassado as contribuições da Previ-Cáceres nos exercícios de 2011 e 2012 e só final do ano entregou a rodoviária em pagamentos dos aportes anuais.Resultado disso foi que no começo da primeira gestão do atual prefeito a dívida teve que ser renegociada em 120 parcelas mensais que vem sendo quitadas com regularidade, restando apenas cinco parcelas para o integral cumprimento desta obrigação.

Indagada quanto ao imóvel, a gestora esclareceu que ele permanece como patrimônio da Previ-Cáceres, para fins de investimentos. E, neste momento, segundo ela, o atual prefeito está regulamentando a transferência com objetivo de amortizar o déficit atuarial, ou seja: os compromissos futuros da previdência municipal, conforme determinação da subsecretaria de RPPS do Ministério da Fazenda. Esclarece ainda que, após regularizar a transferência, por lei, além da desocupação do prédio, a Previ-Cáceres, publicará uma “Chamada Pública” para regularizar a ocupação do espaço público, até a propositura de projeto de viabilidade aprovado pelo Conselho de Gestão e Poder Executivo.

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Diretor da empresa Horizonte Engenharia Ltda, Marlon Brandt Pinheiro diz que não se opõe a desocupação, desde que os ônibus também façam o embarque e desembarque no terminal rodoviário “José Palmiro da Silva” no bairro Cidade Nova. O contrato de exploração dos serviços de embarque, desembarque e do comércio, no interior do novo terminal é datado de 2004.

Editoria – Sinézio Alcântara

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IFMT Cáceres promove debates sobre a conservação dos solos e os impactos na segurança alimentar e para a biodiversidade

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Com o propósito de refletir sobre a necessidade da conservação dos solos e a sua conexão com a qualidade de vida no planeta, docentes do Instituto Federal de Mato Grosso, IFMT Campus Cáceres – Prof. Olegário Baldo realizaram esta semana oficina, espaço de diálogo e intervenções sobre a temática. As atividades, desenvolvidas em conjunto com estudantes das disciplinas de Uso, Manejo e Conservação do Solo e da Água dos cursos técnicos integrados ao ensino médio, projetam a agenda de sensibilização do campus referente ao Dia Nacional da Conservação do Solo, 15 de abril, instituído pela lei 7.876 de 1989.

A utilização adequada dos solos como fator determinante para garantir a segurança alimentar, a biodiversidade, a qualidade e disponibilidade de água no planeta, e entre outros aspectos, o incremento econômico de produtividade e estabilidade da produção agrícola foram destacados na abertura das atividades (15.04) pelos coordenadores do evento, os professores agrônomos Abdala Untar, Juberto Babilônia de Sousa e Milson Evaldo Serafim.

No que tange ao aspecto básico da sobrevivência humana, o doutor em Ciência do Solo, Milson Serafim observou que a segurança alimentar no mundo depende de área agricultável e cultivável. Em meio à perspectiva crescente de taxa de natalidade em quase todos os continentes há por outro lado redução anual em torno de 3% da área agricultável no mundo ocasionada entre outros processos pela erosão, desertificação, salinização do solo. Cenário que exige, segundo o professor, ampla mobilização e reflexão coletiva da necessidade da conservação dos solos.

De acordo com relatório da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), divulgado no ano passado, sobre o estado de segurança alimentar e nutrição no mundo, 821 milhões de pessoas passaram fome no planeta em 2017, com aumento crescente em 3 anos consecutivos. No Brasil que havia saído do mapa da fome em 2014, a fome atingiu cerca de 5,2 milhões de pessoas.

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Nesse contexto, o professor Juberto Babilônia, Agrônomo e doutor em Geografia com ênfase em estudos dos solos, falou sobre o desafio cotidiano de produzir em quantidade e qualidade e com baixo impacto ambiental. “Nós temos que utilizar das melhores técnicas e do melhor manejo para que esse impacto seja minimizado. Esse é o nosso grande desafio”, afirma Babilônia lembrando que, atualmente, 33% dos solos do mundo estão degradados ou em processo de degradação, segundo números da FAO. Entre outras fontes de degradação do solo está a contaminação por agrotóxicos, por descarte inapropriado de resíduos sólidos, compactação e manejo inadequado do solo.

De acordo com o professor Abdala Untar, mestre em extensão rural, a agenda necessária de reflexões sobre a conservação do solo exige o despertar de profissionais, estudantes, cidadãs e cidadãos para a condição de pertencimento e responsabilidade planetária. “A gente tem que viver futuristicamente, isso que se chama pró-atividade. Eu vivo hoje, mas estou pensando no meu futuro, futuro da minha geração, do país, futuro de todas as possibilidades sejam elas econômicas, sejam agrárias, sejam morais, espirituais. Então, no presente eu devo fazer com que o futuro seja diferenciado a partir das minhas ações. Como eu posso influir positivamente no lugar onde eu habito?  pensar no solo faz parte disso”, afirma.

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Intervenções

Após os espaços de diálogos, estudantes recitaram poesias autorais sobre o tema e produziram frases de alerta e reflexão sobre a necessidade de conservação do solo. As impressões registradas nas oficinas estão sendo socializadas para a comunidade interna em varais de poesias e frases que ficarão expostos durante toda a semana no saguão do prédio central da instituição.

Entre as participações artísticas, foram declamadas as poesias de título “Solo” do estudante Carlos, do 2º ano do Curso Técnico em Agropecuária Integrado ao Ensino Médio, e o título “Quando já não nascerem flores”, de autoria do estudante Joaquim Passos, do 2º ano do Curso Técnico em Informática Integrado ao Ensino, declamada pela colega de turma, Laura Vitória.

Ainda no contexto interventivo e de comunicação, as e os estudantes participantes atenderam a proposta apresentada pela coordenação do evento do uso das suas redes sociais para difundir o alerta sobre a necessidade de conservação do solo.

“Essa realidade só deve mudar a partir da adoção de práticas de conservação. O melhor caminho para enfrentar esse cenário é a formação, daí a importância de conversar e refletir a respeito do assunto. Sejam vocês também transmissores e fonte de divulgação dessas informações. Coloquem nas redes sociais de vocês, conversem em casa, com os amigos. Tudo isso ajuda vocês a se formarem e também formarem outras pessoas”, afirma Babilônia.

Edna Pedro  DRT RJ 5056/2001
Assessoria de Comunicação
IFMT/Campus Cáceres – Prof. Olegário Baldo
(65) 3221-2631
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BEBEDEIRA – Pai atira contra filho após em discussão familiar em MT

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Uma confusão familiar por pouco não termina em tragédia após o idoso de 63 anos, identificado como A.A.O, disparar em direção ao seu filho, no final da tarde de domingo (14), no bairro São José, em Cáceres (230 km de Cuiabá). De acordo com Boletim de Ocorrência, a Polícia Militar foi acionada com relato de que estaria ocorrendo uma confusão em frente a um motel.

No local, foi encontrado o suspeito, que aparentava estar embriagado, em confusão com outras pessoas. Um dos solicitantes seria filho do suspeito que relatou que seu pai chegou a casa com sinais de embriaguez passando xingar e agredir os familiares.

Ao ser advertido, desferiu socos em uma janela e ficou com corte nos pulsos, devido aos estilhaços do vidro. Diante do ocorrido, os filhos tentaram acalmar novamente o pai, quando ele entrou na residência sacou um revólver calibre 38 e atirou em direção ao filho.

Indagado onde estaria a arma, o suspeito revelou que teria jogado no cesto de roupas sujas. O pai foi preso e levado para Delegacia de Polícia.

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