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PF deflagra operação contra grilagem de terras na fronteira

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Polícia Federal deflagrou na manhã desta quarta-feira (6), a Operação Aguapey, que tem como objetivo desarticular uma organização criminosa que vem atuando na grilagem de terras nas propriedades rurais na fronteira de Mato Grosso com a Bolívia. Ao todo, 43 mandados estão sendo cumpridos por 100 policiais.

De acordo com as informações da assessoria de imprensa da PF, os mandados de prisão preventiva, prisão temporária e busca e apreensão estão sendo cumpridos nas cidades de Cáceres, Mirassol D’Oeste, São José dos Quatro Marcos, Porto Esperidião e Pontes e Lacerda expedidos pela Justiça Estadual da Comarca de Porto Esperidião/MT.

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Consta na investigação, que a organização criminosa usava violência e grave ameaça contra as vítimas. Além disso, são investigados por crimes de homicídios, consumados e tentados, tortura, receptação de veículos roubados e diversos delitos ambientais.

“Quando um imóvel rural se tornava o objetivo dos criminos, os proprietários e funcionários passavam a sofrer ações violentas que continuavam sendo praticadas até a expulsão dos propietários a obtenção da posse dos imóveis rurais”, informou a assessoria.

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Para se ter uma ideia, uma das vítimas, que é propietária de uma fazenda, teve a casa destruída com um trator. Ela estava resistindo às ameaças. Em razão da permanência, familiares dela foram alvejados enquanto circulavam pelo local.

“Foi identificado ainda que uma parte dos integrantes da ORCRIM almejava criar um local (lote grilado) para recebimento e distribuição de entorpecentes oriundos da Bolívia por meio de “mulas”, assim como esconder veículos roubados no Brasil antes de serem remetidos ao exterior”, explicou a PF.

O nome da Operação faz referência ao local onde se concentrava a ação da organização criminosa, às margens do Rio Aguapey. (Com informações da assessoria de imprensa)

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Mais antiga secretária da administração, Nelci é exonerada pelo prefeito: “brigava muito”

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“A lealdade e a capacidade dela são inquestionáveis. Mas, também muito polêmica. Nos últimos tempos ela brigava muito e humilhava as pessoas”. Essas, de acordo com o prefeito Francis Maris Cruz (PSDB), foram às razões da exoneração da secretária de Fazenda e Planejamento, Nelci Eliete Longhi, ocorrida na segunda-feira (11/11).

Considerada uma das secretárias mais influentes, Nelci foi também a que mais tempo durou na administração. Ela permaneceu durante sete anos no staff do prefeito. Começou na primeira gestão, no início de 2013. Durante todo esse período, ocupou várias secretarias. Entre elas, de Educação.

Atravessou também momentos difíceis. Ela foi acusada de usar mesas e cadeiras da Secretaria para uma festa de aniversário, em sua residência. A denuncia que feita à época pelo então motorista da secretaria e, atual presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais (SSPM), Fábio Lourenço. Ainda hoje, depois de 6 anos, o caso ainda tramita na justiça.

De acordo com o prefeito, Nelci será substituída pelo advogado Gustavo Calabria, que até então atuava na assessoria jurídica da Secretaria. A posse está prevista para segunda-feira. Francis estará fora da cidade, tratando de assuntos inerentes a administração. Nelci diz que “saio de cabeça erguida com a sensação do dever cumprido e de lealdade”.

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Editoria – Sinézio Alcântara

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Bloqueio na fronteira com a Bolívia impede de importar ureia e afeta comércio em Cáceres

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Protesto é contra a reeleição do presidente Evo Morales. Ele renunciou o cargo nesse domingo (10), mas os manifestantes afirmaram que sairão da fronteira quando tiver uma nova eleição no país.

A fronteira com a Bolívia na BR – 070, região de Cáceres, a 220 km de Cuiabá, bloqueada desde o dia 28 de outubro, está impedindo o município de comprar ureia para a agricultura, segundo o prefeito Francis Maris Cruz (PSDB). A manifestação também tem afetado o comércio da cidade.

Os bolivianos protestam contra a reeleição do presidente Evo Morales, que foi eleito pela quarta vez no dia 20 do mês passado.

Evo Morales renunciou o cargo no domingo (10), após uma escalada nas tensões no país. O vice-presidente, Álvaro García Linera, também apresentou a renúncia.

No entanto, os manifestantes afirmaram que sairão da fronteira somente quando acontecer uma nova eleição no país.

“Esperamos que a população boliviana volte ao trabalho e aos estudos e tenham uma vida de progresso”, ressaltou o prefeito de Cáceres.

“Cáceres perde muito com as fronteiras fechadas, pois os vizinhos bolivianos vinham muito para Cáceres fazer compras, principalmente de alimentos”, afirmou.

Por G1 MT e TV Centro América

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