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Mato Grosso

MTI discute sobre gestão de projetos e inteligência artificial

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Os analistas da Empresa Mato-grossense de Tecnologia da Informação (MTI) participaram nesta quarta-feira (17.07) de mais uma edição do Café Tech, onde puderam discutir sobre gestão de projetos e sua implantação nas empresas, bem como sobre inteligência artificial.

O Café Tech foi criado como parte da iniciativa de disseminar a cultura da inovação entre os colaboradores da MTI. Ao longo das edições anteriores, já foram discutidos sobre ferramentas e aplicativos que podem aprimorar os trabalhos na área de tecnologia e contribuir para a criação de novas oportunidades de negócio.

Nesta quarta edição, o analista da Cromus Consultoria, Clebiano Nogueira, palestrou sobre os “Mitos e as verdades na implantação da gestão de projetos”. Segundo ele, há sete “mitos” que todos dizem e que impedem o gerenciamento dos projetos para se conseguir atingir o resultado esperado, seja em produtos ou serviços.

Os mitos envolvem a metodologia, apoio executivo, comunicação, controle de mudanças, métricas, lições aprendidas e melhoria contínua. O primeiro mito, segundo Clebiano, é referente à afirmativa referente Project Management Institute (PMI) para gerenciamento de projeto. Isto porque o PMI não trabalha com metodologia, mas boas práticas de gestão. 

O segundo mito trata-se da afirmativa de que gerentes de projetos têm autonomia para selecionar ou gerenciar projetos. Contudo, esse mito cai por terra, uma vez que é necessário o apoio do patrocinador para o bom desenvolvimento do projeto.

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Já o terceiro mito diz respeito ao entendimento de que a execução das atividades está garantida a partir do alinhamento das responsabilidades. “O pior da comunicação é a ilusão de que ela ocorreu. É preciso certificar de que o detalhamento do projeto, de entregas e resultados esperados esteja claro para cada um dos membros”, disse.

Outro mito é se considerar o projeto 100% entregue de acordo com o planejado, bem como considerar as métricas baseadas em percentual concluído das atividades. “É preciso ter outras maneiras de gerenciar. Hoje temos indicadores de performance, de análise de valor agregado e indicadores de resultados”, afirmou Clebiano.

Além disso, outro mito que prejudica o andamento do projeto é reunir os integrantes no final, para compilar as lições aprendidas. “Se a lição é só no final, você já não se lembra do começo. As lições têm que ser organizadas desde o início. Pode-se ir anotando os históricos dos pontos relevantes, importantes e fortes vividos durante o andamento do projeto”, explicou.

O analista de TI da MTI que atua na Sefaz, Guilherme Campos, explica sobre machine learning

Também é considerado mito relevante a crença de que a experiência e a ferramentas são suficientes para enfrentar os desafios da disrupção digital.  “Não basta apenas conhecimento. É preciso melhorar e revisar a metodologia para garantir projetos bem feitos”, encerrou.

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Machine Learning 

Além da gestão de projetos, foi discutido ainda sobre inteligência artificial na palestra “Introdução à Machine Learning e Deep Learning”, realizada pelo analista Guilherme Campos, servidor da MTI cedido à Secretaria de Fazenda (Sefaz).
A Machine Learning é considerada uma aprendizagem de máquina, que é a capacidade de um computador de aprender e evoluir à medida que é exposto a novos dados e em constante mudança, de modo que possam fazer tarefas que seriam executadas por pessoas.

Já a Deep Learning é uma aprendizagem profunda, cuja tecnologia tornou-se muito comum atualmente. “A Deep Learning é uma das sub-áreas do Machine Learning e que está muito em alta e na moda e tem resultados impressionantes”, disse Guilherme.

Segundo Guilherme, a Deep Learning é utilizada em aplicações como visão computacional, reconhecimento de fala e compreensão de linguagem natural. “Você consegue trabalhar em outras áreas, como voz, texto e processamento de linguagem natural. E isso é mais uma ferramenta que se tem para trabalhar. Por isso é interessante conhecer as novas técnicas, mesmo que não seja profundo conhecedor, para que possamos propor soluções para problemas futuros”.

Fonte: GOV MT
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Sema resgata 12 tartarugas nas Regiões do Araguaia e do Xingu; 8 pessoas foram presas

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A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT), em parceria com a Diretoria de Unidade Desconcentrada de Confresa, ONG aliança da Terra e Polícia Militar, resgatou 12 tartarugas durante operação de 10 dias, realizada no fim de julho, que  abrangeu 13 municípios de Mato Grosso. A ação envolveu áreas de preservação permanente e do Parque Estadual do Xingu.

As tartarugas foram devolvidas ao seu habitat natural. Também foram apreendidos 110 quilos de peixes das espécies matrinchã, pacu, ferrada, piau, sardinha e pirarucu, carnes de caça e apetrechos proibidos de pesca como redes, espinhéis, arpão e bóias.

A operação ocorreu nos seguintes municípios: Bom Jesus do Araguaia, Serra Nova, Novo Santo Antônio, São Félix do Araguaia, Luciara, Santa Teresinha, Vila Rica, Confresa, Porto Alegre do Norte, Cana brava do Norte, Alto Boa Vista, Santa Cruz do Xingu e São José do Xingu.

Além das ações contra a pesca predatória, os fiscais atuaram também contra as queimadas florestais, ao se depararem com um foco de incêndio de grande porte em Jacaré Valente, Distrito de Confresa, atingindo cerca de 60 hectares de mata.

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Ao final da operação oito pessoas foram conduzidas para delegacia e os peixes apreendidos foram doados para o Hospital de São Félix do Araguaia.

Denúncias

O cidadão pode denunciar a pesca depredatória e outros crimes ambientais à Ouvidoria Setorial da Sema: 0800-65-3838 ou via WhatsApp no (65) 99281-4144. Outros telefones para informações e denúncias: (65) 3613-7394 (Setor Pesca), nas unidades regionais da Sema ou aplicativo MT Cidadão.

Fonte: GOV MT
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Mato Grosso

Curso de Técnicas de Controle da Rotam termina nesta segunda-feira (19)

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Depois de 27 dias, encerra nesta segunda-feira (19.08), às 9 horas, no auditório Comando Geral da Polícia Militar, o 2º Curso de Técnicas de Controle e Submissão, promovido pela Ronda Ostensiva Tático Metropolitana (Rotam). Os 17 alunos do aprimoramento receberam instruções de alternativas do uso da força, através de métodos de artes marciais adaptados para a atividade policial.

O objetivo do curso foi preparar os agentes públicos para situações críticas de manutenção da ordem, onde é necessário o emprego de técnicas, táticas e meios diferenciados de uso da força. Além de proporcionar aos alunos, maior capacidade técnica de resolução de conflitos, dentro dos princípios da legalidade, proporcionalidade, moderação e conveniência, resguardando os direitos e garantias fundamentais dos cidadãos. 

Participaram do curso policiais da Rotam, do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), Cavalaria, Força Tática do 1º CR, militares do 24º Batalhão,  Grupo Especial de Fronteira (Gefron), agentes penitenciários e investigadores da Polícia Judiciária Civil.

Na grade curricular, por exemplo, foram destacadas noções sobre Direitos Humanos; Legislação sobre o uso da força; História das algemas; Física aplicada à técnica policial; Sobrevivência policial; Defesa pessoal; Instrumentos de menor potencial ofensivo; Fundamentos de técnicas de solo e procedimentos de algemação tática, entre outros.

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Serviço

Encerramento do 2º Curso de Técnicas de Controle e Submissão

Data e hora: segunda-feira (19.08), às 9h

Local: Auditório do Comando Geral da Polícia Militar

Fonte: GOV MT
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