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Ministro da Saúde defende cooperação internacional para aumentar vacinação nas fronteiras

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Luiz Henrique Mandetta visita a capital para o lançamento da Semana de Vacinação das Américas. Um dos avanços citados pelo ministro para a área da saúde é a vacina contra a dengue, que está sendo desenvolvida pelo Instituto Butantan.

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, afirmou nesta segunda-feira (22), durante evento em Cuiabá, que o Ministério da Saúde quer deflagrar um programa de cooperação internacional para aumentar a cobertura de vacinação nas áreas de fronteira. Ele visita a capital para o lançamento da Semana de Vacinação das Américas.

Segundo o ministro, a falta de imunização nas fronteiras foi responsável por muitos surtos e epidemias registrados no país.

“Gostaria de deflagrar um programa de cooperação internacional para aumentar a cobertura vacinal nas fronteiras brasileiras. O Ministério da Saúde quer começar esse movimento, porque foi dali que nossa baixa imunização surgiu os surtos e epidemias”, disse.

“O Brasil instiga a comunidade internacional, através da OMS, através dos nossos parceiros da América, para que o mundo se una em torno da vacinação. É um desafio da humanidade garantir que em tempo de tanto trânsito de pessoas, as pessoas possam ir e vir com tranquilidade”, disse, ao citar um aplicativo que está sendo desenvolvido pelo Ministério da Saúde.

O aplicativo, segundo ele, deve permitir que cada pessoa acesse com rapidez e facilidade o seu “status vacinal”.

Vacina contra a dengue

Um dos avanços citados pelo ministro para a área da saúde é a vacina contra a dengue, que está sendo desenvolvida pelo Instituto Butantan. “No ano que vem teremos, provavelmente, a fase 5 da vacina contra a dengue, idealizada e ingestada dentro do Instituto Butantan Brasileiro e que se concluir o que aparentemente se desenha de garantir a imunização contra a doença”, disse.

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De janeiro a junho, 181 mulheres são vítimas de estupro em MT

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Dados fazem parte de um levantamento divulgado pela Secretaria Estadual de Segurança Pública (Sesp-MT). São contabilizados os casos em que as vítimas têm idade entre 18 e 59 anos de idade.

De janeiro a junho deste ano, 181 mulheres foram vítimas de estupro em Mato Grosso, segundo um levantamento divulgado pela Secretaria Estadual de Segurança Pública (Sesp-MT), nesta terça-feira (16). São contabilizados na listagem os casos em que as vítimas têm idade entre 18 e 59 anos de idade.

Em comparação do mesmo período do ano passado, quando foram registrados 196 casos, o número de registros diminuiu 8%.

De acordo com o levantamento, o número de vítimas meninas menores de 18 anos de idade diminuiu. Esse ano foram registrados 93 casos. Em contrapartida, 143 registros foram feitos no ano passado.

Essa classificação de faixa etária engloba os sexos feminino e masculino.

No primeiro semestre, Mato Grosso registrou 659 casos. No mesmo período do ano passado, 683 registros foram feitos.

Por G1 MT

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Cachorros salvam homem atacado por onça

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Um homem de 58 anos foi salvo por 5 cachorros de estimação ao ser atacado por uma onça-pintada em uma fazenda de Porto Murtinho, a 440 km de Campo Grande.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, o ataque foi no último domingo (14) e a vítima precisou de atendimento médico por conta dos ferimentos. Conforme a ocorrência, o homem levou uma mordida e um tapa do animal na região das costas, o que causou vários arranhões.

Segundo a corporação, o homem foi verificar um mau cheiro em uma mata, acompanhado de seus cães. Ao chegar ao local, constatou que tratava-se de um animal morto, e neste momento, foi atacado pela onça. Os cães começaram a latir e partiram para cima da onça, assustando-a, e ela fugiu.

Segundo o coronel Queiroz da Polícia Militar Ambiental (PMA), em duas outras ocasiões, funcionários de fazenda foram verificar mau cheiro e foram atacados por onças também, porque especialmente a onça pintada costuma defender seu alimento.

“Ela mata a presa, depois fica se alimentando e vigiando essa carne. Essa é uma das formas em que ela pode atacar o ser humano. A onça não encara um ser humano adulto como presa, ela tende a se afastar, mas para defender seu alimento ou seus filhotes ela ataca”, explica.

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De acordo com os bombeiros, o homem foi levado para o hospital da cidade. Ele foi atendido e liberado no mesmo dia. O G1 tentou contato com a vítima, mas até a publicação desta reportagem as ligações não foram atendidas.

fonte: G1

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