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Mulheres fazer protesto contra presença do goleiro Bruno no Operário; veja vídeo

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Um grupo formado por cerca de 50 mulheres realizaram um protesto na noite desta terça-feira (21), em frente ao Estádio Dito Souza, localizado no bairro Cristo Rei, em Várzea Grande. Elas são contra à presença do goleiro Bruno Fernandes no Operário Futebol Clube de Várzea Grande. O protesto foi pacífico e não impediu a entrada dos torcedores que foram assistir à partida entre o Operário e o Poconé pelo Campeonato Mato-grossense.

A procuradora do Estado e presidente do Conselho Estadual da Mulher, Glaucia Amaral, destacou que o ato tem o objetivo de chamar atenção da sociedade para o que está acontecendo. “Não temos nada contra a ressocialização, pelo contrário, é até absurdo dizer que o conselho é contra a ressocialização. Trabalhamos para a ressocialização dos condenados pela Lei Maria da Penha, agora há uma grande diferença entre ressocialização e colocá-lo na posição de ídolo novamente”, disse.

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Segundo Glaucia, o valor da liberdade ele já recuperou uma vez que ela teve informações de que Bruno segue sendo empresário e cuidando de seus bens. A presidente citou o caso de Guilherme de Pádua, ex-ator que matou a namorada Daniella Perez, lembrou que depois do episódio ele teve que se afastar da TV e não posar de ‘bom moço’. “Isso seria inadimissível”, destacou.

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Lembrou dos valores que o futebol carrega. “O futebol transmite valores a sociedade. Tanto é assim que Educação Física é uma matéria obrigatória no currículum escolar”, lembrou.

Por outro lado, ainda destacou a participação do Poder Público no futebol, quando ajuda times, quando constrói estádios e concede isenção e benefícios fiscais aos times de futebol.

Para ela, o que se tenta no momento é a inserção de Bruno a uma vida de glamour.

Faixas e cartazes lembraram que Bruno foi um dos responsáveis pelo assassinato de sua ex-companheira Eliza Samudio e pediam a não contratação do jogador, mas respeito às mulheres de Mato Grosso.

Bruno ainda não chegou a Mato Grosso, segundo informações do site ‘O Tempo’ a Justiça ainda não publicou a autorização. Sem a publicidade do ato de liberação, o goleiro não pode deixar Minas Gerais.

(Colaborou Thalyta Amaral)

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Cáceres e Região

O Mormaço Severino lança single e videoclipe feitos no celular

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Assessoria

Banda aclamada na cena autoral de Cáceres, O Mormaço Severino segue ativa superando as barreiras técnicas que se aprofundam em tempos de pandemia. Além das participações em festivais online – à frente, inclusive, do Ixpia O Festival – os mato-grossenses lançaram nas redes sociais e no Youtube uma nova música que ganhou o primeiro videoclipe com produção.

A inédita canção ‘Minha Pólvora. Um coração vazio’ foi feita em apenas três horas de uma madrugada por Rauni Vilasboas, que é compositor e guitarrista da banda. Os instrumentais foram feitos digitalmente por emulação, em um aplicativo de celular.

“Fiz a música inteira no GarageBand através de instrumentos virtuais, simuladores que oferecem a mesma sonoridade quando eu toco a melodia. Construí ela brincando e depois escrevi a letra”, conta o músico. O vocal inconfundível de Jheine Lima foi captado pelo microfone de um fone de ouvido.

A música foi lançada sem alarde no programa Ixpia na Rádio, da Capital FM, comandado por Raul Fortes no domingo (28).

O clipe, com performance e atuação da vocalista Jheine, que pensou figurino e maquiagem para compor o cenário, foi filmado no quintal de Rauni, que também aparece no vídeo. A maioria das imagens são dele e algumas de Leonardo Oliveira e do percursionista Wellington Fernandes. A edição é de Rauni, que também montou o clipe inteiro com editores de celular.

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Conforme o músico, ‘Minha Pólvora. Um coração vazio’ é uma alegoria de seus vícios em álcool e nicotina, representados de forma fantasiosa e que ganham forma física através de sua aparição no videoclipe. Uma declaração ao seu “amor bandido” e uma confissão da falta dele, sentimentos interpretados por Jheine com suas expressivas caras e bocas.

“Tentei levar para o clipe um pouco da angústia e agonia dessa luta constante, mesmo nunca tendo vivido ela. É uma música muito forte e eu tentei dar o meu melhor, usar das minhas próprias dores para interpretar as dele, porque dor a gente canaliza. Fora que é um clipe muito especial por seu o nosso primeiro clipe”, destaca Jheine.

“A música fala sobre o desafio de me manter sóbrio nesses dias de quarentena, em que tento produzir mais, criar mais. Qualquer coisa que mantenha a mente ativa e me ajude a esquivar das tentações”, conta Rauni, que marcou 100 dias sem beber e fumar na data de criação da música.

Os vícios, o cotidiano da cidade e a marginalidade marcam a poética mundana d’O Mormaço Severino, que eterniza Cáceres e suas personagens em canções como ‘Epopéia de Infortúnio Cacerense’ e Eu quero ver o pôr-do-sol da sete de setembro’. A produção caseira e sem recursos também já é característica da banda.

“Velha conhecida de todo artista independente, que tem que se virar na falta de recursos, se reinventar e se adaptar todos os dias”, conta Rauni, que, no ano passado, também lançou um EP solo feito inteiramente no celular. Na nova produção, o formato lo-fi ainda preserva ao máximo o distanciamento social entre os integrantes.

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O Mormaço Severino

Com pegada rock’n roll e influencias do blues, baião e regionalismos, O Mormaço Severino se destaca pela inventividade. A mistura que resulta no som da banda também é feita com instrumentos de percussão com materiais reutilizados.

Voltada para músicas autorais e experimentações sonoras, a banda foi idealizada por Ronaldo Gonçalves e Rauni Vilasboas no ano de 2009, em Cáceres/MT. O nome carrega conceitos que descrevem a agonia e o marasmo de poesias escritas e cantadas em uma cidade quente e pesada.

“Um grito de dor nas margens de nossa princesinha do Pantanal. Uma (re)leitura de nossa cidade ribeirinha”, descrevem os músicos.

O Mormaço esteve presente em festivais como Fipe, Cerrado Fuzz Festival, Mato Rock, Cáceres Rock Festival, Ixpia O Festival, Sarau da Figueira, Sarau das artes Free.

A banda é composta por 6 integrantes: Jheine Lima no vocal, Rauni Vilasboas na guitarra e voz, Ronaldo Gonçalves no baixo, Diego Vicente no teclado, Luis Guilherme bateria e voz, e Welington Fernandes (Mc Fernandes) na percussão e voz.

Instagram:https://instagram.com/omormacoseverino

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Secretaria de Saúde pede que MPE notifique cidades classificadas como “risco muito alto”

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Assessoria – GCOM

Como forma de auxiliar a conter o avanço do coronavírus em Mato Grosso, a Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) encaminhou ao Ministério Público do Estado (MPE) um pedido para que o órgão notifique os prefeitos das cidades que apresentam risco “muito alto” de contaminação pela Covid-19.

A solicitação – encaminhada às Promotorias de Juína e Cáceres –  enfatiza a importância da execução efetiva das medidas restritivas de prevenção do coronavírus nas cidades, contidas no Decreto n° 222, de 12 de junho de 2020.

O pedido de apoio surgiu após o acompanhamento semanal dos indicadores de classificação de risco dos municípios, que são monitorados pela SES e divulgados sempre às segundas e quintas-feiras. Foram considerados os dados do Boletim Informativo n° 108, divulgado no dia 24 de junho de 2020.

De acordo com o documento, a SES detectou um “crescimento significativo” da taxa de contaminação, com “risco muito alto” de disseminação da Covid-19 em 12 municípios: Cuiabá, Várzea Grande, Rondonópolis, Sorriso, Primavera do Leste, Lucas do Rio Verde, Nova Mutum, Tangará da Serra, Campo Verde, Cáceres, Matupá e Querência, Pedra Petra, Nossa Senhora do Livramento e Porto Esperidião.

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Para todas essas cidades listadas, recomenda-se “implementação de medidas de distanciamento social mais restritivas (lockdown), nos municípios com ocorrência acelerada de novos casos e com taxa de ocupação dos serviços atingidos níveis críticos”.

Os números negativos, que mostram o crescimento da doença, têm preocupado gestores do Governo do Estado que atuam intensivamente no combate à pandemia da Covid-19. O alto número de infectados tem ocasionado congestionamento nos hospitais da rede estadual. Mesmo com abertura em todo o Estado de dezenas de novos leitos exclusivos para o tratamento da doença, ainda há dificuldades devido ao expressivo crescimento de casos.

Diante da calamidade de saúde provocada pelo coronavírus, a SES busca apoio junto ao MPE, como forma de reforçar – com o auxílio de um órgão de controle – as ações que devem ser adotadas pelos gestores municipais em meio à pandemia.

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