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Mitos e Verdades sobre o Anticoncepcional

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Ginecologista, Domingos Mantelli, tira dúvidas sobre o assunto

A camisinha é a solução mais eficaz na prevenção de doenças sexualmente transmissíveis. Mas para as mulheres que buscam se proteger, além das doenças, de uma gravidez indesejada, o método deve ser conciliado ao uso de outros anticoncepcionais.

Os contraceptivos orais acompanham as mulheres desde a década de 60, quando se estabeleceu o início da revolução sexual e social feminina. Mais de 50 anos depois, as pílulas continuam sendo o método contraceptivo mais procurado no mercado mesmo com todas as lendas a cerca da ingestão do medicamento.

Para sanar de vez as dúvidas que nem sempre estão nas bulas, o ginecologista e obstetra Domingos Mantelli, disponibilizou um questionário com 15 perguntas e respostas sobre o método contraceptivo.

A pílula anticoncepcional pode acabar com o desejo sexual das mulheres?

Mito e verdade: O questionamento que as mulheres mais fazem aos ginecologistas é sobre a perda de libido. Não há qualquer relação entre o uso desse contraceptivo com a perda do apetite sexual, porém eventualmente se houver interferência do anticoncepcional na concentração do hormônio testosterona, poderá haver uma diminuição, mas não a perda da libido.

O anticoncepcional promove o aumento de peso?

Mito: Os hormônios contidos nas pílulas devem ser dosados e indicados pelo ginecologista para não sobrecarregar a contagem de hormônios. Mas em geral não há indícios de que o efeito seja relacionado ao aumento do peso. O que pode ocorrer é uma retenção de líquidos maior levando a um inchaço, dependendo do hormônio que for utilizado, porem o que não é relacionado com o aumento de células de gordura. O único segredo para não ganhar quilos é praticar exercícios e ter uma alimentação saudável.

A pílula causa câncer?

Mito e verdade: As pesquisas realizadas na área são incontestáveis, o uso da pílula não está associado ao surgimento de cânceres, porém podem aumentar a probabilidade de tê-los em alguns casos. O efeito muitas vezes é até contrário, onde o contraceptivo oral auxilia na prevenção de câncer como os de endométrio e ovários. Porém, as pílulas combinadas que contem estrogênio, aumentam a probabilidade de câncer de mama em pacientes com histórico pessoal ou familiar deste câncer.

A infertilidade pode ser causada pelo uso contínuo do anticoncepcional?

Mito: As mulheres que tomam a pílula por um longo período de tempo podem demorar um pouco mais do que as mulheres que não fazem o uso do medicamento para voltarem a engravidar. Isso se dá, pois, uma parte dos hormônios pode ficar acumulado em células de gordura e continuarem a ser liberados mesmo após a parada de toma-los. A pílula é reversível e não causa danos à saúde da mulher.

Posso não fazer intervalos entre todas as cartelas para não menstruar?

Verdade: Apesar de o sangue da menstruação ser uma maneira do corpo feminino se livrar das impurezas do organismo, a pílula não perde sua eficácia se a opção for emendar as cartelas, desde que os intervalos sejam acompanhados pelos ginecologistas,

O cigarro prejudica a ação das pílulas?

Verdade: O anticoncepcional continua sendo um método eficaz mesmo com o uso do cigarro. Mas combinação das substancias presentes no fumo e nas pílulas afetam o fígado bruscamente e aumentam as chances de doenças cardiovasculares e tromboses venosas. É altamente recomendada a não união da pílula e do cigarro.

O uso da pílula pode acarretar no aumento da acne?

Mito e Verdade: O surgimento da acne está veiculado ao hormônio feminino, quando a pílula é somada ao excesso de hormônio feminino já encontrado naturalmente em algumas mulheres, podendo haver efeito indesejado. Quando as mulheres possuem maior taxa de hormônios masculinos no organismo, a pílula é equilibrador e auxilia no tratamento da acne.

O consumo de álcool pode fazer a pílula perder o efeito?

Verdade: O álcool pode sim interferir na capacidade preventiva das pílulas anticoncepcionais. Tanto o álcool como os anticoncepcionais são metabolizados no fígado. O álcool pode inclusive aumentar as taxas de estradiol circulante, elevando seus efeitos colaterais como o aumento da probabilidade de se ter câncer de mama. Também o uso contínuo da bebida pode afetar a qualidade dos óvulos e dificultar uma gravidez posterior.

O anticoncepcional causa trombose?

Mito: Não, desde que o uso seja livre da influência de cigarros e que a mulher não tenha outros fatores de risco para trombose. O cigarro unido à pílula é responsável por engrossar o sangue, complicar a circulação e causar as tromboses. Claro que toda paciente deve ser orientada sobre a possibilidade de investigar trombofilia antes de iniciar um método contraceptivo

A pílula altera o humor das mulheres?

Verdade: A pílula pode melhorar o humor feminino porque age diretamente no controle das dores e dos sintomas nada sutis que vêm acompanhados da menstruação. O contraceptivo oral é um combatente da TPM.

A pílula causa celulite?

Mito: As celulites são provenientes da genética, não há o que culpar. Converse com seu ginecologista sobre anticoncepcionais que retenham menos liquido no organismo, reporte ao médico inchaços, aumento de peso e qualquer alteração física para descartar possibilidades de efeitos colaterais.

Posso utilizar as pílulas do dia seguinte mesmo tomando o contraceptivo regularmente?

Mito: Não, a combinação dos contraceptivos não aumenta a prevenção da gravidez, mas acarreta em problemas circulatórios e perda de libido causada pela alta dosagem hormonal dos medicamentos.

Posso tomar qualquer anticoncepcional disponível no mercado?

Mito: Não, o ginecologista é o único capacitado para receitar o contraceptivo oral, pois há a necessidade de realizações de exames para descartar impossibilidades de usar o método. A dosagem hormonal também só pode ser indicada pelo médico para não ocasionar efeitos colaterais.

A pílula pode ser ingerida em horários distintos?

Mito: O anticoncepcional deve ser tomado em horário regular. O esquecimento contínuo deixa o corpo feminino sem a cobertura da ação preventiva da pílula facilitando a fertilização.

Preciso trocar a marca das pílulas de tempos em tempos?

Mito: Se a mulher não tem efeitos desagradáveis com o uso continuo de uma só pílula, pode utilizar por tempo indeterminado uma marca e a eficácia não será comprometida.

Dr. Domingos Mantelli – Ginecologista e obstetra é formado pela Faculdade de Medicina da Universidade de Santo Amaro (UNISA) e pós-graduado em residência médica na área de ginecologia e obstetrícia pela mesma instituição. Também é autor do livro “Gestação: mitos e verdades sob o olhar do obstetra”.

Assessoria

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Estadual

Estudo indica caminho para tratamento de pacientes com arritmia

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O estudo Augustus, liderado pelo médico brasileiro Renato Lopes, professor da divisão de cardiologia da Duke University Medical Center, define novos caminhos para o tratamento de infarto em pacientes que têm fibrilação atrial que incluem a não utilização de aspirina. O estudo Augustos foi feito com 4.614 pacientes de cerca de 500 centros de 33 países, inclusive o Brasil. Ele foi debatido no 36º Congresso de Cardiologia da Sociedade de Cardiologia do Rio de Janeiro (Socerj) e publicado na edição de março no New England Journal of Medicine.

Renato Lopes disse à Agência Brasil que a pesquisa traz uma resposta muito específica para o paciente que tem fibrilação atrial e sofre um infarto do miocárdio ou que coloca um stent (uma peça expansível inserida dentro da artéria para evitar uma obstrução), “porque a gente tem que combinar diferentes remédios para afinar o sangue”. O paciente com fibrilação atrial precisa de medicação anticoagulante e o que apresenta quadro de infarto tem que usar dois antiagregantes plaquetários, cujo principal representante é o ácido acetilsalicílico (aspirina).

Rio de Janeiro - Exposição Vias do Coração, no Museu da Vida (castelo da Fiocruz), divulga o conhecimento cardíaco como forma de estimular a prevenção das doenças cardiovasculares (Tomaz Silva/Agência Brasil)
Estudo Augustus define novos caminhos para o tratamento de infarto em pacientes que têm fibrilação atrial – Tomaz Silva/Agência Brasil

Lopes explicou que os médicos ficam indecisos em relação ao que fazer quando o paciente apresenta fibrilação atrial, tipo de arritmia mais comum da prática clínica, e infarto. “A gente não pode só ficar somando um monte de remédios porque o risco de sangramento é muito alto”. Segundo Lopes, é preciso tentar descobrir qual é a combinação de tratamento que dá o maior benefício líquido, isto é, que dá maior redução em eventos isquêmicos, como acidente vascular cerebral (AVC), infarto e trombose de stent, com menor risco de sangramento.

Melhor combinação

O estudo mostrou que a melhor combinação é usar um anticoagulante mais moderno, como a apixabana, junto com apenas um antiagregante plaquetário, retirando a aspirina. “Porque ela (aspirina) só causou malefício, provocando muito sangramento, e não trouxe nenhum benefício para diminuir outros infartos ou outras tromboses de stent.

O médico ressaltou que como a aspirina é muito importante para o paciente que tem só o infarto, as pessoas acreditavam que esse remédio deveria ser mantido também para pacientes com arritmia. O estudo mostrou agora que uma das drogas mais antigas da medicina, que é a aspirina, pode ser desprezada, porque vai causar mais mal do que bem.

A adição de aspirina ao esquema terapêutico aumenta o risco de sangramento em 89%. O  estudo orienta que os médicos adotem a terapia dupla de anticoagulante mais antiagregante do tipo clopidogrel sem aspirina, ao contrário da terapia tripla com aspirina, empregada anteriormente, durante, pelo menos, seis a 12 meses. A partir de 12 meses, é recomendado a terapia única com o anticoagulante, no caso a apixabana.

Custos

Lopes destacou que não usar a aspirina vai evitar muitos sangramentos, que podem levar o doente a ser mais hospitalizado. Sem ela, cessa a necessidade de hospitalização. “Diminui a hospitalização por sangramento e, com isso, reduz os custos com saúde pública”.

Renato Lopes informou ainda que a incidência da fibrilação atrial aumenta diretamente com a idade. Em torno de 1% da população mundial tem fibrilação atrial. Se considerarmos apenas as pessoas mais velhas, acima de 80 anos, a incidência pode chegar até 25%.

No Brasil, existem poucos dados disponíveis. Um registro inédito de fibrilação atrial nacional que se acha em andamento, chamado Recall, liderado pelo médico brasileiro, será encerrado em 2020. A expectativa é que traga dados importantes sobre a doença no país.

Diretrizes de saúde

Outro estudo inédito publicado no Journal of the American Medical Association (Jama) por Renato Lopes e sua equipe fez uma revisão detalhada das diretrizes em cardiologia adotadas pela American College of Cardiology/American Heart Association e pela European Society of Cardiology.

O estudo descobriu que apenas 8,5% das diretrizes americanas e 14,2% das europeias provêm de estudos de nível de evidência A, a mais completa e abrangente.

“Quando a gente tem uma diretriz, o que se espera é que as recomendações venham do que existe de mais forte em termos de evidência, que são ensaios e estudos clínicos bem desenhados, que incluam vários países e tenham bastante dados. Ou seja, que tenham o maior nível de evidência para que haja maior certeza para tratar o doente. Isso é chamado de nível de evidência A”.

Renato Lopes disse que, infelizmente, a maior parte das diretrizes norte-americanas e europeias, de nível A, apresenta média de 10% . “Isso mostra que grande parte das evidências em cardiologia, que a gente faz no dia a dia, não são evidências com grau elevado de certeza que aquela recomendação faz bem ou mal. A gente não tem grande certeza sobre o benefício ou malefício daquela recomendação. Isso é um problema porque a gente tem que tratar o doente e acaba não tendo a certeza que precisa para promover o melhor para o paciente”.

Mudança radical

Lopes indicou a necessidade de haver uma mudança radical no mundo, no sentido de que sejam feitos estudos mais amplos, mais rápidos e mais baratos para gerar mais evidências de alto nível que possam ser traduzidas em diretrizes e recomendações aplicadas pelos médicos objetivando um tratamento mais adequado.

O médico defende que, para que se possa elevar o nível de qualidade das evidências em cardiologia, é importante um movimento que envolva a indústria farmacêutica, agências governamentais de fomento, a academia, e uma parceria público privada para que mude a maneira como se faz pesquisa clínica no mundo.

Segundo Lopes, as pesquisas têm que ser mais pragmáticas e menos burocráticas. “Os órgãos regulatórios têm que estar envolvidos, para que a gente possa fazer pesquisa mais barata, menos complexa e, consequentemente, gere respostas de alto nível mais rápido”.

Edição: Aécio Amado
Por Alana Gandra – Repórter da Agência Brasil
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Cáceres e Região

IFMT Campus Cáceres realiza I Encontro de Agropecuária

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Com o objetivo de promover integração entre os cursos técnicos em Agropecuária e fomentar discussões sobre temas que tenham relevância para a formação técnica, profissional e cidadã dos estudantes, o Instituto Federal de Mato Grosso, IFMT Campus Cáceres – Prof. Olegário Baldo realiza o I Encontro de Agropecuária do campus. O evento teve abertura na manhã desta quarta-feira (13.03) e estenderá a programação até a sexta- feira (14.03), com conferencias, mesas redondas e espaços culturais.

Na abertura, presidida pelo diretor-geral do campus, professor Salmo César da Silva, foi destacado o protagonismo das alunas e alunos de Agropecuária na iniciativa da realização do evento que, nas palavras de Salmo, “fortalece o ensino e a extensão” ao trazer experiências e contribuições do mundo do trabalho para o cotidiano da formação.

O coordenador-geral do EAGRO, professor Juberto Babilônia Sousa, doutor em geografia e mestre em agronomia com ênfase em Solos e Nutrição de Plantas, apresentou um panorama nacional sobre a importância da Agropecuária para em economia e, de modo particular, para a alimentação das pessoas. ” Se formos pensar a agricultura familiar ela produz 80 % da comida do nosso país e representou nesse último ano, 13 % do PIB ( Produto Interno Bruto). A pecuária brasileira no último ano, cresceu em torno de 13 % e, de acordo com o IMEA (Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária), o agronegócio representou em torno de 21 % do PIB no Brasil”, afirmou o coordenador, ao destacar o papel do Técnico em Agropecuária:

“São números que expressam essa dimensão e essa extensão da agropecuária no nosso país e, é por essa razão que temos que valorizar a formação técnica de vocês”, afirma Sousa.

O professor que é coordenador do curso Técnico Subsequente em Agropecuária enfatiza também a contribuição do campus com a formação para o mundo do trabalho, em seus 39 anos de atuação, e das amplas ofertas de contratações de formandos na área. “nós temos o orgulho, enquanto instituição, de dizer que nossos alunos formados aqui, e eu digo em particular os nossos técnicos em Agropecuária, são altamente requisitados. Temos situação, períodos do ano, que o número de formandos é insuficiente para a demanda de trabalho apresentada pelo mercado, sem falar em outros campos de atuação no mundo do trabalho”, pontua o coordenador.

Para o aluno Junior Pedrosa, da equipe de organização, o Eagro enriquece a formação com a possibilidade de troca de experiências com profissionais, pesquisadores e com as reflexões sobre as temáticas atuais abordadas. “o nosso sonho é que a cada ano o nosso evento seja maior, com grande abertura para a comunidade. Essa primeira experiência tem sido riquíssima para mim e para todas as pessoas envolvidas. Nós alunos participamos de todas as comissões e estamos realizando o EAGRO juntos com nossos docentes, todos os demais servidores envolvidos e com a gestão. Em 2020 quero está aqui contribuindo já como profissional técnico formado por esse instituto para a realizarmos a segunda edição”, afirma o aluno que conclui o curso técnico subsequente em Agropecuária no próximo semestre.

Entre as autoridades acadêmicas, participaram da abertura a diretora do Departamento de Desenvolvimento Educacional do campus, professora doutora Juçara Tinasi de Oliveira; o Coordenador-geral de Ensino, professor mestre Marcos Aparecido Pereira e o coordenador do Curso Técnico em Agropecuária Integrado ao Ensino Médio, professor Fernando Rodrigues Maciel. A solenidade contou com espaços culturais com a participação da dupla formada pelo aluno Vinícius Miranda e o seu pai, o cantor Cleomir, com música acústica de sertanejo raiz.

Na sequência da solenidade foi realizada a apresentação cultural da Orquestra de Violões do IFMT Campus Cáceres, regida pelo professor doutorando em Ciências e Tecnologia das Artes, Célio Jonas Monteiro.

Mesas-redondas e conferências

Com a temática Agropecuária: desafios e perspectivas, o encontro iniciou a programação a partir do debate sobre Empreendedorismo com a contribuição do servidor técnico do IFMT Cáceres, mestre em Agricultura Tropical, Vagner Aniceto Teixeira em conferência mediada pelo professor mestre Roney Mendes de Arruda. Vagner contextualizou a temática a partir da sua vivência desde a formação como técnico em Agropecuária no IFMT Cáceres, então Escola Agrotécnica Federal de Cáceres, até as experiências no âmbito de empreendimentos inovadores como servidor e gerente local de incubadora de projetos do Núcleo Incubador do IFMT Campus Cáceres.

Ainda nesta quarta-feira, o campus recebeu o engenheiro Adilson Domingos dos Reis representando o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Mato Grosso, CREA- MT em conferência sobre Trabalho e Registro Profissional. A atividade mediada pelo Professor do IFMT Campus Cáceres, Juberto Babilônia contou com a participação da servidora da Inspetoria do CREA em Cáceres, Joziane Leite da Silva e do fiscal Jonathan José Lima dos Santos.

Na quinta-feira (14.03), as atividades têm inicio com depoimentos de egressos técnicos em Agropecuária da instituição sobre a vivência na escola e vida profissional. A conferência, coordenada pelo professor doutor Reginaldo Antonio Medeiros, contará com a participação dos técnicos Valter Domingues Filho e Wilson Coimbra. Ainda no período matutino, terá mesa redonda sobre sanidade animal e vegetal com os fiscais do Instituto de Defesa de Agropecuária de Mato Grosso, INDEA, Adriano Garcia Araújo, Giovana Gonçalves Souza Muniz e Tiago Felipe de Almeida Gonçalves, com a coordenação do docente do IFMT, professor mestre Fernando Rodrigues Maciel.

No período vespertino serão abordadas as temáticas “Nutrição para piscicultura” e “Panorama da Agropecuária na região de Cáceres”, com os conferencistas convidados Wellington Correa Silva, da empresa VB Alimentos e do pecuarista João Oliveira Gouvêa Neto. As conferências serão mediadas pelos docentes do campus, professor doutor Victor Manuel Aleixo e o professor mestre Paulo Ribeiro de Barros.

O fechamento do ciclo de debates em conferências e mesas-redondas da primeira edição do EAGRO trará as contribuições do pesquisador e professor doutor Wanderley Pignatti da Universidade Federal de Mato Grosso com o tema Agrotóxicos e seus impactos no ambiente e saúde humana. A atividade será mediada pelo professor do IFMT Antonio Nobre da Silva, mestre em Agricultura Tropical.

A programação contará ainda com apresentação, na sexta-feira (15), às 9h40, do documentário ‘Travessia de boiada – pantanal/ cerrado’, do autor e diretor Franco Valério Cebalho da Cunha. O espaço cultural será encerrado com a apresentação da Fanfarra do IFMT Cáceres.


Edna Pedro DRT RJ 5056/2001
Assessoria de Comunicação
IFMT/Campus Cáceres – Prof. Olegário Baldo
(65) 3221-2631

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