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Nasa provoca mato-grossenses a resolver desafios da terra e do espaço

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Já pensou em resolver algum problema para a Nasa? Essa é a missão do Space Apps Challenge, evento que ocorrerá simultaneamente em mais de 80 países nos dias 18, 19 e 20 de outubro. Neste período, A Agência Espacial Americana abre seus dados e lança problemas reais em busca de soluções inovadoras.

Cuiabá é uma das 30 cidades brasileiras confirmadas para o evento que tem como tema “Explorando o que é próximo e distante”. O Hackathon (maratona de programação) será realizado no Centro de Eventos Senai Cuiabá. O ingresso é gratuito. Inscrições pelo site.

O prêmio para as duas melhores equipes globais é uma visita ao Nasa Kennedy Space Center, na Flórida, nos Estados Unidos. São parceiros na realização do evento o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai MT), Sebrae Mato Grosso e AgruHub da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso (Famato) .

A abertura do evento será com a palestra de Rodrigo Leonardi, da Agência Especial Brasileira. Ele trabalhou como consultor técnico do Centro de Estudos Estratégicos (CGEE) em ciência, tecnologia e inovação para o Brasil, conduzindo estudos para o setor espacial brasileiro. Atualmente, é vice-diretor de Satélites, Aplicações e Desenvolvimento da AEB, onde coordena um portfólio de projetos e iniciativas em nanossatélites para promover a ciência e a tecnologia relacionadas ao espaço.

A iniciativa da Incubadora da Nasa visa mobilizar participantes dos mais diversos perfis que tenham como guia a criatividade e o pensamento inovador. O evento contará com desafios de vários níveis diferentes, permitindo que  jovens e adultos possam trabalhar em grupos multidisciplinares. Os problemas são reais e os participantes receberão acesso a dados da Nasa para solucioná-los.

Última edição:

Em 2018, foram 850  eventos simultâneos em 80 países, com 1,8 mil equipes e mais de 17 mil participantes. No Brasil participaram mais de 3.000 participantes em 10 cidades, gerando 350 soluções.

Assessoria

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Bolsonaro assina acordos e diz que “Brasil tem mar de oportunidades”

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Presidente da República, Jair Bolsonaro, durante encontro bilateral com o Principe Herdeiro da Arábia Saudita, Mohammed Bin Salman, em Osaka, Japão.

No último dia de sua viagem à Ásia e ao Oriente Médio, o presidente Jair Bolsonaro assinou hoje (30) acordos com a Arábia Saudita e disse que o Brasil tem “um mar de oportunidades” e muito a oferecer aos investidores. “O Brasil está no caminho certo, hoje há uma independência de verdade entre os poderes Executivo e Legislativo, onde cada poder trabalha, mas voltado para o mesmo norte: o desenvolvimento do nosso país”, disse durante participação em um fórum sobre investimentos futuros.

“O Brasil tem um mar de oportunidades. Acredito que nenhum país do mundo tem o que nós temos, com toda a certeza, uma das melhores terras agricultáveis do mundo, que pode garantir aos senhores a segurança alimentar. No tocante à carne também, temos um mercado enorme, cada vez mais nossas plantas frigoríficas ganham certificação internacional”, disse, destacando ainda os juros e a inflação baixos, a queda do desemprego e do risco-Brasil e a aprovação da reforma da Previdência, que “é o remédio que tínhamos que aplicar para que o Brasil sobrevivesse”.

Antes do evento, em Riad, Bolsonaro se reuniu com o Ceo do SoftBank Group, Masayoshi Son, e com o rei da Arábia Saudita, Salman Bin Abdulaziz Al Saud. Foram celebrados atos em várias áreas, entre elas defesa e serviços militares; pesquisa industrial, desenvolvimento e tecnologia de defesa; cooperação cultural; e parcerias entre as entidades sauditas e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Também foi assinado acordo para a facilitação de vistos de viagem para cidadãos brasileiros e sauditas. Os vistos de visitas para os cidadãos dos dois países serão agora de múltiplas entradas, com prazo de validade de até cinco anos, para um período de estada de até 90 dias.

Na noite de ontem (29), Bolsonaro também participou de jantar com autoridades e investidores de diversos países e anunciou a parceria com o Fundo de Investimento Público saudita (PIF), que pode resultar no desenvolvimento de projetos de até US$ 10 bilhões no Brasil.

O presidente deixa hoje Riad, na Arábia Saudita. Ele esteve também no Japão, na China, nos Emirados Árabes e no Catar apresentando as reformas que o governo vem empreendendo na área econômica e as oportunidades de investimentos no país.

Por Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil

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ONG diz que Venezuela vive emergência humanitária complexa

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ONU pode providenciar recursos para ajudar população

A organização não governamental Human Rights Watch alertou hoje (4) que a conjunção de fatores, como falta de comida e escassez de alimentos, gera na Venezuela uma “emergência humanitária complexa”. Segundo a entidade, a Organização das Nações Unidas (ONU) deve dar uma “resposta forte”.

Declarar oficialmente que na Venezuela há uma “emergência humanitária complexa” é um princípio técnico da ONU que permitiria desbloquear a mobilização de recursos humanos e materiais suficientes para atender às necessidades urgentes dos venezuelanos.

Os partidários da oposição participam de uma manifestação contra o governo do presidente venezuelano Nicolas Maduro em Caracas
Falta de alimentos e remédios leva população a sair às ruas em protesto contra governo da Venezuela   (Arquivo/Reuters/Carlos Garcia Rawlins/Direitos Reservados)

O relatório “A emergência humanitária na Venezuela: uma resposta em grande escala da ONU é necessária para enfrentar a crise de saúde e alimentos”, de 73 páginas, elaborado por especialistas e médicos da Faculdade de Saúde Bloomberg Public, da Universidade Johns Hopkins, e da Human Rights Watch, reúne uma série de detalhes sobre a situação no país.

“Por mais que eles tentem, as autoridades venezuelanas não podem esconder a realidade do país”, disse Shannon Doocy, PhD e professor associado de Saúde Internacional na Escola Bloomberg de Saúde Pública, da Universidade Johns Hopkins, que conduziu a investigação.

Estudo

No estudo, há informações sobre os níveis de mortalidade materna e infantil, surtos de doenças que poderiam ser prevenidas com a vacinação, como o sarampo e a difteria, e aumentos drásticos na transmissão de doenças infecciosas, como a malária e a tuberculose.

O relatório adverte que tais dados indicam ainda a existência de elevado nível de insegurança alimentar e desnutrição infantil, bem como alta proporção de crianças internadas em hospitais com desnutrição.

“O colapso absoluto do sistema de saúde da Venezuela, combinado com a escassez generalizada de alimentos, está exacerbando o calvário que os venezuelanos estão vivendo e colocando mais pessoas em risco. Precisamos da liderança da ONU para ajudar a acabar com esta grave crise e salvar vidas”, apelou Doocy.

Em março, a Federação Internacional da Cruz Vermelha anunciou que aumentaria sua presença na Venezuela para cobrir as necessidades de 650.000 pessoas. Dados não oficiais indicam que aproximadamente 7 milhões de venezuelanos precisam de ajuda.

Providências

A ONG recomenda que o Escritório para a Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA) aborde o caso venezuelano como prioritário para exigir a mobilização de esforços e recursos de assistência humanitária em grande escala.

A entidade sugere ainda que as autoridades venezuelanas publiquem dados oficiais sobre doenças, epidemiologia, segurança alimentar e nutrição, para que a ONU possa avaliar de forma completa as necessidades humanitárias e a magnitude real da crise.

Mais de 150 pessoas, entre especialistas, profissionais de saúde, assistentes sociais, professores e líderes comunitários foram ouvidos na elaboração do estudo divulgado hoje (4).

Edição: Kleber Sampaio
Por Agência Brasil Brasília
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