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Polícia Federal

PF apreende drogas que tinham como destino final o Japão

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Guarulhos/SP – A Polícia Federal apreendeu nesta quinta-feira (13/2), no Aeroporto Internacional de São Paulo, cocaína e substância suspeita, ocultas dentro dos calçados e sob a roupa íntima de um passageiro de voo internacional.

Policiais federais, acionados por funcionários que fiscalizam os passageiros de voos internacionais junto aos pórticos do controle migratório, abordaram um passageiro suspeito de ocultar algo sob as roupas. O homem, nacional da Argentina e de 24 anos, foi conduzido a uma sala reservada, onde os policiais localizaram, ocultos em sua roupa íntima, 4 volumes e, dentro de seus calçados, outros dois pacotes contendo substância em pó. Em sede policial, os peritos federais realizaram nas substâncias o narcoteste, que reagiu de forma positiva para cocaína no material encontrado nos calçados, mas foi inconclusivo no restante dos volumes, sendo necessários testes mais complexos. O suspeito informou aos policiais que aquele material seria uma espécie de cristal e que havia sido contratado por desconhecidos, em Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia, para realizar o transporte das substâncias até a cidade de Tóquio, no Japão. Informou ainda que receberia um pagamento em dólares pelo serviço. Ele disse também que seus contratantes haviam borrifado nele e em seus pertences uma espécie de produto cujo objetivo era anular o odor das drogas para que não fossem detectadas por cães de faro.

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O homem, que recebeu voz de prisão em flagrante por tráfico internacional de drogas, será encaminhado ao presídio estadual, onde permanecerá à disposição da Justiça.

 

 

Comunicação Social do Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos

Superintendência da Polícia Federal em São Paulo

Contato: (11) 2445-2212

Fonte: Polícia Federal
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Nacional

Temer é preso em desdobramento da Lava Jato

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São Paulo – Cerimônia de entrega do Prêmio de Título de “Brasileiro do Ano” pela revista Istoé e “Empreendedor do Ano” pela revista Istoé Dinheiro. Discurso do Presidente da República Michel Temer.
( Marcos Corrêa/PR)

O ex-ministro Moreira Franco também foi preso

O ex-presidente Michel Temer foi preso preventivamente, na manhã de hoje (21), em São Paulo. A informação foi confirmada por fontes da Polícia Federal (PF). Temer foi levado para o Aeroporto Internacional de Guarulhos, de onde segue para o Rio de Janeiro.

No Rio, fará exame de corpo de delito e será encaminhado para a sede da instituição. O ex-ministro de Minas e Energia da administração emedebista Moreira Franco também foi preso por agentes da PF nesta quinta-feira, no Aeroporto Internacional Tom Jobim – Galeão. Moreira chegava de um voo procedente de Brasília.

As prisões foram determinadas pelo juiz federal Marcelo Bretas, titular da 7ª Vara Federal Criminal do Rio, responsável pelas ações de desdobramento da Operação Lava Jato.

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A Operação Descontaminação investiga desvios na Eletronuclear. Ao todo, foram expedidos oito mandados de prisão preventiva, dois de prisão temporária e 24 de busca e apreensão no Rio de Janeiro, em São Paulo, no Paraná e Distrito Federal.

De acordo com nota da PF, “a investigação decorre de elementos colhidos nas Operações Radioatividade, Pripyat e Irmandade, deflagradas anteriormente e, notadamente, em razão de colaboração premiada firmada pela Polícia Federal.

Filiado ao Movimento Democrático Brasileiro (MDB), Temer assumiu a Presidência da República em maio de 2016, depois do processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff. Ao longo de sua trajetória política, Temer foi presidente da Câmara dos Deputados, secretário da Segurança Pública e procurador-geral do estado de São Paulo.

Partido

O MDB lamenta a postura açodada da Justiça à revelia do andamento de um inquérito em que foi demonstrado que não há irregularidade por parte de Temer e do ex-ministro Moreira Franco. O MDB espera que a Justiça restabeleça as liberdades individuais, a presunção de inocência, o direito ao contraditório e o direito de defesa.

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Defesa de Moreira Franco

Em nota, o escritório Moraes Pitombo Advogados, que representa Moreira Franco, manifesta “inconformidade com o decreto de prisão cautelar”. Para os advogados, a medida não é necessária, pois ele “encontra-se em lugar sabido, manifestou estar à disposição nas investigações em curso, prestou depoimentos e se defendeu por escrito quando necessário”.

A defesa diz que a ordem de prisão “causa estranheza” por ser de um juiz “cuja competência não se encontra ainda firmada, em procedimento desconhecido até aqui”.

*Colaborou Vitor Abdala

Por Carolina Gonçalves e Vladimir Platonow – Repórteres da Agência Brasil

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Polícia Federal

Moro: Justiça Eleitoral não tem estrutura para julgar crimes complexos

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O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, afirmou hoje (14) que respeita a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), ao definir que processos da Operação Lava Jato que envolvem caixa dois e demais atos associados a crimes comuns, como corrupção, devem tramitar na Justiça Eleitoral. Porém, ele ressaltou que ela não está preparada para julgar crimes complexos.

“Respeitamos a decisão do STF, mas persistimos no entendimento de que a Justiça Eleitoral, apesar de seus méritos, não está adequadamente estruturada para julgar casos criminais mais complexos, como de corrupção ou lavagem de dinheiro. Mas a decisão do STF será, como deve ser, respeitada.”

Em sessão concluída nesta quinta-feira, a Suprema Corte decidiu por 6 votos a 1 pela tramitação dos casos na Justiça Eleitoral. De acordo com a maioria, nos casos envolvendo crimes comuns conexos aos eleitorais, prevalece a competência da Justiça Eleitoral. Segundo os ministros, a Corte somente reafirmou entendimento que prevalece há décadas na sua jurisprudência.

O ministro da Justiça Sergio Moro, abre evento da SENASP e dará aula magna no DF

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio disse que as sentenças que foram proferidas antes da decisão da Corte sobre a competência da Justiça Eleitoral podem ser anuladas. Na avaliação do ministro, as condenações podem ser afastadas diante da decisão do Supremo.
Por Agência Brasil

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