conecte-se conosco


Economia

MT deve colher 63 milhões de toneladas de grãos o que corresponde a quase o dobro do PR, 2º no ranking

Publicado

Estimativa da produção para a safra 2018/2019 foi divulgada pela Conab nesta quinta-feira (8). No Brasil, a produção total de grãos está estimada entre 233,7 e 238,3 milhões de toneladas.

Mato Grosso deve colher na próxima safra 63,5 milhões de toneladas de grãos, segundo estimativa da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), divulgada nesta quinta-feira (8). A quantidade colhida corresponde a quase o dobro do Paraná, que deve produzir 37,6 milhões de toneladas e é o segundo maior produtor do país.

Depois de Mato Grosso e do Paraná, aparecem no ranking o Rio Grande do Sul (31,5 milhões), Goiás (22,8 milhões) e Mato Grosso do Sul (18,8 milhões).

No Brasil, a produção total de grãos está estimada entre 233,7 e 238,3 milhões de toneladas para a safra 2018/2019.

A expectativa é que haja um crescimento entre 2,5% e 4,5% em comparação com a safra anterior.

As chuvas, segundo o documento, proporcionaram o adiantamento dos trabalhos de semeadura da soja, que já passam de 80% até o fechamento do mês. Na mesma época do ano passado, contabilizava-se 40,5%.

Principal produtor do grão no país, a Conab estima que haja um crescimento na área destinada à cultura em relação ao espaço destinado na temporada passada.

“A continuidade do crescimento da área de soja ocorre mesmo com todos os obstáculos, tais como: encarecimento dos fretes rodoviários, dólar elevado, o que demonstra a força do agronegócio de Mato Grosso em se manter firme mesmo em cenários de adversidades”, diz trecho da estimativa;

Por André Souza, G1 MT

Comentários Facebook

Cáceres e Região

Prefeito assina novo decreto com medidas de combate ao coronavirus

Publicado

Editoria – Sinézio Alcântara

Além de evitar aglomerações, os estabelecimentos comerciais, em Cáceres, terão que disponibilizar um funcionário, com termômetro, para aferir a temperatura corporal dos clientes, antes de adentrar, principalmente, nos mercados, agências bancárias, casas lotéricas e demais locais de grande fluxo de pessoas. Essa é uma das medidas que foram inseridas no novo Decreto Municipal, que foi baixado na tarde desta quarta-feira pelo prefeito Francis Maris Cruz.

A decisão foi tomada, na manhã de hoje, em reunião entre o prefeito, os promotores Augusto Lopes Santos, Rinaldo de Almeida Segundo e o procurador-geral do município Bruno Cordova.  De acordo com o novo decreto, as pessoas que apresentarem temperatura corporal acima do normal, serão encaminhadas imediatamente a uma unidade de saúde do município.

O rigor nas ações para evitar a disseminação do coronavirus, partiu dos ministérios públicos estadual e federal. Cáceres é um dos municípios do Estado, onde o prefeito se mantém de pensamento alinhado com o governo federal, no sentido de manter as normas de segurança de combate a pandemia, mas contrário ao posicionamento de fechar os estabelecimentos comerciais, para evitar o colapso da economia.

Leia mais:   Dona de casa de Pontes e Lacerda morre por coronavirus no Hospital São Luiz

No novo decreto, inclui-se também a obrigatoriedade dos estabelecimentos de fornecer álcool em gel para higienização dos clientes na entrada dos comércios; limitar o número de uma pessoa por família no interior do estabelecimento, para evitar aglomerações. E, ainda delimitar – com pinturas em faixas -, de uma área na entrada do comércio, de modo que cada cliente fique em uma distância mínima de um metro e meio um do outro.

Além das medidas imediatas, a principal e de maior dificuldade, proposta pelos representantes do MP e MPF, de acordo com o prefeito, será a criação de novos leitos hospitalares e aquisição de equipamentos como ventiladores e monitores mecânicos e luvas e máscaras, para socorrer eventuais vítimas do coronavirus. Eles sugerem a disponibilidade de, pelo menos, 50 leitos. A expectativa é de que de 6 a 20 de abril, será o “pico” da pandemia no país.

Em Cáceres, segundo eles, os hospitais São Luiz e Regional, contam com apenas 26 leitos disponíveis e serão necessários, no mínimo, mais 24 para totalizar os 50 e, dessa forma dobrar a capacidade dos atendimentos. A princípio, a ideia será transformar apartamentos e enfermarias em UTIs. Para suprir a necessidade de novos equipamentos a proposta será a aquisição dos ventiladores e monitores mecânicos que custam, atualmente, R$ 130 mil cada.

Leia mais:   Presidente da Fapemat, Adriano Silva, morre de covid-19

Para adquirir os ventiladores e demais equipamentos, a administração municipal já está mantendo contatos com o governo do estado e governo federal viabilizando emendas parlamentares para aquisição dos equipamentos da UTI.

Comentários Facebook
Continue lendo

Economia

Termina nesta sexta-feira o prazo para pagamento da 1ª parcela do 13º salário; veja como funciona

Publicado

Esta primeira parte representa metade do salário que o funcionário ganha; 2ª parcela deve ser depositada até o dia 20 de dezembro.

Termina nesta sexta-feira (29) o prazo para que as empresas paguem aos seus funcionários o adiantamento da primeira parcela do 13º salário. O prazo estabelecido em lei é até o dia 30 de novembro, mas como cai em um sábado, o empregador deve antecipar o pagamento para o último dia útil do mês.

A segunda parcela, por sua vez, precisa ser depositada na conta dos trabalhadores até o dia 20 de dezembro. Aqueles que pediram o adiantamento do 13º nas férias, contudo, não recebem a primeira parcela agora (pois já receberam), apenas a segunda. A primeira parte representa metade do salário que o funcionário ganha.

O pagamento do 13º salário é feito com base no salário de dezembro, exceto no caso de empregados que recebem salários variáveis, por meio de comissões ou porcentagens – nesse caso, o 13º deve perfazer a média anual dos valores.

Cabe ao empregador a decisão de pagar em uma ou duas parcelas. No caso de ser apenas em uma única vez, o pagamento deve ser feito até o dia 29.

Caso o empregador não respeite o prazo do pagamento, será autuado por um auditor-fiscal do Ministério do Trabalho no momento em que houver fiscalização, o que gerará uma multa de R$ 170,25 por empregado.

Quem não receber a primeira parcela até a data limite deve procurar as Superintendências do Trabalho ou as Gerências do Trabalho para fazer a reclamação. Outra opção é buscar orientação no sindicato de cada categoria.

O Imposto de Renda e a contribuição ao INSS incidem sobre o 13º salário. Os descontos ocorrem na segunda parcela sobre o valor integral do 13º salário. Já o FGTS é pago tanto na primeira como na segunda parcela.

O pagamento do 13° salário deve injetar R$ 214,6 bilhões na economia, segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). O número de pessoas com direito ao benefício soma 81 milhões, dos quais 61% são empregados formais (49 milhões de pessoas) e 37,7% (30,5 milhões) são aposentados e pensionistas da Previdência Social (INSS). O valor médio do 13º salário que será pago em 2019 é estimado em R$ 2.451.

Leia mais:   Nove municípios de Mato Grosso passam a contar com atendimento online da Defensoria Pública

Quem tem direito

Têm direito ao 13º salário todos os trabalhadores do serviço público e da iniciativa privada, urbano ou rural, avulso e doméstico, além dos aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) – neste último caso, o pagamento da 2ª parcela começou no dia 25 e vai até o dia 6 de dezembro.

O 13º salário tem natureza de gratificação natalina e está previsto na Lei 4.749/1965. Todo trabalhador que atuou por 15 dias ou mais durante o ano e que não tenha sido demitido por justa causa tem direito à gratificação.

Os trabalhadores que possuem, por exemplo, menos de um ano na empresa têm direito ao 13º salário proporcional aos meses trabalhados por mais de 15 dias. Por exemplo, um empregado que trabalhou por seis meses e 15 dias deverá receber 7/12 de seu salário a título de 13º.

Já quem trabalhou de 1º de janeiro a 14 de março, por exemplo, terá direito a 2/12 de 13º proporcional pelo fato de a fração do mês de março não ter sido igual ou superior a 15 dias.

O empregado afastado por motivo de auxílio-doença recebe o 13º salário proporcional da empresa até os primeiros 15 dias de afastamento. Já a partir do 16º dia, a responsabilidade do pagamento fica a cargo do INSS. Funcionárias em licença-maternidade também recebem 13º salário. Dessa forma, o empregador efetuará o pagamento integral e/ou proporcional (quando admitidas no decorrer do ano) do 13º salário.

O empregado despedido com justa causa não tem direito ao 13º salário proporcional. Se a rescisão do contrato for sem justa causa, por pedido de dispensa ou fim de contrato por tempo determinado, o 13º deve ser pago de maneira proporcional, na base de 1/12 por mês, considerando-se como mês integral aquele que ultrapassar 15 dias de trabalho.

Já o estagiário, como não é regido pela CLT e nem é considerado empregado, a lei que regula esse tipo de trabalho – 11.788/08 – não obriga o pagamento de 13º salário.

Pesquisa mostra que 87% dos trabalhadores devem usar 13º salário para pagar dívidas

Pesquisa mostra que 87% dos trabalhadores devem usar 13º salário para pagar dívidas

Horas extras e faltas contam

As horas extras e o adicional noturno geram reflexos no 13º salário e devem incidir na base de cálculo dessas verbas.

Na segunda parcela do 13º, no pagamento dos outros 50% do salário, são acrescidas as médias das horas extras trabalhadas.

Para o cálculo, deve-se dividir o total de horas extras pelos meses trabalhados no ano para se chegar à média de horas mensal. Depois calcula-se o valor da hora extra trabalhada dividindo pela jornada mensal prevista em contrato. Como a lei prevê que é preciso pagar um adicional de 50% sobre o valor da hora extra trabalhada, é necessário multiplicar esse valor por 1,5.

Gorjetas e comissões também devem entrar na base de cálculo do 13º salário, assim como adicionais de insalubridade e de periculosidade. Já as diárias de viagem só influem na base de cálculo do 13º se excederem 50% do salário recebido pelo empregado.

As faltas não justificadas pelo empregado, ocorridas entre 1 de janeiro e 31 de dezembro de cada ano, serão consideradas para desconto. Caso sejam superiores a 15 dias dentro do mesmo mês, o empregado perderá o direito a 1/12 do 13º salário.

Comentários Facebook
Continue lendo

Cáceres e Região

Policial

Política MT

Mato Grosso

Mais Lidas da Semana