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Prefeitura rompe contrato com empresa que iria emitir laudos técnicos do Gigante do Norte

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O secretário de Governo, José Pedro Serafini, confirmou, esta manhã, ao Só Notícias, que a prefeitura rompeu o contrato que firmou, na semana passada, com uma empresa para realização de vistoria e emissão de lados técnicos do estádio Gigante do Norte. Ele não informou o motivo da quebra do acordo.

O secretário explicou apenas que outras três empresas do município foram contratadas e a previsão é que os laudos sejam regularizados e protocolados na Confederação Brasileira de Futebol (CBF) até o dia 20 deste mês. Serafini previu que será necessário um investimento de R$ 150 mil. Este valor será para o pagamento destas três empresas e dos reparos necessários no estádio municipal. “Quando a gente fala neste valor é que estamos prevendo que será necessário mexer nos vasos, pisos, vestiários, banheiros, colocar portas, adaptar para cadeirantes, colocar as saídas de emergência, iluminação do gramando, alarme de incêndio, melhorar o alambrado.

Vamos mexer em tudo isso. Tudo que estiver no estatuto do torcedor e nas exigências da CBF, vamos fazer”. Os principais problemas do estádio sinopense são os laudos técnicos que estão vencidos: de segurança; de prevenção e combate a incêndio; de condições sanitárias e higiene; e o de vistoria de engenharia. Estes documentos são exigidos pela CBF para a realização de partidas. Conforme Só Notícias já informou, a Prefeitura de Lucas do Rio Verde autorizou a cessão do estádio para que o Sinop Futebol Clube possa disputar os jogos do Campeonato Brasileiro da Série D. A medida só será necessária caso o estádio Gigante do Norte não seja liberado pela CBF por conta dos laudos vencidos. O termo de uso foi assinado pelo vice-prefeito de Lucas, Miguel Vaz Ribeiro.

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Fonte: Só Noticias

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Supremo envia a Aras denúncia contra Bolsonaro e Pazuello por crise no Amazonas

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Assessoria GD

Após empurrar para o Congresso Nacional a competência para análise de ‘eventuais ilícitos’ cometidos pelo governo federal na condução da pandemia do novo coronavírus, o procurador-geral da República, Augusto Aras, terá que se manifestar sobre uma denúncia apresentada por parlamentares do PCdoB contra o presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, pela falta do oxigênio em hospitais de Manaus.

Isso porque o ministro Ricardo Lewandowski, do STF (Supremo Tribunal Federal), enviou nesta sexta-feira (22) o pedido de abertura de investigação para análise de Aras. “Encaminhe-se à Procuradoria-Geral da República”, diz a única frase do despacho.

O encaminhamento é protocolar, mas acontece em um momento de pressão para o chefe do Ministério Público Federal, que vem sendo cobrado a endurecer a fiscalização às ações do governo.

A bancada do PCdoB na Câmara dos Deputados protocolou a notícia-crime atribuindo ao presidente e ao ministro crimes de prevaricação e ‘exposição da vida ou da saúde de outrem ao perigo’.

Ao Supremo, o partido observa que o governo foi notificado com antecedência sobre o desabastecimento de cilindros de oxigênio na capital amazonense. Com estoques zerados em algumas unidades, pacientes morreram por asfixia.

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“O Governo Federal tem responsabilidade no processo que levou a capital amazonense ao status atual de crise de saúde pública”, diz um trecho do documento. Na manifestação ao tribunal, a sigla pediu o envio da denúncia à Aras para a abertura de um inquérito.”Considerando a competência da Procuradoria Geral da República para promover a responsabilização penal do Presidente da República e dos Ministros de Estado, requer-se seja a presente Petição recebida e encaminhada ao Procurador Geral da República, para adote as providências, no sentido de determinar a apuração dos fatos expostos e que, com certeza já são de seu conhecimento”, escreveram os parlamentares.

Na tarde de quinta-feira (21), Aras recebeu Pazuello em Brasília. Segundo informações divulgadas pela PGR (Procuradoria-Geral da República), a reunião presencial foi solicitada pelo general para prestar esclarecimentos depois que o procurador pediu informações sobre as medidas em curso para resolver a crise sanitária em Manaus. O requerimento foi feito após o Cidadania entrar com uma representação cobrando a investigação do ministro por prevaricação e improbidade administrativa.

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O partido político não foi o único. Desde que o sistema de saúde da capital amazonense entrou em colapso, houve uma disparada na formalização de pedidos de apurações contra o governo federal pelo desabastecimento de oxigênio hospitalar na região e também pelo atraso na aquisição de insumos para produção das vacinas contra a covid-19.

Na quarta-feira, procuradores do próprio Ministério Público Federal, atuantes em seis estados, enviaram um ofício a Aras pedindo que ele acompanhe junto ao Ministério da Saúde e ao das Relações Exteriores as negociações para compra da matéria-prima.

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Mato Grosso receberá 24 mil doses da vacina AstraZeneca

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Assessoria GD

O Governo de Mato Grosso recebe do Ministério da Saúde, neste domingo (23), 24 mil doses da vacina AstraZeneca/Oxford. A chegada das doses está prevista para as 9h, em um voo da Azul, no Aeroporto Marechal Rondon em Várzea Grande. O imunizante contra a Covid-19 é produzido pelo laboratório indiano Serum.

Conforme as diretrizes do Ministério da Saúde, este quantitativo será totalmente destinado à aplicação da primeira dose em trabalhadores que atuam na linha de frente do combate ao coronavírus. Portanto, com as novas doses, será possível dar continuidade à imunização de 24 mil profissionais da saúde.

“O Ministério da Saúde orientou que essas 24 mil vacinas sejam utilizadas exclusivamente como primeira dose e prioritariamente destinadas aos trabalhadores da saúde. O Governo Federal segurou parte do estoque para o encaminhamento futuro aos Estados, por isso a estratégia de vacinar mais pessoas neste momento”, esclareceu o secretário estadual de Saúde, Gilberto Figueiredo.

Como este é um imunizante diferente daquele já distribuído, a Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT) irá elencar junto ao Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de Mato Grosso (Cosems-MT) o público prioritário que integra o grupo de trabalhadores da saúde para a distribuição proporcional aos municípios.

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Imediatamente após a chegada do imunizante, as equipes da Vigilância Estadual trabalharão no recebimento das doses, na conferência da quantidade, na catalogação dos imunizantes e no encaixotamento para distribuição e retirada dos municípios.

“O Estado repetirá toda a logística que já foi desenhada para a distribuição das doses da CoronaVac, que engloba o apoio das equipes de segurança”, concluiu o secretário adjunto de Vigilância à Saúde em exercício, Oberdan Coutinho Lira.

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