conecte-se conosco


Mulher

Ministério da Saúde lança campanha de amamentação

Publicado

Amamentação reduz mortalidade infantil e risco de câncer de mama

Profissionais de saúde orientam sobre amamentação na Semana Mundial de Aleitamento Materno, no Palácio do Catete.

Ministério da Saúde lança hoje (4) campanha de incentivo à amamentação. A medida marca a Semana Mundial do Aleitamento Materno 2020, que ocorre na primeira semana de agosto, em mais de 150 países. 

Acompanhe ao vivo

Com o tema “Apoie a amamentação: proteger o futuro é um papel de todos”, o objetivo é mostrar que os benefícios da amamentação alcançam não só a mãe e o bebê, mas também, a sociedade e todo o planeta.

A amamentação é capaz de reduzir até 13% a mortalidade de crianças menores de 5 anos e, a cada ano que a mulher amamenta, o risco de desenvolver câncer de mama reduz em 6%. A amamentação também diminui os custos com tratamentos nos sistemas de saúde e ajuda a combater a fome e a desnutrição em todas as suas formas, bem como garante a segurança alimentar de crianças por todo o mundo.

Crianças amamentadas têm menos alergias, infecções, diarreias, doenças respiratórias e otites, além de menores chances de desenvolver obesidades e diabetes tipo 2; assim como possuem melhor desempenho em testes de inteligência e se transformam em adultos mais saudáveis e produtivos.

Leia mais:   Mega-Sena acumula e pagará R$ 43 milhões na quarta-feira

Pesquisa

Estudo Nacional de Alimentação e Nutrição Infantil (Enani) do Ministério da Saúde, em parceria com Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), universidades e Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) avaliou 14.505 crianças brasileiras menores de cinco anos entre fevereiro de 2019 e março de 2020. O estudo revelou que mais da metade (53%) das crianças continua sendo amamentada no primeiro ano de vida. Entre as menores de seis meses o índice de amamentação exclusiva é de 45,7%. Já nas menores de quatro meses, 60%.

EBC

Comentários Facebook

Mulher

Transição capilar: Se livrar da química e assumir os cachos pode ser libertador, porém demorado

Publicado

Especialista dá 6 dicas preciosas para acelerar o processo de crescimento dos fios durante a transição

Não é novidade que nesta quarentena muitas pessoas estão aproveitando o confinamento para mudar alguns hábitos. Assumir os cachos, aderir à transição capilar, se livrando de tratamentos de alisamento como progressiva/relaxamento e uso de chapinha é um deles.  Entre as adeptas da prática, destacam-se celebridades como a apresentadora Maísa, que não escondeu sua felicidade nas redes sociais. “Aconteceu! Meu primeiro grande corte para eu arrasar no meu programa! Vocês sabem o quanto eu esperei por esse momento e o quanto ele significa para mim e para minha transição capilar”, escreveu a adolescente em seu Instagram. Assim como ela, fazem parte da lista a ex BBB Paula Amorim, além das atrizes, Juliana Paes e Bruna Marquezine.

Adotar o cabelo natural pode ser uma experiência libertadora, mas também muito demorada, afinal é preciso cortar as madeixas para que os fios se livrem de toda química. É comum que o processo de transição do cabelo relaxado para o crespo natural ou cacheado deixe muitas mulheres impacientes e ansiosas, por isso, o angiologista e especialista a em LEDterapia Capilar, Dr. Álvaro Pereira, separou 6 dicas preciosas para aquelas que pretendem acelerar o processo de crescimento dos fios durante a transição. Confira abaixo!

  1. Investir em LEDterapia 

Investir neste tipo de terapia é muito indicado no mundo inteiro para o combate da queda de cabelo e crescimento acelerado dos fios. Essa tecnologia de luz não invasiva estimula os folículos capilares e induz cientificamente o crescimento de cabelos mais grossos, cheios e vistosos. O tratamento vem no formato de capacetes e bonés de LED  Capellux certificados pela ANVISA e com ótimos resultados aos pacientes. Na prática, com apenas 12 minutos diários de uso do boné, ou 7 minutos diários de uso do capacete, o folículo piloso converte a luz vermelha em energia que estimula a circulação sanguínea do couro cabeludo, aumenta a ingestão e otimização de nutrientes no cabelo, resultando no crescimento rápido de fios mais bonitos, vistosos, encorpados, além de reparar danos, combatendo o ressecamento e a queda capilar.

Leia mais:   Mega-Sena acumula e pagará R$ 43 milhões na quarta-feira

2 – Ficar longe de fontes diretas de calor 

Evitar secadores de cabelo e chapinhas neste período de transição é essencial O calor direto torna o cabelo em transição suscetível a quadras. Quase todo cabelo relaxado apresenta algum nível de dano pelo calor e a exposição ao mesmo de forma prolongada torna o problema pior. Optar pela secagem natural.

3 –  Tomar vitaminas 

Para acelerar a transição capilar,  investir em vitaminas essenciais como biotina e vitamina A; substâncias que aumentam  significativamente o crescimento dos fios.

4- Massagear o couro cabeludo! 

Isto mesmo, pode parecer estranho, mas durante o banho o ato de massagear o couro cabeludo aumenta o fluxo sanguíneo da região, acelerando o crescimento do cabelo.

5- Hidratar o cabelo 

Hidratar o cabelo com mais frequência do que apenas uma ou duas vezes por semana. Durante a transição capilar, o condicionador é o mais novo melhor amigo de toda mulher, isto porque ele funciona como um desembaraçador, algo crucial para  um cabelo saudável em transição.

6 – Aparar o cabelo regularmente 

Reparar regularmente o  cabelo remove as pontas duplas, contribuindo para que os fios cresçam de forma acelerada e saudável; o que os aproxima mais rápido do aspecto natural.

Leia mais:   Mega-Sena acumula e pagará R$ 43 milhões na quarta-feira

Dr. Álvaro Pereira – Angiologista formado pela FMUSP em 1978, com residência em Cirurgia Vascular no HCFMUSP, Especialista em oferecer tratamentos capilares com LEDterapia, Doutorado em Cirurgia Vascular na Divisão de Bioengenharia do INCOR – HCFMUSP, pós-doutorado no B&H Hospital – Harvard.

Cosmedical  

Empresa especializada em oferecer tratamentos seguros e inovadores aos seus clientes, desde terapia capilar à recuperação de musculatura pós esforço físico com o intuito de promover qualidade de vida, sem dor e sem esforço, tudo ao toque de um botão. Atuando com a alta tecnologia e a eficácia da fotobiomodulação por meio de LEDs, a empresa se tornou referência em equipamentos home device. A COSMEDICAL fabrica, comercializa e importa equipamentos para a saúde, desde 2008.

https://cosmedical.com.br/

https://capellux.com.br/

Abraços, 

Caroline Carpi

Equipe Agência Contato Comunicação

comunicacao5@contatomcg.com.br

carpicaroline@gmail.com

Tel:  (11) 3251-2359 / 3288-7108

WhatsApp Redação: (11) 9.4565-9078 / (11) 9.9279-6713 / (11)99007-2877

Instagram: @agenciacontatocomunicacao

Facebook: @agenciacontatocomunicacaomkt

Linkedin: https://www.linkedin.com/company/agência-contato-comunicação/

Comentários Facebook
Continue lendo

Destaque

Mais de 3 mil mulheres são vítimas de violência doméstica e sexual em 2019

Publicado

Número representa um aumento de 4% se comparado a 2018. Na maioria dos casos, as vítimas relatam que não há motivos para a violência.

A Delegacia da Mulher de Cuiabá atendeu 3.022 vítimas de violência doméstica e sexual em 2019, conforme dados do Anuário divulgados pela Polícia Civil nessa quinta-feira (20). Esse número representa um aumento de 4% se comparado a 2018, quando foram registradas 2.914 ocorrências.

De acordo com a polícia, o mês de novembro foi o período com mais procedimentos, chegando a 305. Já o dia da semana com mais número de ocorrências é a quarta-feira, com 15,7%, o que representa 464 ocorrências registradas, seguido pela segunda-feira, com 15,1%.

Os dados apontam ainda que o período da noite é quando ocorre a maioria dos casos de violência contra a mulher.

Na Delegacia da Mulher, 936 (31,6%) ocorrências foram registradas entre 18h e 23h59. Se somados às ocorrências da madrugada (8,9%), esse percentual alcança mais de 40% dos registros.

A partir do momento em que o descumprimento de medidas protetivas foi tipificado criminalmente, conforme a Lei 13.641/2018, que alterou dispositivos da Lei Maria da Penha, esse crime passou a figurar nas estatísticas e o fato deve ser comunicado pela vítima na Delegacia, quando um novo inquérito policial é instaurado e, imediatamente, comunicado ao juiz sobre a quebra da medida.

Sem motivo

De acordo com o levantamento e os atendimentos realizados pela equipe da delegacia, não há elemento que possam potencializar a prática da violência contra a mulher.

A polícia informou que os registros com o campo da motivação ‘a apurar’ chegam a 58%, seguido pela motivação ‘passional’, com 25,9%.

Para a delegada e coordenadora da Câmara Temática de Defesa da Mulher da Sesp-MT, Jozirlethe Criveletto, a maioria das vítimas não indica que tenha havido um motivo para a prática da violência. Segundo ela, o machismo é o fator principal considerado pela vítima, seguido de sentimentos como ciúmes, posse e pertencimento.

Por G1 MT

Comentários Facebook
Continue lendo

Cáceres e Região

Policial

Política MT

Mato Grosso

Mais Lidas da Semana