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Municípios economizaram R$ 4 milhões com o Jornal Oficial em dezembro

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A economia que os municípios tiveram com o Jornal Oficial em dezembro totalizou R$ 4 milhões, a maior de 2018, se comparada aos 11 meses anteriores do ano. O jornal é utilizado para publicar, sem custos adicionais, atos oficiais, como: leis, decretos, portarias, balanços, editais, extratos de contrato, resultados de licitação, entre outros. São atendidas pela publicação, as prefeituras associadas e as Câmaras Municipais, além dos Consórcios de Saúde e de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental.

O presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios, Neurilan Fraga, disse que a publicação se consolidou como um dos principais serviços oferecidos pela instituição. “Além de garantir economia, o Jornal Oficial contribui para a transparência na administração municipal, com um número expressivo de publicações”, assinalou.

Os atos da AMM também são disponibilizados, visando a lisura e clareza na administração da entidade. Os Consórcios de Saúde que publicam no jornal são os seguintes: Araguaia, Médio Araguaia, Oeste e Vale do Arinos. Os Consórcios de Desenvolvimento Econômico que utilizam a publicação são os da região Sul, Alto do Rio Paraguai, Complexo Nascentes do Pantanal, Vale do Rio Cuiabá e Portal do Araguaia. O serviço está disponível também para os demais consórcios que tiverem interesse no atendimento.

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O responsável pelo Jornal Oficial, Noides Cênio, explica que a publicação garante vários outros benefícios, como eficiência, praticidade, legalidade, contando com o respaldo do Tribunal de Contas do Estado. O conteúdo é elaborado em plataforma digital, com o objetivo de prestar melhor atendimento aos usuários. Os servidores municipais possuem login e senha e estão habilitados a fazer o cadastramento das matérias no sistema. Essa medida garante maior autonomia aos municípios, além do controle integral sobre o conteúdo divulgado.   O jornal pode ser acessado através do link diariomunicipal.org/mt/amm/

Lançada em 2006, a publicação era inicialmente disponibilizada apenas de forma impressa. Para atender a demanda e modernizar o serviço, a AMM lançou a versão eletrônica, garantindo agilidade, facilidade de acesso e segurança, pois todas as publicações são acompanhadas por certificado digital.

As medidas ampliaram, gradativamente, a adesão das prefeituras. Atualmente quase a totalidade dos municípios utiliza o serviço.  Para utilizar o jornal, a prefeitura precisa ser filiada à AMM e aprovar uma lei na Câmara, reconhecendo o Jornal como veículo oficial de publicação dos atos municipais.

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Agência de Notícias da AMM

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EDUCAÇÃO EM PAUTA: Grevistas bloqueiam trecho da BR-364 em ato contra governo

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Membros do Sindicato dos Trabalhadores do Ensino Público de Mato Grosso (Sintep) fechou trecho da BR-364, na saída de Cuiabá, em protesto contra o governo do Estado. A via foi bloqueada por volta das 8h20 da manhã desta terça-feira (25) e só foi liberada por às 10h30.

De acordo com a Rota do Oeste, o bloqueio da pista foi feito por 100 pessoas, que passaram a coordenar do tráfego por meio do ‘pare e siga’.

Antes disso, o trânsito ficou totalmente bloqueado por cerca de 40 minutos.

Henrique Lopes, membro do Sintep, disse que a paralisação teve caráter de advertência. “É o que pode acontecer em outras rodovias caso o governo não negocie e mantenha a decisão de cortar o ponto dos profissionais”.

Segundo ele, a escolha pelo bloqueio das rodovias se deve ao fato de ser a princiapl forma de transportar a produção de Mato Grosso.

“É por onde passa tudo que é produzido no Estado e que deveria ser taxado, aí não teriamos problemas na saúde, educação e segurança como temos. Não há impostos”.

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O caminhoneiro Adriano Goes, que está vindo do Acre, contou que está há 2 horas parado no trânsito. Segundo ele, o bloquei da pista não vai ajudar na situação dos profissionais.

“Me falaram que são professores, não sei se aqui eles vão conseguir resolver alguma coisa. Só vai dar prejuízo para nós. Imagina quem tem uma carga viva? Tem que ir combrar no lugar certo. Todo mundo aqui está com vontade de ir embora, na Serra essa quantidade de carreta vai ser um problema”, disse.

Adriano está parado cerca de 2,5 km do local bloqueado pelo Sintep, que foi libernaod tráfego por 15 minutos e, em seguida, retoma o bloqueio.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou que, por volta das 10h30, os profissionais decidiram encerrar a manifestação.

O sindicato vai se reunir na tarde desta terça com o governo.

 

Greve mantida

Em assembleia realizada na segunda-feira (24), profissionais da educação decidiram manter o movimento por tempo indeterminado.

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Foi apresentada ainda uma agenda de mobilizações, que começa nesta terça e segue até a próxima segunda-feira (01), quando uma nova assembleia será realizada.

Em carta aberta aos profissionais, o governo de Mato Grosso fez um apelo, pedindo que seja reconhecida a crise financeira que o estado enfrenta.

No documento, 3 itens foram pontuados como já atendidos pelo Poder Executivo, alertando que as leis que garantem a Revisão Geral Anual (RGA) e do aumento salarial, específicas da categoria, não foram revogadas.

Yuri Ramires e Viviane Saggin / GD

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Destaque

Greve na rede estadual continua enquanto não houver proposta

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Os profissionais da educação da rede estadual deliberaram pela continuidade da greve, por tempo indeterminado. A Assembleia aprovou ainda uma agenda de mobilizações (abaixo) que começa nesta terça-feira (24.06), às 7 horas e prossegue até a próxima semana, dia 01 de julho, quando está marcada nova Assembleia Geral, para reavaliar o movimento ou proposta que venha a ser apresentada.

Há quase 30 dias de greve, o Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep-MT) aguarda proposta do governo para o cumprimento da Lei 510/2013. Outro ponto que requer postura do governo é o pagamento imediato dos salários referente ao corte de ponto dos trabalhadores. “Sem salário não haverá reposição de aulas”, afirmaram os grevista.

A categoria insiste em apresentação de propostas que avancem na pauta, inclusive com caminhos já apontados pelo próprio sindicato, com solução para a falta de recursos do governo. E mais, continuam aguardando a audiência de conciliação determinada pelo Tribunal de Justiça. Paralelamente, darão continuidade nas ações junto à Assembleia Legislativa para construção de uma proposta alternativa com mediação dos deputados; e ainda cobram a atuação do Ministério Público Estadual na mediação

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“Aguardamos que nesta terça-feira (25.06), durante reunião agendada pelo governo, na Secretaria de Gestão e Planejamento, às 15 horas, possa ser apresentada uma proposta que avance na negociação”, destacou o presidente do Sintep/MT, Valdeir Pereira.

A Assembleia reuniu grevista de todo o estado na Escola Estadual Presidente Médici, e finalizou com ato público saindo pela avenida Mato Grosso, passando pela avenida Coronel Escolástico (Prainha) até a Praça Alencastro, no centro da capital.

Confira as fotos no facebook do Sintep-MT

Assessoria/Sintep-MT

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