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Prazo de inscrições – Unemat divulga edital do vestibular com 3.020 vagas em todo Estado

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Domingo (12) é o último dia para realizar as inscrições para o vestibular da Universidade do Estado de Mato Grosso Carlos Alberto Reyes Maldonado (Unemat). O Concurso Vestibular 2019/2, para ingresso no segundo semestre deste ano, oferta 3.020 vagas em 72 cursos, distribuídos em 16 municípios do Estado.

As inscrições custam R$ 100 e deverão ser feitas de até 12 de maio. O boleto bancário pode ser pago até segunda-feira (13). O edital pode ser acessado clicando aqui.

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A Unemat adota sistema de ações afirmativas: todos os cursos oferecidos destinam 30% das vagas para estudantes oriundos de escolas públicas, e reservam 25% para candidatos pretos e 5% para candidatos indígenas. As outras 40% das vagas são para ampla concorrência.

As provas serão realizadas nas cidades de Água Boa, Alta Floresta, Alto Araguaia, Barra do Bugres, Brasnorte, Cáceres, Campos de Júlio, Colíder, Comodoro, Cuiabá, Diamantino, Juara, Nova Mutum, Nova Xavantina, Pontes e Lacerda, Rondonópolis, Sinop e Tangará da Serra, dentre as quais o candidato deve optar no ato da inscrição.

O Vestibular 2019/2 compreende duas fases: a primeira consta de quatro provas objetivas com questões sobre Ciências da Natureza e suas tecnologias, Matemática e suas tecnologias, Ciências Humanas e suas tecnologias, e Linguagens, Códigos e suas tecnologias. Já a segunda etapa constitui-se de prova de redação. As duas fases serão realizadas em etapa única no dia 9 de junho, das 8 às 13 horas.

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O resultado final será divulgado a partir do dia 26 de julho. O período letivo terá início no dia 5 de agosto, e o curso de Medicina está previsto para dia 7 de outubro.

Todas as informações sobre as etapas do Vestibular e seus editais podem ser acessadas em: http://vestibular.unemat.br/

São ofertados cursos em 16 municípios:

– Água Boa: Direito/Matutino e Direito/Noturno

– Alta Floresta: Agronomia, Ciências Biológicas, Direito e Engenharia Florestal

– Barra do Bugres: Arquitetura e Urbanismo, Ciência da Computação, Direito, Engenharia de Produção Agroindustrial, Engenharia de Alimentos e Matemática

– Brasnorte: Direito

– Cáceres: Agronomia, Ciência da Computação, Ciências Biológicas, Ciências Contábeis, Direito, Enfermagem, Educação Física, Geografia, História, Letras, Matemática, Medicina e Pedagogia

– Campos de Júlio: Administração/Matutino, Administração/Noturno, Direito/Matutino e Direito/Noturno

– Colíder: Direito

– Comodoro: Direito/Matutino e Direito/Noturno

– Diamantino: Administração, Direito, Educação Física e Enfermagem

– Juara: Administração e Pedagogia

– Nova Mutum: Administração, Agronomia e Ciências Contábeis

– Nova Xavantina: Agronomia, Ciências Biológicas, Direito/Matutino, Direito/Noturno, Engenharia Civil e Turismo

– Pontes e Lacerda: Direito, Letras e Zootecnia

– Rondonópolis: Ciência da Computação e Letras

– Sinop: Administração, Ciências Contábeis, Ciências Econômicas, Engenharia Civil, Engenharia Elétrica, Sistemas de Informação, Geografia, Letras, Matemática e Pedagogia

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– Tangará da Serra: Administração/Matutino, Administração/Noturno, Agronomia, Ciências Contábeis, Ciências Biológicas, Enfermagem, Engenharia Civil, Jornalismo e Letras

São oferecidos 72 opções de cursos:

– Administração: Campos de Júlio, Diamantino, Juara, Nova Mutum, Sinop e Tangará da Serra

– Agronomia: Alta Floresta, Cáceres, Nova Mutum, Nova Xavantina e Tangará da Serra

– Arquitetura e Urbanismo: Barra do Bugres

– Ciência da Computação: Barra do Bugres, Cáceres e Rondonópolis

– Ciências Biológicas: Alta Floresta, Cáceres, Nova Xavantina e Tangará da Serra

– Ciências Contábeis: Cáceres, Nova Mutum, Sinop e Tangará da Serra

– Ciências Econômicas: Sinop

– Direito: Água Boa, Alta Floresta, Barra do Bugres, Brasnorte, Cáceres, Campos de Júlio, Colíder, Comodoro, Diamantino, Nova Xavantina e Pontes e Lacerda

– Educação Física: Cáceres e Diamantino

– Enfermagem: Cáceres, Diamantino e Tangará da Serra

– Engenharia Civil: Nova Xavantina, Sinop e Tangará da Serra

– Engenharia de Alimentos: Barra do Bugres

– Engenharia de Produção Agroindustrial: Barra do Bugres

– Engenharia Elétrica: Sinop

– Engenharia Florestal: Alta Floresta

– Geografia: Cáceres e Sinop

– História: Cáceres

– Jornalismo: Tangará da Serra

– Letras: Cáceres, Pontes e Lacerda, Rondonópolis, Sinop e Tangará da Serra

– Matemática: Barra do Bugres, Cáceres e Sinop

– Medicina: Cáceres

– Pedagogia: Cáceres, Juara e Sinop

– Sistemas de Informação: Sinop

– Turismo: Nova Xavantina

– Zootecnia: Pontes e Lacerda

Da Assessoria

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Cáceres e Região

Corpo do idoso trocado no hospital São Luiz foi exumado na tarde de hoje por determinação judicial

Publicado

Editoria – Sinézio Alcântara

O corpo do idoso Adelio João de Souza, de 66 anos, que foi trocado, no sepultamento, pelo da idosa Alaíde Rosa de Aquino, 81 anos, que morreu no mesmo dia (terça-feira), no Hospital São Luiz, foi exumado na tarde desta quarta-feira, no cemitério Park dos Ipês, em Cáceres.  

A exumação foi determinada pela juíza da 5ª Vara da Comarca, Hanae Yamamura de Oliveira, após reclamações das duas famílias.

O desenterro do corpo foi realizado por uma equipe da Perícia Criminal, acompanhado pelo delegado Alex de Souza Cuyabano e familiares do idoso. O delegado diz que “a exumação foi apenas para desenterrar e enterrar no local certo”.

Adelio de Souza deu entrada no hospital no dia 20 de maio, após sofrer um infarto e morreu na terça-feira, momentos antes da morte de Alaíde Rosa. Moradora de São José dos IV Marcos, a idosa era cardíaca e deu entrada no hospital no dia 23 de maio com suspeita de Covid-19.

A confusão foi feita pela equipe do hospital. Ao serem informados da morte do idoso os familiares foram ao hospital. Lá receberam a informação de que ele já havia sido sepultado com suspeita de Covid-19. Na verdade, ele havia sido enterrado no lugar de Alaíde.

Por outro lado, familiares da idosa choraram e oraram pelo corpo errado. Uma neta da idosa, reclama que além da confusão teria sido maltratada pela equipe do hospital. Porém, a direção da Casa nega. Em uma Nota a direção informa que irá instaurar uma sindicância para apurar o ocorrido.

Outro lado

A direção do Hospital São Luiz informa que abriu sindicância para apurar o ocorrido e adotará todas as medidas cabíveis. A gestão mantém, de forma contínua, a revisão de protocolos de segurança e o caso mencionado não está de acordo com o rigor dos procedimentos do São Luiz.

Os familiares dos pacientes envolvidos foram informados, imediatamente, após identificada a situação, sendo oferecido todo o suporte para a resolução dos trâmites necessários.

Neste momento, o Hospital São Luiz lamenta o ocorrido e reitera seu compromisso com a população, amparado por seus princípios e a busca permanente pela qualidade, humanização e segurança nos serviços oferecidos.

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Prefeito cobra auditoria após troca de corpos em Hospital São Luiz

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Alaíde Rosa de Aquino, de 81 anos, morreu com suspeita de Covid-19 em Cáceres

O prefeito Francis Maris Cruz (PSDB), determinou auditoria no Hospital São Luiz, que atende ao Sistema Único de Saúde (SUS) e é administrado pela empresa Pró-Saúde Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar, após acusação de troca de corpos na unidade. O gestor também requer que o Estado assuma o local, pois a empresa não está atendendo conforme estabelecido em contrato.

Segundo o gestor, as reclamações quanto ao atendimento oferecido na unidade de saúde ocorrem há meses e se agravaram na essa semana, após denúncia de troca de corpos de pacientes. O idoso A.J.S. 66 foi internado com problemas cardíacos. Já a senhora A.R.A. estava hospitalizada com suspeita da covid-19.

Ambos morreram no dia 26 de maio, no entanto o idoso cardíaco foi sepultado como se tivesse sido vítima do coronavírus, com todas as especificações que o Ministério da Saúde (MS) exige. Já a idosa com suspeita da doença permanecia na unidade à espera dos procedimentos fúnebres.

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“Nós que estamos tendo que correr atrás para desfazer essa situação, é um absurdo, o que estão fazendo com nossa família. Nosso pai morreu de infarto e foi enterrado como se fosse de covid-19, e por outra família”,, disse o filho do idoso, Roberto Fernandes de Souza, ao site Expressão Notícias.

De acordo com o prefeito, além da troca de corpos, as queixas contra a unidade preenchem uma lista extensa. “As reclamações são de falta de atendimento, demissão de mais de 100 funcionários, médicos que prestavam serviços deixaram de atender por falta de pagamento, falta de comida. A situação é grave”, informou o prefeito.

O gestor relata que um grupo filantrópico da cidade tem arrecadado alimentos e levado ao hospital para que sejam servidos aos pacientes, pois o hospital não tem.

“Já mandamos a Vigilância Sanitária fazer uma auditoria lá e vamos alertar o governo do Estado sobre isso. Provavelmente terá que assumir o hospital, assim como fez com a Santa Casa. Nessa época de pandemia o hospital não pode parar e a empresa está deixando a desejar”, declara Francis Maris.

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O São Luiz presta atendimento a pacientes de 23 cidades da região e o dinheiro para manutenção e pagamento da empresa Pró Saúde é repassado pelo Estado e governo Federal. Segundo o prefeito, a empresa havia alegado que os atendimentos estavam comprometidos por falta de repasse do Estado. No entanto, foi comprovado que os pagamentos estavam regulares

jessica@gazetadigital.com.br

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