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Estadual

Período mais severo de seca acende alerta para prevenção de incêndios na vegetação

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Segundo os dados de satélites, sistematizados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o número de focos de calor aumentou 41,57% em Mato Grosso em 2019, se comparado ao mesmo período do ano anterior. Os dados estão no Informativo do Batalhão de Emergências Ambientais do Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT), publicado na sexta-feira (09). A comparação toma por base o período de 1º de janeiro até o dia 31 do mês de julho de cada ano. Com esses dados a população precisa ficar em alerta para evitar o agravamento desse quadro.

O CBMMT já atendeu a 660 incêndios em vegetação (terrenos urbanos e incêndios florestais) somente neste mês de julho. Para comparar com meses fora da temporada de incêndios florestais, de janeiro até abril foram 136 incêndios em vegetação em todo o estado. Os atendimentos a incêndios em vegetação de julho são quase 20 vezes maiores que a média dos quatro primeiros meses.

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Mato Grosso não está sozinho nesse crescimento. Na Amazônia Legal houve um acréscimo de 41,77%, no mesmo período (0,2% a mais que MT). O Brasil também apresenta uma elevação na quantidade de focos de calor, chegando a e 27,91% de crescimento em relação a 2018.

Desde quinta-feira (08) o Batalhão de Emergências Ambientais está combatendo um incêndio no Parque Estadual da Serra de Ricardo Franco, em Vila Bela. A unidade de conservação estadual se localiza na fronteira com a Bolívia e possui duas das mais altas cachoeiras do estado. Sem previsão de chuva ou de redução da temperatura até o final de agosto, a população precisa colaborar com os órgãos de fiscalização e controle para que não se repita o quadro dos anos de 2007 e 2010, anos mais lembrados pela fumaça intensa.

GD

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Estadual

Governo federal garante recurso para rodovias de MT

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O Diário Oficial da União publicou ontem (15.08), portaria que transfere recursos dos orçamentos Fiscal e da Seguridade Social para o Ministério da Infraestrutura, garantindo investimentos num total de R$ 20 milhões para as BRs 163, 242 e 070 em Mato Grosso. No primeiro semestre, o governo federal havia anunciado o corte de recursos para essas obras, mas o trabalho do senador Wellington Fagundes e de toda a bancada de MT conseguiu reverter.
Agora, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit-MT) que homologou, nesta semana, a licitação para contratação de obras de drenagem no contorno rodoviário de Barra do Garças, já pode contar com esses recursos. A obra tornou-se necessária e teve que ser redimensionada devido ao crescimento da cidade.
“Essas obras de drenagem são essenciais para que se possa continuar a pavimentação do contorno”, explica o senador Wellington Fagundes, que vem acompanhando essa situação.
O superintendente do Dnit em Mato Grosso, Orlando Fanaia, lembra que, com a expansão de Barra do Garças, as obras de drenagem rodoviária precisaram ser substituídas por drenagem urbana e o projeto teve que ser alterado. “Somente com a conclusão da drenagem será possível executar a pavimentação da rodovia no perímetro de Barra do Garças”, diz.
O contorno viário tem 9,9 km ligando as BRs-070 e 158 até a ponte do rio Araguaia, em Barra do Garças e Pontal e vai retirar o tráfego de veículos pesado do perímetro urbano.
“O próximo passo é a iluminação desse anel viário”, disse o senador Wellington, que deve levar o assunto ao conhecimento do ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas.
Da assessoria

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Cáceres e Região

Assembleia Legislativa aprova projeto que faz de Cáceres a Capital Estadual da Pesca Esportiva

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A Assembleia Legislativa aprovou em duas votações o projeto de lei estadual 185/2018, de autoria do agora deputado federal Dr. Leonardo (SOLIDARIEDADE-MT), no início de agosto. O PL tem como objetivo fortalecer o município no cenário nacional e internacional do turismo, conferindo reconhecimento legal ao que já ocorre na prática, para facilitar a vinda recursos públicos e a construção de rotas turísticas. O projeto agora segue para sanção do governador Mauro Mendes.

“É vital o reconhecimento oficial de Cáceres como capital estadual da pesca para fortalecer os projetos de turismo para a região. Cáceres foi considerada pelo Governo Federal como uma das 65 cidades do Brasil que são indutoras do turismo, sendo a porta de entrada para a Rota das Águas, que envolve Curvelândia, Lambari d’Oeste, Rio Branco, Salto do Céu e Reserva do Cabaçal, ou para Pantanal, por Poconé”, afirmou Dr. Leonardo.

O município de Cáceres foi reconhecido pelo Instituto Rank Brasil como capital nacional da pesca esportiva, após três anos de estudo levando em consideração a aptidão da cidade para a pesca, o número de estabelecimentos voltados para a pesca esportiva, os profissionais envolvidos e o número de participantes fizeram de Cáceres a maior capital de pesca esportiva do Brasil.

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Anualmente, Cáceres realiza o Festival Internacional de Pesca Esportiva (FIPe), conhecido por unir os amantes pela pesca esportiva, valorizando a preservação das espécies e a sustentabilidade do meio ambiente, em especial do Rio Paraguai. O tradicional evento já aparece duas vezes no Guiness Book: a primeira desde 1992, como maior competição de pesca embarcada em água doce do mundo; a segundo a partir de 2010, como maior competição de canoa a remo.

fonte: assessoria

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