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MT é o estado com maior curva de crescimento da Covid-19

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Assessoria

Mato Grosso voltou a ser destaque no programa Fantástico, da Rede Globo, exibido na noite do último domingo (28), por uma situação nada confortável: o crescimento de forma acelerada da Covid-19 (novo coronavírus).

A reportagem mostrou cidades de todo o Brasil que recuaram na reabertura de atividades comerciais numa tentativa de conter a alta de casos que se seguiu à flexibilização do isolamento social. E, segundo o Fantástico, Mato Grosso é hoje o Estado que apresenta a maior curva de crescimento da epidemia no país.

Foram citados números do novo vírus em Cuiabá – classificada como “epicentro da epidemia no Centro-Oeste – no dia 27 de abril, quando ocorreu a reabertura do comércio por determinação do Governo.

Naquela ocasião, a Capital acumulava 126 casos da doença e apenas uma morte em decorrência da Covid. Hoje, os casos passam de 3,1 mil e as mortes somam 136.

A reportagem exibiu, ainda, uma entrevista com a médica infectologista Marcia Hueb, em 27 de março, quando ela falava sobre o perigo de colapso na saúde do Estado, o que acarretaria na falta de leitos para internação.

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“A angústia é porque em março tivemos um isolamento social bem sucedido. O que dava uma certa tranquilidade. E ocorre que o isolamento quando funcionava dá a impressão de que não é necessário, justamente porque está funcionando”, disse Marcia, em uma nova entrevista ao Fantástico.

A reportagem também falou sobre a decisão do juiz José Leite Lindote, da Vara Especializada da Saúde Pública de Várzea Grande, que determinou a quarentena coletiva em Cuiabá e Várzea Grande.

“Em 24 horas, tivemos 14 liminares de pessoas solicitando leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Se tem demanda por liminar, é porque não existe mais UTI em Mato Grosso”, afirmou o magistrado.

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Confundida com animal, índia de Barra do Bugres leva tiro durante caçada na aldeia e morre

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Indígena da etnia Bororo, identificada como Marinalva Zaqueimae Corezomae, 33, morreu após levar um tiro durante uma caçada dentro das terras da Aldeia Umutina, em Barra do Bugres. Vítima estava com a família durante a caça e acabou sendo confundida com possível animal.

Ela chegou a ser socorrida, mas não resistiu e morreu em uma unidade de saúde da cidade. Conforme as informações da Polícia Civil, a caça ocorria por volta das 12h de quinta-feira (25).

Os indígenas saíram em caça por dentro das suas terras, quando o grupo se dividiu. Em determinado momento, Marinalva foi atingida por um tiro na clavícula. Ela foi socorrida pelos familiares e levada até uma unidade de saúde que atende os índios, na região da Aldeia Piapó.

Lá, foi colocada em uma ambulância e encaminhada em estado grave para o Pronto-Socorro de Barra do Bugres. Quando a equipe médica se preparava para o atendimento, perceberam que a vítima já estava sem sinais vitais.

Polícia Civil esteve no local  e, por se tratar de uma indígena, acionaram os órgãos federais. Família deve ser ouvida ainda nesta sexta-feira (25).

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yuri@gazetadigital.com.br

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Chuvas esparsas interrompem queda do volume de água no rio Paraguai; sobe 1 centímetro em cada 24 horas

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As chuvas esparsas verificadas em algumas regiões do Estado interrompem, lenta e gradativamente, a queda acentuada do volume de água, no rio Paraguai, em Cáceres. O nível do rio vem subindo em média, um centímetro, por dia. Na quinta-feira (24/9) estava com 55 centímetros, nesta sexta-feira, está com 56 centímetros.

De acordo com a Agência Fluvial, responsável pela aferição, o aumento do volume de água ocorre desde o último final de semana, quando choveu, em várias regiões do Estado, inclusive, na capital. A estiagem de quase quatro meses, fez com que o rio tivesse um dos menores níveis desde o início da aferição, pela agência fluvial desde 1966, há 54 anos.

 Neste ano, o menor volume, em Cáceres, ocorreu nos dias 19 e 20 de setembro quando se estacionou em 52 centímetros.

A situação é semelhante, no Mato Grosso do Sul. Lá a aferição é feita pelo Serviço Geológico do Brasil (CPRM). E, aponta que no dia 14 de setembro, o rio na região de Ladário mediu 29 centímetros, o menor volume da história. O CPRM monitora o rio há 26 anos. Em anos normais, nessa mesma época do ano, o rio em Ladário, passa dos três metros.

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Pesquisador sul-matogrossense Marcelo Parente Henrique afirma que, desde o mês de junho, o monitoramento já indicava a tendência de uma seca severa na região pantaneira. De acordo com o registro do histórico de dados nas estações, os meses de junho e julho concentram dois terços do auge das cheias anuais da região.

“No final de junho, quando ocorrem normalmente os picos das cheias na região, neste ano, a bacia do rio Paraguai já apresentava cotas de nível d’água dos rios muito abaixo do normal em Cáceres, Porto Conceição, Ladário, Porto Murtinho e Cuiabá, o que já sinalizava para a possibilidade de ocorrência de uma vazante mais rigorosa”, explica Henriques.

Diz que sem a cheia, os campos pantaneiros não alagaram e a vegetação aquática secou e virou combustível para as chamas, o que justifica o número excessivo de queimadas em todo Pantanal Mato-grossense. O especialista afirma que o pantanal não passa por uma seca como a atual há 50 anos.

Sinézio Alcântara – Expressão Notícias

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