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O maior Festival de água doce do Mundo bate novos recordes.

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O 36° Festival Internacional de pesca, este ano foi configurado numa nova roupagem, Agregamos valores Humanos, Culturais, Econômicos, Sociais e Ambientais.

Valorizando nosso povo, nossas crianças e principalmente aqueles que pescam nessas margens há muitas décadas.

A intenção foi fazer aflorar o cuidado pelo nosso Meio Ambiente, mostrando o quanto é importante cuidar daquilo que é nosso o “Pantanal”!

O Projeto “Aprender a Pescar Pescando”, atingiu a marca significativa em número de participantes, através de oficinas de pesca, 2.000 mil crianças de 06 a 12 anos, participaram das oficinas que buscou despertar e sensibilizar para uma consciência de preservação, proteção e sustentabilidade ao nosso Rio Paraguai, que é responsabilidade de todos nós.

Nossas crianças foram chegando e desembarcando dos ônibus escolares que as trouxeram de longe, muitas delas saíram de casa um dia antes, pernoitaram pelo caminho, mas não se abateram, não tinha cansaço no seu olhar, a felicidade era tanta e tamanha que suplantava qualquer outro sentimento. Estavam ansiosas, a maioria pela primeira vez estavam sendo oportunizada a pescar no FIPe.

Participaram também as crianças da APAE Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE), oportunizando inclusão social.

Batemos Record na pesca Infanto juvenil, foram 5 baterias, e atingimos o maior número de participantes na categoria e o troféu no Rank Brasil agora pertence a Majestosa princesinha do Paraguai- Cáceres.

Durante o Festival a melhor idade mostrou sua experiência, se postaram a margem do rio, resgataram seus tempos de boa pescaria entre amigos. Assim foi a pesca sênior. Pelo segundo ano consecutivo, o torneio sênior de pesca, entrou para o livro dos recordes como a maior competição do gênero no País. Ao todo, 480 competidores, entre homens e mulheres fizeram parte do cenário.

Para valorizar a cultura do nosso povo na tarde de sábado, a prova de pesca de canoa a remo, a mais tradicional e charmosa do 36º Festival Internacional de Pesca Esportiva (FIPe) . É um momento único, onde a força dos braços substituiu os potentes motores das embarcações, as canoas se alinhavam e desalinhavam nas ondas do rio, conforme experiência pantaneira, tudo era alegria.

Um dos maiores eventos do Estado de Mao Grosso não parou por ai, ampliou o leque de oportunidades de geração de renda, em parceria com a Secretaria Estadual de Agricultura, instalou na Praça de Eventos, um amplo espaço para a Agricultura Familiar, dando oportunidade para as associações e cooperativas apresentarem seus produtos.

Lá pode-se apreciar o sabor da castanha do cerrado, do sabor do Pequi, Babaçu e das delicias do Cumbaru. Aqueles que Experimentaram se surpreenderam com o sabor das delicias pantaneiras. A artesã Suely Tocantins da Associação Pantaneira dos Artesões (APAC), coordenou o espaço da criatividade pantaneira, onde 47 artesões provenientes de diferentes municípios e até de fora do Estado, puderam expor sua arte, e propiciar oportunidades de negócios.

A emoção não parou, o coração pulsou forte, e foi dada a largada da pesca Embarcada Motorizada, mais um espetáculo sem igual, o cenário é majestoso, o rio resplandece o brilho de suas aguas, e mais de 300 barcos vão à busca do maior peixe.

Podemos dizer que somos agraciados e abençoados pelas aguas do Rio Paraguai, agua doce, que mata a sede, sustenta a vida e que conduz a felicidade no embalo do festival.

Agora oficialmente Cáceres é a capital nacional da pesca esportiva. O diretor do Instituto Rank Brasil, Luciano Cadari, afirmou que depois de três anos de estudos, que levaram em consideração a aptidão da cidade para a pesca, o número de estabelecimentos voltados para a pesca esportiva, os profissionais envolvidos e o número de participantes, Cáceres é partir de agora a capital de Pesca Esportiva do Brasil. Economicamente rentável para nossa cadeia produtiva do turismo de pesca. Essa é nossa terra, nosso rio, isso é Cáceres na Festa do FIPe

Eliene Liberato Dias.

Vice Prefeita de Cáceres.

Cáceres/MT

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HIGH SCHOOL: Jovens cuiabanos fazem intercâmbio pelo mundo

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Melissa foi para o Canadá e Kenui para os Estados Unidos. Eles têm em comum o relato da uma experiência inesquecível de ensino médio (high school), viagens e amigos.

Melissa Assunção Ribeiro, 18 anos, tinha um sonho de morar em outro país e vivenciar uma nova cultura. Com apoio da família, ela viajou para British Columbia, no Canadá, para passar 10 meses estudando em uma escola de período integral e morando com uma família canadense. A experiência foi tão positiva que a jovem se emociona e diz que deixou uma nova família do outro lado do mundo.

“Apesar das diferenças culturais, morei em uma cidade muito tranquila, organizada, com pessoas extremamente educadas e receptivas, fiz amigos de vários lugares do mundo e acabamos ficando muito próximos, o intercâmbio foi a melhor experiência da minha vida e não vejo a hora de voltar ao Canadá”, afirma a estudante, que participou de um programa de high school.

Ela conta que entre os desafios de morar no novo país, inicialmente, pegar ônibus foi algo bem difícil, pois nunca fez uso de transporte público no Brasil e não sabia como funcionava. Ter que fazer isso em outra língua e em uma cidade desconhecida exigiu bastante atenção e paciência. A segunda coisa mais complicada: a alimentação, que é quase que toda artificial e de micro-ondas. “Confesso que não aguentava mais e até preferia comer fora, em restaurantes”.

Melissa conta que por ser um lugar muito frio, é comum haver secadora de roupas no Canadá, além disso, as casas diferentemente do Brasil não são equipadas com tanque de lavar, algo que a incomodou. “Não tinha como lavar nada à mão, nem roupa, nem sapato, confesso que estranhei muito, mas se deparar com uma nova cultura é assim, um convite a respirar fundo e não julgar. A gente precisa ir bem aberto, sem expectativas e preparado para o novo”.

Com embarque previsto para meses de janeiro e agosto de 2020, o programa de intercâmbio high school é uma oportunidade para estudantes do ensino médio de Mato Grosso, nas faixas etárias de 13 a 18 anos e que tenham conhecimento intermediário da língua inglesa. Anualmente, mais de 300 mil brasileiros têm buscado oportunidades de estudo no exterior, dos quais a maioria para Estados Unidos e Canadá, conforme a Belta (Brazilian Educational & Language Travel Association).

A diretora da Experimento Intercâmbio, Magali Oliveira, organizadora do programa no Estado, explica que essa é uma forma de aprofundar novos conhecimentos, turbinar o currículo e desenvolver habilidades sociais e emocionais, como resiliência, independência, senso de responsabilidade, empatia e respeito. Além de uma oportunidade de viajar e fazer novos amigos.

“Este é um investimento que vale muito a pena, pois as escolas norte-americanas e canadenses, principalmente, são referência em educação no mundo. Os estudantes brasileiros têm acesso aos melhores currículos, com aulas extras em artes, esportes e até robótica, é uma formação que oferece passaporte para universidades de alto nível”, frisa a especialista na área.

Para o estudante Kenui Pereira Yamashita, 18 anos, que participou do programa em Wilmington, na Carolina do Norte, entre agosto do ano passado e julho deste ano, a experiência foi absolutamente perfeita. O mais difícil, segundo ele, no começo é a saudade da família, que realmente dói muito, e em seguida a barreira linguística.

“Quando a gente se adapta tudo flui e é uma oportunidade incrível para viajar, fazer amigos e estar com uma família diferente da nossa, mas que faz de tudo para a gente se sentir bem e feliz, o que mais adorei foram as viagens, conheci muitas cidades, praias, fui a Nova Iorque e passei momentos inesquecíveis”.

Segurança é palavra-chave

Mais que escolher a escola, Magali acrescenta que este pacote inclui algo inédito em Mato Grosso, que é a preparação e o acompanhamento da família e do aluno no processo que antecede a viagem, o que inclui palestras e workshops. A consultoria tem continuidade durante a viagem, com uma unidade local atendendo o jovem, além da preparação dos pais para receberem de volta o filho.

“Temos um encontro que chamamos de ‘E se fosse com seu filho?’ e outro que é ‘preparando o ninho’, que ajudam as famílias a lidar com as duas situações que são diversas, quando ficam sozinhos e o filho vai para o intercâmbio, e quando o jovem retorna diferente, com novos hábitos e mais maduro e independente, para alguns pais isso é um choque”, explica.

O intercâmbio, especialmente de longa duração como o high school, que pode ser de 6 meses a um ano, envolve um grau maior de complexidade e por isso é importante haver planejamento, que conforme a organizadora, requer no mínimo três meses de antecedência. Para ser uma experiência realmente positiva, a palavra-chave é segurança.

“É importante a família buscar orientação desde como fazer a documentação que o país exige até sobre o que levar na mala, como se portar nos aeroportos, a maneira de agir na casa família, porque existem regras que devem ser seguidas para que tudo seja realmente bom. Como orientadora, mostro aos jovens e aos pais sobre todos esses detalhes “.

Sobre o high school

Esse intercâmbio é voltado para jovens de 13 a 17 anos (sob consulta para estudantes de 18 anos). Para poder se inscrever, é preciso ter boas notas e apresentar proficiência intermediária na língua do país onde irá estudar. Entre os países disponíveis estão: EUA, Canadá, Austrália, Inglaterra, Irlanda, Nova Zelândia, Suíça, Alemanha, Argentina, Chile, Espanha e França. A cartela de idiomas varia entre inglês, francês, alemão e espanhol.

Sobre o investimento, os valores com a Experimento Intercâmbio Cuiabá variam conforme país, cidade e período, mas estão entre 7.465 a 52 mil dólares. O pacote é parcelável em até 12 vezes no boleto sem juros (não inclui a passagem aérea). Esse é o intercâmbio mais tradicional que existe e a Experimento Intercâmbio tem uma experiência de 54 anos de atuação no Brasil.

Outras informações: (65) 3627-6267, das 10h às 21h; ou no e-mail cuiaba@experimento.com.br. A Experimento Intercâmbio fica em Cuiabá, no Shopping 3 Américas – piso térreo. Nas redes sociais: https://www.facebook.com/experimentocgb/ https://www.instagram.com/experimento_cuiaba/

Rose Domingues Reis
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Ser professor é tocar o coração dos jovens

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E aí ela entrou na sala de aula, era bonita, perfumada e tinha um sorriso lindo. A primeira professora a gente nunca esquece. Um dia então, eu escolhi também ser professora. Um dia eu dei ouvidos para a minha vocação e ela se tornou um dom e ficou cada vez mais enraizada na alma e no coração, e a partir daí eu me envolvi completamente.

Esse sentimento é meu e de muitos educadores, profissionais da educação que convivem diariamente com jovens e crianças. É preciso encantar e ficar encantado com os desafios, com as adversidades, com as coisas boas da vida, bem como driblar as dificuldades do dia a dia.  Vivemos num tempo de mudanças que acontecem numa velocidade muito grande. O objetivo maior e principal do educador é estar cada vez mais aliado a essa realidade atual, mas nunca deixar de tocar o coração dos jovens, numa atuação mais afetiva e próxima – criando vínculos, fazendo – os crescer cada um no seu ritmo, no seu tempo, mas abraçando a vida com dedicação e cuidado.

Falar na profissão de professor é falar de afeto, tolerância, amor, cumplicidade, é compartilhar conhecimento, construir uma rede de aprendizado, é encher os olhos de lágrimas quando nossos alunos nos encontram, quando nos localizam nas redes sociais, quando precisamos acolhê – los nas dificuldades, quando já são profissionais e também nos acolhe nos seus consultórios, nos seus escritórios, nos seus ambientes de trabalho.

Ser professor é uma missão, que visa não só aprendizagem, mas o desenvolvimento humano de forma integral e apesar dos entraves, manter- se apaixonado pela profissão é um grande desafio.  Continuar acreditando sempre no ser humano que é único em sua essência. O único capaz de se transformar.
Vivenciamos no nosso dia a dia a filosofia de Dom Bosco, e mesmo nos dias de hoje ela continua atual, quando falava dos jovens dos quais cuidava e amava: “Perto ou longe, estou sempre pensando em vocês. Só tenho um desejo: vê – los   felizes no tempo e na eternidade.”

Neste dia 15/10, saudemos a todos os professores que abraçaram a carreira do magistério e nela tiveram seu encontro pessoal com a paixão de educar e o amor pelos jovens. Celebre seu dia!

Maria Beatriz Curado é pedagoga, psicopedagoga e neuropsicopedagoga e trabalha há 32 anos na educação. É coordenadora pedagógica no Colégio Salesiano São Gonçalo há 27 anos. 

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