conecte-se conosco


Nacional

Pesquisa Datafolha revela 90% de satisfação de usuários de hospitais gerenciados pela Pró-Saúde no Brasil

Publicado

Pesquisa realizada pelo Datafolha a pedido da Pró-Saúde constatou que nove em cada dez usuários atendidos em hospitais gerenciados pela entidade filantrópica no país estão satisfeitos com os serviços que receberam. Eles atribuíram notas de 7 a 10.

A Pró-Saúde é uma das maiores entidades de gestão de serviços hospitalares do Brasil. Atende mensalmente mais de 1 milhão de pacientes nas unidades de saúde que administra por todo o país, a maioria no âmbito do SUS (Sistema Único de Saúde).

De acordo com o Datafolha, “a elevada satisfação [entre os usuários dos hospitais gerenciados pela Pró-Saúde] se justifica pela excelência registrada em quase todas as etapas do atendimento”, com destaque para o trabalho feito pelas equipes médicas e de Enfermagem, serviços avaliados espontaneamente pelos entrevistados.

“A avaliação dos serviços feita pelos usuários é um dos principais indicadores de qualidade que uma unidade de saúde pode alcançar, especialmente quando se observa o modelo assistencial da Pró-Saúde, que é centrado no paciente”, afirma o presidente Dom João Bosco Óliver de Faria.

A pesquisa também observou alta aprovação na qualidade dos materiais utilizados, acesso aos medicamentos e materiais para atendimento, limpeza, triagem, recepção, facilidade de acesso e tempo de espera por atendimento.

O estudo teve como objetivo aferir a satisfação e a imagem organizacional da instituição para a definição de estratégia de posicionamento da marca e da qualidade dos serviços oferecidos.

Os resultados mostram que 90% dos usuários deram notas entre 7 e 10 para a qualidade dos serviços que receberam. Já 84% recomendariam a unidade de saúde para um amigo ou parente.

Leia mais:   Defensoria Pública celebra 14 anos da Lei Maria da Penha combatendo aumento da violência contra a mulher em MT

O modelo de gestão, após apresentação da definição, tem a confiança da maioria dos usuários (92%) e, ainda, 90% acreditam que a contratação de uma entidade, como a Pró-Saúde, para gerenciar o serviço público de saúde melhora a qualidade do atendimento.

Em relação à marca, 69% dos entrevistados conhecem a Pró-Saúde mesmo que só de ouvir falar e 16% associam a administração da unidade onde recebeu atendimento à marca.

O Datafolha também apurou o indicador NPS (Net Promoter Score), cujo objetivo é medir o desempenho de uma marca em uma escala de 0 a 10. Neste contexto, a Pró-Saúde obteve 79 pontos, “destacando-se na zona considerada de excelência”, em que as empresas são referência em seu mercado. Foram 84% de notas 9 e 10, que correspondem às pessoas entusiastas, que promovem a marca.

O alto índice de satisfação nos hospitais gerenciados pela Pró-Saúde ganha maior relevância ao contrastar com a percepção geral dos brasileiros em relação aos serviços de saúde no País.

Embora tenha sido realizado a partir de outros parâmetros metodológicos, um levantamento feito pelo próprio Datafolha, em 2018, para o Conselho Federal de Medicina mostrou que apenas 10% população brasileira sentia-se satisfeita com os serviços de saúde (pública ou privada) que recebia, atribuindo notas de 8 a 10. No SUS, a avaliação da qualidade indicava, no mesmo estudo, um percentual de satisfação um pouco maior, de 34%, mas ainda muito baixo.

Metodologia

A pesquisa quantitativa foi feita com usuários de unidades administradas pela Pró-Saúde mediante aplicação de questionários estruturados por meio de abordagem telefônica.

Leia mais:   Medida que isentou baixa renda de pagamento de luz deixa de valer

O Datafolha realizou 801 entrevistas, entre os dias 10 de março e 28 de abril de 2020, nos treze principais hospitais gerenciados pela instituição. A margem de erro máxima para o total da amostra é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, considerando um nível de confiança de 95%.

Foram considerados no estudo os atendimentos realizados entre 25 de fevereiro e 22 de março de 2020.

Sobre a Pró-Saúde

A Pró-Saúde é uma entidade filantrópica que realiza a gestão de serviços de saúde e administração hospitalar há mais de 50 anos. Seu trabalho de inteligência visa a promoção da qualidade, humanização e sustentabilidade. Com 16 mil colaboradores e mais de 1 milhão de pacientes atendidos por mês, é uma das maiores do mercado em que atua no Brasil. Atualmente realiza a gestão de unidades de saúde presentes em 24 cidades de 12 Estados brasileiros — a maioria no âmbito do SUS (Sistema Único de Saúde). Atua amparada por seus princípios organizacionais, governança corporativa, política de integridade e valores cristãos.

A criação da Pró-Saúde fez parte de um movimento que estava à frente de seu tempo: a profissionalização da ação beneficente na saúde, um passo necessário para a melhoria da qualidade do atendimento aos pacientes que não podiam pagar pelo serviço. O padre Niversindo Antônio Cherubin, defensor da gestão profissional da saúde e também pioneiro na criação de cursos de Administração Hospitalar no País, foi o primeiro presidente da instituição.

Comunicação – Pró-Saúde

Comentários Facebook

Artigos

Farmacêutica fala sobre a importância do controle do colesterol para o organismo

Publicado

Hoje (08.08), comemoramos o Dia Nacional de Combate ao Colesterol, tema de fundamental importância para a saúde pública, já que as doenças cardiovasculares em decorrência do colesterol alto são as principais causas de mortes no mundo atualmente e custam a vida de 100 mil brasileiros por ano.

O colesterol é conhecido por ser responsável por obstruir artérias e causar problemas sérios no coração que podem até mesmo levar à morte. Ele é dividido em HDL, conhecido como bom colesterol e LDL, chamado de colesterol ruim.

O que muitas pessoas não imaginam é que ele também executa uma função importante no nosso organismo, pois é utilizado por nossas células para a produção das membranas celulares e dos hormônios esteroides (estrógeno e testosterona).

O colesterol é produzido em nosso corpo, principalmente no fígado, mas também é encontrado em alimentos de origem animal. Por outro lado, apesar de desenvolver funções específicas, os níveis elevados de colesterol estão vinculados a doenças cardiovasculares, tais como infarto agudo do miocárdio.  Para essas situações, recomenda-se dieta balanceada e atividades físicas regulares, e, quando for preciso, uso de medicamentos específicos.

Para contribuir com o tema, o Conselho Regional de Farmácia de Mato Grosso (CRF-MT) foi buscar a opinião da farmacêutica, Karina Luckmann. Ela respondeu várias questões, mostrando como é importante debater e divulgar as informações para a população de maneira séria e embasadas cientificamente.

O que é o colesterol?

É um tipo de gordura produzida em nosso organismo que tem o papel vital de manter as células funcionando, de produzir hormônios e vitamina D. Entretanto, o excesso de colesterol no sangue pode aumentar o risco de doenças do coração.

Leia mais:   Caixa abre 770 agências hoje para beneficiários do auxílio emergencial

Existem diferentes tipos de colesterol?

Não, o colesterol é um só. É uma gordura que não se mistura com a água e por isso não consegue circular sozinho pelo sangue. Para que esse transporte ocorra, e o colesterol chegue até seu destino final, que são as glândulas e as células, ele é transportado por lipoproteínas, conhecidas como LDL, HDL, VLDL – siglas estas bem mais comuns na rotina de quem está acostumado a fazer exames periódicos.

LDL (lipoproteína de baixa densidade): é o mais conhecido e também o mais temido de todos. Sua função é transportar o colesterol do fígado até as células. No entanto, esta lipoproteína tem afinidade com as artérias e pode ficar “presa” no meio do caminho, bloqueando os vasos nos quais o sangue passa. Por isso, o LDL é chamado de “colesterol ruim”, apesar de não ser um colesterol.

HDL (lipoproteína de alta densidade): é mais famoso como o “bom colesterol” porque possui a função levar para o fígado todo o LDL que encontra pelo caminho. Portanto, o HDL é considerado um “faxineiro” da corrente sanguínea e, ainda, possui ação anti-inflamatória.

VLDL (lipoproteína de muito baixa intensidade): tem como função transportar principalmente os triglicérides e o colesterol para tecidos periféricos, onde serão armazenados ou utilizados como energia. No entanto, o que pode acontecer neste transporte é que o VLDL pode perder triglicérides no meio do caminho e estes serem absorvidos pelo HDL ou LDL. Por isso, é importante consumir carboidratos e açúcares com moderação, pois esta troca pode fazer mal à saúde cardiovascular.

Leia mais:   Medida que isentou baixa renda de pagamento de luz deixa de valer

Qual a Importância do Colesterol?

O Colesterol é essencial à vida. Sabe-se que a falta de colesterol pode trazer danos principalmente para o cérebro, músculos, sistema nervoso e olhos. É um componente essencial às membranas celulares dos mamíferos. É o precursor dos esteroides e da vitamina D. É um poderoso antioxidante. Protege a mucosa intestinal. Essencial na ativação sináptica cerebral.  E é sempre bom lembrar: está presente abundantemente no leite materno.

O que a pessoa com o colesterol alto sente?

O aumento do colesterol no sangue é assintomático durante muitos anos, é uma doença silenciosa. À medida que o processo progride, que o excesso de colesterol se deposita na parede das artérias, é que começam a aparecer alguns dos sintomas.

Quando as artérias coronárias começam a ser afetadas pela aterosclerose, ocorre o que chamamos de isquemia (falta de sangue em determinados locais do coração), e isso causa dor, principalmente durante os esforços (problema conhecido como angina).

Controle

Para manter o colesterol controlado e a saúde em dia, faça exames regulares, mantenha uma alimentação adequada e saudável e pratique exercícios físicos.

O controle e tratamento das DCV e seus fatores de risco envolvem, além da prescrição de medicamentos, mudanças no estilo de vida, como a prática de atividade física e a adoção de uma alimentação adequada e saudável, baseada na ingestão de alimentos in natura ou minimamente processados.

Assessoria

Comentários Facebook
Continue lendo

Destaque

Defensoria Pública celebra 14 anos da Lei Maria da Penha combatendo aumento da violência contra a mulher em MT

Publicado

Feminicídios tiveram crescimento de 68% no primeiro semestre de 2020 em comparação com o mesmo período do ano passado em Mato Grosso

Nesta sexta-feira (7 de agosto), a Lei Maria da Penha completa 14 anos. Criada com o apoio da Defensoria Pública, a Lei 11.340/2006 é um marco legal que instituiu diretrizes para situações de agressão doméstica e de gênero, além de consolidar programas e serviços de proteção e assistência social.

O primeiro semestre de 2020 revelou um aumento de 68% no número de feminicídios se comparado com o mesmo período de 2019. Neste ano, 32 mulheres morreram em Mato Grosso, enquanto que no ano passado foram 19 vítimas.

“Infelizmente, esse previsto aumento da violência aconteceu. A violência doméstica cresceu e muito. Muitas mulheres já conviviam com os agressores e outras descobriram, durante o isolamento social, que conviviam com um agressor”, destacou a defensora pública Rosana Leite, coordenadora do Núcleo de Defesa da Mulher (Nudem).

Os dados, divulgados nesta segunda-feira (3), são da Superintendência do Observatório de Violência da Secretaria de Estado de Segurança Pública. De acordo com a Sesp-MT, os números são preliminares, pois durante a investigação dos crimes podem haver mudanças na autoria e motivação, podendo ser classificados como homicídios dolosos. Aliás, o índice de homicídios dolosos contra mulheres entre 18 e 59 anos apresentou redução significativa de 46%.

Leia mais:   Efeito Pandemia: Estudantes não terão mais aulas presenciais neste ano em Cáceres, afirma prefeito

Neste período de isolamento social, por conta da pandemia de Covid-19, muitas mulheres estão confinadas com os agressores e têm mais dificuldade de fazer a denúncia.

“Mulheres, a Lei Maria da Penha é efetiva. Não esperem uma segunda violência para quebrar este ciclo, para sair do relacionamento tóxico, abusivo. Pode ser tarde demais”, orientou a defensora.

A Defensoria Pública está atenta ao aumento da violência contra a mulher. Em junho, com o objetivo de estimular as denúncias e combater todo tipo de violência contra as mulheres nesse período de isolamento social, a Defensoria Pública de Mato Grosso lançou a campanha: “Eu uso máscara, mas não me calo! Juntas somos mais fortes!”.

Constitucionalidade – Criada para proteger as vítimas da violência, a Lei Maria da Penha foi alvo de críticas no início, em grande parte motivadas pelo machismo, e demorou para “pegar” no Brasil.

“Este é um momento de bastante reflexão do que a lei já enfrentou, do que nós mulheres já enfrentamos desde o início. Quando a Lei 11.340/2006 foi positivada aqui no Brasil, foi muito mal recepcionada. Frases de efeito surgiram contra a lei, foi chamada de inconstitucional”, lembrou Rosana.

Apenas em 2012, o Supremo Tribunal Federal (STF) declarou a constitucionalidade da lei, balizou o alcance da legislação e pacificou em sua jurisprudência o atendimento a ser aplicado pelo Poder Judiciário.

Leia mais:   Caixa abre 770 agências hoje para beneficiários do auxílio emergencial

“O primeiro grande desafio dessa lei foi entrar dentro do ambiente doméstico e familiar, quebrar a lei do silêncio que sempre vigorou”, pontuou.

A lei, que tem reconhecimento mundial, representa um avanço notável na legislação visando a erradicação, prevenção e punição da violência contra a mulher, além de garantir mecanismos de proteção das vítimas que sofrem violência física e psicológica de pessoas com as quais convivem ou se relacionam.

“Hoje, após 14 anos, temos um grande desafio: que as mulheres vítimas se reconheçam como vítimas de fato, que elas reconheçam que estão dentro do ciclo da violência doméstica e possam quebrar esse ciclo enquanto há tempo”, roga a defensora.

Canais de atendimento – O Núcleo de Defesa da Mulher (Nudem) da Defensoria Pública recebe denúncias e repassa orientações por telefone e WhatsApp: (65) 98463-6782.

“O Núcleo de Defesa da Mulher da Defensoria Pública está à disposição para orientação quanto a qualquer violência que as mulheres venham a sofrer, dentro e fora de casa. Contem conosco!”, garantiu Rosana.

Denúncias anônimas também podem ser feitas junto à Central de Atendimento à Mulher pelo Disque 180 (nacional), pelo 197 (Polícia Civil), para a região metropolitana, e 181, para o interior do estado. O atendimento é feito pelo Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp).

Alexandre Guimarães
Assessoria de Imprensa
Comentários Facebook
Continue lendo

Cáceres e Região

Policial

Política MT

Mato Grosso

Mais Lidas da Semana