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Polícia Civil soluciona 92% dos casos de pessoas desaparecidas

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 Assessoria | PJC-MT

A adolescente D.C.F.L., de 15 anos, foi localizada pela da Polícia Judiciária Civil, no dia 04 de abril, no bairro CPA, em Cuiabá. A menina, que é surda e muda, estava desaparecida desde o último dia 31 de março.

Essa ocorrência é um dos 220 casos de pessoas desaparecidas registrados na Polícia Judiciária Civil, que foram atendidos pelo Núcleo de Pessoas Desaparecidas da Delegacia Especializada de Homicídio e Proteção a Pessoa (DHPP), no primeiro trimestre de 2019.

Deste total, 92% foram localizados, representando 202 registros. Apenas 18 pessoas não foram achadas, sendo 196 encontrados com vida, o que corresponde a 97% dos registros. Seis vítimas foram localizadas mortas (Ajarene da Silva Nardes, Marcelino Ramos de Arruda, Nelson Wolfred Shug Neto, Marcos Vinícius Vargas, Lourenço Marques de Araujo e Jonas de Almeida Silva). Deste casos, dois são tratados com homicídios, 1 foi acidente com veículo, e os demais encontro de cadáver que aguardam os laudos periciais para o esclarecimento.

Ainda de acordo com os dados estatísticos da Polícia Civil, 65% dos desaparecidos são pessoas adultas de ambos os sexos, na faixa de 18 anos a 64, sendo 114 homens e 34 mulheres. Quanto aos adolescentes, o percentual de registro é de 31%, a maioria na faixa entre 12 a 17 anos (39 mulheres e 19 homens).

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Boa parte dos casos foi registrada em Cuiabá e Várzea Grande. Mas também houve registros referentes a pessoas que sumiram no interior e  em outros estados, as quais tiveram providências tomadas pelo Núcleo.

O delegado titular da DHPP, André Renato Gonçalves, disse que o Núcleo de Pessoas Desaparecidas ao longo dos últimos tem sido estruturado, contando atualmente com três investigadores de polícia, uma escrivã, dois estagiários e um delegado respondendo interinamente, em razão da aposentadoria recente do titular.

 “Era muito importante para a unidade  a estruturação desse núcleo e não tenho dúvida de que presta um serviço de excelência à sociedade através da DHPP”, disse o delegado.

André Renato ponderou que o Núcleo é um setor importante dentro da estrutura da DHPP, que integra os três principais núcleos da Especializada: o núcleo operacional que investiga, sobretudo, os homicídios consumados, o núcleo de pessoas desaparecidas, e o núcleo de inteligência que dá suporte aos dois primeiros.

O delegado Fausto Freiras é o delegado que responde pelo núcleo atualmente, cumulativamente com o trabalho operacional.  

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Motivação

São diversos os fatores que levam adolescentes, jovens e adultos a sumirem de casa. O afastamento do convívio familiar correspondem 59%.

Foi esse afastamento do convívio que levou a jovem D.C.F.L., de 15 anos, a deixar a casa da avó, que tem sua guarda. A menina ficou quatro dias sem manter contato com família, até que foi encontrada pelo Núcleo de Desaparecidos, em um bairro na região do CPA.

Razões não explicadas ou enigmáticas também foram classificadas, sendo elas 35% dos registros, entre outras motivações diversas, apontadas como evasão de custódia legal, subtração por familiares, cooptação para práticas criminosas, etc.

Quando localizados, na Delegacia foram relatadas peculiaridades ou dados da pessoa encontrada. 37% das vítimas eram usuárias de droga.    

 

Fonte: PJC MT
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Polícia Civil fecha boca de fumo e prende traficante com drogas escondida dentro de violão

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Assessoria | PJC-MT

Um traficante que comandava um ponto de venda de drogas no bairro Jardim Leblon foi preso em flagrante pela Polícia Civil, na tarde de quarta-feira (17.07), em ação da Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE). O suspeito, Maciel Bernardino da Silva, 32, foi autuado por tráfico de drogas após ser flagrado com porções de pasta base de cocaína que estavam escondidas dentro de violões.

As investigações iniciaram após os policiais da DRE receberem informações sobre uma possível boca de fumo no bairro Jardim Leblon, em Cuiabá. No endereço, os policiais visualizaram o traficante em atitude suspeita, sendo realizada a sua imediata abordagem. Durante a diligência, os policiais encontraram uma porção de pasta base de cocaína, escondida no muro da residência, a qual o suspeito inicialmente alegou ser para consumo próprio.

Porém, em continuidade as buscas, em um quarto da casa, os investigadores encontraram dois violões, onde estavam escondidas mais 17 porções da droga, embaladas de forma idêntica a primeira porção encontrada, além de R$ 170 em dinheiro possivelmente proveniente da atividade do tráfico.

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Diante das evidências, o traficante foi conduzido a Delegacia de Entorpecentes, onde após ser interrogado foi lavrado o flagrante por tráfico de drogas.

 

 

Fonte: PJC MT
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Polícia Civil apreende 232 bolsas réplicas de grifes famosas

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Assessoria | PJC-MT

A Polícia Civil apreendeu 232 produtos (bolsas e carteiras) réplicas de grifes famosas na sétima fase da operação Fictus VII, realizada na manhã desta quarta-feira (17), pela Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon) em conjunto com o Procon de Cuiabá e apoio da equipe da Diretoria de Execução Estratégica (DEE).

A mercadoria, sendo  211 bolsas e 21 carteiras, foi apreendidas em duas lojas do Shopping Popular, no bairro Dom Aquino,  na Capital. Em um Box foram 138 cópias de bolsas de marcas Victor Hugo e Louis Vuitton, e no segundo foram 21 carteiras e 73 bolsas, falsificadas da marca brasileira e francesa.

Um dos proprietários informou aos policiais que os produtos são oriundos de São Paulo e que tem conhecimento serem de “segunda linha”, ou seja, falsificados.

O Procon lavrou auto de constatação e infração contra os dois estabelecimentos.

O delegado da Decon, Antônio Carlos Araújo, informou que serão instaurados dois inquéritos policiais e após perícia da Politec ficar constatado que os produtos são falsificados os responsáveis pelos estabelecimentos serão indiciados. 

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Os dois proprietários foram conduzidos à Delegacia do Consumidor e poderão ser responsabilizados em crimes relativos a condutas praticadas no comércio de produtos falsificados ou pirateados, que estão tipificadas no artigo 190, inciso 1 da Lei 9.279/96, do Código de Propriedade Industrial, pena detenção de 3 meses a 1 ano; artigo 7, inciso 7, VII, da Lei 8.137/90 da lei contra as Relações de consumo, pena de 2 a 5 anos ou multa; por fraudes no comércio, previsto no artigo 175, inciso I do CPB, e ainda por infrações praticadas dentro do Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/90 em seu artigo 67).

Fonte: PJC MT
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