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Mato Grosso

Prédios públicos de Mato Grosso passam por desinfecção

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Para reduzir o risco de contaminação pelo novo coronavírus, prédios públicos de órgãos e entidades do Executivo estadual passarão pelo processo de sanitização e desinfecção de ambientes. A ação é realizada por meio de uma parceria firmada entre o governo do Estado, por meio da Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag), com o Tribunal Regional do Trabalho – 23ª região e o Ministério Público do Trabalho.

Nesta sexta-feira (22.05), a atividade está sendo realizada nos Institutos de Terra de Mato Grosso (Intermat) e no de Defesa Agropecuária (Indea), na Junta Comercial de Mato Grosso (Jucemat), na Empresa Mato-grossense de Tecnologia da Informação (MTI) e na Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf).

A medida visa garantir a manutenção das medidas sanitárias preventivas à disseminação da Covid-19, protegendo os servidores públicos que estão atuando em escala de revezamento e a população que frequenta esses locais.

Dando continuidade à essa grande operação, neste sábado (23) o trabalho será executado na Procuradoria Geral do Estado (PGE/MT) e na Secretaria da Casa Civil. Já passaram pelo procedimento as secretarias de Educação (Seduc), Assistência Social e Cidadania (Setasc), e Fazenda (Sefaz), incluindo os postos fiscais; e a sede do Mato Grosso Saúde. Na Seplag, esse procedimento foi feito em duas etapas, iniciadas na última sexta-feira (15) e com término previsto para esta tarde.

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“Temos adotado todos os cuidados necessários de combate à disseminação do coronavírus e essa é mais uma ação que faz parte dessas medidas preventivas. O intuito é proteger tanto aqueles que tocam a máquina pública como os usuários dos serviços públicos”, afirmou o titular da Seplag, Basílio Bezerra.

A desinfecção de superfícies e ambientes é feita com quaternário de amônia de última geração, produto químico com registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que produz um resultado altamente eficiente e superior ao cloro e o hipoclorito de sódio.

O serviço tem sido realizado por meio de técnicas de nebulização, atomização ou termonebulização e inclui paredes, tetos, pisos e mobiliários, conforme orientação do Ministério da Saúde.

Fonte: GOV MT
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Decisão do governo foi acertada, diz pequeno empresário

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Vice-presidente da Rede Center Sul, associação com 30 lojas espalhadas por Mato Grosso e integrando pequenos empresários do ramo de material de construção, Claudinei Freitas viu seus negócios mudarem, para melhor, a partir de 1º de janeiro de 2020. 

Suas vendas aumentaram sensivelmente, especialmente quando se trata de cimento. Até pouco tempo atrás vendia em média 300 sacas mensais. Em janeiro de 2020 passou a vender em torno de duas mil sacas. Mês passado, maio, as vendas superaram essa marca. 

Segundo ele, a grande responsável foi a Lei Complementar 631/19, aprovada em julho do ano passado, que tratou, entre outros assuntos, da reinstituição e revogação de incentivos fiscais no Estado, mantendo a isonomia tributária entre os contribuintes, ou seja, equilibrou o setor e deu mais competitividade.

Ele diz que a lei ajudou muito as pequenas empresas de Mato Grosso, incluindo a dele, localizada em Nova Maringá, município distante 371 km de Cuiabá, no sentido norte.

“Antes, perdíamos clientes para empresas localizadas em cidades distantes até 100 km, porque o regime de tributação não era igualitário. Após a lei, nossos produtos (de minha loja e dos outros pequenos lojistas da rede) conseguem se equiparar aos de grandes lojas”, afirma, acrescentando que a decisão do governo foi acertada.  

Leia mais:   Intermat passa por sanitização e não atende ao público na próxima sexta-feira (05)

“Com a Lei, melhorou muito. Conseguimos entrar novamente no mercado. Agora temos preços competitivos e nossa população não precisa mais se deslocar para outras cidades atrás de preços melhores”, completa Diego Picolotto, gerente de loja.

Parte da Lei Complementar 631/2019, aprovada pela Assembleia legislativa no final de julho de 2019 e sancionada pelo governador Mauro Mendes, que trata dos incentivos fiscais, entrou em vigência em janeiro deste ano.

Fonte: GOV MT
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Empresário afirma que preços estão competitivos com nova lei

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Vice-presidente da Rede Center Sul, associação com 30 lojas espalhadas por Mato Grosso e integrando pequenos empresários do ramo de material de construção, Claudinei Freitas viu seus negócios mudarem, para melhor, a partir de 1º de janeiro de 2020. 

Suas vendas aumentaram sensivelmente, especialmente quando se trata de cimento. Até pouco tempo atrás vendia em média 300 sacas mensais. Em janeiro de 2020 passou a vender em torno de duas mil sacas. Mês passado, maio, as vendas superaram essa marca. 

Segundo ele, a grande responsável foi a Lei Complementar 631/19, aprovada em julho do ano passado, que tratou, entre outros assuntos, da reinstituição e revogação de incentivos fiscais no Estado, mantendo a isonomia tributária entre os contribuintes, ou seja, equilibrou o setor e deu mais competitividade.

Ele diz que a lei ajudou muito as pequenas empresas de Mato Grosso, incluindo a dele, localizada em Nova Maringá, município distante 371 km de Cuiabá, no sentido norte.

“Antes, perdíamos clientes para empresas localizadas em cidades distantes até 100 km, porque o regime de tributação não era igualitário. Após a lei, nossos produtos (de minha loja e dos outros pequenos lojistas da rede) conseguem se equiparar aos de grandes lojas”, afirma, acrescentando que a decisão do governo foi acertada.  

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“Com a Lei, melhorou muito. Conseguimos entrar novamente no mercado. Agora temos preços competitivos e nossa população não precisa mais se deslocar para outras cidades atrás de preços melhores”, completa Diego Picolotto, gerente de loja.

Parte da Lei Complementar 631/2019, aprovada pela Assembleia legislativa no final de julho de 2019 e sancionada pelo governador Mauro Mendes, que trata dos incentivos fiscais, entrou em vigência em janeiro deste ano.

Fonte: GOV MT
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