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MT lidera ranking de casamentos duradouros mas é o 2º do Centro-Oeste em número de divórcios

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Apesar de ter a maior duração da região, em nível nacional, o estado ocupa a 17ª colocação no quesito.

O tempo médio de duração dos casamentos em Mato Grosso foi de 13,7 anos em 2017, segundo pesquisa divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

É a maior duração da região, porém, em nível nacional, o estado ocupa a 17ª colocação no quesito.

Foram registrados 17.544 casamentos em Mato Grosso em 2017, um aumento de 1,25% em relação a 2016 (17.327 registros). Em Cuiabá, o número caiu de 4.167 casamentos para 3.967 registros em 2017 – queda de 4,80%.

O tempo médio de duração do casamento no Brasil foi de 14 anos em 2017, ou seja, Mato Grosso ficou abaixo da média nacional.

Há 10 anos, em 2007, o tempo médio de duração do casamento era de 18,7 anos em Mato Grosso, segundo o IBGE.

À época, Mato Grosso ocupava a 6ª colocação entre as Unidades da Federação e estava acima da média nacional (17,5 anos).

Divórcios

Segundo o IBGE, foram registrados 5.261 divórcios em Mato Grosso em 2017, de acordo com as Estatísticas do Registro Civil. A população com mais de 20 anos em todo o estado foi estimada em 2.312.462 pessoas.

Segundo o IBGE, a taxa geral de divórcio (por mil habitantes com 20 anos ou mais) foi de 2,28 em Mato Grosso em 2017.

A taxa é inferior à média do Brasil (2,48) e à do Centro-Oeste (2,55), sendo mais alta apenas do que a taxa de Goiás (2,01) na região.

Mato Grosso apresenta a 15ª maior taxa geral de divórcio entre os 27 estados brasileiros – a maior taxa é a de Mato Grosso do Sul (3,58) e a menor é a do Maranhão (1,01).

Na pesquisa, considera-se o lugar da ação do processo ou lavratura da escritura.

Por G1

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MPF aciona IPHAN, governo do Estado e prefeitura para tomar providências sobre prédios tombados abandonados em Cáceres

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Ministério Público Federal em Cáceres (MPF/MT) ingressou com Ação Civil Pública (ACP) na Justiça Federal contra o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), o Estado de Mato Grosso e o Município de Cáceres. A ação objetiva a imposição aos réus da obrigação de planejar e executar uma política pública dirigida ao conjunto arquitetônico, paisagístico e urbanístico tombado de Cáceres.

De acordo com a ACP, conforme constata qualquer pessoa que transita pelas ruas centrais de Cáceres, o estado de abandono de inúmeros imóveis localizados na poligonal tombada pelo Iphan e o Estado de Mato Grosso revela a inexistência de uma política pública, isolada ou integrada, de gestão do patrimônio material cacerense. Inclusive a administração municipal de Cáceres tem exposto uma intenção latente de destombar a região central, fomentando na comunidade local a tese de que tombamento seria um atraso para a cidade.

O descaso com o patrimônio cultural cacerense é tão profundo que a administração municipal conseguiu permitir que o prédio do antigo governo municipal fosse atingido por um grave incêndio na manhã do dia 07/10/2015, dia seguinte ao aniversário de 237 anos de fundação de Cáceres. O edifício é uma das obras de maior vulto da região central, e com importância histórica para a sociedade local indiscutível.

Leia mais:   MPF aciona IPHAN, governo do Estado e prefeitura para tomar providências sobre prédios tombados abandonados em Cáceres

Além disso, o Iphan, estado e município, não conseguem dialogar e estabelecer uma política pública coordenada e integrada de proteção e promoção do conjunto tombado. As atividades de fiscalização realizadas são insuficientes e colocam o bem tombado em risco.

A intervenção urbana se faz necessária, na qual é importante a implementação de um projeto-piloto de recuperação de fachadas, que pudesse ter início em curto espaço de tempo, com o objetivo de incentivar a comunidade a zelar pelo patrimônio edificado.

Há de se reconhecer que diversas ações no campo patrimonial dependem de recursos. No entanto, não se pode admitir que a inexistência de recursos infindáveis possa comprometer a elaboração e implementação de uma política pública no campo da preservação.

Diante disso, o MPF requer que o Iphan, Estado de Mato Grosso e Município de Cáceres instituam um grupo de trabalho integrado e definam uma política pública coordenada de proteção e promoção do conjunto arquitetônico, urbanístico e paisagístico tombado de Cáceres, contendo as ações de curto, médio longo prazo, pelo menos pelos próximos cinco anos e os meios de formalização da gestão tripartite.

Leia mais:   MPE-MT acompanha investigações para descobrir motivo de mortandade de peixes no Rio Paraguai

Por Assessoria/MPF

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MPE-MT acompanha investigações para descobrir motivo de mortandade de peixes no Rio Paraguai

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Pescadores encontraram diversos peixes mortos nesse domingo (17) no Rio Paraguai. Os peixes mortos estavam tanto dentro quanto fora do rio.

O Ministério Público Estadual (MPE) monitora a coleta e análise de amostras do Rio Paraguai, na região da APA Nascentes do Rio Paraguai, em Alto Paraguai, a 219 km de Cuiabá, para verificar as causas da mortandade de peixes divulgada nas redes sociais desde esse domingo (17).

Os próprios moradores coletaram água do rio suspeitando que houve contaminação no local e o material deve ser analisado. De acordo com a prefeitura, o abastecimento de água em Alto Paraguai foi suspenso no mesmo dia por conta da contaminação da água.

O que se especula é que a contaminação tenha ocorrido no interior da referida unidade de conservação.

Na ocasião, foram detectados princípios ativos de substâncias para os quais não há limites de segurança previstos no Brasil, tanto para água potável quanto para água superficial, como o Clomazone, Imidacloprido, Propoxur e Tiametoxam.

De acordo com informações da 2ª Promotoria de Justiça de Diamantino, a 229 km de Cuiabá, o relatório técnico foi anexado aos autos das ações civis públicas já propostas, bem como nos recursos interpostos pelo MPE. Atualmente, existem 19 processos em tramitação na 1ª Vara Cível do município sobre o assunto.

Por G1 MT

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