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Cáceres e Região

Prefeito adota tática de guerra para evitar aglomeração e conter disseminação do coronavirus em Cáceres

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Destruição de pistas, pontes e estradas para impedir a entrada e saída de tropas, alimentação e equipamentos são estratégias usadas por militares em tempos de guerra, para dificultar a ação do inimigo. Em Cáceres, o prefeito Francis Maris Cruz, está se valendo de uma tática semelhante para evitar aglomerações e conter a disseminação do novo coronavirus.

Depois da edição de decretos impedindo a venda e consumo de bebidas alcóolicas, toque de recolher e Lockdown, agora ele determinou a abertura de valas na área do terreno, a margem do rio Paraguai, que dá acesso à praia do Julião – ponto turístico bastante frequentado pela população, principalmente, na época de calor – para impedir o acesso de pessoa e veículos no local.

“Já fizemos quase de tudo para evitar aglomerações e conter a propagação do novo coronavirus. Já editamos vários decretos, mas os casos e os óbitos pela contaminação não estão diminuindo. Infelizmente agora temos que tomar medidas mais radicais para salvar vidas porque muitas pessoas não estão levando a situação a sério” justificou.

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A medida adotada pelo prefeito foi aprovada pelo Comitê de Enfrentamento ao Covid-19, formado por autoridades e representantes de entidades de classe, para adotar medidas de prevenção e combate ao novo coronavirus. A abertura das valas, pela Secretaria Municipal de Obras, teve a autorização dos proprietários da área.

A ação dividiu a opinião pública. Em redes sociais, um internauta afirmou que “é uma medida radical que não irá funcionar porque, a proliferação do vírus ocorre, principalmente, pela aglomeração de pessoas nas filas bancárias, nas casas lotéricas e nos supermercados”. Outro disse que “é uma medida necessária. Só assim a população irá entender a gravidade do problema”.

Pelo lado técnico a decisão do prefeito tem respaldo. Até na quinta-feira (10/9), de acordo com o Boletim Epidemiológico, expedido pela Secretaria de Estado de Saúde (SES), o município já havia registrado 2.105 casos de contaminação, desde o início da pandemia, há seis meses, com 85 óbitos. Somente nas últimas 48 horas foram164 novos casos de contaminação.

Sinézio Alcântara – Expressão Notícias

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Final de semana será de muito calor na Região Oeste, e início da semana será marcado por chuvas em Cáceres

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A chance de chuva em Cáceres ficam em 90% na segunda-feira que tem mínimas de 22°C e 35°C.

O final de semana na região oeste do estado será marcado por altas temperaturas, muito sol, porém no inicio da semana será marcado pela previsão de chuva por Cáceres. Na segunda e terça-feira deve chover em Cáceres e outras cidades da região.

O Instituto de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos (Inpe) aponta mínima de 24°C e máxima de 40°C para este sábado (19), em Cáceres. O domingo (20) terá entre 24°C e 37°C. A chance de chuva ficam em 90% na segunda-feira que tem mínimas de 22°C e 35°C.

A previsão para Pontes e Lacerda (226 km de Cáceres) neste sábado é que a mínima chegue a 21°C nos próximos dias e a máxima 36°C. As chances de chuvas ficam em 5%. Sendo que no domingo teremos mínimas de 22°C e 36°C.
Em Mirassol D’Oeste (80 km de Cáceres), a temperatura deve variar entre 20°C e 39°C no fim de semana.

O Inpe mostra que o fim de semana em Araputanga (122 km de Cáceres) será sem chuva e a temperatura fica entre 20°C e 38°C.

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Em Porto Esperidião (190 km de Cáceres), a mínima será de 23°C e a máxima de 40°C no fim de semana. A chance de chuva é de 5%.

Por: Joner Campos

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Queimadas e seca do rio Paraguai levam prefeitura de Cáceres decretar situação de emergência

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A Prefeitura de Cáceres, um dos municípios mato-grossenses que abrangem o Pantanal, decretou situação de emergência em decorrência das queimadas na região causada pelo baixo volume de chuvas dos últimos meses.
Uma das áreas atingidas pelas chamas no município é a Estação Ecológica de Taiamã, uma unidade de conservação no Pantanal. O incêndio no Pantanal começou em julho e as chamas se alastraram, com o vento e o tempo seco, consumindo até agora mais de 2,9 milhões de hectares na região.
Outro problema grave é que a cidade é abastecida pela água do Rio Paraguai, que enfrenta a maior seca dos últimos anos.
De acordo com o prefeito Francis Maris, foram queimadas pontes, cercas, além de muitos animais que morreram queimado e outros danos nas propriedades rurais.
O decreto foi encaminhado para o governo do estado e Defesa Civil para homologação. O prefeito afirmou que, se for homologado e o município receber ajuda financeira, serão adquiridos mais caminhões-pipa e equipamentos usados no combate a incêndio.
Dos 24.593 km quadrados de extensão que o município possui, 60% fica no Pantanal e a maior parte dessa área foi atingida pelos incêndios.
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O decreto do dia 9 de setembro argumenta que Cáceres apresenta tem alto índice de calor, sendo considerado um dos recordistas dentre os municípios do país.
De acordo com o decreto, os focos de calor geram grande prejuízos públicos e econômicos levando a população a perecer mediante e perante grandes incêndios.
O coordenador de Proteção e Defesa Civil de Cáceres, Orisvaldo José da Silva, afirmou que, com o decreto, o município poderá receber recurso do governo federal para ajudar no plano de ação.
O Rio Paraguai atingiu nesta semana o nível fluvial mais baixo registrado pela Agência Fluvial da Marinha nos últimos anos, de 58 centímetros.
Em comparação ao mesmo período do ano passado, o nível de água está bem mais baixo. No dia 15 de setembro do ano passado, o índice era de 86 centímetros, uma diferença era 30 centímetros.
Na cheia, em março deste ano, o nível chegou a 4,4 metros, o maior nível deste ano.
Do G 1 MT
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