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Cáceres e Região

Pai e filho pescam juntos e se consagram campeões da pescaria em canoa durante o Fipe 2019

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38 FIPe

dupla de canoeiros “Pai e filho” foram os vencedores da 38º Festival Internacional de Pesca Esportiva de Cáceres (FIPE), na categoria pesca em canoa.

Enoque Araújo Faria e Vinicius de Souza Faria, respectiva pai e filho capturaram 4 exemplares e totalizaram 7700 pontos, e foram premiados com o prêmio principal da categoria, um barco de 6 metros e um motor 30 HP.

De acordo com o patriarca da equipe, Enoque Araújo, a inscrição foi feita como presente ao filho que havia feito aniversário a poucos dias.

“Dei de presente a ele a inscrição da pescaria em canoa, e agora somos os campeões do FIPe, e agora ele recebe mais um presente, desta vez um barco de 6 metros e um motor. Só tenho a agradecer, o evento foi perfeito e a premiação é muito boa, estou muito feliz”, afirmou.

Foram capturados e soltos, 29 exemplares durante as 4 horas de pescaria da categoria canoa, das espécies pintado, cachara, jurupoca, Jurupensém e palmito. Estiveram na raia de pesca 142 equipes, totalizando 284 pescadores.

Para o Secretário de Turismo e Cultura, Junior Dias Trindade, o evento foi marcado pela premiação atrativa aos participantes da pesca em canoa e embarcada.

“Colocamos a disposição uma premiação superior a 250 mil nas duas principais categorias, a equipe campeã da pesca em canoa está levando para casa um kit com um barco de 6 metros e um motor 30 HP. Quero agradecer a Deus, aos nossos servidores, patrocinadores e voluntários, por tornar este FIPe o melhor de todos os tempos”, finalizou.

 

 

 

1º Lugar (Pai e Filho) – Cáceres – 4 peixes – 7700 Pontos

Enoque Araújo Faria e Vinicius de Souza Faria

Prêmio: 1 Barco de 6 metros e 1 motor 30 HP

 

2º Lugar (Linha Forte) – Cáceres – 2 peixes – 7140 Pontos

Joacir Horn e Leandro Lourenço da Silva

Prêmio: 1 Barco de 6 metros e 1 motor 15 HP

 

3º Jambeirão – Cáceres – 1 peixe – 5110 Pontos

Clodoaldo Luiz da Silva e Márcio da Silva Queiroz

Prêmio 1 Barco de 6 metros e 1 Gerador

 

4º Barqueiro – Cáceres – 1 peixe – 4480 Pontos

Lindomar Santos da Silva e Adonias Antonio Veiga

Prêmio 1 Barco de 6 metros

 

5º Deus Vivo – Cáceres – 1 peixe – 3570 Pontos

Alex Flaviano da Silva e Odair Bispo da Cruz

Prêmio: 1 Carretinha P/Barco

 

6º Lava Jato – Cáceres – 2 peixes – 3225 Pontos

Eder Max da Silva e Alex Brasilino da Silva

Prêmio: 1 Rabeta

 

7º Os Docinhos – Cáceres – 1 peixe – 3360 Pontos

Cleonice Buck Leite e Adilson Buck

Prêmio: 1 Gerador

 

9º JL e Pantanal – Cáceres – 1 peixe – 3150 Pontos

José Roberto da Silva Santos e Eliandro Antonio Miranda

Prêmio: 2 Caixas Térmicas

Assessoria

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Cáceres e Região

Diretores da CEF prestam informações sobre viabilidade de financiamento para projeto de esgoto sanitário em Cáceres

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Editoria – Sinézio Alcântara

A importância e os benefícios para a população e a relevância para o meio ambiente, saúde e turismo com a implantação do projeto de coleta e tratamento do esgoto sanitário de Cáceres foram esclarecidos aos vereadores, por representantes da diretoria da Caixa Econômica Federal (CEF). O projeto, em análise de viabilidade, com possibilidade de aprovação pela CEF, foi encaminhado à Câmara Municipal para análise e votação. Os esclarecimentos desfizeram informações distorcidas levadas a população e aos próprios vereadores sobre o projeto.

Os esclarecimentos feitos pelo gerente de Sistema de Gestão de Governo da CEF, Ubiratan Alves e pelo engenheiro Marlon Martendal, desfizeram informações distorcidas sobre o projeto. Entre elas de que haveria aumento de 100% na tarifa da conta da água de imediato e que comprometeria a capacidade de endividamento do município.

O projeto será implantado em toda área urbana, contemplando todos os bairros da cidade. Será uma das maiores obras já realizadas, em benefício da população. O projeto consta de rede coletora, 29 Estações Elevatórias e a Estação de Tratamento de Esgoto que será construída na área do Distrito Industrial.  A diretoria da CEF já se manifestou com a possibilidade de aprovação, depende da autorização da Câmara Municipal e da revalidação do Ministério de Desenvolvimento Regional.

O investimento de R$ 129 milhões necessário para execução do projeto será financiado pela CEF com recursos do Fundo de Garantia de Tempo de Serviço (FGTS) a juro de 6% ao ano, mais 2.5% de custo financeiro da caixa. O prazo para pagamento será de 24 anos. Sendo quatro anos de carência para o início do pagamento e mais 20 anos para quitação total do empréstimo.

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A previsão de conclusão das obras é de quatro a cinco anos, Período em que iniciará a cobrança da taxa do esgoto. Em função do alto custo de tratamento, o valor será proporcional ao valor da tarifa de água; ou seja quem paga R$ 40 de tarifa de água mensal, estará pagando a mesma quantia de tarifa do esgoto. Aliás, taxa essa que é cobrada na maioria dos municípios brasileiros que dispões de coleta e tratamento de esgoto domiciliar.

A implantação desse projeto trará inúmeros benefícios, para o município e, consequentemente, para a população. O principal e mais importante, será a melhoria da saúde da população. Estudos realizados pela Organização Mundial de Saúde (OMS) comprovam que, investimento de R$ 1 em saneamento básico economiza-se R$ 4 na saúde. A incidência de doenças como leptospirose, hepatite, dengue, Zica vírus, chikungunya e verminoses, serão reduzidas. Consequentemente reduzirá também a alta demanda de recursos públicos municipais para atender a população na área.

Outra questão significante será a melhoria da preservação e conservação do ecossistema pantaneiro. Com a execução do projeto a cidade se tornará mais atrativas, por ser considerada um polo turístico, devido ao sua localização geográfica privilegiada a margem do rio Paraguai, no berço do pantanal mato-grossense, considerado patrimônio mundial da humanidade.

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O esgoto que, atualmente, polui o rio Paraguai, despejado de forma criminosa, devido as ligações clandestinas na rede de drenagem, após a execução do projeto, só será despejado com o adequado tratamento, conforme as normas ambientais federais vigentes. Além disso, o restante dos esgotos domiciliares, estão contaminando o lençol freático em razão dos descartes em fossas sépticas e rusticas, onde muitas se tornam criadouros de mosquitos e propagadoras de doenças infecto contagiosas.

A melhoria na questão ambiental e nas obras estruturais, também irão proporcionar atrativos para empreendimentos imobiliários e empresas que demonstram interesses em se instalar no município.  Os custos estruturais de implantação desses empreendimentos, serão automaticamente, reduzidos. Com isso, proporcionando aumento de oferta de emprego e renda em todos os setores. Como por exemplo, postos de combustíveis, oficina mecânica, supermercado, hotéis, farmácias, entre outros.

Diretor da Autarquia Águas do Pantanal, Paulo Donizete Costa, assinala que o município tem consciência da grande responsabilidade em assumir o financiamento para a implantação do projeto. Porém, destaca que “se cada cidadão e representantes públicos não assumirem juntos esse compromisso, a tendência é que o município nunca irá chegar no padrão de qualidade de vida que todos desejamos” e que “essa é uma oportunidade única que a cidade está tendo” e que “a não concretização desse projeto pode significar um atraso irreversível como estamos a 240 anos desde a fundação da cidade”.

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Workshop marca encerramento do Senar Tec Leite em Pontes e Lacerda

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No próximo dia primeiro de novembro acontece em Pontes e Lacerda, o Workshop ATeG – Senar-MT. O evento será no parque de exposição, a partir das 8 horas e reunirá produtores de leite de toda a região. Um dos palestrantes será o superintendente do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Minas Gerais (Senar-MG), Christiano Nascif. Ele também é coordenador técnico do Programa de Desenvolvimento da Pecuária Leiteira – UFV e também do projeto Educampo.

Durante o evento será revelado o nome dos produtores que se destacaram em  2019 e também a “propriedade destaque” do Senar Tec Leite, no período de 2015 a 2019. Este é um programa de Assistência Técnica e Gerencial (ATeG), desenvolvido pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (Senar-MT).

Pontes e Lacerda foi o primeiro município a receber o Senar Tec Leite que atendeu durante quatro anos, 120 produtores de leite. O workshop realizado no primeiro dia de novembro será o marco de encerramento do projeto na região. Nos últimos quatro anos os produtores da região receberam a visita mensal dos técnicos de campo do Senar-MT.

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Em 2019, mais de 20 municípios estão sendo atendidos pela ATeG, do Senar-MT. Além da cadeia produtiva do leite, a entidade também está desenvolvendo projetos para a pecuária de corte e para a cadeia produtiva da Horticultura.

A ideia é propiciar ao produtor as ferramentas necessárias para o gerenciamento correto da propriedade. Os técnicos do Senar-MT auxiliam os produtores de leite a entender o seu custo de produção e a ter um olhar diferenciado para várias atividades executadas dentro de uma propriedade rural.

Produzindo leite desde sempre, os irmãos Ildo, Ilton e Nilton Vicente Souza estão entre os 120 produtores atendidos pelo Senar Tec Leite.  “Depois de integrados neste programa passamos a ter uma visão mais ampla do negócio, ou seja, quando é para fazer um serviço maior nos unimos e trabalhamos juntos. Nós passamos a ver que a dificuldade de um é a de todos”, conta Ildo.

Além desta união que fortaleceu não só a relação dos irmãos, mas de toda a comunidade de Cerro Azul, em Pontes e Lacerda, o conhecimento, a troca de informação e a capacitação se tornaram elementos importantes no dia a dia dos produtores de leite que vivem na região. “Dias de Campo e treinamentos são primordiais para melhorarmos a qualidade do nosso produto e também a nossa renda”, acrescenta Ilton. Ele garante que capacitação de mão de obra é primordial em qualquer cadeia produtiva. “Mas na do leite é ainda mais importante porque nosso lucro é muito pequeno”.

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Já para Nilton, o Senar Tec Leite trouxe conhecimento. “A comida para o rebanho é a coisa mais importante na cadeia produtiva do leite. Este programa nos deu mais conhecimento sobre pastagens, genéticas e também nos orientou sobre a importância da higiene na sala de ordenha. Fomos nos adequando, melhorando e já conseguimos ver o resultado no rebanho e na qualidade do nosso produto. A ATeG é primordial para o sucesso do produtor de leite”.

Fonte: Assessoria de Imprensa/Senar-MT

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