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Política

“Precisamos olhar para quem mais precisa de ajuda neste momento”, diz Max Russi

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Foto: FABLICIO RODRIGUES / ALMT

O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Max Russi (PSB), participou nesta quarta-feira (7) da entrega de cestas básicas para centenas de artesãos de Cuiabá e da Baixada Cuiabana. A ação social, coordenada pela primeira-dama de Mato Grosso, Virgínia Mendes, e Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), também fizeram a entrega de 9 mil cestas básicas para Várzea Grande, incluindo a zona rural da cidade.

“A Assembleia Legislativa apoia esse tipo de iniciativa e é parceira do governo do Estado, nesse momento tão crítico em que milhares de famílias passam por dificuldades financeiras. Com certeza, essas cestas básicas chegarão às famílias mais carentes e, em breve, o município também será contemplado com o Ser Emergencial. É esse trabalho social que precisamos fazer: olhar para quem mais precisa de ajuda neste momento”, recomendou o parlamentar.

A doação de alimentos perecíveis faz parte da campanha Vem Ser Mais Solidário – MT unido contra o coronavírus, que teve início em março de 2020. No ano passado, foram entregues 330 mil cestas básicas e, neste ano, o estado por meio da primeira-dama, pretende alcançar 540 mil famílias, nos 141 municípios mato-grossenses. Além disso, o governo também criou o auxílio Ser Emergencial, programa de transferência de renda, no valor de R$ 150 mensais, durante 90 dias, que a partir deste mês, estará disponível às 6 mil famílias, que atualmente, se encontram em vulnerabilidade social.

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Para Virgínia Mendes, o momento é de estender as mãos para quem mais necessita. Ela garantiu que o governo, por meio da Setasc, não medirá esforços para ajudar os mais necessitados. “É uma forma de o governo mostrar que estamos sensíveis as questões sociais e que tem feito de tudo para ajudar os mais vulneráveis nessa pandemia. A Setasc está acompanhando essas famílias de perto e vamos ajudar o máximo de pessoas possível. Quero agradecer o apoio da Assembleia Legislativa que, tem sido imprescindível neste momento tão difícil. O deputado Max tem sido um grande parceiro dos trabalhos sociais no estado”, ressaltou a primeira-dama.

Foto: FABLICIO RODRIGUES / ALMT

Quem aprovou a ação foi o artesão e artista plástico, Toninho Guimarães, ele, que desde o ano passado tem recebido a ajuda do governo do Estado por meio da doação de alimentos. “Desde que começou a pandemia aqui em Mato Grosso, estou recebendo o apoio do governo. Minhas vendas caíram demais por causa da pandemia, o que tem me ajudado são essas cestas básicas e o auxílio emergencial e, agora, ainda vou conseguir o auxílio do Ser Emergencial. Só tenho que agradecer por essa ajuda ao nosso segmento, que tanto tem sofrido por conta desse vírus”, destacou o artesão.

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A aposentada Francisca Gomes, 77 anos, também falou da importância da ação. Diferente do Toninho Guimarães, ela não tem direito ao auxílio emergencial, por já contar com a aposentadoria, mensalmente. “Muito boa a iniciativa do governo em doar essas cestas. Minha aposentadoria não é suficiente para dar conta dos compromissos e despesas e, eu agradeço muito a Deus por hoje poder receber esses alimentos. Agora já vamos ter o que comer nessa semana”, comemorou.

Doações – Os interessados em doar alimentos não perecíveis ou produtos de limpeza e higiene pessoal, basta entrar em contato com a Setasc pelo telefone: (65) 3613-5700. Quem preferir doar recursos financeiros, a conta bancária especial, aberta exclusivamente para isso é: Banco do Brasil. Agência 3834-2. Conta bancária número 1.042.810-0.

Fonte: ALMT

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Política

CPI da Energisa defende derrubada do veto ao projeto que proíbe corte de energia elétrica

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Foto: Marcos Lopes

A CPI da Energisa está encaminhando à Mesa Diretora da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) uma proposta para que seja derrubado o veto do governador ao Projeto de Lei nº 160/2021, que proíbe o corte no fornecimento de energia elétrica em Mato Grosso por três meses. O veto governamental será lido na sessão da próxima segunda-feira (19) e deve ser votado nas sessões seguintes.

O projeto apresentado pelas lideranças partidárias foi aprovado em segunda votação no dia 22/3 e seu artigo 2º estabelece que a concessionária Energisa fica impedida de suspender por 90 dias, a partir da publicação da lei, o fornecimento de energia elétrica do consumidor que estiver inadimplente. 

O relator da CPI, deputado Carlos Avallone (PSDB) e o presidente da comissão, deputado Elizeu Nascimento (DC), destacaram que a derrubada do veto é necessária já que o projeto vai ajudar milhares de famílias mato-grossenses que, em função das dificuldades geradas pela pandemia, não têm condições de efetuar o pagamento. Após os 90 dias, o consumidor poderá renegociar os débitos de forma parcelada.

O relator Carlos Avallone sustenta que a justificativa apresentada pelo Executivo para o veto, de que há vício formal já que a prerrogativa para tratar de normas relativas à energia elétrica é da União, não prevalece pois já foi tema de decisões do Supremo Tribunal Federal favoráveis aos legisladores estaduais. 

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Na semana passada o Supremo julgou a Ação Direta de Inconstitucionalidade – ADI 6432, de Roraima e no ano passado há outro precedente na ADI 6406, do Paraná. Nos dois casos, o STF reconhece que os estados podem legislar sobre o assunto considerando o interesse público e o fato de serem medidas temporárias motivadas pela pandemia, que não afetam os contratos entre consumidores e concessionárias. 

Roraima – No dia 7 de abril, por maioria de votos, o Plenário do Supremo Tribunal Federal manteve a validade de regra da Lei estadual 1.389/2020, de Roraima, que proíbe o corte de energia elétrica por falta de pagamento, enquanto perdurar o estado de emergência decorrente da pandemia de Covid-19. A matéria foi objeto da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 6432, julgada improcedente.

Na ação, a Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee) sustentou a competência privativa da União para legislar sobre o assunto, alegando que não há autorização para que os estados editem leis sobre o tema.

Relação de consumo – No voto que conduziu o julgamento, a relatora ministra Cármen Lúcia, explicou que a legislação de Roraima regula a relação entre o usuário do serviço público e a empresa concessionária, revelando sua natureza consumerista. A norma não atinge de forma direta a relação contratual estabelecida entre a concessionária e o Poder Público, titular do serviço, nem o núcleo de atuação das empresas voltadas à prestação de serviços de fornecimento de energia elétrica.

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Em seu voto, a ministra citou caso análogo (ADI 6406) em que o Plenário, também manteve a validade de norma do estado do Paraná que veda o corte do funcionamento dos serviços de energia elétrica enquanto durarem as medidas de contingências sociais da pandemia.

Ela ressaltou que a superveniência da Lei federal 14.015/2020, que dispõe sobre interrupção, religação ou restabelecimento de serviços públicos, editada em razão da pandemia de Covid-19, não afasta a competência estadual para disciplinar a matéria de proteção e defesa do consumidor de forma mais ampla do que a estabelecida pela legislação federal, como assentado em recentes decisões do STF.

Para a relatora, a norma de Roraima não gera desequilíbrio contratual ou afeta políticas tarifárias, especialmente porque as medidas são excepcionais e transitórias, limitadas ao tempo da vigência do plano de contingência adotado pelo governo estadual. 

Ela destacou ainda que o fornecimento de energia elétrica é direito fundamental relacionado à dignidade humana, ao direito à saúde, à moradia, à alimentação, à educação e à profissão, “constituindo-se em serviço público essencial e universal, que deve estar disponível a todos os cidadãos, especialmente no complexo contexto pandêmico vivenciado”.

Fonte: ALMT

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Política

Lúdio Cabral faz representação ao MPF para garantir vacinação contra covid-19 de indígenas em Mato Grosso

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Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

O deputado estadual Lúdio Cabral (PT) fez, nesta sexta-feira (16), uma representação ao procurador da República Gustavo Nogami para que o Ministério Público Federal (MPF) tome medidas administrativas e judiciais para garantir a vacinação contra covid-19 dos 28.758 indígenas que vivem em territórios indígenas em Mato Grosso. Apesar desse grupo fazer parte da fase 1 de vacinação e todas as doses terem sido enviadas ao estado na primeira remessa, apenas 59,5% dos indígenas receberam a 1ª dose (17.116 pessoas) e 39,3% receberam a 2ª dose (11.291 pessoas). 

O levantamento foi feito por Lúdio Cabral, que é médico sanitarista, com base nas resoluções da Comissão Intergestores Bipartite (CIB), comparadas com o painel de vacinação do Ministério da Saúde. Ele destacou ainda que a imunidade contra a covid-19 só é completa 14 dias após a aplicação da 2ª dose de vacina, de modo que o baixo índice de vacinação coloca essas populações em risco. 

“Isso é inadmissível, considerando que os indígenas fazem parte do grupo prioritário de vacinação, e a entrega das doses destinadas a esse público ocorreu há três meses, em 19 de janeiro. Os indígenas têm prioridade na vacinação por terem imunidade mais baixa a infecções e epidemias que outras populações. Por isso, é tão preocupante a vacinação não ter sido concluída, o que deixa esses povos expostos à covid-19”, afirmou Lúdio, que já atuou como médico em aldeias em Mato Grosso. 

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Na representação, Lúdio solicitou que o MPF investigue as razões pelas quais a cobertura vacinal alcançada é de apenas 59,5% na 1ª dose e de 39,3% na 2ª dose, já que 100% das doses necessárias para vacinar os indígenas que residem em Terras Indígenas de Mato Grosso foram recebidas pelo estado em janeiro de 2021, bem como identificar o que houve com as doses que ainda não foram aplicadas. Lúdio recomenda que o Estado de Mato Grosso demonstre com documentos como essas vacinas foram distribuídas aos Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI). 

Lúdio requereu também que o MPF acione a União, por intermédio do DSEI, vinculado à Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai), órgão do Ministério da Saúde, para que providencie a regular, imediata e integral vacinação dos indígenas de Mato Grosso.

Fonte: ALMT

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