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Polícia Civil esclarece homicídio cometido por facção criminosa em Alta Floresta

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Assessoria | PJC-MT

Um homicídio ocorrido no mês de agosto em Alta Floresta (803 km ao Norte de Cuiabá) foi esclarecido pela Polícia Judiciária Civil com a identificação de três envolvidos, entre eles a mandante e os executores do crime. Segundo as investigações o crime foi cometido a mando de uma facção criminosa, pelo fato de a vítima ter descumprido regras impostas pelo grupo.

Apontada como uma das líderes do grupo criminoso, Jovina Carole Barbosa da Silva, a “Madrinha” foi identificada como a mandante do crime, que foi executado pelos suspeitos, Raiam Levino da Costa e Ronald Batista.

O corpo da vítima, Fernando Pires de Mello, 28, foi encontrado com várias lesões na cabeça, no dia 11 agosto, em um matagal às margens de uma estrada que liga o bairro Boa Esperança ao setor de chácaras em Alta Floresta. No local, também foram encontradas duas pedras sujas de sangue que possivelmente foram utilizadas para golpear a vítima.

De acordo com o delegado, Pablo Carneiro, durante as investigações foi identificado que a vítima era membro da facção criminosa e teria recebido ordens dos líderes do grupo, para não frequentar mais o bairro Vila Nova, após se envolver em confusões na região.

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“Como a vítima não obedeceu as ordens, a suspeita conhecida como ‘Madrinha’ determinou que outros dois integrantes aplicassem o castigo, conhecido como ‘salve’, dentro da facção”, disse o delegado.

Com base nos levantamentos, o delegado representou pela prisão preventiva dos suspeitos, as quais foram decretadas pela Justiça. “Madrinha” e o suspeito Ronald já estavam presos por outros crimes e tiveram os mandados de prisão cumpridos dentro das respectivas unidades prisionais. O terceiro suspeito, Raiam,continua foragido e é procurado pela Polícia. 

Fonte: PJC MT
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Detento é encontrado morto dentro de tambor com água na cadeia publica de Cáceres

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Detento de 41 anos, identificado como M.J.L., foi encontrado morto na Cadeia Pública de Cáceres, na madrugada desta terça-feira (4). Segundo as informações, o corpo dele estava dentro de um tambor de água com 200 litros, de cabeça para baixo.

De acordo com as informações, um dos funcionários da cadeia percebeu pelas câmeras de monitoramento que os detentos estavam se comportando de maneira estranha, em seguida, teria acenado para a câmera.

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Um dos servidores desceu e foi até os agentes verificar o que tinha acontecido. Um dos detentos informou que “tinha um b.o para eles resolverem”, apontando a direção.

Dentro da cela, encontraram o corpo do detento dentro de um tambor de 200 litros d’água, de cabeça para baixo. Segundo os outros presos, ele cometeu suicídio. O local foi isolado até a chegada da Perícia Oficial. O caso foi registrado e será investigado pela Polícia Civil.

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PF deflagra operação contra tráfico de drogas e lavagem de dinheiro em Cuiabá e Cáceres

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A ação faz parte da Operação Coincidere, com o objetivo de desmantelar organização criminosa voltada ao tráfico internacional de drogas e lavagem de dinheiro.

A Polícia Federal cumpre na manhã desta terça-feira (4), cinco mandados de busca e apreensão e quatro de prisão em Cuiabá, Cáceres e São Paulo. A ação faz parte da Operação Coincidere, com o objetivo de desmantelar organização criminosa voltada ao tráfico internacional de drogas e lavagem de dinheiro. Um dos alvos já foi preso na semana passada, durante deflagração da Operação Alagados.

Durante a investigação, a PF identificou organização criminosa estabelecida na região de fronteira do Estado do Mato Grosso, com atuação consistente na internalização de grandes cargas de cocaína vindas da Bolívia. Posteriormente, a droga era enviada à Europa, via portos, com uso de caminhões com compartimentos especialmente preparados.

No decorrer da investigação, foram efetuadas duas prisões em flagrante e três apreensões que totalizaram aproximadamente 700kg de cocaína. Na última apreensão, após abordagem realizada pela Força Aérea Brasileira (Fab), a aeronave realizou pouso forçado em uma área rural próximo ao Porto Jofre, em Poconé.

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O piloto fez pouso forçado ao perceber que seria abordado e em seguida os ocupantes atearam fogo no avião e fugiram para região de mata.

Por: Fabiana Mendes – Olhar Direto

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